Notícia
24/04/2017

Grandes obras da Engenharia estampam cédulas de diversos países

Destaca cédulas de diversos países que homenageiam grandes obras da engenharia civil.

​A Engenharia Civil é o campo da engenharia voltado ao planejamento, à construção e à manutenção de edificações e infraestruturas, como casas, aeroportos, ferrovias, estradas, pontes, hidrovias e barragens. O engenheiro acompanha todas as etapas de uma construção ou reforma, da análise do solo à definição dos acabamentos. Cabe a ele garantir a estabilidade e a segurança da edificação, calculando os efeitos dos ventos e das mudanças de temperatura na resistência dos materiais utilizados na construção.

Em comemoração ao Dia da Engenharia no Brasil, celebrado em 20 de abril, a edição deste mês da coluna Dinheiro do Mundo destaca cédulas que homenagearam grandes obras de engenharia em seus países de origem. As cédulas que fazem parte da matéria compõem o acervo do Museu de Valores do BC. Algumas estão em exposição na Sala Mundo.

Ponte Internacional da Amizade Brasil-Paraguai (José Rodrigues Leite de Almeida, Paraguai, 1952)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/PontedaamizadeA.jpgA Ponte Internacional da Amizade é a principal conexão entre o Brasil e o Paraguai, ligando a cidade de Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad Del Este, no Paraguai, passando sobre o rio Paraná. No Brasil, ela foi chamada de Ponte da Amizade e no Paraguai, de ponte Presidente Alfredo Stroessner. Inaugurada em 27 de março de 1965 pelo presidente brasileiro Castelo Branco e pelo paraguaio Stroessner, estima-se que, atualmente,  40 mil pessoas cruzem a fronteira através dela todos os dias.

O projeto é de autoria do engenheiro paulista José Rodrigues Leite de Almeida, formado na Escola Politécnica de São Paulo. Recorde mundial na época de sua construção, em 1962, por se tratar do maior vão em ponte de concreto armado e com o arco de 290 metros, a ponte foi resultado de um acordo assinado em 1956 entre as duas nações para que o ciclo de navegações pelo Rio Paraná não fosse prejudicado durante e após a obra. A Ponte da Amizade possui 552,4 metros de comprimento e seu trajeto pode ser percorrido a pé, de carro ou moto ou de ônibus. A construção da ponte impulsionou o comércio exportador e importador de Foz do Iguaçu.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/PontedaamizadeR.jpg

A cédula de 10 Guaranis, de 1952, teve duas emissões, a segunda entrando em circulação em 1963. Emitida pelo Banco Central do Paraguai, ela traz assinaturas de Oscar Stark Rivarola e César Romeo Acosta. No seu anverso, figura a efígie do General Eugenio Alejandrino Garay Argana, jornalista paraguaio e militar com excelente desempenho na Guerra do Chaco.

Torre Eiffel (Gustave Eiffel, França)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/EiffelA.jpgA cédula de 200 Francos de 1996, emitida pelo Banque de France, faz parte da última série da moeda que circulou antes da entrada do Euro. Essas notas puderam ser trocadas até 17 de fevereiro de 2012 e trazem em seu anverso o engenheiro químico Gustave Eiffel (1832 – 1923), criador da Torre Eiffel, símbolo da capital francesa estampada no reverso da cédula. Devido ao progresso da indústria metalúrgica, a construção metálica passou a ser mais presente na vida do engenheiro, tornando-se o foco de seus projetos. Aos 26 anos, Eiffel projetou a sua primeira ponte ferroviária, Bordeaux, e por ela passou a ser reconhecido. A partir de 1872, passou a receber convites para executar projetos em outros países, como, por exemplo, a Ponte de D. Maria Pia, em Portugal, construída em 1876, e a estrutura da Estátua da Liberdade, em Nova York, nos Estados Unidos, de Fréderic Bartholdi, inaugurada em 1886.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/EiffelR.jpg

A Torre Eiffel, um dos maiores e mais visitados monumentos do mundo, foi construída entre 1887 e 1889, em Paris, para a Feira Universal que ocorreu no ano em que foi concluída a obra. Durante a construção da torre, Eiffel pôs em prática seus experimentos de resistência de vento, e ali construiu um observatório meteorológico, além de um mastro aéreo. O objetivo era dar suporte à radiodifusão, iniciada havia pouco tempo. Seus estudos sobre aerodinâmica, nessa época, o levaram a construir um túnel de vento ao pé da torre e outro, maior ainda, na Rue Boileau, em Paris. Entre as diversas obras do engenheiro ao redor do mundo estão, no Brasil, o Farol de Salinópolis, no Pará, e o Farol de São Tomé, em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Locomotiva (George Stephenson, Inglaterra)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/LocomotivaA.jpgConhecido como o pai das estradas de ferro, George Stephenson (Inglaterra, 1781 – 1848) tinha origem humilde. Trabalhando desde cedo nas minas de carvão  começou a esboçar o que viria a ser uma locomotiva a vapor com deslocamento sobre trilhos. Engenheiro autodidata, não foi o primeiro a criar locomotivas. Mas, as primeiras existentes à época, de caráter experimental, apresentavam diversos problemas. Dessa forma, Stephenson alcançou certa notoriedade por regular velhas máquinas a vapor utilizadas nas minas, o que resultou na criação, em 1814, da sua primeira locomotiva, a 'Blucher', que superou antigos problemas de aderência entre roda e carril. Esta locomotiva sofreu uma série de transformações para seu aperfeiçoamento. O engenheiro desenvolveu também um sistema de canalização do vapor gerado pelas locomotivas, o que resultou na diminuição do barulho e na otimização da capacidade dos veículos. Além disso, foi responsável pela invenção de uma lâmpada de segurança importante para avisar dos perigos de explosão devido ao acúmulo de gases nos locais de trabalho.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/LocomotivaR.jpg

Stephenson construiu as linhas férreas Hetton–Sunderland, Stockton-Darklington, Birmingham-Derby, Manchester-Leeds, Normanton-York, Sheffield-Rothedam, entre outras. Com sua locomotiva Rocket, venceu a competição organizada em Rainhill, pela estrada de ferro de Liverpool-Manchester, em 1829. O objetivo era encontrar a locomotiva que conseguisse, em dez viagens completas, numa linha de 3 km, carregar o triplo de seu peso a 16 km/h. Tal atração foi assistida por cerca de 10 mil espectadores. Diferente das demais, Rocket completou o percurso a uma velocidade recorde de 19 km/h, ganhando notoriedade e um prêmio de 500 libras. O evento estimulou instalações de linhas férreas e a construção de locomotivas por toda a Inglaterra. George Stephenson foi retratado nas cédulas de 5 Libras, emitidas de 1990 a 2002. Ao lado de sua imagem, uma das locomotivas que criou.

Ferrovia de Semmering (Carl Ritter Ghega, Áustria)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/SemmeringA.jpgCarl Ritter von Ghega (1802 – 1860), engenheiro e arquiteto de origem Albanesa, nasceu em Veneza, na Itália, como Carlo Ghega. Graduado em engenharia pela Universidade de Pádua (Itália), obteve, aos 18 anos, doutorado em Matemática na mesma Universidade. Após iniciar a carreira em Veneza, Ghega tornou-se supervisor da construção da Ferrovia Kaiser-Ferdinand-Nordbahn, na Áustria, e, entre 1836 e 1837, estudou as ferrovias da Inglaterra e de outros países europeus. Em 1842, foi nomeado diretor de planejamentos da Staatseisenbahn, motivo pelo qual viajou aos Estados Unidos para estudar engenharia ferroviária e as locomotivas americanas. Foi com base nos resultados desses estudos que planejou a construção da Semmering Railway (Ferrovia de Semmering).

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/SemmeringR.jpg

Localizada no sul da Áustria, a Ferrovia de Semmering corre desde Gloggnitz, sobre o Semmering, uma cadeia de montanhas, até Mürzzuschlag. Foi a primeira ferrovia a passar sobre montanhas na Europa e a sua construção é considerada um dos maiores feitos da história ferroviária mundial. Desenvolvida entre 1848 e 1854 por 20 mil trabalhadores, a Ferrovia de Semmering possui 41 km de comprimento, 14 túneis, 16 viadutos, 100 pontes de pedras curvadas e 11 pequenas pontes de ferro. Desde 1998, a ferrovia é considerada Patrimônio da Humanidade da UNESCO. Ela estampa o reverso da cédula de 20 Xelins, de 1967. Em 1850, antes mesmo da conclusão da ferrovia, Ghega entrou para o Conselho de Autoridade Geral para a Construção de Ferrovias do Império Austríaco; em 1851 recebeu o título de cavaleiro (Ritter) por seus serviços prestados ao Império e em 1853, foi nomeado chefe de planejamento para toda a rede ferroviária do Império Austríaco, o que fez com que a Áustria se tornasse pioneira na construção de ferrovias sobre montanhas.

Ponte Forth Rail Bridge (John Fowler e Benjamin Baker, Escócia)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/ForthA.jpgA ponte Forth (Forth Rail Bridge) é localizada na Escócia, sobre o estuário do rio Forth e situada a 14 km a oeste da cidade escocesa de Edimburgo. A ponte foi projetada pelos engenheiros John Fowler e Benjamin Baker. Trata-se de uma das primeiras pontes cantilever na Grã-Bretanha, e a primeira ponte totalmente em aço daquele país. Foi a maior ponte ferroviária em vão do tipo cantilever, até 1917, quando a ponte de Quebec foi concluída. Com mais de 2,5 km de comprimento, é designada exclusivamente ao tráfego ferroviário. Ícone da engenharia vitoriana, teve sua abertura em 1890 e foi concebida para resistir a ventos fortes. A partir de 2002, passou por uma grande restauração que levou 10 anos para ser concluída, com investimento de £ 130 milhões. Em 2015, a UNESCO classificou a ponte como um Patrimônio Mundial da Humanidade. A cédula de 5 Libras de 1957 traz a imagem da ponte em seu reverso.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/ForthR.jpg

John Fowler (1817-1898) foi um engenheiro ferroviário da Inglaterra vitoriana. Auxiliou também a construção da primeira linha do metrô de Londres, a Metropolitan line. Benjamin Baker (1840-1907) foi um engenheiro civil da Inglaterra que trabalhou em meados da era vitoriana. Ajudou a desenvolver os primeiros metrôs de Londres juntamente com Fowler, mas é mais conhecido por seu trabalho na Ponte do Forth. Ajudou a idealizar e a construir a primeira represa de Assuã, no Egito.

Ponte Kommunalny, Capela Paraskeva Pyatnitsa e Hidrelétrica Krasnoyarsk (Rússia)
Emitida pelo Banco Central da Federação Russa a partir de 1º de janeiro 1998, a cédula de 10 Rublos, de 1997, traz três construções localizadas em Krasnoyarsk, a terceira maior cidade da Sibéria. O reverso da cédula apresenta a usina hidrelétrica Krasnoyarsk. No anverso, aparecem a Capela Paraskeva Pyatnitsa e a Ponte Kommunalny. Essa cédula pode ser conferida na Sala Mundo do Museu de Valores do BC.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/RussiaA.jpg

A construção da hidrelétrica Krasnoyarsk foi iniciada em 1956, acabando apenas em 1972. A estação hidrelétrica possui 124 metros de altura, área de 2.000km² e tem capacidade de gerar 6.000 MW.

Localizada no topo da Colina Karaulnaya, antes um santuário pagão e depois uma torre de vigilância, a Capela Paraskeva Pyatnitsa possui duas versões sobre sua construção: a primeira, de que foi erguida em madeira em 1804 por Novikov, um comerciante, em agradecimento por ter sido salvo de um redemoinho de corredeira; e a segunda, de que foi construída por habitantes daquela região pela liberação de seus antepassados por inimigos. Ela foi construída novamente, dessa vez em pedra, entre 1854-55 pelos arquitetos Ya Alfeev e Ya Nabalov.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/RussiaR.jpg

A ponte Kommunalny, que cruza o rio Yennisei, tem o espírito da arquitetura Stalinista. Sua construção foi iniciada em 1956 e a ponte passou a funcionar em 17 de outubro de 1961. Tem sua estrutura em arco feita em concreto reforçado. O vão principal possui 158 metros, a largura é de 23,4 metros e seu comprimento é de 2,3 quilômetros. Seus projetistas, P. A. Egorov e K. K. Ivashova, e construtores, N. A. Bogdzel, IP Kalinnikov e A. Bakhtin, receberam o Prêmio Lenin para o desenvolvimento e uso de construções de tecnologia.

Metrô, avião e barco (Malásia)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/10RinggitA.jpgA terceira série de notas de Ringgit, emitida na Malásia de 1996 a 2000, tinha como tema “Wawasan 2020”, cuja proposta seria representar o progresso do país ao se tornar uma nação desenvolvida. A cédula de 10 Ringgits, de 1996, possui no reverso a figura de uma aeronave, um veículo sob trilhos e um navio, simbolizando o progresso e a modernização do transporte aéreo, terrestre e marítimo. No anverso da cédula, está a efígie de Tuanku Abdul Rahman (1895-1960), o primeiro chefe de governo Malásia (1957-1970), que negociou a independência do país contra o domínio britânico (1956). Essa cédula pode ser conferida na Sala Mundo do Museu de Valores do BC.

A aeronave é o Boeing 777 da Malaysia Airlines, maior companhia aérea do país. Também chamado de Triple Seven, o Boeing 777 foi o primeiro avião comercial a ser totalmente projetado por computadores.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/10RinggitR.jpg

O LRT (Light Rail Transit) de Putra é um sistema de transporte público inaugurado em 1998. Fabricado pela Bombardier Transportation, o LRT é um trem automatizado de grande velocidade.

Já o Navio Porta-Contentor da Malaysia International Shipping Corporation, é um transportador mais rápido que os cargueiros tradicionais. Ele possui porões equipados com guias ou celas que se adequam à medida dos containers.

Plataforma off-shore (Malásia)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/50RinggitA.jpgO reverso da cédula de 50 Ringgits da Malásia, de 1999, mostra válvulas de controle, tubulações de óleo e uma plataforma off-shore, uma imensa estrutura em alto mar utilizada na perfuração de poços de petróleo e gás natural. Essa plataforma é formada por estruturas modulares de aço, fixadas no fundo do mar, no local exato da operação, por meio de estacas. Ela é projetada para receber todos os equipamentos e instalações necessárias para a perfuração de poços, bem como o alojamento dos trabalhadores e a estocagem de materiais. Como esse tipo de plataforma não possui capacidade para o estoque de petróleo e de gás natural, a carga é enviada para a terra por meio de oleodutos e gasodutos.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/50RinggitR.jpg

O tema da cédula reflete o desenvolvimento da economia da Malásia, que é grande produtora e exportadora de petróleo e gás natural. A Petronas, empresa estatal responsável pela produção e exportação, é um dos maiores conglomerados do setor petrolífero de gás natural do mundo e possui todas as reservas de petróleo e gás natural da Malásia. Assim como na cédula de 10 Ringgits, mencionada anteriormente, o anverso da nota traz a efígie de Tuanku Abdul Rahman, primeiro chefe de Governo da Federação Malaia. Essa cédula pode ser conferida na Sala Mundo do Museu de Valores do BC.

Presa Hidroeléctrica Cerrón Grande (El Salvador)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/CerronA.jpgO anverso da cédula de 1 Colón, de 1980, traz a imagem da Presa Hidroeléctrica Cerrón Grande, uma das quatro estações geradoras de energia elétrica localizadas em El Salvador, ao longo do Rio Lempa. Localizada entre os municípios de Potonico, em Chalatenango, e Jutiapa, em Cabanãs, sua construção iniciou-se em 15 de agosto de 1972 e terminou em setembro de 1976. A inauguração ocorreu em 16 de fevereiro de 1977. Cerrón Grande tem um reservatório de 135 km², com capacidade para 2,2 bilhões de metros cúbicos de água.



https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/CerronR.jpg

Já o reverso da cédula traz a efígie de Cristóvão Colombo (1451 – 1506), navegador, explorador e cartógrafo italiano do século XV, que, sob as ordens dos Reis Católicos da Espanha, liderou a frota que descobriu o continente americano em 12 de outubro de 1492. Essa cédula pode ser conferida na Sala Mundo do Museu de Valores do BC.

Central Hidroeléctrica 15 de setiembre (El Salvador)
https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/15setiembreA.jpgO anverso da cédula de 25 Colones (El Salvador), de 1983, traz a imagem da Central Hidroeléctrica 15 de Septiembre, outra das quatro estações geradoras de energia elétrica localizadas em El Salvador. Localizada a 90 quilômetros de San Salvador, entre os municípios de San Lorenzo Canton, em San Ildefonso, e Canton Condadilo, em Estanzuelas, é a maior hidrelétrica do país em capacidade. O reverso da cédula traz a efígie de Cristóvão Colombo (1451 –1506). Essa cédula pode ser conferida na Sala Mundo do Museu de Valores do BC.


https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dinheiro%20do%20mundo/Engenharia/15setiembreR.jpg


As informações contidas no texto foram retiradas de sites como G1, Visite Foz, Portal Brasil, Banco Central Europeu, Tour Eiffel, BBC, Infopedia, Banknotes, entre outros.