Conforme explica a cartilha da série Educação Financeira do BC, essas reservas são necessárias porque, ao fazer negócios com outros países, é preciso realizar pagamentos utilizando moedas que são aceitas por todos. Essas moedas de aceitação geral são as emitidas pelos países ou grupos de países considerados os mais desenvolvidos, em geral o dólar norte-americano, o euro (da Comunidade Européia) e o iene (do Japão). Uma parte dessas reservas é guardada nos cofres do Banco Central, na forma de barras ou lingotes de ouro e em moedas e cédulas estrangeiras, protegidas por modernos sistemas de segurança.
Outra parte da reserva, a mais importante, o Banco Central deposita em bancos no exterior e essas aplicações rendem juros para o país. Esses recursos são a principal garantia para se fazer negócios com outros países.
Para acompanhar a variação diária das reservas internacionais brasileiras acesse Economia e Finanças>> Indicadores de Conjuntura>> Reservas Internacionais.
Este site também disponibiliza mais informações e dados atualizados sobre o setor externo, tais como a publicação mensal da “Notas Econômico-Financeiras para a Imprensa - Setor Externo”, com quadros contendo o detalhamento das contas do Balanço de Pagamentos, as reservas internacionais e a dívida externa brasileira, incluindo o cronograma atualizado de amortizações e pagamento de juros.
Para encontrar as séries de dados, pode-se recorrer às Indicadores Econômicos Consolidados. Os indicadores de Balanço de Pagamentos encontram-se no Capítulo V.