Em setembro, duas companhias brasileiras voltaram a acessar o mercado internacional. A Minerva realizou uma captação de US$ 1 bilhão com bonds, seguida da BRF, que levantou US$ 500 milhões também com a emissão de títulos de dívida. Com isso, no acumulado do ano até setembro, as operações externas passaram a responder pela maior parte dos recursos captados pelas empresas brasileiras. De acordo com o Boletim ANBIMA de Mercado de Capitais, o montante em dólares chega a US$ 19 bilhões, com um crescimento de 136% em comparação ao mesmo período de 2015.
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Renda fixa: fechamento das curvas de juros valorizam índices
Seguindo o perfil observado em agosto, as captações locais com títulos de dívida e ações foram pouco expressivas em setembro. No segmento de renda variável, a Linx realizou um follow-on de R$ 444 milhões, enquanto as captações com títulos de dívida e instrumentos de securitização foram de apenas R$ 733,7 milhões. As ofertas foram lideradas pelos CRIs, com três operações que somaram R$ 312 milhões, seguidos das debêntures, com emissões de R$ 232 milhões. As captações com FIDCs e notas promissórias foram de apenas R$ 61 milhões e R$ 130 milhões, respectivamente. No ano, as ofertas de ações chegam a R$ 6,7 bilhões, em um total de sete operações.