Notícia
10/07/2019

Títulos públicos de longo prazo apresentam as maiores rentabilidades do primeiro semestre

Títulos públicos federais de longo prazo tiveram as maiores rentabilidades no primeiro semestre de 2019.

 

Os títulos públicos federais de longo prazo tiveram as melhores rentabilidades do primeiro semestre. De acordo com o nosso Boletim de Renda Fixa, o IMA-B5+, índice que reflete o retorno médio das carteiras de NTN-Bs acima de cinco anos, teve valorização de 21,12% entre janeiro e junho. O resultado é o maior para o período desde 2007.

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Os demais indicadores que acompanham os papéis de longo prazo, como o IRF-M1+, formado pelos títulos prefixados acima de um ano, e o IMA-B5, que reproduz carteiras de NTN-Bs até cinco anos, tiveram rentabilidades médias de 8,35% e 7,28%, respectivamente. “As expectativas para a aprovação da reforma da previdência e para um novo corte na Selic têm refletido nos preços dos ativos este ano, principalmente nos de longo prazo, que são mais sensíveis à atividade fiscal”, afirma Hilton Notini, nosso gerente de Preços e Índices.

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Entre os índices de prazos menores, o IRF-M1, que reflete os papéis até um ano, teve retorno de 3,32%, enquanto o IMA-S, que acompanha os títulos pós-fixados, registrou ganhos de 3,08%. Já o IMA-Geral, que aponta a rentabilidade média de todos os indicadores, apresentou alta de 7,9% entre janeiro e junho deste ano.

A procura maior dos investidores por ativos de renda fixa impactou a rentabilidade dos ativos corporativos no primeiro semestre. O IDA-IPCA Infraestrutura, índice que acompanha as debêntures indexadas ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e destinadas a projetos de infraestrutura, obteve retornos de 9,87% no período. Já o IDA-IPCA ex-Infraestrutura, que reflete as demais debêntures, teve rentabilidade de 8,07%.