Em novembro, a maior parte dos fundos de ações registrou perda, com o Ibovespa marcando queda de 4,65%, de acordo com dados do Boletim ANBIMA de Fundos de Investimento. No mesmo período, os fundos cambiais valorizaram 6,50% estimulados pela alta de 6,78% do dólar. Esse cenário se deve, principalmente, ao aumento da incerteza do mercado em função do resultado das eleições norte-americanas, com a vitória de Donald Trump.
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Os fundos de renda fixa, por sua vez, refletiram, conforme a composição da carteira, o recuo dos títulos de longo prazo, a valorização dos títulos de menor duration, ou a combinação destes movimentos, que resultou na estabilidade do IMA‐Geral em novembro.
No mês, a captação líquida da indústria de fundos foi de R$ 4,5 bilhões, liderada pela classe Previdência, com ingressos líquidos de R$ 5,7 bilhões, mais do que compensando os resgates nos fundos de Ações (R$ 1,8 bilhão), FIDC (R$ 300 milhões), Renda Fixa e Multimercados (R$ 100 milhões cada). Com esse resultado, a indústria acumula captação líquida de R$ 89,7 bilhões no ano, a maior para o período desde 2012 (R$115,6 bilhões).