Exemplo de resultado diluído por ação do curso CPC 41 - Resultado por Ação

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Vamos fazer o exemplo de número 4, que é um exemplo que trata sobre o resultado diluído por ação. Só relembrando aí a diferença entre o resultado básico por ação para o diluído por ação é que o resultado diluído por ação leva em consideração o efeito potencial diluidor de instrumentos que podem vir a se tornar ações preferenciais ou ordinárias, que vão diluir o resultado. Do acionista, mais uma vez vou repetir pra vocês assim, minha sugestão agora é que vocês leiam comigo o exemplo que vocês tentem resolvêlo por conta porque? Assim, vocês terão dúvidas e tendo essas dúvidas, fica mais fácil de vocês entenderem a solução. Vocês vão absorver mais um, aprender mais aí, tentando quebrar um pouquinho a cabeça por conta e depois só acompanhando a solução. Vamos ao exercício. A companhia gama apurou o lucro líquido no exercício DeX um no montante de 1484763. O lucro inclui resultado negativo de operação descontinuada no montante de 150000. Tá, por que que isso é importante? Porque o cálculo do resultado por ação é do resultado por ação das operações continuadas, tá, então teremos que fazer ajustes aí. Capital subscrito, integralizado em 31 de dezembro x um é dividido em 256262172 ações ordinárias e. 108649976 ações preferenciais, não houve emissão ou compra de ações no exercício para mantê las em tesourarias. Então esse aí é o valor que vai ser no período todo, tá? Então a gente já tem aí a quantidade de ações ponderada em circulação. Tá ou em poder? Dos acionistas para as? Para as ações preferenciais, é assegurado o recebimento de dividendos em dinheiro, 6% maior que o pago. As ações ordinárias e a prioridade no reembolso em caixa de liquidação. Sem prêmio pelo valor nominal. Qual que é o impacto disso? Quando as ações preferenciais, elas pagam mais dividendos que as ações ordinárias. A gente tem que levar isso em consideração no cálculo. Em que sentido a gente vai ter que simular o efeito? A gente tem que dividir o lucro pela quantidade total de ações, mas como as ações de preferenciais recebem mais o resultado por ação preferencial é diferente, então a gente simula, a gente vai ter um fator de ponderação aí para simular qual que seria a quantidade de ações preferenciais se elas recebessem o mesmo valor de dividendo que as ações ordinárias. Essa que é a questão aqui, dessa informação, tá por causa dos 6%, continuando a companhia. A companhia também emitiu debêntures conversíveis em ações. Em primeiro de janeiro x um no montante de 200000000, com rendimento de 9% ao ano, foram emitidas 80000000 de debêntures, sendo cada bloco de 3 debentures conversíveis em uma ação preferencial. Após 2 anos ou em 2 ações preferenciais após 4 anos. Conversão obrigatória em uma das 2 Datas em ações preferenciais com os mesmos benefícios das ações já existentes. Então a gente vê aqui que existem ações potenciais, diluídoras, a gente vai acabar tendo que calcular impacto disso no número médio ponderado de ações. Vamos agora a solução. Primeiro passo a gente tem que determinar. O resultado líquido atribuído ao aos acionistas. Está porque porque existiram perdas em operações descontinuadas, a gente retorna isso para o lucro. Vocês pegam o lucro do exercício que está no próprio texto do exemplo e adicionam é as perdas nas operações descontinuadas. Pra gente ter o lucro atribuído aos acionistas da companhia, que vai ficar em 1634763, segundo passo, o número teórico de ações, o que que esse número teórico, se as ações fossem tivessem a mesma remuneração? Quantas? Ações preferenciais teriam. A gente faz aquele fator de ajuste, você pega a quantidade média de ações preferenciais que o exercício dá e você multiplica por 1,06 o 06. Ele é a remuneração das ações preferenciais, porque elas remuneram 6%. Portanto, 0,6 para a gente chegar aí na quantidade média de ações preferenciais, ajustadas pela sua remuneração diferenciada, que a gente vai ter, então um total de 115168975 ações preferenciais, tá? A quantidade média de ações preferenciais ajustadas. Terceiro passo a gente calcula, então o resultado básico por ação. A gente já tem as informações necessárias para calcular esse resultado básico. Tá? Então a gente tem o lucro do exercício que a gente já calculou o ajuste tá das operações descontinuadas. No primeiro passo, a gente tem a quantidade média de ações também após o ajuste que a gente calcula. Então a gente tem as ações preferenciais, ajustadas, a gente soma a quantidade de ações ordinárias, tá? As preferenciais, ajustadas mais as ordinárias. Você divide o lucro pela quantidade média de ações após ajuste. Você tem o resultado. Por ação ordinária de 4 40. As ações preferenciais possuem remuneração diferenciada. Então você tem que levar isso em consideração, então vocês multiplicam por 1,6 o resultado por ação ordinária. Vocês multiplicam por 1.6 e vocês vão ter o resultado por ação preferencial tá sendo resultado por ação ordinária de 4 e 40 e o resultado por ação preferencial de 4 e 66. Com base nesses valores, a gente consegue compor o lucro atribuído aos acionistas de ações ordinárias. Só pegar o resultado por ação ordinária e multiplicar pela quantidade das ações ordinárias e preferenciais, que é só pegar o resultado por ação preferencial e multiplicar pela quantidade de ações preferenciais, sem o fator de ajuste. O valor que tá no exercício e somando os 2 lucros você tem, obviamente o lucro total do exercício. Legal, tranquilo, resultado básico por ação. Agora a gente tem que ir para o resultado diluído por ação, resultado diluído por ação. Primeira coisa que a gente tem que fazer, a gente tem que recompor. O resultado atribuído ao acionista, excluindo o efeito né? Ou recompondo o efeito dos instrumentos conversíveis, as debêntures emitidas, elas pagavam uma taxa de juros. Tá? Então, foram emitidas 200000000. Em debentures vezes, 9%. E daí? Isso a gente traz líquido de imposto de renda, considerando uma líquida de 30%, por exemplo, a gente teria uma despesa com juros dos detentores das debêntures de 12600, então vocês devolvem esse valor, porque isso recompõe. Isso seria o lucro atribuível a essas ações, potenciais conversíveis. Então, supondo que agora eles são sócios, esses juros não teriam sido pagos por isso que esse valor é retornado aí ao lucro, tendo no final um lucro de 1000000. 647363. Segundo passo, a gente calcula de novo o número teórico de ações. Tá conforme rentabilidade. A gente já inclui no início DeX um 40000000 de de ações decorrentes da diluição pela conversão. E daí, pessoal, a gente tá levando em consideração o cenário com maior quantidade de conversão. Tá que era um cenário de 3 debentures para uma ação ou 2 debentures para uma ação? A gente tá considerando aí as 80000000 de debentures, levando em consideração 80000000 ÷ 2 pra cada debenture, você converteria em meia ação, vocês teriam aí uma proporção de 80000000 de debentures dividida aí por 2 que é a proporção da conversão. No final de 4 anos? Tá? Então você acrescenta esses 40000000 aí na quantidade de ações preferenciais, a gente tem que pegar agora esse. Essa quantidade média de ações preferenciais, considerando aí as 40000000 de ações decorrentes da diluição e multiplicar pelo fator de ajuste que é quando a gente está simulando quantas ações teriam. Se elas pagassem a mesma remuneração, então a gente multiplica por 1.6. Terceiro passo, calcular o resultado diluído por ação segue a mesma lógica do resultado básico. A gente tem a gente parte do lucro líquido. Ajustado do exercício, a gente divide agora pela quantidade média de ações após o ajuste. Então esse valor que a gente acabou de calcular mais. As ações ordinárias e divide o lucro por esse número de quantidade média de ações. Tá? A gente vai ter um resultado por ação ordinária de 3 e 95, lembrando, a gente multiplica pelo fator de ajuste para considerar a remuneração das ações preferenciais. Então vocês pegam o resultado por ação. Ordinária e multiplica por 1.6, porque ela ganha 6% a mais. Então agora a gente tem uma tabelinha. Resumo da recomposição dos saldos ao lucro líquido do exercício ajustado, levando em consideração as operações não descontinuadas. Então, para as ações ordinárias e para as ações preferenciais lembrando, é só pegar o valor do resultado por ação das ações ordinárias e das preferenciais e multiplicar pela quantidade de ações em circulação, os juros aos detentores dos instrumentos conversíveis e. Daí a gente teria o lucro líquido do exercício ajustado 2, que é considerando o impacto, né? Nas ações preferenciais. Então você soma esses juros, né? Porque por que que tá? Somando nas ações preferenciais? Porque quando as debentures forem convertidos. Elas vão compor o valor das ações preferenciais, né? A quantidade de ações preferenciais, a quantidade de ações e, como consequência, o resultado diluído por ação. Como seria a divulgação na demonstração do resultado? Como a gente só tem o lucro de um período, a gente apresenta o resultado básico por ação preferencial e ordinária. Tá somente de um período. Se houvessem 2 períodos, apresentaria se dos 2 períodos e o resultado? Diluído, diluído por ação. Porque ele é diferente do resultado básico. Se o resultado diluído fosse igual ao resultado básico, seria apresentado apenas em uma linha, tá certo, pessoal, nas notas explicativas, a gente recompõe todos os valores. A gente começa lá apresentando a recomposição do lucro, tá? O lucro ajustado que a gente recompôs a perda nas operações descontinuadas, a gente apresenta o lucro disponível aos acionistas preferenciais. E ordinários, que a gente também calcula no exercício, e a média ponderada de ações ordinárias e preferenciais, que também vem do exercício pro resultado diluído por ação. A gente também apresenta todas as recomposições de Salto. A gente vai ter o lucro do exercício. A gente recompõe lá com as operações descontinuadas e com os juros. Pagos aos detentores das debêntures pra ter o lucro do período ajustado, a gente apresenta o lucro atribuído ao acionista preferencial e ao acionista ordinário. A gente apresenta também a média ponderada de número de ações preferenciais e ordinárias, levando, obviamente, em consideração aí o efeito diluidor, né? Das debêntures, tá esse valor aqui das preferenciais é diferente da, do valor das preferenciais anterior e por final o resultado diluído. Por ação, tá pessoal, só mais um último lembrete. A gente está apresentando apenas DeX um, porque o exercício apresentou apenas o lucro DeX um. Se nos casos reais a gente tem, geralmente no mínimo 2 períodos de apresentação de resultado, então isso deveria ser apresentado para os 2 períodos.