Notícia
01/03/2016

BC exibe painel de Portinari e encerra quarto módulo da mostra "A Persistência da Memória" neste sábado, dia 5/3

Banco Central exibe painel de Portinari e encerra quarto módulo da exposição "A Persistência da Memória".


 
O Banco Central abrirá ao público, no próximo sábado, dia 5/3, o Museu de Valores, a Galeria de Arte e exibirá o painel “Descobrimento do Brasil”, de Candido Portinari, no Salão Nobre de Reuniões, retomando o calendário de visitação todo primeiro sábado do mês.
 
A data será a última oportunidade para visitar Anos Rebeldes, quarto módulo da exposição “A Persistência da Memória”, na Galeria de Arte. Após o sábado, o espaço será fechado até o dia 21/3 para montagem do quinto e penúltimo módulo da mostra, chamado Da Multiplicidade de Formas e Conceitos. A previsão de abertura é dia 22/3.
 
Anos Rebeldes trata do panorama político, econômico e cultural dos anos 1970, englobando a crise do petróleo, os movimentos de contracultura, a guerra do Vietnã, o final do milagre econômico, o tropicalismo, a crise bancária e a relação com a recepção de obras de arte pelo Banco Central. Obras dos artistas Aldemir Martins, Guilherme de Faria, Ivan Freitas, Babinski, Grassmann, entre outros, fazem parte deste módulo.
 
 
“A Persistência da Memória”
 
Inaugurada em junho de 2014, a exposição “A Persistência da Memória” conta a trajetória do acervo artístico do Museu de Valores desde a chegada das obras à instituição. A mostra foi dividida em seis módulos curatoriais de quatro meses de duração cada. A alternância de obras reafirma o compromisso do Banco Central com a preservação e divulgação do patrimônio cultural do povo brasileiro.
 
Grande parte das obras está exibida em um ambiente de reserva técnica, o espaço físico destinado ao armazenamento seguro do acervo quando as peças não estão em exibição. As salas Cenas Brasileiras e Bandeira do Brasil também fazem parte da exposição, simbolizando os dois principais períodos de aquisição do acervo.
 
Os seis módulos curatoriais – Brasil Brasileiro, Entre a Figuração e a Abstração, O Poder da Arte, Anos Rebeldes, Da Multiplicidade de Formas e Conceitos e A Persistência da Memória – foram concebidos para abordar diferentes pontos da coleção, narrando as influências do cenário político, econômico e cultural do século XX.
 
Brasil Brasileiro, o primeiro módulo da exposição, apresentou um panorama das artes no Brasil entre a Semana de Arte Moderna de 1922 e a segunda guerra mundial, tratando da busca dos artistas da época em criar uma arte essencialmente brasileira e estabelecer uma identidade nacional. Entre a Figuração e a Abstração apresentou as variantes da abstração no Brasil e sua tensa relação com o figurativismo, acirrada a partir dos anos 1950.
 
O módulo O Poder da Arte tratou do panorama das artes no Brasil entre o pós-guerra e o período do milagre econômico, apresentado sob a ótica das instituições de arte que se estabeleceram nesse período.
 
Novo módulo
 
Da Multiplicidade de Formas e Conceitos, o quinto e penúltimo módulo e o próximo a entrar em exposição, apresentará a nova configuração global a partir dos anos 1980, com a queda do muro de Berlim, a redemocratização nos países da América Latina, o Fundo Monetário Internacional e o neoliberalismo. O foco das obras estará nas 25 serigrafias da coleção Ecoarte, lançada por ocasião da Rio 92, em diálogo com obras modernistas do acervo.
 
O módulo A Persistência da Memória fecha a exposição trazendo os fundamentos do movimento surrealista, identificando o surreal e o onírico na coleção e fazendo uma comparação entre o surrealismo no mundo e no Brasil.
 
 
 
Evento: Exibição do painel “Descobrimento do Brasil” de Candido Portinari, exposição “A Persistência da Memória” e visita ao Museu de Valores.
Local: Salão Nobre de Reuniões, Galeria de Arte e Museu de Valores do Banco Central.
Horário de funcionamento: Dia 5/3, sábado, de 14h às 18h, sendo o último acesso até 30 minutos antes do horário de fechamento. A Galeria de Arte e o Museu de Valores também abrem ao público de terça a sexta, de 10h às 18h, com acesso permitido até 17h30.
Acesso: O visitante precisa apresentar documento com foto para ter acesso à exposição, exceto menores acompanhados.
 

 

Brasília, 1 de março de 2016.
Banco Central do Brasil
Assessoria de Imprensa
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