Notícia
17/03/2016

BC abre quinto módulo da mostra “A Persistência da Memória”, dia 21, na Galeria de Arte

Anuncia a abertura do quinto módulo da exposição "A Persistência da Memória" na Galeria de Arte do Banco Central.

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O Banco Central abre, no dia 21, às 15 horas, o novo módulo da exposição “A Persistência da Memória” na Galeria de Arte do Edifício-Sede em Brasília. A curadora Gisel Carriconde fará uma visita guiada com estudantes de Santa Maria e demais presentes na abertura.

 

Intitulado Da Multiplicidade de Formas e Conceitos, o módulo apresentará a nova configuração global a partir dos anos 1980, com a queda do muro de Berlim, a redemocratização nos países da América Latina, o Fundo Monetário Internacional e o neoliberalismo. O foco das obras estará nas 25 serigrafias da coleção Ecoarte, lançada por ocasião da Rio 92, em diálogo com obras modernistas do acervo.


A exposição “A Persistência da Memória” foi dividida em seis módulos curatoriais com duração de cerca de quatro meses cada. Da Multiplicidade de Formas e Conceitos é o quinto e penúltimo módulo e fica em exposição até julho.

 

A Galeria de Arte abre de terça a sexta-feira, das 10 horas às 18 horas. No primeiro sábado de cada mês, das 14 horas às 18 horas.

 

 Seis módulos

Inaugurada em junho de 2014, a exposição “A Persistência da Memória” conta a trajetória do acervo artístico do Museu de Valores desde a chegada das obras à instituição, reafirmando o compromisso do Banco Central com a preservação e divulgação do patrimônio cultural do povo brasileiro.
 
Grande parte das obras está exibida em um ambiente de reserva técnica, o espaço físico destinado ao armazenamento seguro do acervo quando as peças não estão em exibição. As salas Cenas Brasileiras e Bandeira do Brasil também fazem parte da exposição, simbolizando os dois principais períodos de aquisição do acervo.
 
Os seis módulos curatoriais – Brasil Brasileiro, Entre a Figuração e a Abstração, O Poder da Arte, Anos Rebeldes, Da Multiplicidade de Formas e Conceitos e A Persistência da Memória – foram concebidos para abordar diferentes pontos da coleção, narrando as influências do cenário político, econômico e cultural do século XX.
 
Brasil Brasileiro, o primeiro módulo da exposição, apresentou um panorama das artes no Brasil entre a Semana de Arte Moderna de 1922 e a segunda guerra mundial, tratando da busca dos artistas da época em criar uma arte essencialmente brasileira e estabelecer uma identidade nacional. Entre a Figuração e a Abstração apresentou as variantes da abstração no Brasil e sua tensa relação com o figurativismo, acirrada a partir dos anos 1950.
 
O módulo O Poder da Arte tratou do panorama das artes no Brasil entre o pós-guerra e o período do milagre econômico, apresentado sob a ótica das instituições de arte que se estabeleceram nesse período.
 
Anos Rebeldes tratou do panorama político, econômico e cultural dos anos 1970, englobando a crise do petróleo, os movimentos de contracultura, a guerra do Vietnã, o final do milagre econômico, o tropicalismo, a crise bancária e a relação com a recepção de obras de arte pelo Banco Central. Obras dos artistas Aldemir Martins, Guilherme de Faria, Ivan Freitas, Babinski, Grassmann, entre outros, fizeram parte deste módulo.
 
O módulo A Persistência da Memória, com mesmo nome da mostra,  fecha a exposição, trazendo os fundamentos do movimento surrealista, identificando o surreal e o onírico na coleção e fazendo uma comparação entre o surrealismo no mundo e no Brasil.

 

Evento: Abertura do quinto módulo da exposição “A Persistência da Memória”
Data e horário: 21/3, às 15 horas
Local: Galeria de Arte do Edifício-Sede do Banco Central.
Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira, das 10h às 18h, com acesso permitido até 17h30.
Acesso: O visitante precisa apresentar documento com foto para ter acesso à exposição, exceto menores acompanhados.

 

Brasília, 17 de março de 2016
Banco Central do Brasil
Assessoria de Imprensa
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(61) 3414-2808