Em fevereiro, o volume de captações das companhias brasileiras foi de apenas R$ 292 milhões, montante bem abaixo da média observada nos últimos seis meses (R$ 7,9 bilhões). De acordo com o Boletim ANBIMA de Mercado de Capitais, além da ausência de captações externas e de ofertas de ações, o mês foi marcado também pela falta de emissões de debêntures, que são, usualmente, o instrumento mais utilizado pelas companhias brasileiras no mercado de capitais doméstico. Contudo, atualmente, cerca de R$ 2,8 bilhões em debêntures encontram-se em processo de distribuição com esforços restritos no mercado (ativos enquadrados na ICVM 476).
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No mês, foram finalizadas apenas três operações com notas promissórias, com volume de R$ 177 milhões, quatro ofertas de FIDCs, que somaram R$ 74 milhões, e três tranches de CRIs, de R$ 41 milhões. No acumulado do ano, o volume de ofertas corporativas domésticas registrou uma retração de 30,2% em comparação ao primeiro bimestre de 2015, período que, por sua vez, já havia registrado uma queda de 44,9% em relação a igual período de 2014.