Na avaliação do COPOM, o cenário para a evolução da economia brasileira nos próximos meses combina a continuidade da retomada de atividade observada desde a segunda metade de 2003 com a convergência da inflação para a trajetória das metas. No entanto, dada a volatilidade recente, é recomendável que a autoridade monetária atue de forma prudente para evitar que essa volatilidade de curto prazo venha a ter efeitos duradouros sobre as variáveis domésticas, não justificáveis pelos sólidos fundamentos da economia. Diante disso, o COPOM decidiu manter a taxa SELIC em 16% ao ano, sem viés, por seis votos a favor e três votos pela redução da taxa SELIC em 0,25%.