São Paulo, 9 de dezembro de 2025 – Foi realizado hoje (9), na B3, bolsa do Brasil, o toque de campainha da Eve Air Mobility. A empresa abriu capital nos Estados Unidos em 2022 e, neste ano, passou a negociar seus BDRs (Brazilian Depositary Receipts) na B3 sob o ticker EVEB31.
A Eve foi criada em 2017, como um projeto de inovação dentro da Embraer-X, uma aceleradora de negócios dentro da Embraer, uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo e, em 2020, se tornou uma empresa independente.
O BDR da EVE faz parte da categoria patrocinado, ou seja, é emitido por uma instituição depositária contratada pela companhia estrangeira emissora dos valores mobiliários. Os BDRs correspondem a frações de ações da empresa e estão disponíveis também para a pessoa física.
“Hoje, nós do time B3, ficamos muito felizes em recebê-los, para ajudar a escrever mais um capítulo dessa história. A B3 reforça seu compromisso em apoiar e promover as empresas que integram o nosso ecossistema econômico”, disse Claudia Hoshiba, diretora de M&A, Parcerias e Planejamento estratégico da B3.
“É uma alegria imensa celebrar esse momento com pessoas que dividem os mesmos valores e a mesma visão da EVE, cujo principal objetivo é melhorar a qualidade de vida das pessoas nas grandes cidades, melhorando a mobilidade urbana. O Brasil tem vários pioneiros no setor da aviação, tem o terceiro maior fabricante de aeronaves do mundo e tem o direito de participar da revolução elétrica no setor aeronáutico”, disse Eduardo Couto, CFO da EVE.
Atualmente, a B3 conta com 13 BDRs listados patrocinados e 833 BDRs não patrocinados admitidos à negociação.
Os BDRs trazem benefícios tanto para as empresas quanto para os investidores. As empresas listadas no exterior conseguem atrair novos investidores brasileiros e diversificar a base acionária, enquanto os investidores passam a ter acesso facilitado a ativos internacionais para diversificação da carteira.
Os BDRs estão disponíveis para a pessoa física na B3 desde outubro de 2020. Emitidos no Brasil por instituições depositárias (bancos ou corretoras), eles possuem lastro em ativos listados fora do país, como ações de empresas e ETFs.