As captações com valores mobiliários no mercado doméstico chegaram a R$ 4,8 bilhões em outubro. As operações foram lideradas pelas debêntures, que responderam por 67,2% de todo o volume captado, o equivalente a R$ 3,2 bilhões.
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De acordo com o Boletim ANBIMA de Mercado de Capitais, no período, foram realizadas algumas operações de grande porte, como a oferta da AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia, que movimentou R$ 1,1 bilhão, a operação da CPFL Energia, de R$ 620 milhões, e a captação do Terminal de Contêineres de Paranaguá – TCP, com volume total de R$ 607,5 milhões. Ainda no segmento de renda fixa, foram realizadas, em outubro, ofertas com CRIs e FIDCs, no valor de, respectivamente, R$ 758 milhões e R$ 46 milhões, e não houve captação com notas promissórias.
No segmento de renda variável, foi a mercado a oferta do Centro de Imagem Diagnósticos, com volume de R$ 766,4 milhões, a nona operação com ações em 2016, elevando para R$ 8,8 bilhões o volume das captações com ações no ano. O montante reflete uma queda de 52% em comparação ao mesmo período de 2015.