A mudança nos indicadores econômicos traduziu-se na redução do custo de captação e na estabilização do nível de ativos problemáticos, com a consequente queda nas despesas de provisão, o que favoreceu o avanço do lucro líquido e da rentabilidade do sistema bancário. “O custo de captação continuará recuando, em linha com a perspectiva de redução da taxa básica de juros, e deve beneficiar a margem de crédito no curto prazo. Para médio e longo prazos, a retomada do crédito com ganhos em volume será fundamental para a manutenção da melhora do resultado de intermediação financeira dos bancos”, destacou o diretor de Fiscalização, Paulo Souza, em entrevista coletiva.
