Em que pese as recentes trajetórias favoráveis das taxas de inflação e dos resultados fiscais, o Copom, levando em conta os riscos associados às questões: (i) FGTS; (ii) preço do petróleo; e (iii) ambiente externo com conseqüente aumento do risco Brasil, decidiu manter a taxa Selic em 18,50% ao ano, sem reintroduzir o viés.