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DeFi com André Carneiro - Fintechs e Inovação

Eric Barreto, professor de finanças e host do podcast Fintechs e Inovação, conversa com André Carneiro sobre sua trajetória em tecnologia e finanças, destacando o impacto das finanças descentralizadas (DeFi) e a importância da regulação no setor.

Transcrição

Olá, eu sou Eric Barreto, professor de finanças e host do podcast fintechs e inovação, e nós vamos conversar com o André Carneiro, meu amigo, que é graduado em tecnologia da informação. MBA em finanças possui diversas especializações em nível Internacional e uma baita de uma experiência em tecnologia do setor financeiro. Foi CEOOE ainda é sócio Da Baby chain e na data da gravação deste é é? É deste episódio. Ele é VP de produtos da a 55. É isso mesmo, André, eu me enganei em alguma coisa. Não é só, é só tudo isso. Obrigado aí Erick prazer estar aqui com vocês. 28 tem feito uma trajetória aí que vem desde tecnologia até finanças e vai ser um prazer aqui estar. Está conversando com vocês sobre esse, sobre esse tema que é em grande parte do meu dia a dia de trabalho. Não é? Portanto, ali, como um dos sócios da da big chain, uma empresa especializada em finanças. Quando? O VP de produtos nas a 551, empresa que utiliza essa tecnologia. Dentro do seu do seu dia a dia, nas operações que faz só. Legal, só para dar um contexto aqui no podcast fintechs e inovação, nós gravamos episódios temáticos, né? Sobre vários temas relacionados a fintechs e inovação em serviços financeiros. Primeira vez que nós falamos sobre blockchain por aqui, nós falamos com o professor Raul ikeda, do Insper, que explicou um pouquinho sobre blockchain os diferentes blockchains, um pouquinho da filosofia. Contratos inteligentes tokens. A gente vai falar um pouquinho desses conceitos hoje também, tá? Mas o tema central aqui é de fi, finanças descentralizadas, descentralizad finance, né? É um negócio que tem como filosofia proporcionar transações financeiras, sem intermediários, né? Ao tal do p to peer, como, por exemplo, se eu tenho um dinheirinho sobrando, em vez de eu colocar o meu dinheiro em um banco, em uma instituição financeira, eu. Deposito o meu dinheiro em uma instância e não é um banco que vai fazer a gestão desses recursos. Uma outra pessoa vai consumir esses recursos, então essa pessoa também, em vez de pedir um empréstimo para um banco, Ela Foi lá consumir os meus recursos? Ele é peer to peer. Por quê? Eu, como investidor, em tese, vou ganhar um pouquinho mais. OOO emprestador, ele vai pagar um pouquinho menos, né? Então as 2 partes estão tendo vantagens porque elas não têm que remunerar um intermediário, né? Mais ou menos isso aí para viabilizar o de fi. Essas transações acontecem em uma estrutura de blockchain que muitas vezes é o é o etherium ou etherium. Então, fala um pouquinho sobre isso. André disse, eu entendi, se eu entendi corretamente, se eu expliquei direito a. Você que entende desse negócio. Não acho que você está está super bem posicionado quando a gente pensa em bify, acho que tem alguns conceitos para a gente dividir, né? Quando você pensa Na Na ideia do bify, a primeira é, pense num modelo de de financeiro, de ecossistema digitalizado, ou seja, um sistema financeiro digital de código aberto. Isso é muito importante. As pessoas entenderem, tá e tokennizado? Tem algumas palavras aí que a gente vai explicar e conversar e qual que é essas, o que que esse esse grupo de de características? Case pra gente, né? Eles rodam, é claro, sobre uma blockchain, né? Aí você, você soltou, por exemplo, tio, mas podem ser outras que a gente vai falar um pouquinho mais aqui sobre elas. É, mas basicamente é você tira a intermediação. A gente está aqui utilizando conceitos de contratos inteligentes. E aí, como você deu um exemplo de um deepy de peer to peer landing, né? Ou seja, um empréstimo peer to peer foi o exemplo que você deu. Nesse cenário, a gente está rodando. 111, contrato de uma aplicação de fire dentro de uma blockchain, aonde uma parte fornece tokings tem um valor. A gente vai falar um pouquinho sobre esse conceito, então ele fornece tokings de um lado e outra pessoa eventualmente aluga esses tokens, né? Ou pega esses tokens como um empréstimo e todo esse processo que a gente acabou de descrever que é uma parte a. Emprestando para uma parte b diferente do sistema tradicional, ele é feito de maneira descentralizada porque está sendo arbitrado controlado por um smart contrát em contacto inteligente, rodando dentro de uma estrutura de blockchain. Tá? Então o relacionamento entre essas pessoas? Ele pode ser desconhecido, né? Ele geralmente ele é desconhecido, então a pessoa a tem um toque que tem um valor. Por exemplo, a gente vai falar um pouco sobre ele. Um toque lastreado em ouro e outra pessoa está querendo utilizar toque lastreado em ouro para algum motivo para algum outro negócio para alguma outra necessidade que ela tem na outra ponta, assim como isso ocorre Na Na vida, né? Nesse cenário, se você precisasse disso, você teria um poupador, uma instituição financeira e um tomador do outro lado. Nesse cenário, você vai continuar tendo um poupador? Você vai ter uma blockchain em contrato inteligente rodando no meio e um tomador rodando pegando esse valor do outro lado. A regulação que hoje é feito por um intermediário, ela é feita pelo contrato sem necessidade de um intermediário. Então é o contrato inteligente que faz as regras. Inclusive eu citei no início, né? Ele está rodando uma blockchain é público, é aberto, então você pode abrir o contrato e ver quais são as regras que estão escrito. Aí tem um pouquinho de de. Má interpretação a gente fala, a pessoa pode abrir o contrato, não espere ver um contrato jurídico, tá? Quando fala de smart, espere ver um contrato de código mesmo, né? É um código escrito por um programador, isso é um contrato inteligente, né? Então você vai ler aquele contrato. Existem algumas linguagens que deixam isso muito próximo a ao entendimento humano, mas basicamente que você vai ver ali é um pedaço de código onde cada regra do que pode ser executado entre o tomador e o poupador tá lá descrito de maneira pública e aberta, tá? Então de faia, basicamente, esse modelo no ecossistema digital otimizado, com código aberto que vai estar funcionando sem a intermediação. De uma instituição financeira ou de um intermediário, qualquer que seja, né? Legal. Em tese, essas transações elas podem ser de qualquer tipo, né? Transação, então, qualquer tipo de transação financeira, transação de pagamento de empréstimos, aplicações financeiras, seguros, derivativos, até capitalização de uma empresa. Mas tudo isso dependendo da regulação, né, da regulação do do, do local. Aí onde estão acontecendo. AA essas transações ou do residente, né, que que faz esse tipo de transação, e. Você mencionou que essas transações elas ocorrem por meio de contratos inteligentes, né? Contratos inteligentes eu entendo que são comandos, programas, auto executáveis, né? Que foi Oo termo que você utilizou, né? E eu queria que você explorasse um pouquinho mais esse esse tema. Contratos inteligentes, né? Os smart contracts e também um pouquinho sobre um outro termo que você utilizou que foi token tolkienização em alguns episódios anteriores. Nós falamos com a Helena margarido falou especificamente sobre Talking. É, conversamos uma outra oportunidade com o Daniel cochieri, que falou especificamente sobre tolkens de ativos financeiros, né? E um outro episódio falamos especificamente sobre, é um outro tipo de token que são as stablecoins, que nós conversamos com o Ricardo kasparo, né? Então a gente já deu 11 pincelada aí nesses assuntos, eu gostaria que você tentasse explicar pra gente de forma fácil, de forma didática, que que é contrato inteligente e o que é o token? OK, acho que é um. É um bom exercício para a gente pensar junto, não é? É quando a gente pensa em em em define especificamente. Ele. É uma junção entre contratos inteligentes e Torres. OK? Se eu pensasse num contrato inteligente por si só, o que é que ele é? Basicamente, ele é uma regra, ele é um programa de computador escrito o qual ele executa uma regra qualquer que seja. A gente vive. Se a gente for abstraiu o conceito, a gente vive o tempo inteiro trabalhando como contratos inteligentes. Na empresa no dia a dia, aquele formulário que você preenche no site. Num site por trás dele, existe uma regra que diz quais tantos são os mínimos necessários e o que que vai ser feito com a informação a ou b, né? Em determinado momento, quando você faz uma transação financeira dentro do seu internet Bank, por exemplo, em algum ponto dentro do banco, existe um código de programador, um código de programação. Desculpa, existe um código de programação que vai dizer regras se você pode transferir do a pro b, por exemplo, se você tem saldo, né? Espera-se se você tem saldo na sua conta. Você pode transferir um dinheiro que você tem de a para b, então esse é o primeiro conceito de contratos. Contratos inteligentes, basicamente são essa representação só com o código aberto dentro de uma estrutura blockchain que a gente já explorou bastante aqui. E como é que isso junta? Quando você pensa em no mundo de efari? Aí seja uma segunda peça, que são os tokens, o token no final do dia, o que é que ele está representando? Ele está representando algo no ambiente físico que é levado para dentro de um ambiente digital. Então, por exemplo, eu posso ter um ambiente físico, um papel-moeda, né? E num ambiente digital. Em última instância, uma. Moeda toquinizada, né? Eu posso ter no ambiente físico uma escritura de um imóvel e, em última instância, no ambiente digital. Esse mesmo token dessa escritura digitalizada tá? Existem diversos tipos de token. Acho que é importante a gente dar uma explorada, então você pode estar trabalhando desde tokens monetário que são estabelcões, né, ou moedas estáveis, que representam uma moeda. Paripar uma moeda real, por exemplo, um todo que representa o real, um toque que representa o dólar são um pouquinho mais na linha monetários. Você pode ter toquinhos que são lastrados em ativos, então, Ah, um toque que representa um bem o material. Há um toque que representa uma quantidade de representa o ouro, um toque que representa, por exemplo, uma obra de arte. Então, esse toque lastreado em ativos, ele está representando algo no mundo físico, você pode ter, por exemplo, toques de serviço. Ah, o que que é um toque de serviço? Esse toque representa um serviço, um serviço pago, né? Um pagamento por um serviço prestado. Ou mesmo token que a gente brinca que é reputacional, né? Se você recebe ele como recompensa por alguma coisa que você faz, então quando você junta essas 2 coisas, por exemplo, eu tenho um contrato onde eu possa escrever regras e essa parte do smart concreto com um toque que representa um ativo e você junta isso num contexto descentralizado. É aí que nasce o de fire, por exemplo. Vamos fazer aqui um define teórico. A gente criou aqui um toque que representa a sua casa. É. Tá, e eu tenho um token que representa o meu dinheiro aqui a gente não tá discutindo. A regulação é só pra fins ilustrativos, uhum. Então eu tenho um toque que representa AA minha moeda que poderia ser ABRL, né? Um toque lastreado em BRLE você tem um pouco é, e você tem um toque que representa o seu imóvel, dado que nós temos esse toque, nós poderíamos escrever um contrato inteligente que diz você. Que é o dono da casa. Por quantos BRS de token você trocaria a sua casa? E essa transação ocorrer de uma maneira dessintalizada para fins? Administrativos, né? Tem questões regulatórias e outros assuntos que envolvem esse tipo de transação, mas para fins ilustrativos, o que o define? Está descrito? O que está ali escrito nesse nesse contrato inteligente? Seria, olha, o Érico vem nesse contrato e fala, senhora, eu troco a minha casa por x quantidades de BRLE eu que tenho essa BRL envio esses esses VRS contra esse contrato. Envio mesmo. Eu faço uma transação contra. Esse contrato lá dentro tem a regra que está dizendo, olha, se você entregar tantos, um toque que representa a casa do Érico, agora é assim? E o Érico recebe esses VRS. Em contrapartida, então ele faz a troca de propriedade, né? Então, a os VRS que estavam em minha Posse foram para esse contrato inteligente. E o token que estava na sua Posse veio para minha propriedade, então isso não não necessariamente precisou aí de um intermediário. Esse tipo de transação, ilustrativa nesse contexto, ela aconteceu totalmente dentro de uma blockchain. Usando um protocolo de fi, por exemplo, a gente fez uma aplicação de fi, basicamente um contrato inteligente, que fez uma troca. É de ativos, né? Eu troquei meu BRL, né por pelo seu ativo digitalizado, nós trocamos 2 tokings, tá? E agora eu detenho a Posse de um ativo que representa a tua casa. Poderia ser uma obra de arte e você detém uma Posse de. Ar de ativos que representam reais. Né? Nesse exemplo ilustrativo que a gente deu, não sei se eu conseguir explicar é. É um assunto interessante que a gente tá basicamente fazendo um Mini, né? A gente tá copiando o mundo real, só que no mundo toquinhizado. Tá, e que essas coisas ocorrem, por exemplo, em segundos? Então imagina que aqui eu dei um exemplo de uma casa exatamente para ser algo para as pessoas se questionarem, mas poderia ser um ativo que representa uma obra de arte? Isso poderia acontecer em segundos. Essa transação inteira trocou a casa. Por uma quantidade em BRL. Consegui dar um bom exemplo aí pra pra vocês, espera. Não ficou? Ficou ótimo, muito bom. Você. Você deu um exemplo bem legal de de é? De aplicação, né? De de de token essa esse exemplo do do imóvel é um exemplo que a gente utiliza bastante, né? Eu queria que você tocasse em um outro conceito aqui, André, talvez até colocar algum, algum exemplo. De aplicativos descentralizados, os tais dos deps? Tá, porque assim, sinceramente é eu. Eu tenho visto muito falar sobre aplicativos descentralizados, mas muito pouco exemplo prático. Então eu queria que você falasse um pouquinho sobre eles, conceito e que tipo de aplicativos são esses? Acho que é sempre legal, ótimo. Acho que a pergunta vai, vai super. Enquanto a gente usou um exemplo ilustrativo, a gente traz para alguma coisa mais próxima do. Do mundo real e a gente consegue alguns exemplos interessantes. Quando você pensa em idapson distribuída de apps, né? A ideia de apps mesmo só que com d nascente, né? Do distributer do centralize. Aí você vai achar definições, é curiosas. Em cima disso é, mas basicamente o que a gente está falando? A gente está falando de 11, aplicação em si que ela busca imitar algo do mundo real, então o exemplo mais clássico são as exchanges descentralizadas. Então hoje a gente tem Exchange. Um exemplo clássico é AUM swap ou a punk suap são 2 exemplos. Acho que o pintar o vinho no podcast quem está ouvindo o conteúdo pode dar uma pesquisada, mas são exemplos interessantes. E o que é que ele faz? Ele faz basicamente uma actide, uma corretora faria para você. Só que totalmente de maneira descentralizada. Então ele faz troca, ele faz trading de tokens de que? De entre criptomoedas. Ou entre tokens diferentes, por exemplo, eu posso ter um token AE um toque BE, via esse aplicativo descentralizado, né? Distribuído eu consigo fazer a troca desses tops. Então cake swap, inclusive, ela coloca o setor na posição de token AE eu quero chegar no toking c olha que curioso, não é? Eu estou ainda o toque em AE eu quero chegar no toque em c qual que é o melhor caminho para eu chegar do Toquinho a porque eu toking c, ela vai-te dar hora faz inclusive uma operação, né, ó, você vai fazer essa operação desse toking a por um toking FE do token f para o toque em c. Você tem uma eficiência melhor. Alguns aplicativos é fazem esse tipo de coisa. Esse é um exemplo de. Aplicativos centralizados para esse cenário, se você for pegar dentro da da da estrutura, por exemplo, de pear to peer, você tem o compal de de crowdfunding ou o crowdwe que fazem este tipo de cenário, ou seja, uma aplicação que está ali fazendo algo que você para fazer no mundo real, você precisaria de uma empresa no meio ou de uma instituição financeira no meio. Tá? Então, a ideia desses aplicativos ou mesmo, por exemplo, vamos pensar na aplicação mais talvez mais próxima, assim mais corriqueira para quem entra nesse nesse mundo, né? Você tem, por exemplo, alguns alguns gaps que estão basicamente fazendo ali na estrutura de bify para você, o que seria uma stabelle Coin, não é? Então, você entra com ativos num determinado tipo, né? Então, Ah, por exemplo, eu posso entrar com um ativo, como um bitcoin e sair do outro lado com uma estabele do outro lado. Né? Isso ele tá fazendo essa conversão. Ele tem todo um processo de de laço aí em cima disso. Esse aqui é bem mais complexo até. E até vamos pegar um exemplo mais talvez seguradora, que é um exemplo que não é tão comum, né? Você tem, por exemplo, next mútuo, que é um cara que está é. Compartilhando um risco, né? A ideia é compartilhar risco peer to peer é dividido entre diversas pessoas. Basicamente, né? Ah, eu tô lá e quero tentar fazer um exemplo bem lúdico, porque eu tô tentando pegar o meu celular e compartilhar o risco, sei lá, de roubo de dano desse celular, eventualmente eu posso tentar criar um contrato que me gere um prêmio de risco para um problema de seguro. Aqui é super importante a gente estar falando que a gente está falando de um mundo muito novo, né? E algum alguns ouvintes podem se questionar, mas isso é regulado? É um ponto que o professor trouxe muito bem no início da fauna, né? Tem um contexto da regulação. Do local onde você está aplicando isso? E se a legislação do seu país permite, nós não estamos trazendo aqui apenas exemplos que são aplicadas à legislação brasileira, né? Nos exames que eu trouxe aqui são exemplos que, a depender do país, a legislação permite ou não. Ah, isso é um discurso, é muito importante. Você tem que estar adequado à legislação do seu país. Para algumas dessas aplicações e, naturalmente, com o tempo a gente observa aí um movimento muito forte no mercado. Em algum patamar, esses aplicativos vão acabar acontecendo porque os players que estão no mercado não vão ficar olhando esse movimento acontecer sem se movimentar, né? E vão trazer coisas dentro do contexto da regulação. É assim no mundo, né? Então, começa-se eventualmente uma inovação no mercado. Novo num contexto novo. Os reguladores vão olhar para aquilo. O mercado vai olhar para aquilo e vai achar alguma forma de de ajustar ou regular aquele contexto. No tempo e às vezes é você está ajustando a inflação. Por exemplo. A gente viu aí há anos atrás quem está aí nessa jornada. Mais tempo a gente viu AA saga das das exchanges e tu no Brasil, né? E aí a gente veio aí no, no decorrer dos anos, as exchanges sendo reguladas, trabalhando de maneira mais próxima ao governo. Fazendo as as as situações corretas, né? De compliance para evitar lavagem de dinheiro e outras coisas. E hoje você já tem exchanges que tem Brasil, que são reguladas, está tudo mais certo, então estão dentro da legislação. O Bacen está olhando assim como você tem que sair de fora que estão fazendo um movimento distinto, mas você tem isso aí? Um ponto importante que a gente não abordou aqui, mas acho que é importante que todo mundo que está olhando para esse pensar, no que que a gente está falando, né? Que a gente fala do do? Wi-Fi em termos de números, não é? A gente está falando de um aumento pessoal, algo em torno de 300% só para aumento do uso de stay. Bulcões tá em quanto tempo a gente está falando de 21 para cá? Basicamente, nós estamos 2122 para 2320 para 23 basicamente. Então a gente está num volume crescente, um exemplo bem pragmático para a gente entender como como isso tem impacto Na Na vida real. No início a gente falou, né? Sobre tanto que eu sou sócio da DB than e trabalho nesse momento da gravação como OVP, na a 55, a gente tem uma utilização bem comum. Então, por exemplo, hoje é comum na 55 a nós nós fazemos funding utilizando protocolos de five e acredits. Então, o que é que significa fazer funding utilizando protocolos defive acredits, por exemplo, não é? A gente está falando basicamente que. O efeito disso, né? Basicamente a gente está falando que, quando eventualmente uma empresa de crédito eu estou dando. Crédito para um estabelecimento tradicional esse dinheiro que está chegando na mão dessa pessoa tradicional está lastreado no empréstimo. Uhum. E esse empréstimo está utilizando como fonte de recursos um. Um. Define lá nos Estados Unidos ou em outra parte do planeta. Aí isso é feito via estrutura regulada. Instrumentos regulados. Tem toda uma parte de regulação envolvida nisso, e a pessoa que acaba está tendo acesso, ainda que imperceptível. A um capital global, esse é o impacto que causa na vida real, quando você pega finanças centralizadas no dia a dia, né? Talvez você não perceba isso, mas já é uma realidade aqui no Brasil. Quando a pessoa tem um impacto de consegue pegar um empréstimo a um preço razoável, porque ele está tendo acesso a um poodle de liquidez financeira que é diferente do que ele teria aqui, né? Ele está tendo acesso a um. Pude global, né? Esse é o cenário. Um cenário bem prático. Tem algumas coisas interessantes aqui na. Na tua fala, André, você. Falou de exchanges descentralizadas, como uniswap punk swap e você também deu esse exemplo, né? Da da a 55. Captando recursos via via de fi e muitas vezes, quando a gente fala de defi, finanças descentralizadas. Operações peer to peer. A gente pensa entre pessoas, né? Que tem pessoas transacionando ali. Não necessariamente são pessoas naturais, pessoas físicas, né? É, a gente pode ter 11 empresa de um desses desses lados também. A empresa tá atuando como Um Par, né? Ela tá concedendo um empréstimos ou tá tomando recursos, tá? Ela tá ali em uma dessas pontas, né? Em termos práticos, como que que eu faria para operar em define, vamos supor que é, entrou algum. Ouvinte aqui nesse episódio, e ele se interessou por de fi. Ele quer colocar lá 11 pedacinho dos recursos dele em de fire. Então, como é que esse que que esse cara deve fazer ele abre? Conta em uma Exchange descentralizada ou em uma Exchange, independente de ser centralizada ou não, é depois de abrir conta e uma Exchange. O que é que ele faz, né? Como é que ele vai operar, como é que ele vai movimentar Oo os recursos dele aí no? No na plataforma. Acho que tem algumas etapas aí super bacana, talvez AAA. Primeira, né? E a mais importante é, você vai ter que entrar. Lembra que a gente falou sobre tokens, né? No final do dia você vai estar transacionando ativos digitais em algum patamar, né? Então. Primeiramente, você vai ter que estar com uma conta aberta aí, uma Exchange dentro da sua localização e regulada pela lei, né? Para evitar questões ligadas à lavagem de dinheiro e outros problemas que você pode ter. Então você vai abrir a centralizar. É, você vai abrir uma conta no X centralizada é provavelmente dentro da sua regulação, né? Porque você pode estar em outro país, então a gente está falando aqui, a gente nunca sabe onde onde é o país, a regulação que a pessoa está, a gente sempre vai recomendar com a pessoa, né? É a pessoa tem que seguir a lei, né? Então ela vai abrir aqui 11 estrutura de uma Exchange de dentro dessa Exchange, ela eventualmente vai adquirir um ativo digital, falando um exemplo mais tranquilo que que esse ativo digital, Ah, ela pode estar eventualmente adquirindo uma cripto moeda que agora a gente já vê que. Já está mais tranquilo lá. Você já vê desde players de mercados mais tradicionais. É fazendo esse processo, então ela vai adquirir lá uma criptomoeda, um toque ou algum desses ativos digitais. Ou seja, ela transformou um ativo físico. Lembra que a gente falou sobre isso, né? Ele entrou via um canal, transformou um ativo físico, que é o dinheiro em questão que ela tem, né? OA moeda fiduciária que ela tem ela transformou em um artigo digital qualquer, provavelmente um artigo digital de. Boa liquidez. Como por exemplo, há uma criptomoeda de alta circulação. Transformou isso num artigo digital. De boa circulação dali, ela vai transferir pra, por exemplo, eu vou fazer o exemplo de uma panqueca que swape, né? Então eu vou mandar lá pra um miss swaper uma pancake swap, vou transferir para uma pancake swap? E dentro desse ambiente agora descentralizada que eu vou fazer as minhas operações, uma coisa importante tá que acho que é é super legal, né? Quando você entra nesse cenário e você decide operar nesse mundo. As regras valem as mesmas. Cuidado com as promessas mirabolantes, então você vai fez esse processo, colocou seu artigo, transformou ele em digital e vai agora para um local onde vai ter, por exemplo, um peil to peer landing, uma operação de Peter to peer landing ou operação de swap. Você vai trabalhar com tropas de de ativos, né? E ganhar na diferença de ativos ou pela troca desses ativos. Tem diversos projetos e, como em qualquer mercado você vai ter projetos que são sérios já. Projetos que são coerentes e estão buscando abertamente fazer a coisa correta, tal qual você pode se deparar, e esse é um ponto de atenção que eu quero deixar claro, você pode cair em projetos ou cenários onde isso não é bem assim, né? Você pode cair, por exemplo, num numa troca de um toque em que não vale nada num projeto que não é adequado. No peito, pearland que é muito arriscado, então você tem que olhar ali, buscar a reputação. É em mídias tradicionais, em mídias não tradicionais. Lembre-se, é muito fácil manipular isso hoje, né? É, é mídias não tradicionais. O cara faz post, o cara publica em diversos lugares e o projeto parece legítimo. Talvez no final não é, mas o caminho é esse, né? Você tem que escolher bons projetos, escolher boas opções, assim como você faz no mercado tradicional. Né? Se você pegar o seu dinheiro hoje, aplicar numa numa corretora e for ao mercado e aplicar uma ação de qualquer empresa sem fazer uma análise da qualidade e saúde financeira daquela empresa. O que que vai acontecer, o que que tem de acontecer naturalmente, o que você vai perder o dinheiro? Né? Se fui lá, aplicou numa nação em qualquer coisa, sem nenhuma qualidade. Se faz uma análise adequada, a sua chance de perda é gigantesca ou em qualquer projeto na sua vida, né? Se você fizer uma aplicação sem, sem qualidade, você tá perdendo. O mesmo se aplica ao mundo de fiel ao mundo crítico como um todo. Tem que tomar cuidado. O processo não é tão complexo, você vai aprender coisas. Aí eu diria que coisas mais básicas, né? Você vai fazer algum dos exercícios? São, passa o dinheiro, você vai pegar o seu, a sua moeda, a sua moeda fiduciária por uma corretora. Dessa corretora, o caminho natural vai ser você mandar por uma carteira descentralizada, por exemplo, uma meta mass que é bem conhecida da metamex, que é a talvez seja uma das mais conhecidas da metamex. Você vai estar ou num Exchange descentralizada ou numa aplicação de seguro descentralizada, ou num Pearl to pearlange qual que é a minha recomendação? Se você está curioso e decidiu não como nenhum tipo de recomendação de investimento, e foi exatamente o que eu risco. Quando eu comecei nisso, eu peguei um valor. Muito irrisório, muito pequeno, pequeno mesmo. Não estou falando de valor de economia. Eu brinco que é um é você tem que fazer a sua própria poc na vida, não é? Sua prova de conceito. Peguei um valor muito pequeno mesmo só para teste e fiz o primeiro processo. Então, ó, peguei um valor. Exemplo, exemplo mesmo, né? Peguei, por exemplo, 100 BRL, peguei 100 BRL, fui lá e troquei por um ativo nesse ativo. Eu mandei, por exemplo, uma meta massa, Ah, legal, entendi como é que funciona, como é que é instalar um peguei no browser, visto via os tutoriais e passei por esse processo. OK, entendi. Sobre a reta, nessa. Agora que eu entendi sobre isso agora, eu fui lá pra unissuape, testei com aquela com aquelas pequenas quantidades que são apenas, por exemplo, quando você tiver feito esse texto, esse, esse, esse texto mesmo, essa esse experimento, né? Aí você fala assim, poxa, agora eu entendi a mecânica da coisa, eu entendi como eu tenho que fazer a mecânica. Uma vez que entendi a mecânica uma etapa 2 é escolher os projetos e entender sobre aqueles projetos e o que que faz sentido. Aí sim, você pode pegar um pouco mais suas economias se assim quiser sentido pra você. E começar, mas eu nunca recomendo que uma pessoa pegue, Ah, vou pegar um valor x que eu tenho, vou colocar aqui ou nesse projeto? Porque um amigo meu falou porque alguém falou leia, você é responsável pelas suas finanças, faça esse exercício de teste, né, de mecânica, que a como é que funciona? Porque se você já tem conhecimento, provavelmente não tem muito valor que eu estou falando, mas se você não tem conhecimento, você concorda que é tudo novo, né? Você não precisa pegar uma grande parte das suas finanças para testar algo que é novo teste com alguma coisa muito irrelevante. Depois, se eliminar a mecânica, saber como que o nome da tamesc, por exemplo, eu estou falando de metamest aqui, mas eu não dei desculpa ao pessoal. AA explicação a metamestic é uma walletch. A sua carteira é onde você vai pegar os seus ativos e vai guardar como se fosse a sua carteira. Só com uma versão digital e dessa carteira na sua versão digital é que você vai fazer, por exemplo, uma transação de troca, uma upkake numa uni ou numa uma compond. Nesse tipo de cenário. Tá? Então vai sair da sua carteira para esse cara de centralizado? Ou seja, já é uma carteira descentralizada. Ou seja, o Atílio está contigo e vai sair para um outro local de ser analisado, mas faça essa mecânica primeiro, entender a mecânica, leu sobre o assunto. Agora você vai para alguma coisa um pouco mais. Robusta, né? Que sai apenas do do microbase que aí eu assim você vai olhar o investimento, olhar Oo projeto no qual você está tem projeto para todo o gosto. Tá e tem diversas redes. Buscar os projetos mais interessantes nas redes mais estabilizadas é uma boa recomendação para quem está começando. Então, poxa, vou pegar um projeto que está em uma rede nova que ninguém conhece. E é super novo, e é a minha primeira experiência. Estou juntando um conjunto de coisas muito grandes. Que podem dar problema, então comece com projetos mais estabilizados. Os maiores redes mais tradicionais e aí, com o tempo, você vai se sentir mais seguro para fazer gols mais? É arriscados, né? Não sei se eu consigo ilustrar a ideia, ilustrou. Sim, você. Você até já respondeu aí uma boa parte da da minha última pergunta. Eu vou modificar um pouquinho essa, essa última pergunta pra pegar uma opinião sua sobre o tema, tá? A última pergunta era justamente sobre regulação e sobre a proteção do participante de de de FIP, né? E embora a gente tenha alguma regulação sobre. Os players desse mercado. Essa regulação, ela é, é, é, acho que na maioria do dos países, especialmente no Brasil, essa é uma regulação que ainda tá em construção, né? É então, assim, diferente da economia tradicional, que se eu contratar um seguro, eu tenho a susep pra cobrar a seguradora, aí o cumprimento daquele contrato, se eu comprar títulos ou ações de uma empresa, eu tenho a CVM para me proteger. Se eu fizer transações de pagamentos ou algum tipo de aplicação financeira, em CDB, letras financeiras tal, tem o banco central, né? No mundo de fi, eu não tenho isso, então é o que você falou pra fazer 11 investimento aí nesse mundo. Eu preciso escolher bons projetos, é buscar empresas, é. É projetos que tenham empresas ou pessoas com uma boa reputação por trás, né? Investir uma porção pequena do meu património, alguma porção que não faça falta, né? Se eu colocar lá o património da minha vida, eu tô. Arriscando. Em algo novo, né? Então esses pontos você já já levantou bem, é. Recentemente eu vi um artigo é da Helena Margarida, Margarida, falando sobre, é esse dilema que é uma coisa, não tem a ver só com o blockchain, não tem a ver com define, mas com uma filosofia até, né? O regular ou não regular? O regular. Normalmente ele puxa pra esse lado da segurança, eu vou trazer segurança pro mercado. Para quem está participando desse negócio, o não regular ele abre mais espaço pra pra inovação e, ao mesmo tempo, ficam algumas brechas ali pro pro fraudador também, né? Eu queria a sua. Sua opinião aqui só pra gente finalizar, tá? A sua opinião aqui sobre regular ou não regular o mundo de fire? Eu acho que assim, a minha opinião é cauda curta e cauda longa, tá? Então, as coisas nascem numa calda curta e elas não são não reguladas não porque elas não são reguladas exatamente porque elas são tão novas ou tão inovadoras que ainda não deu tempo, tá? E aí você vamos sempre separar empresas sérias e pessoas que estão a fim de construir mercado, marcas no longo, longo prazo. De fraudadores, tá? Então, elas nascem naturalmente desreguladas ou a partir de uma inovação, porque a inovação precede até a própria lei, né? Olha o preciso ter uma lei para pensar em alguma coisa nova. Não. Eu pensei em alguma coisa nova, pensei em algo diferente e isso inovou e é natural e que você nasça. E quando você nasceu, você fala assim, poxa, mas olhando para a lei, eu não me encaixo nada. E é por isso que você vai trabalhar e, é claro, empresas sérias, o que que elas fazem quando elas entendem que algo não está regulado, elas naturalmente querem se regular. Fala, poxa, eu não quero expor aqui o meu cliente a um risco, então você nasce num num ecossistema que eventualmente é tão novo e tão desregulados. A gente vê agora é rodando na No No, no Bacen, né? O Bacen tem, tem o Lyft, que é um laboratório do Bacen, onde está regulando agora toqueirizadoras tá nascendo regulando, não desculpa, tá nascendo projetos de tokenização pra. Dentro do do líquido Bacen lá projetos acompanhados pelo Bacen. Isso. Isso foi criada agora pelo Bacen. Isso nasceu no Brasil, não, isso já existe há alguns anos. Então, a inovação, ela nasceu desregulada. Agora Oo regulador está se aproximando do tema, que é muito bom. O Brasil é um excelente ponto, mas nesse contexto e naturalmente, uma vez que ele entender que ele se diz confortável dele, entender quais são os cenários, qual o risco exposto, isso tende a se irregular. Mas não, não acho que é uma estrutura aí, ovo, galinha. O que nasceu primeiro, né? É, acho que é muito mais um processo de evolução natural, então você nasce num cenário de inovação, evolui, regula, AE aí isso vira o meio instinto. Então o que a gente está falando hoje? Como inovação daqui a alguns anos, pode ser que seja o mainstream, ou seja, isso vai ser o normal, não vai ser mais uma discussão, a gente não está hoje premium, disco de tokenização, mas a gente poderia estar a falar de tokenização de energia. Então existe aqui no Brasil startups trabalhando com totalização de energia, que que é isso? Olha, o cara é vem de tukins, né? Ou tenta trabalhar com a ideia de inovação? Está buscando esse processo no qual ele tentou 500 de energia, por exemplo, limpa toques de energia renováveis. Já imaginou conseguir investir nisso sem necessariamente ter uma fazenda teórica? Eólica, por exemplo, você está comprando algo que está nasceado no mundo físico. Essa inovação já tá nascendo, já tá acontecendo naturalmente. Ela será regulada em algum momento em 11. Big Dream seria no futuro você falar, poxa, eu, André? Em o token de energia renovada e eu quero, por exemplo, isso aqui é um big Dream, não existe aqui, tá? Eu eu tô falando a eu tenho toques de energia renovável e eu quero pagar a minha conta de luz, um topo de energia renovável seria fantástico, não seria? Mas esse é um caminho, essa é a cauda longa, é pra esse cenário que vai. Você tá falando de algo que nasceu de uma ideia de inovação e depois impacta o mainstream, não tem? É, a gente viu aqui? Eu falei um pouco sobre números, né? Então a gente está falando de números grandes. A gente está falando do aumento considerável. Quem der uma procurada aí recentemente, se você procurar alguns nomes grandes, você já vê no mercado brasileiro, grandes players trabalhando com totalização, sai, sai notícias aí essa semana já sobre isso, então, vai se tornar o mainstream. É natural porque faz sentido, né? É mais eficiente, é funcional. A gente falou muito sobre como que o cara se protege, tem que tomar cuidado com alguns projetos. Mas a inovação, ela não vai esperar a regulação, né? Na verdade, a inovação puxa a regulação. Essa é a minha visão, né? Você nasce pra inovação e puxa a regulação pra adequar, né? E acho que a regulação separa o joelho do trigo. Essa historinha pra mim ela é boa, porque na quando você faz a inovação, você tem muita coisa misturada, coisa boa e coisa ruim. Quando você regula aquilo no tempo. Algum nível de regulação no tempo você dá uma certa segurança ou melhora pros. Pros cenários e aí depende do da onde você tá, né? Você pode estar mais crit. Anac, né? Se você tiver mais no mundo crit. Anac a essa altura, você tá me odiando? Mas eu tô falando pro mainstream, né? Se você for por mais uma linha AA picanax, ela fala não, não tem que ser assim, mas a gente tá falando de proteções gerais, né? A gente tá falando de tá complexo com a lei, a gente tá comparsa com a regulação, a gente tá falando de. Evitar que pessoas mais eventualmente, mais simples ou com menos conhecimento sejam enganadas. Não é por projetos ruins, então a regulação no tempo, ela tende a dar esse esse nível de proteção e sempre vai ter o espaço para quem quer aquela coisa mais arriscada, mais mais descentralizada, totalmente, mais anarquista. Sempre vai ter esse espaço. Eu realmente acredito nisso. E aí são públicos distintos em momentos diferentes. Legal André. Super obrigado por mais essa contribuição. Foi bem bacana a nossa conversa. Messi, obrigado aí pelo convite. Espero que a gente tenha tempo aí no futuro, de conversar sobre outros temas. É sempre um prazer estar conversando com vocês. Espero que tenha conseguido aqui esse tempo. Curto não falar tudo, mas deixar aí a curiosidade. A ideia aqui é deixar a curiosidade para que você possa pesquisar, possa entrar em contato, possa fazer conexões, possa. Sair. Do contexto em que você está e fala, poxa, tem tudo isso acontecendo no mercado, talvez eu não sabia ou como é que eu posso discutir esses assuntos, que que foram é abordados aqui. Se a gente conseguiu atiçar a sua curiosidade, atingimos o nosso objetivo e vamos ter aí mais uma pessoa que tomou a pílula vermelha, né? Saiu do outro lado, com certeza.

Perguntas e respostas

O que é DeFi?
DeFi (Decentralized Finance) refere-se a um ecossistema financeiro digitalizado e de código aberto que permite transações financeiras sem intermediários, utilizando tecnologias como blockchain e contratos inteligentes.
O que são contratos inteligentes?
Contratos inteligentes (smart contracts) são programas autoexecutáveis que operam em uma blockchain, executando regras predefinidas sem a necessidade de intermediários. Eles são escritos em código e podem ser verificados publicamente.
O que é tokenização?
Tokenização é o processo de transformar ativos físicos ou direitos em ativos digitais, chamados tokens, que podem ser transacionados em uma blockchain. Esses tokens podem representar moedas, imóveis, obras de arte, entre outros.
Quais são os tipos de tokens?
Existem vários tipos de tokens, incluindo:
  • Tokens monetários: Representam moedas fiduciárias, como stablecoins.
  • Tokens lastreados em ativos: Representam bens físicos, como ouro ou imóveis.
  • Tokens de serviço: Representam pagamentos por serviços prestados.
  • Tokens reputacionais: Recompensas por ações ou comportamentos específicos.
O que são aplicativos descentralizados (dApps)?
Aplicativos descentralizados (dApps) são aplicações que operam em uma rede blockchain, sem intermediários. Exemplos incluem exchanges descentralizadas como Uniswap e PancakeSwap, que permitem a troca de criptomoedas de forma peer-to-peer.
Como funciona uma exchange descentralizada?
Uma exchange descentralizada permite a troca de criptomoedas diretamente entre usuários, sem intermediários. Exemplos incluem Uniswap e PancakeSwap, onde os usuários podem trocar tokens de forma segura e transparente utilizando contratos inteligentes.
Como posso começar a operar em DeFi?
Para começar a operar em DeFi, siga estes passos:
  1. Abra uma conta em uma exchange centralizada e adquira criptomoedas.
  2. Transfira as criptomoedas para uma carteira descentralizada, como MetaMask.
  3. Utilize a carteira para interagir com dApps, como exchanges descentralizadas ou plataformas de empréstimos peer-to-peer.
  4. Escolha projetos bem avaliados e comece com pequenas quantidades para entender a mecânica.
Quais são os cuidados ao investir em DeFi?
Ao investir em DeFi, é importante:
  • Escolher projetos bem avaliados e com boa reputação.
  • Investir apenas uma pequena porção do seu patrimônio inicialmente.
  • Entender a mecânica das transações e utilizar carteiras seguras.
  • Estar ciente dos riscos e evitar promessas de retornos mirabolantes.
Qual a importância da regulação no mercado DeFi?
A regulação no mercado DeFi é importante para garantir a segurança dos participantes, prevenir fraudes e assegurar a conformidade com as leis locais. Embora a inovação muitas vezes preceda a regulação, a tendência é que, com o tempo, os reguladores se aproximem do tema e estabeleçam normas para proteger os investidores.

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Eric Barreto

Partner e Prof. do Insper