Demais Considerações, Adoção e Transição

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Olá a todos. Sejam bem-vindos a mais um capítulo sobre o nosso módulo de transparência nas divulgações de imposto de renda. De acordo com a asu 2023 09, eu sou professor Jorge scarpin, doutor em contabilidade pela USP São Paulo e atualmente associated professor na Concordia College e Moore Minnesota, nos Estados Unidos. Vamos lá, o que é que temos para hoje? Para hoje, vamos falar aí já caminhando. Para o nosso final caminhar. E sobre falar um pouco sobre as demais considerações da norma, é a forma de adoção e a transição da norma antiga para a norma nova. Então, primeira coisa é alguns ajustes secundários, aí algumas demais considerações. Então, o que é que nós temos com a com a azo com esse update aí da asc 740? É, nós vamos que nós vamos remover redundâncias, nós vamos consolidar notas que repetem a mesma informação a gente não vai ter. A tecs espalhado pelas notas, nós vamos ter tudo em uma nota só. Padronização de termos, unificar as nomenclaturas, por exemplo, currentsts versus Cash, textachers PAM, isso é tudo, é Cash texts para eds ou vai uniformizar? Enxugar o que é imaterial agrupar itens pouco relevantes, como a breve nota explicativa, lembrando aqui o conceito de materialidade, 5% do total. É o que for menos, isso agrupa e tudo certo. Padronização, layout idêntico tanto no relatório anual quanto no trimestral, mesmo a coluna, a mesma ordem e mesmos títulos. Normalmente, aqui nos Estados Unidos, o relatório anual o 10 k, ele é muito mais detalhado do que o trimestral o 10 k. Então agora a nota vai ser igual por diferenças de anos fiscais entre países etcétera e tal. Vai ser muito bem-vindo. Essa padronização a mesma taxonomia de categoria de rótulos em todos os períodos. Consistência vai ser a chave e a mesma granularidade nível de detalhe e materialidade para que a gente consiga uma. Comparação direta. É, vamos ter aí outras vantagens, eliminação de reconciliações duplicadas, por exemplo. Avelu eis on the Laurence consolidação de divulgações sobre créditos e benefícios em uma única sessão sem espalha isso pelas notas só tudo juntinho em uma só troca de row forwards e materiais por uma referência cruzada, quando aplicável. Isso vai gerar vários benefícios. Primeiro, notas mais curtas, com foco no que importa e com e com mais tabelas. Hoje a nota de tex ela é muito textual, então você colocar é só em textos. Um texto longo, repetitivo, cansativo para ler? É. Não sei se as empresas fazem isso de forma proposital ou não, mas hoje as notas são muito cansativas de ler. A nova nota vai ser mais tabela. Mais enxuta? Menos duplicidade vai fazer a leitura ficar mais rápida e clara e uma melhora comparabilidade entre empresas e períodos. Métodos de adoção normalmente o fasb, quando edita uma nova norma, adota o método prospetivo, o prospetible. Nessa norma, a empresa pode escolher um dos 2, o retrospetivo, o retrospetiva, que é onde você reapresenta os períodos comparativos e ajusta o saldo inicial do PL, se necessário. Aqui não vai ser necessário porque não vai mexer com a contabilização, mas a nota quando AA norma pede para você fazer uma nota comparando o ano atual com os anos anteriores. Se a empresa adotar o método retrospetivo na nota, ela vai ter que comparar os anos anteriores. Como se os anos anteriores estivessem é tivessem sido feitos pela nova norma. Então vai trazer muito mais. É muito mais clareza, mais tem maior custo, tem mais complexidade. Para isso, você vai precisar rever os seus anos anteriores. Apesar de não ter que reapresentar a demonstração, a empresa não vai precisar reabrir 2423 22, mas ela vai precisar refazer a nota e aí usar usando os anteriores como se estivesse com a nova norma e não com a norma. Antiga ou o método prospetivo começa daqui para frente? Daqui para frente e Ponto Final, não refaço nada dos anos anteriores. Não consigo comparar nada no ano um, só vou ter o ano um não vou ter anos anteriores para comparar. Mas menor custo. Eu não preciso rever períodos anteriores, menor custo ou menor complexidade, complexidade, menor benefício informacional. Aí a empresa vai ter que fazer uma escolha do que ela. Do que ela vai? Querer. Datas, quando que isso começa? É vigência para empresas abertas, períodos iniciados após. 15/12/24. Ou seja, a grosso modo, a partir de 25 ou. 15/12/25 para as demais entidades, então para as demais entidades sujeitas a pagamentos de imposto de renda, imposto sobre lucro é principalmente a empresas fechadas, ou como são chamadas aqui a private company e. As empresas abertas aqui eu sou chamada de publick Companies. Nada a ver com empresa pública e empresa privada. É empresas abertas e empresas fechadas, então? Empresas abertas dezembro de 24 empresas fechadas, dezembro de 25 a adoção antecipada OK, se uma empresa fechada quiser adotar em 25, beleza, principalmente. Se ela for consolidada por uma ***** e aí fica mais fácil para consolidar com a empresa aberta se a gente se a fechada, começar mais cedo. Pode? Sem problema nenhum. Desde que uma vez que comece, não pare mais, tá? Então tem essa também. E na transição, precisa divulgar o método escolhido, se retrospetivo ou prospetivo e os impactos disso na apresentação. Então, o que que a gente vai ter nessa primeira nota, na nota do primeiro ano, que é a nota da de transição, vamos ter aí pelo menos 5 tópicos, método. E justificativa, se eu se a empresa está fazendo de forma prospetiva ou retrospetiva e por quê? A data, a partir de quando e qual o escopo que é que a norma vai pegar? Se vai ter impacto quantitativo, variações da taxa na alíquota efetiva, na efect rate. Imposto corrente, imposto diferido património, então se vai ter aí impactos ou não, seja em valores, seja por faixa de valores. A mudança de apresentação, inclusão da nova conciliação entre a taxa fiscal e a taxa e a taxa efetiva. Que a rature conciliation, tabela de impostos por jurisdição, tudo o que a norma pede jurisdição lembram países. Ou região? É, por exemplo, países, Brasil, Argentina, região, América do sul, Caribe, et cetera e. Ou os principais critérios para para julgamentos e a isenção caso a empresa deixe alguma coisa de fora. E por que que deixou isso de fora? Então, no primeiro ano a gente vai ter uma nota diferente, a gente vai ter essa nota de transição. A partir do segundo ano, espera-se que as que as notas sejam mais padronizadas. Então, no primeiro ano, aí é para exercícios fiscais terminados. A partir de 25. É lembrando se começou após 15/12/24, o primeiro ano fiscal após dezembro de 25, embora nos trimestrais. Aqui já precisa fazer. Mas essa primeira divulgação vai ficar um pouco comprometida ou vai ficar um pouco diferente com essa nota de transição? A partir do segundo ano já vai ficar aí com uma nota um pouco mais padronizada. E aí um exemplo de linguagem aqui para vocês olharem, a norma adotada de forma prospectiva e mundo, um de 26 impactos sem materialidade, et cetera. Ou seja. Qual aí a forma como essa nota de transição poderia ser feita? Ok, pessoal, por hoje é só espero que tenham gostado desse nosso desse nosso capítulo sobre demais considerações, adoção e transição da norma antiga para a nova norma. Um grande abraço a todos e tenham um ótimo dia.