Você conseguiria resumir, de forma simples e direta, o que o BC fez em 2016 para melhorar a vida dos cidadãos? Esse é o papel do Relatório da Administração (RA), documento que presta contas à sociedade da atuação do Banco no último ano, com foco nas realizações da instituição que representaram maior impacto para a sociedade.Aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em fevereiro, o RA 2016 traz um panorama completo da atuação do Banco Central: da condução da taxa básica de juros à quantidade de jovens aprendizes que receberam no BC sua primeira chance de ingressar no mercado de trabalho. Todas as grandes entregas do Banco, produzidas por todas as áreas da instituição, fazem parte do documento.
"Entendemos que o RA representa uma excelente oportunidade de comunicação para o BC. E investimos muito nessa ideia. Reposicionamos o documento, de acordo com a comunicação mais moderna, aberta e inclusiva que o BC vem adotando”, conta Carolina de Assis Barros, chefe do Departamento de Comunicação do BC.
O diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do BC, Isaac Sidney Ferreira, reforça que ser mais aberto, transparente e falar com clareza ao cidadão são compromissos assumidos pelo Banco Central na Agenda BC+. "É fundamental para a instituição que esses conceitos estejam refletidos em toda a comunicação do BC. Foram conceitos norteadores para o desenvolvimento do novo RA".
Reestruturação completa
As melhores práticas foram incorporadas ao modelo adotado: foco no cidadão; texto conciso; linguagem clara e simples; e, sempre que possível, apresentar os conteúdos de forma visual, por meio de infográficos, por exemplo.
"A partir dessas premissas, nós adaptamos as melhores práticas à nossa realidade. Em vez de separar os temas por áreas, nós separamos por macroprodutos da cadeia de valor do BC, que estipulam, no fim das contas, as cinco grandes entregas que o Banco Central tem de garantir à sociedade. Tudo o que produzimos na instituição, de alguma forma, tem de estar refletido ali e tem de contribuir para aquelas entregas", explica a chefe do Comun.
Outra mudança foi a adequação do produto às plataformas mais utilizadas atualmente pelo brasileiro para consumir informações online: os tablets e smartphones.