As áreas mais visitadas do museu são a Sala Brasil e a Sala Ouro. A primeira conta a história do dinheiro brasileiro desde o início da colonização até os dias de hoje. A Sala Ouro exibe o metal precioso em suas diversas formas e os instrumentos utilizados na sua extração, fundição e refino. Maravilhada com a beleza das peças douradas, Rebeca Fernandes, de oito anos, ficou surpresa com a quantidade de ouro. "Eu nunca vi tanto ouro na minha vida."
Entre as raridades, o museu possui a moeda mais valiosa da coleção brasileira, conhecida como a Peça da Coroação, que teve apenas 64 exemplares fabricados em 1822. Outra parte importante do acervo são as condecorações, medalhas, moedas, cédulas e pepitas de ouro, documentos, objetos, e quadros raríssimos, como o de Portinari.
A associação dos Amigos do Museu de Valores, criada em dezembro de 2002 com o propósito de preservar e divulgar as atividades do museu junto à sociedade, investe atualmente na estrutura do ambiente. Os novos projetos da entidade cultural são: "Museu de Portas Abertas", que objetiva a criação da entrada independente para o museu; a instalação da plataforma elevatória, que facilitará a circulação de deficientes físicos pela Sala Ouro; e, finalmente, a instalação de uma pequena loja onde serão vendidos souvenires. As novidades não terminam por aí. De 17 a 23 de novembro, em comemoração à Semana da Consciência Negra, o Museu de Valores realizará exposição de cédulas, moedas, quadros e esculturas com figuras negras.
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