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Divulga comunicado do GAFI sobre deficiências estratégicas em prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo em várias jurisdições.
COMUNICADO N. 020865
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Divulga comunicado do Grupo
de Ação Financeira contra a
Lavagem de Dinheiro e o
Financiamento do Terrorismo
(GAFI/FATF) e presta
esclarecimentos.
Comunicamos que, conforme o previsto no inciso V, do art. 10, da
Circular 3.461, de 24 de julho de 2009, no dia 25 de fevereiro de
2011, o Grupo de Ação Financeira Contra a Lavagem de Dinheiro e o
Financiamento do Terrorismo (GAFI/FATF), em reunião plenária, aprovou
e publicou comunicados cujas versões em português, divulgadas no
endereço eletrônico do Conselho de Controle de Atividades Financeiras
(Coaf), transcrevemos a seguir:
"...O Grupo de Ação Financeira (GAFI) é o órgão global que estabelece
os padrões no âmbito de prevenção à lavagem de dinheiro e combate ao
financiamento do terrorismo (LD/FT).
Para proteger o sistema financeiro internacional dos riscos e
encorajar maior observância dos padrões contra LD/FT, o GAFI
identificou as jurisdições que possuem deficiências estratégicas e,
juntamente com elas, trabalha para tratar tais deficiências que
colocam em risco o sistema financeiro internacional.
Jurisdições sujeitas ao apelo do GAFI para que seus membros e outras
jurisdições apliquem contra-medidas para proteger o sistema
financeiro internacional dos riscos correntes e substanciais de
lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo (LD/FT),
provenientes das jurisdições.
- Irã*
- República Democrática Popular da Coréia (RDPC)
* O GAFI já havia emitido comunicados públicos anteriormente,
apelando por contra-medidas ao Irã. Esses comunicados se encontram
atualizados abaixo.
Irã
O GAFI aprecia as recentes medidas tomadas pelo Irã para se juntar ao
GAFI, mas salienta que o Irã não conseguiu tratar com seriedade das
grandes deficiências existentes relativas ao seu regime de prevenção
à lavagem de dinheiro e combate ao financiamento do terrorismo
(PLD/CFT). Existe maior preocupação com o fracasso do Irã em
solucionar o risco de financiamento do terrorismo e a séria ameaça
que isto representa para a integridade do sistema financeiro
internacional. O GAFI exorta o Irã a tratar de forma séria e imediata
de suas deficiências relacionadas à PLD/CFT, especialmente através da
criminalização do financiamento do terrorismo e implementação eficaz
de exigências de comunicações de operações suspeitas (COS).
O GAFI reitera o apelo aos seus membros e exorta todas as jurisdições
a orientarem suas instituições financeiras a prestar especial atenção
nas relações e operações comerciais com o Irã, incluindo empresas e
instituições financeiras iranianas. Além da análise aprimorada, o
GAFI reitera o apelo de 25 de fevereiro de 2009, feito aos seus
membros, e exorta todas as jurisdições a aplicarem contra-medidas
eficazes para proteger seus setores financeiros dos riscos de lavagem
de dinheiro e financiamento do terrorismo (LD/FT) que emanam do Irã.
O GAFI continua a alertar as jurisdições a se protegerem contra
relações de correspondência usadas para evitar ou driblar contra-
medidas e práticas de mitigação de risco, considerarem os riscos de
LD/FT quando analisarem pedidos de instituições financeiras iranianas
para abrir agências ou subsidiárias na sua jurisdição. Caso o Irã não
tome medidas concretas para melhorar seu regime contra LD/FT, o GAFI
poderá apelar aos seus membros e a todas as jurisdições para
reforçarem as contra-medidas em outubro de 2010.
República Democrática Popular da Coréia (RDPC)
O GAFI recebe com prazer o comprometimento inicial da República
Democrática Popular da Coréia (RDPC). Contudo, o GAFI continua
preocupado devido ao fracasso da RDPC em tratar das grandes
deficiências do seu regime de prevenção à lavagem de dinheiro e
combate ao financiamento do terrorismo (PLD/CFT) e a séria ameaça que
isso representa a integridade do sistema financeiro internacional. O
GAFI exorta a RDPC a tratar de forma séria e imediata de suas
deficiências relacionadas à PLD/CFT.
O GAFI pede aos seus membros e a todas as jurisdições que orientem
suas instituições financeiras a darem maior atenção a relações e
operações comerciais com a RDPC, assim também com empresas e
instituições financeiras da RDPC. Além da análise aprimorada, o GAFI
pede a todas as jurisdições que apliquem contramedidas eficazes que
protejam seus setores financeiros do risco de lavagem de dinheiro e
financiamento do terrorismo (LD/FT) que surgem da RDPC. As
jurisdições também devem se proteger de relações de correspondência
usadas para evitar ou driblar contramedidas e práticas de mitigação
de risco, e considerar os riscos de LD/FT quando analisarem pedidos
de instituições financeiras da RDPC para abrir agências ou
subsidiárias em sua jurisdição.
O GAFI continua preparado para auxiliar diretamente a RDPC a tratar
de suas deficiências de PLD/CFT, inclusive através do Secretariado do
GAFI.
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Aperfeiçoando a conformidade global de PLD/CFT: atualização do
processo contínuo
Paris, 25 de fevereiro de 2011 - Como parte de sua atual análise da
observância dos padrões de prevenção à lavagem de dinheiro e combate
ao financiamento do terrorismo, o GAFI identificou até agora as
seguintes jurisdições com deficiências estratégicas contra LD/FT para
as quais desenvolveram um plano de ação em parceria com o GAFI. Como
a situação difere de uma jurisdição para outra, cada jurisdição
apresentou por escrito seu comprometimento político de alto nível
para tratar as deficiências identificadas. O GAFI encoraja tais
comprometimentos.
Várias jurisdições ainda não foram examinadas pelo GAFI. O GAFI
continua identificando outras jurisdições que representam risco ao
sistema financeiro internacional. O GAFI já iniciou uma análise
preliminar de outras jurisdições como parte deste processo e
apresentará suas conclusões ainda este ano.
O GAFI e os grupos regionais ao estilo GAFI (FSRBs) continuarão
trabalhando com as jurisdições citadas abaixo e comunicará o seu
progresso no tratamento das deficiências identificadas. O GAFI exorta
essas jurisdições a concluírem a implementação dos planos de ação de
forma eficiente e dentro dos prazos propostos. O GAFI irá monitorar a
implementação desses planos de ação e encoraja os seus membros a
considerarem as informações apresentadas abaixo.
Antígua e Barbuda
Em fevereiro de 2010, Antígua e Barbuda mostrou grande
comprometimento político para trabalhar com o GAFI e GAFIC com o
objetivo de tratar as suas deficiências estratégicas contra LD/FT.
Contudo, o GAFI identificou que certas deficiências estratégicas
contra LD/FT permanecem. Antígua e Barbuda deverá continuar a
trabalhar na implementação do seu plano de ação para tratar de tais
deficiências, através da: (1) implementação de uma estrutura jurídica
adequada para identificar e bloquear recursos dos terroristas
(Recomendação Especial III) e (2) aprimoramento da estrutura geral de
supervisão (Recomendação 23). O GAFI encoraja Antígua e Barbuda a
tratar as deficiências existentes e prosseguir com o processo de
implementação do seu plano de ação.
Bangladesh
Em outubro de 2010, Bangladesh mostrou grande comprometimento
político para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para
tratar suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde outubro,
Bangladesh tem melhorado seu regime contra LD/FT, através da emenda
do Ato de Extradição para incluir crimes de LD/FT. Contudo, o GAFI
identificou que certas deficiências estratégicas permanecem.
Bangladesh deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano
de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando de forma
adequada a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo
(Recomendação 1 e Recomendação especial II); (2) estabelecendo e
implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e
bloquear os recursos pertencentes a terroristas (Recomendação
Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para
confiscar fundos ligados à lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (4)
criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional
e eficaz (Recomendação 26); (5) aperfeiçoando os requerimentos de
comunicações de operações atípicas (Recomendação 13 e Recomendação
Especial IV) e (6) aperfeiçoando a cooperação internacional
(Recomendação 36 e 39 e Recomendação Especial V). O GAFI encoraja
Bangladesh a tratar as deficiências existentes e continuar com o
processo de implementação de seu plano de ação.
Equador
Em junho de 2010, o Equador mostrou grande comprometimento político
para trabalhar juntamente com o GAFI e o GAFISUD de maneira a tratar
as suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde outubro, o
Equador tem feito progresso no seu regime contra LD/FT com o envio de
emendas contra LD/FT. Entretanto, o GAFI identificou certas
deficiências estratégicas. O Equador deverá continuar trabalhando na
implementação de seu plano de ação para tratar essas deficiências:
(1) assegurando a criminalização adequada do financiamento do
terrorismo (Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e
implementado procedimentos adequados para identificar e bloquear
recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); (3)
implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à
lavagem de dinheiro (Recomendação 3); e (4) reforçando e melhorando a
coordenação da supervisão do setor financeiro (Recomendação 23). O
GAFI encoraja o Equador a tratar as deficiências existentes e
continuar o processo de implementação do seu plano de ação.
Gana
Em outubro de 2010, Gana mostrou grande comprometimento político para
trabalhar com o GAFI e o GIABA de maneira a tratar as suas
deficiências estratégicas contra LD/FT. O GAFI, no entanto,
identificou que algumas deficiências estratégicas permanecem. Gana
deverá continuar trabalhando na implementação de seu plano de ação
para tratar dessas deficiências: (1) criminalizando de forma adequada
à lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1
e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementado
procedimentos adequados para identificar e bloquear fundos ligados à
lavagem de dinheiro (Recomendação 3); (3) estabelecendo medidas
eficientes de diligência devida ao cliente (Recomendação 5); (4)
criando uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional
e eficaz (Recomendação 26); e (5) estabelecendo e implementando
procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos dos
terroristas (Recomendação Especial III). O GAFI encoraja Gana a
tratar as deficiências restantes e continuar com o processo de
implementação de seu plano de ação.
Grécia
Em fevereiro de 2010, a Grécia mostrou grande comprometimento
político para trabalhar com o GAFI de forma a tratar as suas
deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde então, a Grécia tem
feito progresso, adotando uma legislação que tem como objetivo tratar
problemas ligados a criminalização do financiamento ao terrorismo,
bloqueio de recursos dos terroristas abordado no RCSNU 1373 e a
independência e operação da UIF. O GAFI fará uma visita ao local para
certificar de que o processo de implementação das reformas e ações
exigidas está em curso com o objetivo de solucionar as deficiências
previamente identificadas pelo GAFI.
Honduras
Em outubro de 2010, Honduras mostrou grande comprometimento político
para trabalhar com o GAFI e o GAFIC no sentido de tratar as suas
deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde outubro, Honduras tem
melhorado seu regime contra LD/FT através de emendas na legislação
que criminalizam o financiamento do terrorismo. O GAFI identificou,
no entanto, deficiências estratégicas. Honduras deverá continuar
trabalhando para implementar seu plano de ação e tratar tais
deficiências: (1) estabelecendo e implementando procedimentos
adequados para identificar e bloquear recursos dos terroristas
(Recomendação Especial III); (2) criando uma Unidade de Inteligência
Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); e (3)
aprimorando e ampliando as medidas de diligência devida ao cliente
(Recomendação 5). O GAFI encoraja Honduras a tratar as deficiências
existentes e continuar o processo de implementação do seu plano de
ação.
Indonésia
Em fevereiro de 2010, a Indonésia mostrou grande comprometimento
político para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para
tratar as suas deficiências estratégicas de prevenção à LD e combate
ao FT. O GAFI identificou, porém, certas deficiências estratégicas no
país. A Indonésia deverá continuar trabalhando na implementação do
seu plano de ação para solucionar tais deficiências: (1)
criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento
do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2)
criando e implementando procedimentos adequados para identificar e
bloquear recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); e (3)
emendando e implementando leis ou outros instrumentos para
implementar integralmente a Convenção Internacional das Nações Unidas
para a Supressão do Financiamento do Terrorismo (Recomendação
Especial I). O GAFI encoraja a Indonésia a tratar as deficiências
existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano
de ação.
Marrocos
Em fevereiro de 2010, o Marrocos mostrou grande comprometimento
político para trabalhar com o GAFI e o GAFIMOAN de modo a tratar as
suas deficiências estratégicas de prevenção à LD e combate ao FT.
Desde então, o Marrocos fez progressos no seu regime contra LD/FT,
adotando emendas para expandir o âmbito das ofensas de LD e FT;
ampliando os requerimentos de diligência devida ao cliente e
trabalhando para operacionalizar a UIF. Uma vez que o GAFI avaliar
essa legislação recente e garantir que essas medidas tratam das
deficiências previamente identificadas, ele fará uma visita ao local
para certificar de que o processo de implementação das reformas e
ações exigidas está em curso com o objetivo de solucionar as
deficiências previamente identificadas pelo GAFI.
Paquistão
Em junho de 2010, o Paquistão mostrou comprometimento político de
alto nível para trabalhar com o GAFI e o APG de modo a tratar as suas
deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde de outubro, o Paquistão
tem trabalhado para tratar suas deficiências estratégicas contra
LD/FT, emitindo orientações de COA a suas instituições financeiras.
Contudo, o GAFI identificou determinadas deficiências estratégicas
contra LD/FT. O Paquistão deverá trabalhar na implementação do seu
plano de ação para tratar essas deficiências através da: (1) adequada
criminalização da lavagem de dinheiro e do financiamento do
terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2)
procedimentos adequados que permitam identificar, bloquear e
confiscar os recursos dos terroristas (Recomendação Especial III);
(3) garantindo uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente
operacional e eficaz (Recomendação 26); (4) regulamentação eficaz das
prestadoras de serviços financeiros, com um regime de sanções
apropriado, e ampliando a gama de medidas preventivas contra LD/FT
para esses serviços (Recomendação Especial VI); e (5) aperfeiçoar e
implementar controles eficazes para operações transnacionais em
espécie (Recomendação Especial IX). O GAFI encoraja o Paquistão a
tratar as deficiências existentes e continuar o processo de
implementação do seu plano de ação.
Paraguai
Em fevereiro de 2010, o Paraguai mostrou comprometimento político de
alto nível para trabalhar em parceria com o GAFI e o GAFISUD para
tratar as suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde outubro,
o Paraguai fez progressos na melhoria do seu regime contra LD/FT
emitindo regulamentações que proíbem contas anônimas. No entanto, o
GAFI identificou determinadas deficiências estratégicas de prevenção
e combate à LD/FT. O Paraguai deverá continuar trabalhando na
implementação do seu plano de ação para tratar tais deficiências: (1)
estabelecendo e implementando procedimentos adequados que permitam
identificar, bloquear e confiscar os recursos dos terroristas
(Recomendação Especial III); e (2) implementando controles eficazes
para operações transnacionais em espécie (Recomendação Especial IX).
O GAFI encoraja o Paraguai a tratar as deficiências existentes e
prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.
Filipinas
Em outubro de 2010, as Filipinas mostraram grande comprometimento
político para trabalhar com o GAFI e com o APG para tratar as suas
deficiências estratégicas de prevenção à LD e combate ao FT. Desde
outubro, as Filipinas tem feito progressos em seu regime contra
LD/FT, emitindo novas regulamentações contra a lavagem de dinheiro.
Porém, o GAFI identificou certas deficiências estratégicas no país.
As Filipinas devem continuar trabalhando na implementação de seu
plano de ação para tratar tais deficiências: (1) criminalizando
adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo
(Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) criando e
implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear
recursos dos terroristas e recursos relacionados à lavagem de
dinheiro (Recomendação Especial III e Recomendação 3); (3) aumentando
a transparência financeira (Recomendação 4); (4) assegurando
capacidade e recursos financeiros às autoridades competentes
(Recomendação 30); e (5) estabelecendo medidas eficientes de
diligência devida ao cliente (Recomendação 5). O GAFI encoraja as
Filipinas a tratar as deficiências existentes e prosseguir com o
processo de implementação do seu plano de ação.
São Tomé e Príncipe
Em outubro de 2010, São Tomé e Príncipe mostraram grande
comprometimento político para trabalhar com o GAFI e o GIABA para
tratar suas deficiências contra LD/FT. Contudo, O GAFI identificou
que certas deficiências estratégicas permanecem. São Tomé e Príncipe
devem continuar trabalhando na implementação de seu plano de ação
para tratar dessas deficiências: (1) criminalizando adequadamente a
lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e
Recomendação Especial II); (2) estabelecendo uma Unidade de
Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação
26); (3) assegurando que instituições financeiras e APNFDs estejam
sujeitas a regulamentações e supervisões adequadas contra LD/FT e que
a(s) autoridade(s) competente(s) tenham sido designadas a assegurar o
cumprimento dos requerimentos contra LD/FT (Recomendações 23,24 e
29); (4) implementando sanções eficazes, proporcionais e dissuasivas
para lidar com pessoas físicas e jurídicas que descumprirem as
exigências nacionais contra LD/FT (Recomendação 17); e (5) tomando os
passos necessários para se tornar membro do GAFIC. O GAFI encoraja
São Tomé e Príncipe a tratar as deficiências e continuar o processo
de implementação do seu plano de ação.
Sudão
Em fevereiro de 2010, o Sudão mostrou grande comprometimento político
para trabalhar em parceria com GAFI e o GAFIMOAN para tratar as suas
deficiências estratégicas de prevenção e combate a LD/FT. Desde
outubro, o Sudão fez progressos na melhoria do seu regime contra
LD/FT, emitindo regulamentações e circulares da UIF para instituições
financeiras. No entanto, o GAFI identificou determinadas deficiências
contra LD/FT. O Sudão deverá continuar trabalhando na implementação
do seu plano de ação para eliminar essas deficiências: (1)
implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear
recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); (2) garantindo
uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e
eficaz (Recomendação 26); (3) assegurando que as instituições
financeiras estejam cientes e cumpram com as suas obrigações de
encaminhar comunicações de operações suspeitas relacionadas à LD e FT
(Recomendação 13 e Recomendação Especial IV) e (4) implementando um
programa de supervisão de forma que os supervisores garantam o
cumprimento das disposições da nova lei e regulamentos (Recomendação
23). O GAFI encoraja o Sudão a eliminar as deficiências existentes e
prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.
Tanzânia
Em outubro de 2010, a Tanzânia mostrou grande comprometimento
político para trabalhar juntamente com o GAFI e o ESAAMLG para tratar
suas deficiências estratégicas de prevenção à LD e combate ao FT. A
Tanzânia deve continuar trabalhando na implementação de seu plano de
ação para tratar essas deficiências: (1) criminalizando adequadamente
a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1
e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando
procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos dos
terroristas, assim também como implementar o RCSNU 1267 e 1373
através de leis, regulamentações e outros meios (Recomendação
Especial III); (3) estabelecendo medidas eficientes de diligência
devida ao cliente (Recomendação 5); (4) estabelecendo requerimentos
adequados de registros (Recomendação 10); (5) estabelecendo uma
Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz
(Recomendação 26); e (6) designando autoridades competentes para
assegurar o cumprimento dos requerimentos contra LD e combate ao FT
(Recomendação 23). O GAFI encoraja a Tanzânia a tratar as
deficiências remanescentes e prosseguir com o processo de
implementação do seu plano de ação.
Tailândia
Em fevereiro de 2010, a Tailândia mostrou grande comprometimento
político para trabalhar em parceria com o GAFI e o APG com o objetivo
de tratar as suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde
outubro, a Tailândia fez progressos na melhoria do seu regime contra
LD/FT, através da aprovação de uma estratégia nacional contra LD/FT.
No entanto, o GAFI identificou determinadas deficiências
estratégicas. A Tailândia deverá continuar trabalhando na
implementação do seu plano de ação a fim de eliminar essas
deficiências: (1) criminalizando adequadamente o financiamento do
terrorismo (Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e
implementando procedimentos adequados que possam identificar e
bloquear os recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); e
(3) reforçar a supervisão contra LD/FT (Recomendação 23). O GAFI
encoraja a Tailândia a eliminar os problemas existentes e prosseguir
com o processo de implementação do seu plano de ação.
Turcomenistão
Em junho de 2010, o Turcomenistão mostrou grande comprometimento
político para trabalhar com o GAFI e Grupo Eurásia (EAG) para tratar
as suas deficiências estratégicas de prevenção à LD e combate ao FT.
O Turcomenistão fez progressos na melhoria do seu regime contra
LD/FT, recebendo uma visita ao local para sua avaliação mútua. No
entanto, o GAFI identificou determinadas deficiências contra LD/FT. O
Turcomenistão deverá trabalhar na implementação do seu plano de ação
para eliminar tais deficiências: (1) tratando os problemas ainda
existentes através da criminalização da lavagem de dinheiro e do
financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial
II), (2) implementando procedimentos adequados de modo a identificar
e bloquear, sem demora, os recursos dos terroristas, (Recomendação
Especial III); (3) assegurando uma UIF totalmente operacional e
eficaz (Recomendação 26), (4) desenvolvendo intercâmbio entre a UIF e
os seus homólogos a nível nacional, incluindo as autoridades de
supervisão, e (5) fortalecendo a cooperação internacional. O GAFI
encoraja o Turcomenistão a tratar as deficiências existentes e
prosseguir com o processo de implementação do seu plano de ação.
Ucrânia
Em fevereiro de 2010, a Ucrânia mostrou grande comprometimento
político para trabalhar em parceria com o GAFI e MONEYVAL de modo a
tratar as suas deficiências contra LD/FT. O GAFI identificou, no
entanto, determinadas deficiências estratégicas de prevenção à LD e
combate ao FT. A Ucrânia deverá continuar trabalhando na
implementação do seu plano de ação para eliminar essas deficiências:
(1) tratando os problemas existentes relativos à criminalização da LD
(Recomendação 1); e (2) aperfeiçoando e implementando uma estrutura
jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos
pertencentes aos terroristas (Recomendação Especial III). O GAFI
encoraja a Ucrânia a eliminar as deficiências e prosseguir com o
processo de implementação do seu plano de ação.
Venezuela
Em Outubro de 2010 a Venezuela mostrou grande comprometimento
político para trabalhar com o GAFI e com o GAFIC para tratar suas
deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde outubro, a Venezuela
tem aprimorado seu regime contra LD/FT emitindo regulamentações para
o setor de valores mobiliários. Contudo, o GAFI identificou que
certas deficiências permanecem. A Venezuela deve continuar
trabalhando com o GAFI e com o GAFIC na implementação de seu plano de
ação para tratar essas deficiências: (1) criminalizando de forma
adequada o financiamento do terrorismo (Recomendação Especial II);
(2) estabelecendo e implementando procedimentos adequados para
identificar e bloquear recursos de terroristas (Recomendação Especial
I e III); (3) assegurar uma Unidade de Inteligência Financeira
totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); (4) estabelecendo
medidas adequadas de diligência devida ao cliente para todos os
setores (Recomendação 5); e (5) estabelecendo a obrigatoriedade de
relatórios adequados de comunicações de operações atípicas por LD e
FT (Recomendação 13 e Recomendação Especial IV). O GAFI encoraja a
Venezuela a tratar essas deficiências remanescentes e continuar com a
implementação de seu plano de ação.
Vietnã
Em outubro de 2010, o Vietnã mostrou grande comprometimento político
para trabalhar com o GAFI e o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar
suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Contudo, o GAFI
identificou que certas deficiências estratégicas permanecem. O Vietnã
deverá continuar trabalhando na implementação do seu plano de ação
para tratar tais deficiências: (1) criminalizando adequadamente a
lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e
Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando
procedimentos adequados para identificar e bloquear recursos dos
terroristas (Recomendação Especial III); (3) aprimorando a estrutura
geral de supervisão (Recomendação 23); (4) aprimorando e ampliando as
medidas e requerimentos de diligência devida ao cliente (Recomendação
Especial 5, 13 e Recomendação Especial IV); e (5) fortalecendo a
cooperação internacional (Recomendações 36 e 40). O GAFI encoraja o
Vietnam a tratar as deficiências remanescentes e continuar com o
processo de implementação de seu plano de ação.
Iêmen
Em fevereiro de 2010, o Iêmen mostrou comprometimento político de
alto nível para trabalhar com o GAFI e o MENAFATF de modo a tratar as
suas deficiências estratégicas contra LD/FT. Desde outubro, o Iêmen
tem progredido na melhoria do seu regime de prevenção à LD e combate
ao FT, emitindo regulamentações executivas para sua lei contra LD e
combate ao FT, incluindo devida diligência ao cliente e comunicações
de operação suspeita. Porém, o GAFI identificou determinadas
deficiências estratégicas. O Iêmen deverá continuar trabalhando na
implementação do seu plano de ação com o intuito de eliminar essas
deficiências: (1) estabelecendo e implementando procedimentos
adequados para identificar e bloquear os bens dos terroristas
(Recomendação Especial III); (2) emitindo orientações/instruções
substantivas para as instituições comunicantes relativamente as suas
obrigações sobre LD/FT (Recomendação 25); (3) desenvolvendo a
capacidade de monitoração e supervisão das autoridades de supervisão
do setor financeiro e da UIF, para assegurar a conformidade das
instituições financeiras para com as suas obrigações de comunicar
operações suspeitas, especialmente em relação ao FT (Recomendação
23); e (4) assegurando uma UIF inteiramente operacional e eficaz
(Recomendação 26). O GAFI encoraja o Iêmen a eliminar as deficiências
restantes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano
de ação.
Jurisdições que não tiveram progressos suficientes
O GAFI ainda não está satisfeito com o progresso que as seguintes
jurisdições fizeram em seu plano de ação em concordância com o GAFI.
Os planos de ação mais importantes e/ou a maioria de seus planos de
ação não foram tratados. Caso estas jurisdições não tomem medidas
suficientes para implementar componentes significantes em seus planos
de ação até junho de 2011, o GAFI as classificará como fora de
conformidade com os planos de ação combinados e irá além, convocando
seus membros a considerarem os riscos que surgem dessas deficiências
associadas a jurisdição.
Angola
Apesar do grande comprometimento político da Angola em trabalhar com
o GAFI para tratar suas deficiências contra LD/FT, o GAFI ainda não
está satisfeito com o progresso na implementação de seu plano de ação
e identificou que algumas deficiências permanecem. A Angola deve
tratar essas deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem
de dinheiro e financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e
Recomendação Especial II); (2) estabelecendo uma Unidade de
Inteligência Financeira totalmente operacional e eficaz (Recomendação
26); e (3) estabelecendo e implementando uma estrutura jurídica
adequada para identificar, rastrear e bloquear os recursos dos
terroristas (Recomendação Especial III). O GAFI encoraja Angola a
tratar as deficiências remanescentes e prosseguir com o processo de
implementação do seu plano de ação.
Bolívia
Apesar do grande comprometimento político da Bolívia em trabalhar com
o GAFI e com o GAFISUD para tratar suas deficiências contra LD/FT, o
GAFI ainda não está satisfeito com o progresso na implementação de
seu plano de ação e identificou que algumas deficiências permanecem.
A Bolívia deve tratar essas deficiências: (1) assegurando a devida
criminalização da lavagem de dinheiro (Recomendação 1); (2)
criminalizando de forma adequada o financiamento do terrorismo
(Recomendação Especial II); (3) estabelecendo e implementando uma
estrutura jurídica adequada para identificar e bloquear os recursos
pertencentes a terroristas (Recomendação Especial III); (4) criando
uma Unidade de Inteligência Financeira totalmente operacional e
eficaz (Recomendação 26). O GAFI encoraja a Bolívia a tratar as suas
deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação
do seu plano de ação.
Etiópia
Apesar do grande comprometimento político da Etiópia em trabalhar com
o GAFI para tratar suas deficiências contra LD/FT, o GAFI ainda não
está satisfeito com o progresso na implementação de seu plano de ação
e identificou que algumas deficiências permanecem. A Etiópia deve
tratar essas deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem
de dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e
Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e implementando
procedimentos adequados para identificar e bloquear os recursos dos
terroristas (Recomendação Especial III); (3) assegurando uma UIF
totalmente operacional e eficaz (Recomendação 26); (4)
conscientizando a comunidade policial sobre as questões de prevenção
e combate a LD/FT (Recomendação 27); e (5) implementando sanções
eficazes, proporcionais e dissuasivas para lidar com pessoas físicas
e jurídicas que descumprirem as exigências nacionais contra LD/FT
(Recomendação 17). O GAFI encoraja a Etiópia a tratar as deficiências
e continuar o processo de implementação do seu plano de ação.
Quênia
Apesar do grande comprometimento político do Quênia em trabalhar com
o GAFI e com o ESAAMLG para tratar suas deficiências contra LD/FT, o
GAFI ainda não está satisfeito com o progresso na implementação de
seu plano de ação e identificou que algumas deficiências permanecem.
O Quênia deve tratar essas deficiências: (1) criminalizando
adequadamente o financiamento do terrorismo (Recomendação Especial
II); (2) assegurando uma UIF completamente operacional e eficaz
(Recomendação 26); (3) estabelecendo e implementando uma estrutura
jurídica adequada que possa identificar e bloquear os recursos dos
terroristas (Recomendação Especial III); (4) conscientizando a
comunidade policial sobre as questões de prevenção e combate a LD/FT
(Recomendação 27); e (5) implementando sanções eficazes,
proporcionais e dissuasivas para lidar com pessoas físicas e
jurídicas que descumprirem as exigências nacionais contra LD/FT
(Recomendação 17). O GAFI encoraja o Quênia a tratar as deficiências
existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano
de ação.
Mianmar
Apesar do grande comprometimento político de Mianmar em trabalhar com
o GAFI e com o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas
deficiências contra LD/FT, o GAFI ainda não está satisfeito com o
progresso na implementação de seu plano de ação e identificou que
algumas deficiências permanecem. Mianmar deve tratar essas
deficiências: (1) criminalizando adequadamente a LD e o FT
(Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2) estabelecendo e
implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear os
recursos dos terroristas (Recomendação Especial III); (3)
fortalecendo a estrutura de extradição relacionada ao financiamento
do terrorismo (Recomendação 35 e Recomendação Especial I); (4)
assegurando uma UIF totalmente operacional e eficaz (Recomendação
26); (5) melhorando a transparência financeira (Recomendação 4); e
(6) fortalecendo as medidas de diligência devida ao cliente
(Recomendação 5). O GAFI encoraja o Mianmar a tratar as deficiências
existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano
de ação.
Nepal
Apesar do grande comprometimento político do Nepal em trabalhar com o
GAFI e com o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas deficiências
contra LD/FT, o GAFI ainda não está satisfeito com o progresso na
implementação de seu plano de ação e identificou que algumas
deficiências permanecem. O Nepal deve tratar essas deficiências: (1)
criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro e o financiamento
do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação Especial II); (2)
estabelecendo e implementando procedimentos adequados para
identificar e bloquear recursos dos terroristas (Recomendação
Especial III); (3) implementando procedimentos adequados para
confiscar os recursos ligados à LD (Recomendação 3); e (4)
sancionando e implementando leis de assistência jurídica mútua
apropriadas (Recomendação 36). O GAFI encoraja o Nepal a solucionar
as deficiências existentes e continuar o processo de implementação do
seu plano de ação.
Nigéria
Apesar do grande comprometimento político da Nigéria em trabalhar com
o GAFI e com o GIABA para tratar suas deficiências contra LD/FT, o
GAFI ainda não está satisfeito com o progresso na implementação de
seu plano de ação e identificou que algumas deficiências permanecem.
É importante ressaltar que a Nigéria emitiu uma legislação de PLD/CFT
que o GAFI ainda não avaliou devido a sua natureza recente. O GAFI
avaliará a legislação, mas de qualquer forma, a Nigéria deve tratar
essas deficiências: (1) criminalizando de forma adequada a lavagem de
dinheiro e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e
Recomendação Especial II); (2) implementando de procedimentos
adequados para identificar e bloquear recursos pertencentes aos
terroristas (Recomendação Especial III); (3) assegurando que leis e
regulamentos pertinentes tratem das deficiências nas exigências de
diligência devida ao cliente e que se apliquem a todas as
instituições financeiras (Recomendação 5); e (4) demonstrando que a
supervisão contra LD/FT é feita de forma eficaz no setor financeiro
(Recomendação 23). O GAFI encoraja a Nigéria a solucionar as
deficiências restantes e prosseguir com o processo de implementação
do seu plano de ação.
Sri Lanka
Apesar do grande comprometimento político do Sri Lanka em trabalhar
com o GAFI e com o Grupo Ásia-Pacífico (APG) para tratar suas
deficiências contra LD/FT, o GAFI ainda não está satisfeito com o
progresso na implementação de seu plano de ação e identificou que
algumas deficiências permanecem. O Sri Lanka deve tratar essas
deficiências: (1) criminalizando adequadamente a lavagem de dinheiro
e o financiamento do terrorismo (Recomendação 1 e Recomendação
Especial II); e (2) estabelecendo e implementando procedimentos
adequados para identificar e bloquear os ativos dos terroristas
(Recomendação Especial III). O GAFI encoraja a Sri Lanka a tratar as
deficiências existentes e prosseguir com o processo de implementação
do seu plano de ação.
Síria
Apesar do grande comprometimento político da Síria em trabalhar com o
GAFI e com o GAFIMOAN para tratar suas deficiências contra LD/FT, o
GAFI ainda não está satisfeito com o progresso na implementação de
seu plano de ação e identificou que algumas deficiências permanecem.
É importante ressaltar que a Síria emitiu um Decreto de PLD/CFT que o
GAFI ainda não avaliou, visto que é de natureza recente. O GAFI
avaliará o decreto, mas de qualquer forma, a Síria continuar tratando
as suas deficiências: (1) adotando medidas adequadas para implementar
e executar a Convenção Internacional das Nações Unidas para a
Supressão do Financiamento do Terrorismo (Recomendação Especial I);
(2) criminalizando de forma adequada o financiamento do terrorismo
(Recomendação Especial II); (3) implementando procedimentos adequados
para identificar e bloquear os recursos pertencentes a terroristas
(Recomendação Especial III); (4) garantindo que as instituições
financeiras estejam cientes e cumpram com as suas obrigações de envio
de comunicações de operações suspeitas ligadas a LD e FT
(Recomendação 13 e Recomendação Especial IV) e (5) adotando leis e
procedimentos apropriados para prestar assistência jurídica mútua
(Recomendações 36-38, Recomendação Especial V). O GAFI encoraja a
Síria a eliminar as deficiências existentes e continuar o processo de
implementação do plano de ação.
Trinidad e Tobago
Apesar do grande comprometimento político de Trinidad e Tobago em
trabalhar com o GAFI e com o GAFIC para tratar suas deficiências
contra LD/FT, o GAFI ainda não está satisfeito com o progresso na
implementação de seu plano de ação e identificou que algumas
deficiências permanecem. É importante ressaltar que Trinidad e Tobago
sancionou regulamentações de combate ao financiamento do terrorismo e
regulamentações da UIF que o GAFI ainda não avaliou devido à sua
natureza recente. O GAFI avaliará essas regulamentações, mas de
qualquer forma, Trinidad e Tobago deve tratar essas deficiências: (1)
implementando procedimentos adequados para identificar e bloquear,
sem demora, os bens dos terroristas (Recomendação Especial III); (2)
implementando procedimentos adequados para confiscar fundos ligados à
LD (Recomendação 3); (3) garantindo uma UIF totalmente operacional e
eficaz, com poderes de supervisão (Recomendação 26). O GAFI encoraja
Trinidad e Tobago a eliminar as deficiências existentes e prosseguir
com o processo de implementação do seu plano de ação.
Turquia
Apesar do grande comprometimento político da Turquia em trabalhar com
o GAFI para tratar suas deficiências contra LD/FT, o GAFI ainda não
está satisfeito com o progresso na implementação de seu plano de ação
e identificou que algumas deficiências permanecem. A Turquia deve
tratar essas deficiências: (1) criminalizando adequadamente o
financiamento do terrorismo (Recomendação Especial II); e (2)
implementando uma estrutura jurídica adequada para identificar e
bloquear os bens pertencentes aos terroristas (Recomendação Especial
III). O GAFI encoraja a Turquia a tratar as deficiências ainda
existentes e prosseguir com o processo de implementação do seu plano
de ação.".
Brasília, 6 de abril de 2011.
Departamento de Prevenção a Ilícitos Financeiros
e de Atendimento de Demandas de Informações
do Sistema Financeiro
Ricardo Liáo
Chefe de Departamento
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