Após o agravamento da crise que quebrou bancos americanos, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, demonstra confiança. Sexta-feira à noite, dizia-se aliviado com o que chamou de fim da fase de reconhecimento do tamanho da crise. Ele afirma que o Crédito é o Canal mais rápido de contágio da turbulência, mas garante que os bancos brasileiros estão sólidos. Se houver problema, o BC agirá, escorado em reservas de US$ 207 bilhões. Meirelles diz que o cliclo de crescimento não será interrompido. Perguntado qual é a cara da crise, não hesita: "É a cara do desespero, do desespero dos operadores". Mas ainda considera o ano de 2003 o mais difícil que viveu no BC: "A crise era nossa".