Mensuração do resultado diluído por ação

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Bom, pessoal, vamos agora falar do resultado diluído por ação antes da gente olhar para o resultado. Para o cálculo do resultado diluído por por ação, vamos entender qual que é o objetivo dessa informação, tá? Quando eu estou, quando eu estou apresentando para o investidor, o resultado diluído por ação, eu estou apresentando para ele. Olha, existem alguns instrumentos que permitem que AA entidade ela tenha novos acionistas. Ou seja, diante do efeito de potenciais diluidores, porque se eu tenho mais acionistas? O resultado por ação, ele vai ser diluído, ou seja, vai diminuir o valor do meu resultado por ação a diante desse desse potencial, qual que seria a participação de cada ação nos resultados da companhia? Então eu estou apresentando para o acionista o efeito de potenciais diluidores no. Resultado importante, pessoal, importante. Quando eu estou falando de de potenciais diluidores, eu estou falando de quando eu tenho um lucro. O lucro por ação ele vai diminuir, OK, isso é potencial diluidor ou quando o prejuízo ele aumenta em função aí, dos titulares exercerem Oo direito a ser acionista da da companhia? Ou seja? Aumenta o prejuízo por ação ou diminui AO lucro por ação com a eventual subscrição dessas novas ações em função aí desses títulos com potencial de emissão de novas ações, qual que é o resultado? Como que se calcula o resultado diluído por ação, mesma fórmula que o resultado básico por ação tá? Então eu pego o resultado com aqueles ajustes, né? Ou seja, o resultado aí atribuído ao acionista e. Também mais 2 ajustes aí no. Lutado em decorrência do do do cálculo do resultado diluído por ação, são 2 ajustes no resultado, um seriam aí todos, todas as receitas e despesas, ou seja, juros, dividendos, qualquer tipo de despesa ou receita relacionada a esses instrumentos potenciais. Diluidores está certo? Então, se houve algum resultado reconhecido no período, isso deve ocorrer. A reversão aí pro pro pro. Cálculo. Do resultado utilizado na fórmula tá certo, segundo item de ajuste específico para o resultado diluído por ação, é o efeito da conversão das ações potenciais. Tá, então assim vocês considerem que se essas ações fossem convertidas e na conversão dessas ações, houvesse algum tipo de resultado, você. Tem que já considerar esse efeito no resultado hoje. Tá certo? Então aí a gente tem 11, ajuste que é retrospectivo. Olhando para o passado, o que que aconteceu e um olhando para o futuro? Na conversão, qual seria o impacto aí no resultado dividido pelo número médio ponderado de ações em circulação? Só que agora eu faço mais um ajuste, tanto no resultado quanto no número médio de ponderado de ações em circulação, no número médio ponderado de ações. Eu vou somar o número. Médio ponderado, de ações potenciais. Que que eu tenho que levar em consideração, então eu tenho uma opção de ação que a partir de julho, Oo detentor dessa opção ele pode exercer essa opção. Eu assumo que o detentor dessa opção exerceria o direito de aquisição e de ação. Então, ou seja, ele, ele vai se tornar um novo acionista da empresa, então ele tem potencial diluidor, OK? Então assumo que já no início desse período, se é um período longo, por exemplo, de julho a dezembro. A dezembro eu já assumo que no início do período esse detentor desse tipo, dessa opção ele vai exercer. Então toda vez que eu estou falando do número médio ponderado de ações potencialmente conversíveis, eu já faço esse esse cálculo, considerando o exercício de conversão no início do período que é possível que isso aconteça. Ajuste no resultado qual ajuste tem que ser feito no resultado? Juros, dividendos ou resultados relacionados às potenciais ações ordinárias. Eles voltam para o resultado. Eu tinha excluído no resultado básico por ação e agora eu adiciono novamente juros, dividendos ou qualquer resultado associado aí a essas ações. Potencial ordinárias. Então, no resultado básico, eu excluía e agora eu retorno para o cálculo.