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CPC 16: Custos de empréstimos e ativos qualificáveis

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Um conceito super importante que também faz parte do CPC 16 é em relação a custos de empréstimos. Aqui a norma, ela vai dizer pra gente o seguinte, olha, via de regra, as empresas que adquirem produtos para revenda, elas fazem ali um acordo com os seus respectivos fornecedores. Ou seja, dificilmente essas aquisições de produtos, elas são feitas com pagamento à vista, né? Ou seja, os. Pagamentos eles são vias de regra, tá? Realizados a prazo, então a empresa, ela faz ali um acordo com o fornecedor, adquire a mercadoria e paga em 234 vezes. Enfim, eles vão ali fazer um determinado tipo de acordo e esse acordo vai levar em consideração qualquer o produto, o relacionamento que o cliente tem com o fornecedor. Às vezes, esse esse fornecedor, ele é, é, concede ali um acordo diferente, até para outros tipos de clientes, porque o cliente ele paga em dia. Não tem tipo não, não tem atraso, né? Não tem ali nenhum inadimplência. Pode também. Levar em consideração a quantidade que o cliente levou, então vai ter aí algumas condições. O fato é que se a empresa observar que há uma diferença considerável entre o valor de condições, é é normais, né? O valor à vista e o valor a prazos, qualquer diferença que que que houver, deve ser registrado no. No resultado tá por quê? Porque aí você vai observar lá que há um componente de financiamento, então esse componente de financiamento é, é nos leva a entender que ali, naquela aquisição, tem. Juros logo, essas despesas de juros vão ser registradas dali na DNE, na conclusão do resultado do exercício OKE. Aí tem um outro ponto super importante que eu quero trazer aqui. Ativos qualificáveis são aqueles ativos em que a empresa ela produz esses ativos, tá? Esses estoques e ela leva um tempo considerável. É um tempo longo, a gente não está falando de ativos que são, é produzidos em em curto prazo, e aí a gente vai remeter a artigos qualificáveis à produção. Ou seja, o conceito de ativos qualificados não faz parte, ou seja, não está associado de ativos de estoques adquiridos. Tá de estoques que são comprados para revender e sim de estoques, onde a empresa ela produz, ela fábrica como exemplo. Aqui vamos, vamos considerar imóveis. Que a empresa, ela leva que um certo tempo, quando a gente fala de imóveis, a gente está falando de incorporadoras construtoras que constroem prédios, apartamentos em mais ou menos. Aí 23 anos, né? Depende aí é do prazo do projeto, mas, via de regra, ativos que, né? Com um certo tempo, além de imóveis também, nós temos as aeronaves. Os navios, porquê? Porquê? Porque tu está falando de ativos de grande porte que levam um tempo é para, é para serem construídos, para serem produzidos, tá certo? Então, todo o componente de financiamento que houver para a produção desses equipamentos, eu vou capitalizar. Está bom? Então aqui a gente vai capitalizar. Então essa capitalização aqui, ela está diretamente relacionada com ativos qualificáveis que está diretamente relacionado com a questão de produção, ou seja, não faz parte aqui ativos adquiridos que eu compro para fazer AA perspectiva, venda e esses ativos aqui, via de regra, eles são ativos que levam o tempo considerável. De produção, por isso que eu vou capitalizar, porque se ele é um ativo de curto prazo, não faz sentido eu capitalizar, então eu jogo direto como despesa de juros, tá? Agora se é um partido que vai levar um tempo considerável, né também, gente vai dar consideração uma construção de 11 navio, uma aeronave que é um negócio que demora, você deve ter visto tamanho, né? Então A Entidade, ela vai capitalizar, vai fazer parte do custo, é desses toque, OK diferente. Dos ativos em que a empresa contra ali no varejo, né? Pra Ela fazer a respectiva revenda, ela vai jogar com despesas de juros, tá bom? Aqui, não, aqui está tratando de ativos qualificados, relacionados à produção, que leva-se um tempo em consideração. Então, nesse caso, a empresa, ela vai. Atribuir? Esse custo ao respectivo ativo, de modo que ele vai ser capitalizado.