Notícia
17/09/2015

Brasil é destaque na conferência global da Alfi

Brasil foi destaque na conferência global da ALFI, com foco nas mudanças na legislação para fundos de investimento e no aumento dos limites para investimento no exterior.

As recentes mudanças na legislação brasileira para fundos de investimento despertaram o interesse dos participantes da Global Distribution Conferece, promovida esta semana pela ALFI (Association of the Luxembourg Fund Industry), em Luxemburgo. No foco dos estrangeiros, especialmente os asset managements europeus, estavam as novas regras introduzidas pela Instrução CVM 555, o conceito de investidor qualificado e a flexibilização dos limites para investimento no exterior. “A importância do Brasil pode ser medida pelo fato de que apenas dois países foram temas de painéis para discutir os seus mercados: o Brasil e a China”, afirma o nosso superintendente-geral, José Carlos Doherty, que esteve na ALFI Global 2015.

 
Ele participou de dois painéis. O primeiro discutiu os desafios e oportunidades para a indústria global de fundos, sob a ótica da ANBIMA e de outras quatro entidades correlatas, de Kong Kong, da Europa e dos Estados Unidos. O mercado brasileiro de fundos de investimento foi tema de outro painel, que contou ainda com a participação do nosso diretor Carlos Massaru, representando a BB DTVM, e de Andrea Cattaneo, head do BNP Paribas Securities Service para o Brasil. “Houve muitas perguntas sobre o aumento dos limites para investimento no exterior. A mudança desperta muito interesse dos assets de todo o mundo”, diz Doherty.
 
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¿¿¿Ele destaca ainda a preocupação com a educação do investidor, tema recorrente durante a conferência e totalmente em linha com o nosso compromisso de promover a educação financeira. Para ilustrar nossos esforços, usamos um vídeo que explica parte das ações do Programa Como Investir em Você. “Nosso vídeo foi um sucesso, porque todo mundo busca formas de se comunicar com esta nova geração”, afirma. Você pode fazer o download do vídeo aqui¿.
 
A conferência também explicitou que, assim como o Brasil, a Europa vem direcionando esforços para o fortalecimento da indústria de fundos e do mercado de capitais como instrumento de financiamento de longo prazo. “Na Europa, isso é particularmente relevante porque o sistema de crédito bancário está esgotado”, avalia o nosso superintende-geral, que aproveitou a viagem a Luxemburgo para visitar o órgão regulador local do mercado de capitais e o ministro das Finanças. 
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