Nosso plano de ação para 2021 está em pleno vapor, com importantes iniciativas concluídas ao longo do primeiro semestre ou em evolução. Registramos avanços como a entrega da proposta de escopo do open investiment ao Banco Central; finalizamos a proposta de novas regras para gestão de liquidez; e enviamos à CVM nossas considerações à audiência pública que trata da atualização das normas que regem os fundos de investimento.
Entre as iniciativas em andamento, estão a criação de um grupo de trabalho para discutir CRI e CRA com lastros corporativos. Outro grupo foi formado para estudar sugestões sobre como dar transparência à remuneração dos agentes no caso dos produtos distribuídos mediante contrato.
No dashboard de acompanhamento do nosso plano de ação, até junho, resumimos o andamento de cada uma das iniciativas que compõem a nossa agenda de trabalho para este ano.
Revista anualmente, ela define as prioridades a serem trabalhadas pela Associação a cada exercício. Para este ano, temos oito grandes temas divididos em duas agendas: uma intitulada positiva, que olha para as necessidades dos segmentos de mercado; e outra chamada de transversal, com assuntos que envolvem todos os setores.
+ Prioridades para 2021 refletem ampla consulta ao mercado
A agenda positiva conta com ações voltadas para investidor, mercado de capitais, mercado secundário e gestão de recursos. Os quatro temas transversais são sustentabilidade, inovação, diversidade e tributação.
No campo da sustentabilidade, avançamos com a pesquisa para conhecer o grau de maturidade do mercado em relação ao tema e com a proposta de identificação dos fundos ASG (ambiental, social e governança). Em tributação, mantemos interlocução em torno da nova proposta de reforma tributária e acompanhamos a revisão da instrução normativa que trata da regulamentação dos investimentos financeiros.
Ao final de cada trimestre, é realizado um balanço das iniciativas do Plano de Ação. Essa atualização você pode conferir aqui.