Este comunicado informa sobre a realização de um teste de continuidade de negócios para a plataforma PUMA Trading System, agendado para o dia 02 de agosto de 2025 (sábado). O teste ocorrerá em uma sessão de negociação simulada no ambiente de contingência da B3, com o objetivo de validar a conectividade e a execução de roteiros obrigatórios.
A participação é obrigatória para todas as corretoras, vendors e provedores independentes de softwares (ISVs) que atuam no segmento Listado B3. As instituições devem confirmar sua participação até as 12h do dia 01 de agosto de 2025, enviando um e-mail para [email protected] com os dados da instituição e dos participantes.
Para o sucesso do teste, é fundamental que os participantes configurem e liberem em seus sistemas os endereços de conexão de contingência da B3 para os seguintes serviços: EntryPoint Order Entry FIX, EntryPoint Order Entry Binário, FIX/FAST UMDF e UMDF Binário. A B3 informa que as tabelas de conectividade estão disponíveis em seu site de documentação do PUMA Trading System.
O cronograma da simulação no dia 02/08/2025 será:
• 13h00 - 14h00: Confirmação de presença e teste de conectividade.
• 14h00 - 14h05: Pré-abertura.
• 14h05 - 14h40: Negociação com roteiro obrigatório.
• 14h40 - 15h00: Negociação livre.
O escopo do teste inclui a recepção de Market Data, envio de ordens, cancelamentos, validação de limites (LiNe 5.0) com base nos dados do dia anterior (01/08/2025) e uso do software Firmsoft. Não serão testados os sistemas de pós-negociação (liquidação, risco, margem), o sistema Sinacor, nem os protocolos PUMA UMDF 2.0 (Feeds A e B).
Após o teste, na segunda-feira, 04 de agosto de 2025, haverá um teste matinal especial, também obrigatório para as corretoras, das 7h às 8h. O objetivo é validar o retorno das configurações para o ambiente de produção principal da B3.
Os participantes que preencherem e devolverem o roteiro de testes, recebido após a confirmação de presença, receberão uma declaração de participação da B3. Este documento, juntamente com o roteiro, poderá ser utilizado como evidência para fins de auditoria de continuidade de negócios. As instituições devem garantir que seus sistemas internos segreguem os resultados da simulação das operações reais.