As peças foram preparadas para instruir o maior número possível de pessoas. Para isso serão treinados multiplicadores, que terão um conhecimento geral dos componentes das cédulas. Em breve, onze estandes volantes serão colocados em lugares de grande circulação, como shoppings, feiras e estações de metrô, onde serão exibidos vídeos e distribuídos folhetos com dicas para a população reconhecer as verdadeiras cédulas do Real.
Além disso, escolas ou quaisquer instituições interessadas poderão entrar em contato com o Banco Central para solicitar material de treinamento, como vídeo educativo, folhetaria ou ainda um plano de aula. E, como parte do treinamento do Mecir, foram elaboradas cartilhas para auxiliar no treinamento de peritos, de instituições financeiras e de pessoal do comércio.
Como proceder em caso de suspeita
Ao receber uma cédula de papel, confira sempre os principais elementos de segurança: marca d’água, registro coincidente, imagem latente e o alto relevo em algumas áreas da nota. Para a cédula de polímero (de 10 reais, em comemoração aos 500 anos do Brasil), verifique se o material de que é feita é realmente plástico. Compare a cédula com outra que seja comprovadamente legítima e veja se há diferença nos elementos e na textura da nota.
As notas falsas não serão trocadas pelo Banco Central, que apenas examina se o dinheiro suspeito é verdadeiro ou não. As notas também podem ser apresentadas para exame nos bancos comerciais. A falsificação é crime previsto no artigo 289 do Código Penal, com pena prevista de 3 a 12 anos de prisão. Quem tenta colocar uma cédula falsa em circulação depois de tomar conhecimento de sua falsidade pode ser condenado a uma pena de 6 meses a 2 anos de detenção.
Caso receba uma cédula suspeita em um caixa eletrônico, comunique o fato rapidamente ao banco em que você sacou o dinheiro. É recomendável ir a uma delegacia de polícia para registrar a ocorrência.
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