Notícia
14/07/2015

BC abre quarto módulo da mostra "A Persistência da Memória" dia 16/7 na Galeria de Arte

Anuncia a abertura do quarto módulo da exposição "A Persistência da Memória" na Galeria de Arte do Banco Central em Brasília.


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O Banco Central abre, no dia 16 de julho, às 15 horas, o quarto módulo da exposição “A Persistência da Memória” na Galeria de Arte do Edifício-Sede em Brasília. Um debate com a crítica de arte Grace de Freitas e os professores do Instituto de Artes da UnB Marcelo Mari e Vera Pugliese fará parte da cerimônia de abertura.
Intitulado Anos Rebeldes, o novo módulo apresentará o panorama político, econômico e cultural dos anos 1970, englobando a crise do petróleo, os movimentos de contracultura, a guerra do Vietnã, o final do milagre econômico, o tropicalismo, a crise bancária e a relação com a recepção de obras de arte pelo Banco Central. Para ilustrar essa etapa, estarão obras dos artistas Aldemir Martins, Guilherme de Faria, Ivan Freitas, Babinski, Grassmann, entre outros.
Inaugurada em junho de 2014, a exposição “A Persistência da Memória” conta a história de como o acervo artístico do Banco Central foi formado, reafirmando o compromisso da instituição com a preservação e divulgação do patrimônio cultural do povo brasileiro.
A mostra foi dividida em seis módulos curatoriais, com duração de quatro meses cada um, totalizando dois anos de exposição. Os módulos abordam diferentes aspectos da coleção, narrando as influências do cenário político, econômico e cultural do século XX nas obras de arte.
A exposição exibe grande parte das obras em um ambiente de reserva técnica, o espaço físico destinado ao armazenamento seguro do acervo quando as peças não estão em exibição. As salas Cenas Brasileiras e Bandeira do Brasil também fazem parte da exposição e simbolizam os dois principais períodos de aquisição do acervo.
 
Seis módulos curatoriais
 
Brasil Brasileiro foi o primeiro módulo exposto na mostra e apresentou um panorama das artes no Brasil entre a Semana de Arte Moderna de 1922 e a crise econômica de 1929. O segundo módulo, Entre a Figuração e a Abstração, apresentou as variantes da abstração no Brasil e sua tensa relação com o figurativismo, acirrada a partir dos anos 1950.
O Poder da Arte, terceiro módulo, trouxe a história dos museus e do mercado de arte no Brasil entre o pós-guerra e o início da década de 1970, com destaque para obras que ilustram as diferentes estratégias de mercado utilizadas pela Galeria Collectio, cujo acervo veio a compor quase 90% da Coleção de Arte do Museu de Valores.
Após o módulo Anos Rebeldes que será inaugurado, o quinto e penúltimo modulo, Da Multiplicidade de Formas e Conceitos, apresentará a nova configuração global a partir dos anos 1980, com a queda do muro de Berlim, a redemocratização nos países da América Latina, o Fundo Monetário Internacional e o neoliberalismo. O foco das obras estará nas 25 serigrafias da coleção Ecoarte, lançada por ocasião da Rio 92, em diálogo com obras modernistas do acervo.
O módulo A Persistência da Memória fecha a exposição trazendo os fundamentos do movimento surrealista, identificando o surreal e o onírico na coleção e fazendo uma comparação entre o surrealismo no mundo e no Brasil. Obras dos artistas Salvador Dali, Ismael Nery, Emiliano Di Cavalcanti, Cicero Dias e Vasco Prado farão parte do módulo.
A Galeria de Arte abre de terça a sexta-feira, das 10 horas às 18 horas, e todo primeiro sábado do mês, das 14 horas às 18 horas.
 
 
Evento: Abertura de Anos Rebeldes, quarto módulo da exposição “A Persistência da Memória”
Dia: 16/7, às 15 horas
Local: Galeria de Arte do Banco Central no Edifício-Sede em Brasília. SBS – Quadra 3 – bloco B.
Horário de funcionamento: De terça a sexta, das 10h às 18h. Todo primeiro sábado do mês, das 14 horas às 18 horas.
Acesso: O visitante precisa apresentar documento com foto para ter acesso à exposição.
 
 
Brasília, 14 de julho de 2015
Banco Central do Brasil

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