"A Asba é indiscutivelmente uma instituição consolidada e de excelência, respeitada além das fronteiras do continente americano. Há um compromisso do BC com esta Associação, que é considerada por nós como altamente importante para o fortalecimento da regulação e supervisão bancária, bem como da estabilidade do sistema financeiro em nossa região", avalia o diretor.

Ele afirma que o Brasil sempre teve atuação significativa na Asba, desde a sua fundação, em 1999, ressaltando, inclusive, que outros diretores de Fiscalização do Banco já exerceram a presidência da Associação. "É por isso que o Banco Central apoiou meu mandato e os dos outros colegas brasileiros que me antecederam na Junta Diretiva da Asba".
Como presidente da Associação, ele espera poder, junto com os demais membros da Junta Diretiva e com o novo secretário-geral e sua equipe, focar a atuação da Associação em um relacionamento mais próximo com os países membros, procurando atender às necessidades técnicas e de treinamento de cada membro supervisor, respeitando as diferentes realidades verificadas nas diversas sub-regiões das Américas.
A Asba reúne autoridades de supervisão das Américas e tem como missão contribuir para o fortalecimento da regulação e supervisão bancária e da estabilidade do sistema financeiro na Região, por meio de compartilhamento de informações e disseminação de conhecimento; do fornecimento de apoio e serviços que levem ao aumento da capacidade técnica e de liderança dos países membros; da contribuição para a adoção das boas práticas de supervisão; e da promoção de um diálogo internacional relevante e oportuno.
Além dos membros associados, a Asba reúne membros colaboradores e, para a realização de suas diversas ações, conta com parceiros de alto nível, como o Comitê de Basileia, o Instituto de Estabilidade Financeira (FSI), o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Fundo Monetário Internacional, o Centro de Estudos Monetários Latino Americanos (Cemla), dentre muitos outros.
Novo secretário-geral