
“A Persistência da Memória”
Inaugurada em junho de 2014, a mostra “A Persistência da Memória” conta a trajetória do acervo artístico do Museu de Valores desde a chegada das obras à instituição. A exposição foi dividida em seis módulos curatoriais de quatro meses de duração cada. A alternância de obras reafirma o compromisso do Banco Central com a preservação e divulgação do patrimônio cultural do povo brasileiro.
Grande parte das obras está exibida em um ambiente de reserva técnica, o espaço físico destinado ao armazenamento seguro do acervo quando as peças não estão em exibição. As salas Cenas Brasileiras e Bandeira do Brasil também fazem parte da exposição, simbolizando os dois principais períodos de aquisição do acervo.
Os seis módulos curatoriais – Brasil Brasileiro, Entre a Figuração e a Abstração, O Poder da Arte, Anos Rebeldes, Da Multiplicidade de Formas e Conceitos e A Persistência da Memória – foram concebidos para abordar diferentes pontos da coleção, narrando as influências do cenário político, econômico e cultural do século XX.
Brasil Brasileiro, o primeiro módulo da exposição, apresentou um panorama das artes no Brasil entre a Semana de Arte Moderna de 1922 e a segunda guerra mundial, tratando da busca dos artistas da época em criar uma arte essencialmente brasileira e estabelecer uma identidade nacional. Entre a Figuração e a Abstração apresentou as variantes da abstração no Brasil e sua tensa relação com o figurativismo, acirrada a partir dos anos 1950.
O módulo O Poder da Arte tratou do panorama das artes no Brasil entre o pós-guerra e o período do milagre econômico, apresentado sob a ótica das instituições de arte que se estabeleceram nesse período.
Da Multiplicidade de Formas e Conceitos, o quinto e penúltimo módulo, apresentará a nova configuração global a partir dos anos 1980, com a queda do muro de Berlim, a redemocratização nos países da América Latina, o Fundo Monetário Internacional e o neoliberalismo. O foco das obras estará nas 25 serigrafias da coleção Ecoarte, lançada por ocasião da Rio 92, em diálogo com obras modernistas do acervo.
O módulo A Persistência da Memória fecha a exposição trazendo os fundamentos do movimento surrealista, identificando o surreal e o onírico na coleção e fazendo uma comparação entre o surrealismo no mundo e no Brasil.
Local: Salão Nobre de Reuniões, Galeria de Arte e Museu de Valores do Banco Central.
Horário de funcionamento: Dia 5/9, sábado, de 14h às 18h, sendo o último acesso até 30 minutos antes do horário de fechamento. A Galeria de Arte e o Museu de Valores também abrem ao público de terça a sexta, de 10h às 18h, com acesso permitido até 17h30.
Acesso: O visitante precisa apresentar documento com foto para ter acesso à exposição, exceto menores acompanhados.
Brasília, 1 de setembro de 2015.
Banco Central do Brasil
Assessoria de Imprensa
[email protected]
(61) 3414-2808