Um dos principais objetivos com a retirada de circulação da moeda de R$ 1 é atender à demanda da sociedade por mais segurança nas moedas. Com o recolhimento das antigas moedas, espera-se solucionar também o problema de falsificações. Em 2002, foram identificadas 52,3 mil moedas falsas de um real. Até julho de 2003, esse número já alcançou 40,1 mil. Em nove anos, o prejuízo com a falsificação dessas moedas chega a cerca de R$ 416 mil.
A retirada de circulação da primeira família das moedas do Real atende também a um pedido das empresas de vendas automáticas, cujas máquinas podem aceitar moedas, mas muitas vezes não o fazem por conta dos prejuízos causados pela utilização de moedas de padrões mais antigos com dimensões similares ao da primeira família (ex: Cr$ 10, que circulou entre 1990 e 1994) e à deformação das moedas de outros valores para obter as dimensões das de um real.
A estratégia adotada pelo Mecir foi a de colocar no mercado todo estoque de moedas de R$ 0,50 e parte do estoque das cédulas de R$ 1 e R$ 2. Com isso, a Casa da Moeda terá tempo para produzir 100 milhões de novas moedas de R$ 1 no decorrer do próximo ano.
Veja também
Campanha esclarece população sobre recolhimento das moedas
Adeus à moedinha prateada estava programado desde 98