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Impairment - Cura

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Uma outra palavrinha que tem Aparecido bastante nos projetos de fr S9, quando a gente fala sobre imperment de ativos financeiros, é cura. Antes de falar sobre cura, vamos colocar aqui uma definição de risco de crédito, já que quase a todo momento a gente fala sobre perdas de crédito, risco de crédito no reconhecimento inicial, risco de crédito maior ou. Menor que reconhecimento inicial. Então nós temos aqui uma definição dada pela resolução 3721 do conselho monetário nacional. Ela disse que risco de crédito é a possibilidade de ocorrência de perdas associadas. Ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras, nos termos pactuados. Também a desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador. A redução dos ganhos ou remunerações. As vantagens concedidas na renegociação? E aos custos de recuperação? Bom, dito isso, vamos então falar sobre cura aí, né? O que a gente tem falado é que a gente tem chamado de cura, tem relação com a abordagem dos 3 estágios. Então pra fazer é pra reconhecer perdas de crédito no IFRS9 a gente tem uma abordagem simplificada e abordagem de 3 estágios. A de 3 estágios, vamos relembrar primeiro. Estágio é quando a gente tá no reconhecimento inicial ou todas as vezes que a gente tá mensurando as perdas de crédito. E o risco de crédito, ele ainda é menor ou igual ao risco de crédito do reconhecimento inicial? O segundo estágio é quando o risco de crédito aumentou em relação ao reconhecimento inicial. Já o terceiro estágio é quando a gente tem o evento de default. A gente já tem um evento de perda. Bom, que que isso tem a ver com cura? Cura. O que nós temos chamado de cura é quando a gente tem 11 operação que já tá em default e aconteceu algum evento, uma amortização pagamento. Pagamento de de uma parcela que estava em atraso, aconteceu algum evento e a gente quer saber se depois desse evento a gente pode considerar que essa operação não tá mais no estágio 3. A gente poderia transferir essa operação que está no estágio 3 pra pra pra um estágio menor, por exemplo, pro pro primeiro estágio dessa abordagem? Bom, a resposta é a seguinte, que a gente tem que fazer o. IFRS9, ele não define esses parâmetros de cura, então como a gente está tratando essa coisa que é como? Um alinhamento da contabilidade às práticas de gestão da entidade. O que a gente tem que fazer é o seguinte, a gente tem que observar o histórico de perdas, né? O histórico de perdas da da entidade. Comparar operações que estão em default, por exemplo, operações em default que tiveram amortização significativa. Então a gente vai agrupar essas ess. As operações e vamos comparar com operações que estão no estágio um. Ah, pra eu saber o que que eu o que que eu devo considerar como cura? Eu deveria considerar como cura aquele grupo de operações que tem a mesma perda histórica ou uma perda histórica similar às operações que estão no estágio um. A mesma coisa assim eu poderia. O primeiro exemplo que eu dei aqui foi, vamos criar um grupo de operações em default que tiveram amortização significativa. Eu poderia fazer a mesma coisa pra operações em default que tiveram garantia adicionada, tá? Seria. 11 outro evento que eu estaria testando pra ver se o risco de crédito é histórico, se se se as perdas históricas elas são similares as. Operações no nível um tá então essa abordagem aqui, essa sugestão seria da gente criar grupos de operações que tiveram um default e. Que aconteceu ao determinado evento e a gente comparar a perda histórica desses grupos com o grupo de operações saudáveis, né? Aí a gente consegue definir melhor o que que seria um parâmetro de cura. Então, quando a gente transferiria essas operações do do estágio 3 pra um estágio mais baixo.