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09/12/2020

Alfândega de Mundo Novo esclarece sobre filas de caminhões para liberação de cargas

Alfândega de Mundo Novo informa medidas para reduzir filas de caminhões na liberação de cargas na fronteira com o Paraguai.

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Em relação às dificuldades enfrentadas pelos importadores na fronteira entre Brasil e Paraguai, a Alfândega da Receita Federal em Mundo Novo informa que tem adotado todas as providências necessárias para reduzir as filas de caminhões que se acumularam nos últimos dias.

É importante destacar que o fluxo atual corresponde a aproximadamente cinco vezes a capacidade de processamento diária da Alfândega de Mundo Novo.

Esse aumento repentino se deu por conta da redução do nível do rio Paraná, ocasionando o desvio do fluxo de veículos que, normalmente, atravessavam o rio de balsa, cuja liberação das cargas ocorria junto à Alfândega de Guaíra, no Paraná.

A Alfândega tem providenciado o reforço da equipe responsável pelo despacho aduaneiro das mercadorias, cabendo ressaltar, contudo, que boa parte dos veículos encontra-se aguardando documentação a ser apresentada pelos despachantes, necessária à liberação das cargas.

Uma vez entregue (em lote), o tempo de liberação de cada lote pela Alfândega é de uma hora e meia, em média, mesmo com esse incremento abrupto e inesperado do movimento. Tem-se intensificado o diálogo com referidos despachantes para apoiá-los na agilização dos procedimentos que lhes competem, sem os quais, a Receita Federal não pode atuar.

Também estão sendo remanejados os veículos apreendidos, sob custódia da Alfândega, a fim de disponibilizar mais espaço de pátio para a estadia dos veículos com as cargas, como forma de diminuir as filas na fronteira.

Considerando essas medidas, de reforço na equipe de fiscalização, liberação de espaço para os veículos e interlocução com os despachantes, estima-se que a redução das filas ocorrerá muito brevemente com o retorno das atividades normalmente.


Alfândega da Receita Federal em Mundo Novo
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 1ª Região Fiscal