Notícia
06/08/2015

Investimentos dos clientes de private banking crescem 7,5%

Os investimentos no segmento private banking cresceram 7,59% no primeiro semestre de 2015, com destaque para ativos de renda fixa e previdência privada.

Os investimentos dos clientes do segmento private banking cresceram 7,59% no primeiro semestre de 2015, na comparação com dezembro do ano passado, somando R$ 694 bilhões em junho. O resultado é o maior já registrado para o semestre desde 2012, quando o crescimento foi de 8,03%. As informações estão nas estatísticas de private banking do segundo trimestre, divulgadas esta semana pela ANBIMA.

Aplicações em ativos de renda fixa, em especial LCA (Letra de Crédito Agrícola), e previdência privada foram os destaques do semestre. Os ativos de renda fixa se mantêm na preferência dos investidores em 2015 com expansão de 10,82% frente a dezembro do ano passado. Os títulos privados, em especial os isentos – LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito Agrícola) – são os destaques, com crescimento de 5,57% e 19,10% no semestre, respectivamente. Nas carteiras, os títulos privados já representam 32,6% do volume investido, correspondente a R$ 226 bilhões.

Já os investimentos em previdência privada mantiveram o crescimento, registrando variação de 10,7% no primeiro semestre, ao passar de R$ 47,8 bilhões em dezembro de 2014 para R$ 52,9 bilhões em junho deste ano.

As aplicações em fundos aumentaram 5,25%, passando de R$ 289,3 bilhões, em dezembro de 2014, para R$ 304,5 bilhões, em junho deste ano.

Com relação ao número de clientes (grupos econômicos), foi registrada leve redução neste primeiro semestre, passando de 57.705 para 57.505, com queda de 0,35%. Em paralelo, o volume de ativos sob gestão por clientes cresceu 7,59%, passando de R$ 645 bilhões para R$ 694 bilhões.

Apesar de São Paulo manter a liderança na distribuição – o estado responde por 56% dos ativos do segmento –, a região Norte do país foi a que mais cresceu no primeiro semestre deste ano, com variação de 15,27%, embora a participação continue em 0,5%.