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Torna pública a Agenda Regulatória para a Melhoria do Ambiente de Investimentos para o biênio 2021-2022 com eixos temáticos e monitoramento pelo Comitê Nacional de Investimentos.
Torna pública a Agenda Regulatória para a Melhoria do Ambiente de Investimentos para o Biênio 2021-2022.
O COMITÊ NACIONAL DE INVESTIMENTOS DA CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR, tendo em vista a deliberação de sua 6ª Reunião, ocorrida em 11 de dezembro de 2020, no uso da atribuição que lhe confere o art. 2º, do Decreto nº 9.885, de 27 de junho de 2019, a Resolução Coninv nº 1, de 11 de dezembro 2019, a Resolução Gecex nº 45, de 15 de maio de 2020, do Comitê Executivo da Gestão da Câmara de Comércio Exterior, o art 2º, III, da Resolução Coninv nº 1, de 4 de agosto de 2020, bem como o disposto na Lei nº 13.874, de 20 de dezembro de 2019, no Decreto nº 10.411, de 30 de junho de 2020 e na Recomendação do Conselho da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico sobre a Política e Governança Regulatória, resolve:
Art. 1º Tornar pública a Agenda Regulatória para a Melhoria do Ambiente de Investimentos para o biênio 2021-2022, conforme os eixos temáticos descritos no Anexo Único desta Resolução.
Parágrafo único. Não existe hierarquia ou ordem de preferência entre os temas da Agenda Regulatória.
Art. 2º O Comitê Nacional de Investimentos monitorará a implementação da Agenda Regulatória para a Melhoria do Ambiente de Investimentos, por meio de relatório preparado pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior em coordenação com os órgãos reguladores competentes.
Art. 3º A presente Agenda Regulatória para a Melhoria do Ambiente de Investimentos para o biênio 2021-2022 não substitui a competência legal dos órgãos mencionados no Anexo Único para a publicação e atualização de suas agendas regulatórias e para a realização da análise de impacto regulatório de que tratam o art. 5º da Lei nº 13.874, de 20 de setembro de 2019, e o art. 6º da Lei nº 13.848, de 25 de junho de 2019, estabelecida pelo Decreto nº 10.411, de 30 de junho de 2020.
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais/Presidente do Comitê Nacional de Investimentos
ANEXO ÚNICO
EIXOS TEMÁTICOS DA AGENDA REGULATÓRIA PARA A MELHORIA DO AMBIENTE DE INVESTIMENTOS
TEMA 1 - ADUANEIRO E CONTROLE ADMINISTRATIVO |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Despacho Aduaneiro |
1.1. Regime de despacho aduaneiro de importação e exportação e o regime de trânsito aduaneiro |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa SRF 28 DE 27/04/1994. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de mercadorias destinadas à exportação |
Revisão |
Instrução Normativa SRF 241 de 06/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre o regime especial de entreposto aduaneiro na importação e na exportação |
Revisão |
|||
Instrução Normativa SRF 248 de 25/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime de trânsito aduaneiro |
Revisão |
|||
Instrução Normativa SRF 680 de 02/10/2006. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de importação |
Revisão |
|||
Instrução Normativa SRF 513 de 17/02/2005. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro de bens destinados à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural em construção ou conversão no País |
Revisão |
|||
1.2. Impactos do controle aduaneiro informatizado para a movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 800 de 27/12/2007. Comércio Exterior. Dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados |
Revisão |
|
1.3. Recof-Sped (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital) e operações de industrialização |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 1612 de 26/01/2016. Comércio Exterior. Dispõe sobre o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof - Sped) |
Revisão |
|
1. Portal Único de Comércio Exterior |
2.1. Processo de Importação do Portal Único de Comércio Exterior |
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia |
Portaria SECEX que regulamenta o Novo Processo de Licenciamento de Importação do Portal Único de Comércio Exterior |
Criação |
1. Drawback |
3.1. Regime Aduaneiro Especial de Drawback |
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia e Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Portaria Conjunta SECINT/RFB que regulamenta o Drawback Contínuo |
Criação |
TEMA 1 - ADUANEIRO E CONTROLE ADMINISTRATIVO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Despacho Aduaneiro
1.1. Regime de despacho aduaneiro de importação e exportação e o regime de trânsito aduaneiro
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa SRF 28 DE 27/04/1994. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de mercadorias destinadas à exportação
Revisão
Instrução Normativa SRF 241 de 06/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre o regime especial de entreposto aduaneiro na importação e na exportação
Revisão
Instrução Normativa SRF 248 de 25/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime de trânsito aduaneiro
Revisão
Instrução Normativa SRF 680 de 02/10/2006. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de importação
Revisão
Instrução Normativa SRF 513 de 17/02/2005. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro de bens destinados à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural em construção ou conversão no País
Revisão
1.2. Impactos do controle aduaneiro informatizado para a movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 800 de 27/12/2007. Comércio Exterior. Dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
Revisão
1.3. Recof-Sped (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital) e operações de industrialização
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1612 de 26/01/2016. Comércio Exterior. Dispõe sobre o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof - Sped)
Revisão
1. Portal Único de Comércio Exterior
2.1. Processo de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia
Portaria SECEX que regulamenta o Novo Processo de Licenciamento de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
Criação
1. Drawback
3.1. Regime Aduaneiro Especial de Drawback
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia e Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Portaria Conjunta SECINT/RFB que regulamenta o Drawback Contínuo
Criação
TEMA 1 - ADUANEIRO E CONTROLE ADMINISTRATIVO
TEMA 1 - ADUANEIRO E CONTROLE ADMINISTRATIVO
TEMA 1 - ADUANEIRO E CONTROLE ADMINISTRATIVO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Despacho Aduaneiro
1.1. Regime de despacho aduaneiro de importação e exportação e o regime de trânsito aduaneiro
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa SRF 28 DE 27/04/1994. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de mercadorias destinadas à exportação
Revisão
1. Despacho Aduaneiro
1. Despacho Aduaneiro
1.1. Regime de despacho aduaneiro de importação e exportação e o regime de trânsito aduaneiro
1.1. Regime de despacho aduaneiro de importação e exportação e o regime de trânsito aduaneiro
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa SRF 28 DE 27/04/1994. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de mercadorias destinadas à exportação
Instrução Normativa SRF 28 DE 27/04/1994. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de mercadorias destinadas à exportação
Revisão
Revisão
Instrução Normativa SRF 241 de 06/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre o regime especial de entreposto aduaneiro na importação e na exportação
Revisão
Instrução Normativa SRF 241 de 06/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre o regime especial de entreposto aduaneiro na importação e na exportação
Instrução Normativa SRF 241 de 06/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre o regime especial de entreposto aduaneiro na importação e na exportação
Revisão
Revisão
Instrução Normativa SRF 248 de 25/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime de trânsito aduaneiro
Revisão
Instrução Normativa SRF 248 de 25/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime de trânsito aduaneiro
Instrução Normativa SRF 248 de 25/11/2002. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime de trânsito aduaneiro
Revisão
Revisão
Instrução Normativa SRF 680 de 02/10/2006. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de importação
Revisão
Instrução Normativa SRF 680 de 02/10/2006. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de importação
Instrução Normativa SRF 680 de 02/10/2006. Comércio Exterior. Disciplina o despacho aduaneiro de importação
Revisão
Revisão
Instrução Normativa SRF 513 de 17/02/2005. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro de bens destinados à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural em construção ou conversão no País
Revisão
Instrução Normativa SRF 513 de 17/02/2005. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro de bens destinados à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural em construção ou conversão no País
Instrução Normativa SRF 513 de 17/02/2005. Comércio Exterior. Dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de entreposto aduaneiro de bens destinados à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural em construção ou conversão no País
Revisão
Revisão
1.2. Impactos do controle aduaneiro informatizado para a movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 800 de 27/12/2007. Comércio Exterior. Dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
Revisão
1.2. Impactos do controle aduaneiro informatizado para a movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
1.2. Impactos do controle aduaneiro informatizado para a movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 800 de 27/12/2007. Comércio Exterior. Dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
Instrução Normativa RFB 800 de 27/12/2007. Comércio Exterior. Dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação de embarcações, cargas e unidades de carga nos portos alfandegados
Revisão
Revisão
1.3. Recof-Sped (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital) e operações de industrialização
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1612 de 26/01/2016. Comércio Exterior. Dispõe sobre o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof - Sped)
Revisão
1.3. Recof-Sped (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital) e operações de industrialização
1.3. Recof-Sped (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital) e operações de industrialização
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1612 de 26/01/2016. Comércio Exterior. Dispõe sobre o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof - Sped)
Instrução Normativa RFB 1612 de 26/01/2016. Comércio Exterior. Dispõe sobre o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof - Sped)
Revisão
Revisão
1. Portal Único de Comércio Exterior
2.1. Processo de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia
Portaria SECEX que regulamenta o Novo Processo de Licenciamento de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
Criação
1. Portal Único de Comércio Exterior
1. Portal Único de Comércio Exterior
2.1. Processo de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
2.1. Processo de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia
Portaria SECEX que regulamenta o Novo Processo de Licenciamento de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
Portaria SECEX que regulamenta o Novo Processo de Licenciamento de Importação do Portal Único de Comércio Exterior
Criação
Criação
1. Drawback
3.1. Regime Aduaneiro Especial de Drawback
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia e Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Portaria Conjunta SECINT/RFB que regulamenta o Drawback Contínuo
Criação
1. Drawback
1. Drawback
3.1. Regime Aduaneiro Especial de Drawback
3.1. Regime Aduaneiro Especial de Drawback
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia e Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia e Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Portaria Conjunta SECINT/RFB que regulamenta o Drawback Contínuo
Portaria Conjunta SECINT/RFB que regulamenta o Drawback Contínuo
Criação
Criação
TEMA 2 - METROLOGIA |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Metrologia legal |
1.1. Modernização do Modelo Regulatório |
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia |
Portaria Inmetro n° 326/2020 |
Revisão e consolidação |
2. Avaliação da conformidade |
2.1. Regulamentos técnicos e procedimentos de avaliação da conformidade emitidos para a área de metrologia legal, contemplando instrumentos de medição e produtos pré-embalados |
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia |
Portaria Inmetro nº 257/2020 |
Revisão e consolidação |
3. Modelo Regulatório |
3.1. Modernização do modelo regulatório |
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia |
Revisão do modelo de atuação para a atividade do Inmetro em todo o seu escopo regulatório |
Criação |
TEMA 3 - AÉREO |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Exploração do serviço aéreo |
1.1 Requisitos do processo de concessão para exploração de serviços regulares de transporte aéreo |
Agência Nacional de Aviação Civil |
Resolução 377 |
Revisão |
2. Coordenação de SLOTs |
2.1. Diminuição da concentração de mercado e melhoria da concorrência no setor - Modelo de alocação de horários de chegadas e partidas em aeroportos coordenados (SLOTs) |
Agência Nacional de Aviação Civil |
Resolução 338 |
Revisão |
3. Certificações aéreas |
3.1. Certificação e supervisão de organizações de manutenção de produto aeronáutico |
Agência Nacional de Aviação Civil |
RBAC 145 |
Revisão |
3.2. Certificação e supervisão da capacidade de manutenção e readequação de requisitos técnicos aplicáveis a empresas aéreas operando sob os RBAC 121 e 135 |
Agência Nacional de Aviação Civil |
RBAC 121 e RBAC 135 |
Revisão |
|
4. Transformação digital |
4.1. Requisitos para utilização de documentos natodigitais |
Agência Nacional de Aviação Civil |
Resoluções n°293/2013 e n°309/2014 |
Revisão |
TEMA 2 - METROLOGIA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Metrologia legal
1.1. Modernização do Modelo Regulatório
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Portaria Inmetro n° 326/2020
Revisão e consolidação
2. Avaliação da conformidade
2.1. Regulamentos técnicos e procedimentos de avaliação da conformidade emitidos para a área de metrologia legal, contemplando instrumentos de medição e produtos pré-embalados
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Portaria Inmetro nº 257/2020
Revisão e consolidação
3. Modelo Regulatório
3.1. Modernização do modelo regulatório
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Revisão do modelo de atuação para a atividade do Inmetro em todo o seu escopo regulatório
Criação
TEMA 3 - AÉREO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Exploração do serviço aéreo
1.1 Requisitos do processo de concessão para exploração de serviços regulares de transporte aéreo
Agência Nacional de Aviação Civil
Resolução 377
Revisão
2. Coordenação de SLOTs
2.1. Diminuição da concentração de mercado e melhoria da concorrência no setor - Modelo de alocação de horários de chegadas e partidas em aeroportos coordenados (SLOTs)
Agência Nacional de Aviação Civil
Resolução 338
Revisão
3. Certificações aéreas
3.1. Certificação e supervisão de organizações de manutenção de produto aeronáutico
Agência Nacional de Aviação Civil
RBAC 145
Revisão
3.2. Certificação e supervisão da capacidade de manutenção e readequação de requisitos técnicos aplicáveis a empresas aéreas operando sob os RBAC 121 e 135
Agência Nacional de Aviação Civil
RBAC 121 e RBAC 135
Revisão
4. Transformação digital
4.1. Requisitos para utilização de documentos natodigitais
Agência Nacional de Aviação Civil
Resoluções n°293/2013 e n°309/2014
Revisão
TEMA 2 - METROLOGIA
TEMA 2 - METROLOGIA
TEMA 2 - METROLOGIA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Metrologia legal
1.1. Modernização do Modelo Regulatório
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Portaria Inmetro n° 326/2020
Revisão e consolidação
1. Metrologia legal
1. Metrologia legal
1.1. Modernização do Modelo Regulatório
1.1. Modernização do Modelo Regulatório
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Portaria Inmetro n° 326/2020
Portaria Inmetro n° 326/2020
Revisão e consolidação
Revisão e consolidação
2. Avaliação da conformidade
2.1. Regulamentos técnicos e procedimentos de avaliação da conformidade emitidos para a área de metrologia legal, contemplando instrumentos de medição e produtos pré-embalados
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Portaria Inmetro nº 257/2020
Revisão e consolidação
2. Avaliação da conformidade
2. Avaliação da conformidade
2.1. Regulamentos técnicos e procedimentos de avaliação da conformidade emitidos para a área de metrologia legal, contemplando instrumentos de medição e produtos pré-embalados
2.1. Regulamentos técnicos e procedimentos de avaliação da conformidade emitidos para a área de metrologia legal, contemplando instrumentos de medição e produtos pré-embalados
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Portaria Inmetro nº 257/2020
Portaria Inmetro nº 257/2020
Revisão e consolidação
Revisão e consolidação
3. Modelo Regulatório
3.1. Modernização do modelo regulatório
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Revisão do modelo de atuação para a atividade do Inmetro em todo o seu escopo regulatório
Criação
3. Modelo Regulatório
3. Modelo Regulatório
3.1. Modernização do modelo regulatório
3.1. Modernização do modelo regulatório
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Revisão do modelo de atuação para a atividade do Inmetro em todo o seu escopo regulatório
Revisão do modelo de atuação para a atividade do Inmetro em todo o seu escopo regulatório
Criação
Criação
TEMA 3 - AÉREO
TEMA 3 - AÉREO
TEMA 3 - AÉREO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Exploração do serviço aéreo
1.1 Requisitos do processo de concessão para exploração de serviços regulares de transporte aéreo
Agência Nacional de Aviação Civil
Resolução 377
Revisão
1. Exploração do serviço aéreo
1. Exploração do serviço aéreo
1.1 Requisitos do processo de concessão para exploração de serviços regulares de transporte aéreo
1.1 Requisitos do processo de concessão para exploração de serviços regulares de transporte aéreo
Agência Nacional de Aviação Civil
Agência Nacional de Aviação Civil
Resolução 377
Resolução 377
Revisão
Revisão
2. Coordenação de SLOTs
2.1. Diminuição da concentração de mercado e melhoria da concorrência no setor - Modelo de alocação de horários de chegadas e partidas em aeroportos coordenados (SLOTs)
Agência Nacional de Aviação Civil
Resolução 338
Revisão
2. Coordenação de SLOTs
2. Coordenação de SLOTs
2.1. Diminuição da concentração de mercado e melhoria da concorrência no setor - Modelo de alocação de horários de chegadas e partidas em aeroportos coordenados (SLOTs)
2.1. Diminuição da concentração de mercado e melhoria da concorrência no setor - Modelo de alocação de horários de chegadas e partidas em aeroportos coordenados (SLOTs)
Agência Nacional de Aviação Civil
Agência Nacional de Aviação Civil
Resolução 338
Resolução 338
Revisão
Revisão
3. Certificações aéreas
3.1. Certificação e supervisão de organizações de manutenção de produto aeronáutico
Agência Nacional de Aviação Civil
RBAC 145
Revisão
3. Certificações aéreas
3. Certificações aéreas
3.1. Certificação e supervisão de organizações de manutenção de produto aeronáutico
3.1. Certificação e supervisão de organizações de manutenção de produto aeronáutico
Agência Nacional de Aviação Civil
Agência Nacional de Aviação Civil
RBAC 145
RBAC 145
Revisão
Revisão
3.2. Certificação e supervisão da capacidade de manutenção e readequação de requisitos técnicos aplicáveis a empresas aéreas operando sob os RBAC 121 e 135
Agência Nacional de Aviação Civil
RBAC 121 e RBAC 135
Revisão
3.2. Certificação e supervisão da capacidade de manutenção e readequação de requisitos técnicos aplicáveis a empresas aéreas operando sob os RBAC 121 e 135
3.2. Certificação e supervisão da capacidade de manutenção e readequação de requisitos técnicos aplicáveis a empresas aéreas operando sob os RBAC 121 e 135
Agência Nacional de Aviação Civil
Agência Nacional de Aviação Civil
RBAC 121 e RBAC 135
RBAC 121 e RBAC 135
Revisão
Revisão
4. Transformação digital
4.1. Requisitos para utilização de documentos natodigitais
Agência Nacional de Aviação Civil
Resoluções n°293/2013 e n°309/2014
Revisão
4. Transformação digital
4. Transformação digital
4.1. Requisitos para utilização de documentos natodigitais
4.1. Requisitos para utilização de documentos natodigitais
Agência Nacional de Aviação Civil
Agência Nacional de Aviação Civil
Resoluções n°293/2013 e n°309/2014
Resoluções n°293/2013 e n°309/2014
Revisão
Revisão
TEMA 4 - DEFESA |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Produtos de Defesa |
1.1. Procedimentos gerais de avaliações de Produtos Controlados pelo Exército (PCE) e barreiras não tarifárias |
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira |
Produtos Controlados pelo Exército (PCEs) e as barreiras não tarifárias. |
Revisão |
1.2. Política Nacional de Indústria da Defesa, especialmente quanto aspectos de Financiamento e Garantias, Tributação e Orçamento |
Ministério da Defesa |
PNID |
Revisão |
|
1.3. Política Nacional de Exportação e de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode) |
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira |
Alteração da PNEI-PRODE - Política Nacional de Exportação de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode). |
Revisão |
|
2. Centro Espacial de Alcântara |
2.1. Regulação da atividade aeroespacial em razão da utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas |
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira |
Utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas. |
Criação |
TEMA 4 - DEFESA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Produtos de Defesa
1.1. Procedimentos gerais de avaliações de Produtos Controlados pelo Exército (PCE) e barreiras não tarifárias
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Produtos Controlados pelo Exército (PCEs) e as barreiras não tarifárias.
Revisão
1.2. Política Nacional de Indústria da Defesa, especialmente quanto aspectos de Financiamento e Garantias, Tributação e Orçamento
Ministério da Defesa
PNID
Revisão
1.3. Política Nacional de Exportação e de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode)
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Alteração da PNEI-PRODE - Política Nacional de Exportação de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode).
Revisão
2. Centro Espacial de Alcântara
2.1. Regulação da atividade aeroespacial em razão da utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas.
Criação
TEMA 4 - DEFESA
TEMA 4 - DEFESA
TEMA 4 - DEFESA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Produtos de Defesa
1.1. Procedimentos gerais de avaliações de Produtos Controlados pelo Exército (PCE) e barreiras não tarifárias
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Produtos Controlados pelo Exército (PCEs) e as barreiras não tarifárias.
Revisão
1. Produtos de Defesa
1. Produtos de Defesa
1.1. Procedimentos gerais de avaliações de Produtos Controlados pelo Exército (PCE) e barreiras não tarifárias
1.1. Procedimentos gerais de avaliações de Produtos Controlados pelo Exército (PCE) e barreiras não tarifárias
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Produtos Controlados pelo Exército (PCEs) e as barreiras não tarifárias.
Produtos Controlados pelo Exército (PCEs) e as barreiras não tarifárias.
Revisão
Revisão
1.2. Política Nacional de Indústria da Defesa, especialmente quanto aspectos de Financiamento e Garantias, Tributação e Orçamento
Ministério da Defesa
PNID
Revisão
1.2. Política Nacional de Indústria da Defesa, especialmente quanto aspectos de Financiamento e Garantias, Tributação e Orçamento
1.2. Política Nacional de Indústria da Defesa, especialmente quanto aspectos de Financiamento e Garantias, Tributação e Orçamento
Ministério da Defesa
Ministério da Defesa
PNID
PNID
Revisão
Revisão
1.3. Política Nacional de Exportação e de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode)
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Alteração da PNEI-PRODE - Política Nacional de Exportação de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode).
Revisão
1.3. Política Nacional de Exportação e de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode)
1.3. Política Nacional de Exportação e de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode)
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Alteração da PNEI-PRODE - Política Nacional de Exportação de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode).
Alteração da PNEI-PRODE - Política Nacional de Exportação de Importação de Produtos de Defesa (Pnei-Prode).
Revisão
Revisão
2. Centro Espacial de Alcântara
2.1. Regulação da atividade aeroespacial em razão da utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas.
Criação
2. Centro Espacial de Alcântara
2. Centro Espacial de Alcântara
2.1. Regulação da atividade aeroespacial em razão da utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas
2.1. Regulação da atividade aeroespacial em razão da utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Ministério da Defesa - Força Aérea Brasileira
Utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas.
Utilização do Centro Espacial de Alcântara (CEA) por empresas privadas.
Criação
Criação
TEMA 5 - ENERGIA |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Conexão às instalações de transmissão |
1.1. Conexão às instalações de transmissão |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública pelo órgão. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000893/2019-50 |
Criação |
1. Reforços e Melhorias |
1. Aperfeiçoamento - Reforços e Melhorias |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000891/2019-16 |
Revisão |
3. Sistema de compensação de energia e microrredes |
3.1. Expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Regulação para a expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes |
Criação |
4. Contratos de energia elétrica |
4.1. Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica (Consulta Pública ANEEL nº 024/2019) |
Criação |
5. Mercado e Governança |
5.1. Comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Resolução Normativa nº 570/2013, que trata da comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição |
Revisão |
5.2. Transferência de controle societário |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Revisão da regulação sobre transferência de controle societário |
Revisão |
|
5.3. Venda de excedentes das distribuidoras |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Regulamentação que trata da venda de excedentes das distribuidoras |
Revisão |
|
6. Tarifário |
6.1. Tarifas |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Atos normativos relativos à pertinência temática "Tarifas" |
Consolidação e Revogação |
6.2. Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Atos normativos relativos à pertinência temática "Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição" |
Consolidação e revogação |
|
7. Usinas híbridas |
7.1. Usinas híbridas |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Regulamentação com vistas a implementação de usinas híbridas |
Criação |
8. Sistemas de armazenamento |
8.1. Implementação de sistemas de armazenamento |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Regulamentação com vistas a implementação de sistemas de armazenamento |
Criação |
9. Cooperativas de Eletrificação Rural |
9.1. Eletrificação Rural |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Processo de consolidação |
Revogação e Consolidação |
10. Acesso ao sistema de transmissão |
10.1. Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão |
Revogação e Consolidação |
11. Uso do Sistema de Transmissão |
11.1. Contratação do Uso do Sistema de Transmissão |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Contratação do Uso do Sistema de Transmissão |
Revogação e Consolidação |
12. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada |
12.1. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada |
Revogação e Consolidação |
13. Prestação dos serviços de Transmissão |
13.1. Prestação dos serviços de Transmissão |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Consolidação - Prestação dos serviços de Transmissão |
Revogação e Consolidação |
14. Produção e Comercialização de Energia |
14.1. Produção e Comercialização de Energia |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Consolidação dos atos normativos relativos à pertinência temática "Produção e Comercialização de Energia" |
Revogação e Consolidação |
15. Mais Luz para a Amazônia |
15.1. Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Regulamentar as disposições do Decreto nº 10.221/2020, que institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia |
Criação |
16. Compartilhamento de infraestrutura |
16.1. Compartilhamento de infraestrutura |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Atos normativos relativos à pertinência temática "Compartilhamento de infraestrutura" |
Compilação |
17. Micro e minigeração distribuída |
17.1. Micro e minigeração distribuída |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
Aprimorar a Resolução Normativa nº 482/2012, que trata de micro e minigeração distribuída |
Revisão |
18. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações |
18.1. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel |
Agência Nacional de Energia Elétrica |
17. Resolução Conjunta ANEEL/Anatel nº 4/2014, que trata do compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel |
Revisão |
TEMA 5 - ENERGIA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Conexão às instalações de transmissão
1.1. Conexão às instalações de transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública pelo órgão. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000893/2019-50
Criação
1. Reforços e Melhorias
1. Aperfeiçoamento - Reforços e Melhorias
Agência Nacional de Energia Elétrica
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000891/2019-16
Revisão
3. Sistema de compensação de energia e microrredes
3.1. Expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulação para a expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
Criação
4. Contratos de energia elétrica
4.1. Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica (Consulta Pública ANEEL nº 024/2019)
Criação
5. Mercado e Governança
5.1. Comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
Agência Nacional de Energia Elétrica
Resolução Normativa nº 570/2013, que trata da comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
Revisão
5.2. Transferência de controle societário
Agência Nacional de Energia Elétrica
Revisão da regulação sobre transferência de controle societário
Revisão
5.3. Venda de excedentes das distribuidoras
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação que trata da venda de excedentes das distribuidoras
Revisão
6. Tarifário
6.1. Tarifas
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Tarifas"
Consolidação e Revogação
6.2. Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição"
Consolidação e revogação
7. Usinas híbridas
7.1. Usinas híbridas
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação com vistas a implementação de usinas híbridas
Criação
8. Sistemas de armazenamento
8.1. Implementação de sistemas de armazenamento
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação com vistas a implementação de sistemas de armazenamento
Criação
9. Cooperativas de
Eletrificação Rural
9.1. Eletrificação Rural
Agência Nacional de Energia Elétrica
Processo de consolidação
Revogação e Consolidação
10. Acesso ao sistema de transmissão
10.1. Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
Revogação e Consolidação
11. Uso do Sistema de Transmissão
11.1. Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
Revogação e Consolidação
12. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
12.1. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
Agência Nacional de Energia Elétrica
Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
Revogação e Consolidação
13. Prestação dos serviços de Transmissão
13.1. Prestação dos serviços de Transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Consolidação - Prestação dos serviços de Transmissão
Revogação e Consolidação
14. Produção e Comercialização de Energia
14.1. Produção e Comercialização de Energia
Agência Nacional de Energia Elétrica
Consolidação dos atos normativos relativos à pertinência temática "Produção e Comercialização de Energia"
Revogação e Consolidação
15.
Mais Luz para a Amazônia
15.1.
Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentar as disposições do Decreto nº 10.221/2020, que
institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
Criação
16. Compartilhamento de infraestrutura
16.1. Compartilhamento de infraestrutura
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Compartilhamento de infraestrutura"
Compilação
17. Micro e minigeração distribuída
17.1. Micro e minigeração distribuída
Agência Nacional de Energia Elétrica
Aprimorar a Resolução Normativa nº 482/2012, que trata de micro e minigeração distribuída
Revisão
18. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações
18.1. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
Agência Nacional de Energia Elétrica
17. Resolução Conjunta ANEEL/Anatel nº 4/2014, que trata do compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
Revisão
TEMA 5 - ENERGIA
TEMA 5 - ENERGIA
TEMA 5 - ENERGIA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Conexão às instalações de transmissão
1.1. Conexão às instalações de transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública pelo órgão. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000893/2019-50
Criação
1. Conexão às instalações de transmissão
1. Conexão às instalações de transmissão
1.1. Conexão às instalações de transmissão
1.1. Conexão às instalações de transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública pelo órgão. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000893/2019-50
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública pelo órgão. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000893/2019-50
Criação
Criação
1. Reforços e Melhorias
1. Aperfeiçoamento - Reforços e Melhorias
Agência Nacional de Energia Elétrica
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000891/2019-16
Revisão
1. Reforços e Melhorias
1. Reforços e Melhorias
1. Aperfeiçoamento - Reforços e Melhorias
1. Aperfeiçoamento - Reforços e Melhorias
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000891/2019-16
Realização de workshop, tomada de subsídios, AIR e de consulta pública. Informações em https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneel ou no Processo 48500.000891/2019-16
https://www.aneel.gov.br/agendaregulatoria-aneelRevisão
Revisão
3. Sistema de compensação de energia e microrredes
3.1. Expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulação para a expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
Criação
3. Sistema de compensação de energia e microrredes
3. Sistema de compensação de energia e microrredes
3.1. Expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
3.1. Expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulação para a expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
Regulação para a expansão dos recursos energéticos distribuídos, incluindo resposta à demanda, usinas virtuais e microrredes
Criação
Criação
4. Contratos de energia elétrica
4.1. Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica (Consulta Pública ANEEL nº 024/2019)
Criação
4. Contratos de energia elétrica
4. Contratos de energia elétrica
4.1. Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica
4.1. Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica (Consulta Pública ANEEL nº 024/2019)
Caducidade de contratos de concessão de distribuição de energia elétrica (Consulta Pública ANEEL nº 024/2019)
Criação
Criação
5. Mercado e Governança
5.1. Comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
Agência Nacional de Energia Elétrica
Resolução Normativa nº 570/2013, que trata da comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
Revisão
5. Mercado e Governança
5. Mercado e Governança
5.1. Comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
5.1. Comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Resolução Normativa nº 570/2013, que trata da comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
Resolução Normativa nº 570/2013, que trata da comercialização varejista, sob a ótica da abertura de mercado (flexibilização dos requisitos de migração para o ACL) e da viabilidade de agregação de dados de medição
Revisão
Revisão
5.2. Transferência de controle societário
Agência Nacional de Energia Elétrica
Revisão da regulação sobre transferência de controle societário
Revisão
5.2. Transferência de controle societário
5.2. Transferência de controle societário
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Revisão da regulação sobre transferência de controle societário
Revisão da regulação sobre transferência de controle societário
Revisão
Revisão
5.3. Venda de excedentes das distribuidoras
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação que trata da venda de excedentes das distribuidoras
Revisão
5.3. Venda de excedentes das distribuidoras
5.3. Venda de excedentes das distribuidoras
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação que trata da venda de excedentes das distribuidoras
Regulamentação que trata da venda de excedentes das distribuidoras
Revisão
Revisão
6. Tarifário
6.1. Tarifas
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Tarifas"
Consolidação e Revogação
6. Tarifário
6. Tarifário
6.1. Tarifas
6.1. Tarifas
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Tarifas"
Atos normativos relativos à pertinência temática "Tarifas"
Consolidação e Revogação
Consolidação e Revogação
6.2. Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição"
Consolidação e revogação
6.2. Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição
6.2. Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição"
Atos normativos relativos à pertinência temática "Processo tarifário de Permissionárias de Distribuição"
Consolidação e revogação
Consolidação e revogação
7. Usinas híbridas
7.1. Usinas híbridas
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação com vistas a implementação de usinas híbridas
Criação
7. Usinas híbridas
7. Usinas híbridas
7.1. Usinas híbridas
7.1. Usinas híbridas
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação com vistas a implementação de usinas híbridas
Regulamentação com vistas a implementação de usinas híbridas
Criação
Criação
8. Sistemas de armazenamento
8.1. Implementação de sistemas de armazenamento
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação com vistas a implementação de sistemas de armazenamento
Criação
8. Sistemas de armazenamento
8. Sistemas de armazenamento
8.1. Implementação de sistemas de armazenamento
8.1. Implementação de sistemas de armazenamento
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentação com vistas a implementação de sistemas de armazenamento
Regulamentação com vistas a implementação de sistemas de armazenamento
Criação
Criação
9. Cooperativas de
Eletrificação Rural
9.1. Eletrificação Rural
Agência Nacional de Energia Elétrica
Processo de consolidação
Revogação e Consolidação
9. Cooperativas de
Eletrificação Rural
9. Cooperativas de
Eletrificação Rural
9.1. Eletrificação Rural
9.1. Eletrificação Rural
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Processo de consolidação
Processo de consolidação
Revogação e Consolidação
Revogação e Consolidação
10. Acesso ao sistema de transmissão
10.1. Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
Revogação e Consolidação
10. Acesso ao sistema de transmissão
10. Acesso ao sistema de transmissão
10.1. Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
10.1. Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
Condições gerais do acesso ao sistema de transmissão
Revogação e Consolidação
Revogação e Consolidação
11. Uso do Sistema de Transmissão
11.1. Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
Revogação e Consolidação
11. Uso do Sistema de Transmissão
11. Uso do Sistema de Transmissão
11.1. Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
11.1. Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
Contratação do Uso do Sistema de Transmissão
Revogação e Consolidação
Revogação e Consolidação
12. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
12.1. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
Agência Nacional de Energia Elétrica
Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
Revogação e Consolidação
12. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
12. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
12.1. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
12.1. Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
Equipamentos de transmissão com vida útil esgotada
Revogação e Consolidação
Revogação e Consolidação
13. Prestação dos serviços de Transmissão
13.1. Prestação dos serviços de Transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Consolidação - Prestação dos serviços de Transmissão
Revogação e Consolidação
13. Prestação dos serviços de Transmissão
13. Prestação dos serviços de Transmissão
13.1. Prestação dos serviços de Transmissão
13.1. Prestação dos serviços de Transmissão
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Consolidação - Prestação dos serviços de Transmissão
Consolidação - Prestação dos serviços de Transmissão
Revogação e Consolidação
Revogação e Consolidação
14. Produção e Comercialização de Energia
14.1. Produção e Comercialização de Energia
Agência Nacional de Energia Elétrica
Consolidação dos atos normativos relativos à pertinência temática "Produção e Comercialização de Energia"
Revogação e Consolidação
14. Produção e Comercialização de Energia
14. Produção e Comercialização de Energia
14.1. Produção e Comercialização de Energia
14.1. Produção e Comercialização de Energia
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Consolidação dos atos normativos relativos à pertinência temática "Produção e Comercialização de Energia"
Consolidação dos atos normativos relativos à pertinência temática "Produção e Comercialização de Energia"
Revogação e Consolidação
Revogação e Consolidação
15.
Mais Luz para a Amazônia
15.1.
Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentar as disposições do Decreto nº 10.221/2020, que
institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
Criação
15.
Mais Luz para a Amazônia
15.
Mais Luz para a Amazônia
15.1.
Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
15.1.
Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Regulamentar as disposições do Decreto nº 10.221/2020, que
institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
Regulamentar as disposições do Decreto nº 10.221/2020, que
institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica na Amazônia Legal - Mais Luz para a Amazônia
Criação
Criação
16. Compartilhamento de infraestrutura
16.1. Compartilhamento de infraestrutura
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Compartilhamento de infraestrutura"
Compilação
16. Compartilhamento de infraestrutura
16. Compartilhamento de infraestrutura
16.1. Compartilhamento de infraestrutura
16.1. Compartilhamento de infraestrutura
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Atos normativos relativos à pertinência temática "Compartilhamento de infraestrutura"
Atos normativos relativos à pertinência temática "Compartilhamento de infraestrutura"
Compilação
Compilação
17. Micro e minigeração distribuída
17.1. Micro e minigeração distribuída
Agência Nacional de Energia Elétrica
Aprimorar a Resolução Normativa nº 482/2012, que trata de micro e minigeração distribuída
Revisão
17. Micro e minigeração distribuída
17. Micro e minigeração distribuída
17.1. Micro e minigeração distribuída
17.1. Micro e minigeração distribuída
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
Aprimorar a Resolução Normativa nº 482/2012, que trata de micro e minigeração distribuída
Aprimorar a Resolução Normativa nº 482/2012, que trata de micro e minigeração distribuída
Revisão
Revisão
18. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações
18.1. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
Agência Nacional de Energia Elétrica
17. Resolução Conjunta ANEEL/Anatel nº 4/2014, que trata do compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
Revisão
18. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações
18. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações
18.1. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
18.1. Compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
Agência Nacional de Energia Elétrica
Agência Nacional de Energia Elétrica
17. Resolução Conjunta ANEEL/Anatel nº 4/2014, que trata do compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
17. Resolução Conjunta ANEEL/Anatel nº 4/2014, que trata do compartilhamento de infraestrutura com o setor de telecomunicações, em conjunto com a Anatel
Revisão
Revisão
TEMA 6 - FINANCIAMENTO, SEGURO E MERCADO DE CAPITAIS |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Negócios inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários |
1.1. Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores |
Superintendência de Seguros Privados |
Editais de participação no projeto de inovação da Susep (sandboxregulatório) |
Criação |
Comissão de Valores Mobiliários |
Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários (Consulta pública CVM AP 05/2019) |
Criação |
||
2. Participação acionária aplicável às companhias abertas |
2.1. Redução, mediante fixação de escala em função do valor do capital social, da porcentagem mínima aplicável às companhias abertas (Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76) |
Comissão de Valores Mobiliários |
Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76, para fixar escala reduzindo, em função do capital social, determinadas porcentagens mínimas de participação acionária para exercício de direitos previstos nesta lei |
Criação |
3. Emissão de certificados de depósito de valores mobiliários - BDR |
3.1. Revisão de BDR para possibilitar: aquisição por investidores de varejo; constituição de BDR lastreados em dívida e em fundos de índice emitidos no exterior e revisão do conceito de emissor estrangeiro |
Comissão de Valores Mobiliários |
Instruções CVM nº332, nº 359, nº 476 e nº 480 |
Revisão |
4. Ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE, títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG |
4.1. Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de COE, LF e LIG realizados com dispensa de registro |
Comissão de Valores Mobiliários |
Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE e dos títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG realizadas com dispensa de registro |
Criação |
4.2. Debêntures incentivadas para a infraestrutura de telecomunicações |
Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Ministério das Comunicações |
Portaria nº 217, de 25 de janeiro de 2019 (alterada pela Portaria nº 518, de 18 de fevereiro de 2019); (ii) Nova regulamentação da política de debêntures incentivadas pelo Decreto nº 8.874, de 18 de outubro de 2016; (iii) Atualização da política com base no Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018 (Sistema Nacional para a Transformação Digital), |
Revisão |
|
no Decreto nº 9.612, de 17 de dezembro de 2018 e no Decreto nº 9.854, de 25 de junho de 2019 (Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas) |
||||
5. Lei de Liberdade Econômica - Fundos de Investimentos |
5.1. Regulamentação relativa a: constituição sob condomínio especial, a criação de classes de cotas e a segregação de patrimônio, limitação da responsabilidade do investidor e a responsabilidade dos prestadores de serviço |
Comissão de Valores Mobiliários |
Instrução CVM nº 555 |
Revisão |
6. Ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário |
6.1. Reforma e consolidação das regras que dispõem sobre ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário, para simplificar e acelerar a concessão de registro e compatibilizar com recentes recomendações da IOSCO |
Comissão de Valores Mobiliários |
Instruções CVM nº 400 e 476 |
Revisão |
7. Securitização |
7.1. Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente |
Comissão de Valores Mobiliários |
Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente |
Criação |
7.2. Hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia |
Banco Nacional de Desenvolvimento |
Norma contemplando as hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia |
Criação |
|
7.3. Dívida subordinada na composição de capital |
Superintendência de Seguros Privados |
Forma de estruturação de capital das companhias supervisionadas pela Susep por meio de utilização de dívida subordinada como instrumento híbrido de capital.e Regulação da possibilidade de emissão de dívidas e acréscimo de seu valor ao patrimônio líquido ajustado (PLA) para fazer face à necessidade de capital mínimo requerido |
Criação |
|
7.4. Emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities) |
Superintendência de Seguros Privados |
Proposta de regulamentação de alternativa para transferência de riscos, por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities) |
Criação |
|
8. Fundos de Investimento |
8.1. Constituição e funcionamento de fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC, incluindo os comandos da Lei de Liberdade Econômica |
Comissão de Valores Mobiliários |
Instrução CVM nº 356 |
Revisão |
TEMA 6 - FINANCIAMENTO, SEGURO E MERCADO DE CAPITAIS
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Negócios inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários
1.1. Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores
Superintendência de Seguros Privados
Editais de participação no projeto de inovação da Susep (sandboxregulatório)
Criação
Comissão de Valores Mobiliários
Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários (Consulta pública CVM AP 05/2019)
Criação
2. Participação acionária aplicável às companhias abertas
2.1. Redução, mediante fixação de escala em função do valor do capital social, da porcentagem mínima aplicável às companhias abertas (Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76)
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76, para fixar escala reduzindo, em função do capital social, determinadas porcentagens mínimas de participação acionária para exercício de direitos previstos nesta lei
Criação
3. Emissão de certificados de depósito de valores mobiliários - BDR
3.1. Revisão de BDR para possibilitar: aquisição por investidores de varejo; constituição de BDR lastreados em dívida e em fundos de índice emitidos no exterior e revisão do conceito de emissor estrangeiro
Comissão de Valores Mobiliários
Instruções CVM nº332, nº 359, nº 476 e nº 480
Revisão
4. Ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE, títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG
4.1. Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de COE, LF e LIG realizados com dispensa de registro
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE e dos títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG realizadas com dispensa de registro
Criação
4.2. Debêntures incentivadas para a infraestrutura de telecomunicações
Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Ministério das Comunicações
Portaria nº 217, de 25 de janeiro de 2019 (alterada pela Portaria nº 518, de 18 de fevereiro de 2019); (ii) Nova regulamentação da política de debêntures incentivadas pelo Decreto nº 8.874, de 18 de outubro de 2016; (iii) Atualização da política com base no Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018 (Sistema Nacional para a Transformação Digital),
Revisão
no Decreto nº 9.612, de 17 de dezembro de 2018 e no Decreto nº 9.854, de 25 de junho de 2019 (Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas)
5. Lei de Liberdade Econômica - Fundos de Investimentos
5.1. Regulamentação relativa a: constituição sob condomínio especial, a criação de classes de cotas e a segregação de patrimônio, limitação da responsabilidade do investidor e a responsabilidade dos prestadores de serviço
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 555
Revisão
6. Ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário
6.1. Reforma e consolidação das regras que dispõem sobre ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário, para simplificar e acelerar a concessão de registro e compatibilizar com recentes recomendações da IOSCO
Comissão de Valores Mobiliários
Instruções CVM nº 400 e 476
Revisão
7. Securitização
7.1. Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
Criação
7.2. Hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
Banco Nacional de Desenvolvimento
Norma contemplando as hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
Criação
7.3. Dívida subordinada na composição de capital
Superintendência de Seguros Privados
Forma de estruturação de capital das companhias supervisionadas pela Susep por meio de utilização de dívida subordinada como instrumento híbrido de capital.e Regulação da possibilidade de emissão de dívidas e acréscimo de seu valor ao patrimônio líquido ajustado (PLA) para fazer face à necessidade de capital mínimo requerido
Criação
7.4. Emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
Superintendência de Seguros Privados
Proposta de regulamentação de alternativa para transferência de riscos, por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
Criação
8. Fundos de Investimento
8.1. Constituição e funcionamento de fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC, incluindo os comandos da Lei de Liberdade Econômica
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 356
Revisão
TEMA 6 - FINANCIAMENTO, SEGURO E MERCADO DE CAPITAIS
TEMA 6 - FINANCIAMENTO, SEGURO E MERCADO DE CAPITAIS
TEMA 6 - FINANCIAMENTO, SEGURO E MERCADO DE CAPITAIS
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Negócios inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários
1.1. Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores
Superintendência de Seguros Privados
Editais de participação no projeto de inovação da Susep (sandboxregulatório)
Criação
1. Negócios inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários
1. Negócios inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários
1.1. Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores
1.1. Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores
sandboxSuperintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Editais de participação no projeto de inovação da Susep (sandboxregulatório)
Editais de participação no projeto de inovação da Susep (sandboxregulatório)
sandboxCriação
Criação
Comissão de Valores Mobiliários
Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários (Consulta pública CVM AP 05/2019)
Criação
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários (Consulta pública CVM AP 05/2019)
Constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental (sandboxregulatório) que permite testar modelos de negócio inovadores em atividades regulamentadas no mercado de valores mobiliários (Consulta pública CVM AP 05/2019)
sandboxCriação
Criação
2. Participação acionária aplicável às companhias abertas
2.1. Redução, mediante fixação de escala em função do valor do capital social, da porcentagem mínima aplicável às companhias abertas (Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76)
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76, para fixar escala reduzindo, em função do capital social, determinadas porcentagens mínimas de participação acionária para exercício de direitos previstos nesta lei
Criação
2. Participação acionária aplicável às companhias abertas
2. Participação acionária aplicável às companhias abertas
2.1. Redução, mediante fixação de escala em função do valor do capital social, da porcentagem mínima aplicável às companhias abertas (Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76)
2.1. Redução, mediante fixação de escala em função do valor do capital social, da porcentagem mínima aplicável às companhias abertas (Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76)
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76, para fixar escala reduzindo, em função do capital social, determinadas porcentagens mínimas de participação acionária para exercício de direitos previstos nesta lei
Regulamentação do art. 291 da Lei nº 6404/76, para fixar escala reduzindo, em função do capital social, determinadas porcentagens mínimas de participação acionária para exercício de direitos previstos nesta lei
Criação
Criação
3. Emissão de certificados de depósito de valores mobiliários - BDR
3.1. Revisão de BDR para possibilitar: aquisição por investidores de varejo; constituição de BDR lastreados em dívida e em fundos de índice emitidos no exterior e revisão do conceito de emissor estrangeiro
Comissão de Valores Mobiliários
Instruções CVM nº332, nº 359, nº 476 e nº 480
Revisão
3. Emissão de certificados de depósito de valores mobiliários - BDR
3. Emissão de certificados de depósito de valores mobiliários - BDR
3.1. Revisão de BDR para possibilitar: aquisição por investidores de varejo; constituição de BDR lastreados em dívida e em fundos de índice emitidos no exterior e revisão do conceito de emissor estrangeiro
3.1. Revisão de BDR para possibilitar: aquisição por investidores de varejo; constituição de BDR lastreados em dívida e em fundos de índice emitidos no exterior e revisão do conceito de emissor estrangeiro
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Instruções CVM nº332, nº 359, nº 476 e nº 480
Instruções CVM nº332, nº 359, nº 476 e nº 480
Revisão
Revisão
4. Ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE, títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG
4.1. Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de COE, LF e LIG realizados com dispensa de registro
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE e dos títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG realizadas com dispensa de registro
Criação
4. Ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE, títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG
4. Ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE, títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG
4.1. Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de COE, LF e LIG realizados com dispensa de registro
4.1. Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de COE, LF e LIG realizados com dispensa de registro
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE e dos títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG realizadas com dispensa de registro
Regulamentação sobre as ofertas públicas de distribuição de Certificado de Operações Estruturadas - COE e dos títulos de crédito Letra Financeira - LF e Letra Imobiliária Garantida - LIG realizadas com dispensa de registro
Criação
Criação
4.2. Debêntures incentivadas para a infraestrutura de telecomunicações
Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Ministério das Comunicações
Portaria nº 217, de 25 de janeiro de 2019 (alterada pela Portaria nº 518, de 18 de fevereiro de 2019); (ii) Nova regulamentação da política de debêntures incentivadas pelo Decreto nº 8.874, de 18 de outubro de 2016; (iii) Atualização da política com base no Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018 (Sistema Nacional para a Transformação Digital),
Revisão
4.2. Debêntures incentivadas para a infraestrutura de telecomunicações
4.2. Debêntures incentivadas para a infraestrutura de telecomunicações
Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Ministério das Comunicações
Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Ministério das Comunicações
Portaria nº 217, de 25 de janeiro de 2019 (alterada pela Portaria nº 518, de 18 de fevereiro de 2019); (ii) Nova regulamentação da política de debêntures incentivadas pelo Decreto nº 8.874, de 18 de outubro de 2016; (iii) Atualização da política com base no Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018 (Sistema Nacional para a Transformação Digital),
Portaria nº 217, de 25 de janeiro de 2019 (alterada pela Portaria nº 518, de 18 de fevereiro de 2019); (ii) Nova regulamentação da política de debêntures incentivadas pelo Decreto nº 8.874, de 18 de outubro de 2016; (iii) Atualização da política com base no Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018 (Sistema Nacional para a Transformação Digital),
Revisão
Revisão
no Decreto nº 9.612, de 17 de dezembro de 2018 e no Decreto nº 9.854, de 25 de junho de 2019 (Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas)
no Decreto nº 9.612, de 17 de dezembro de 2018 e no Decreto nº 9.854, de 25 de junho de 2019 (Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas)
no Decreto nº 9.612, de 17 de dezembro de 2018 e no Decreto nº 9.854, de 25 de junho de 2019 (Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas)
5. Lei de Liberdade Econômica - Fundos de Investimentos
5.1. Regulamentação relativa a: constituição sob condomínio especial, a criação de classes de cotas e a segregação de patrimônio, limitação da responsabilidade do investidor e a responsabilidade dos prestadores de serviço
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 555
Revisão
5. Lei de Liberdade Econômica - Fundos de Investimentos
5. Lei de Liberdade Econômica - Fundos de Investimentos
5.1. Regulamentação relativa a: constituição sob condomínio especial, a criação de classes de cotas e a segregação de patrimônio, limitação da responsabilidade do investidor e a responsabilidade dos prestadores de serviço
5.1. Regulamentação relativa a: constituição sob condomínio especial, a criação de classes de cotas e a segregação de patrimônio, limitação da responsabilidade do investidor e a responsabilidade dos prestadores de serviço
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 555
Instrução CVM nº 555
Revisão
Revisão
6. Ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário
6.1. Reforma e consolidação das regras que dispõem sobre ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário, para simplificar e acelerar a concessão de registro e compatibilizar com recentes recomendações da IOSCO
Comissão de Valores Mobiliários
Instruções CVM nº 400 e 476
Revisão
6. Ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário
6. Ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário
6.1. Reforma e consolidação das regras que dispõem sobre ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário, para simplificar e acelerar a concessão de registro e compatibilizar com recentes recomendações da IOSCO
6.1. Reforma e consolidação das regras que dispõem sobre ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário ou secundário, para simplificar e acelerar a concessão de registro e compatibilizar com recentes recomendações da IOSCO
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Instruções CVM nº 400 e 476
Instruções CVM nº 400 e 476
Revisão
Revisão
7. Securitização
7.1. Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
Criação
7. Securitização
7. Securitização
7.1. Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
7.1. Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
Regulamentação sobre as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente
Criação
Criação
7.2. Hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
Banco Nacional de Desenvolvimento
Norma contemplando as hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
Criação
7.2. Hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
7.2. Hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
Banco Nacional de Desenvolvimento
Banco Nacional de Desenvolvimento
Norma contemplando as hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
Norma contemplando as hipóteses de seguro obrigatório de bens dados em garantia
Criação
Criação
7.3. Dívida subordinada na composição de capital
Superintendência de Seguros Privados
Forma de estruturação de capital das companhias supervisionadas pela Susep por meio de utilização de dívida subordinada como instrumento híbrido de capital.e Regulação da possibilidade de emissão de dívidas e acréscimo de seu valor ao patrimônio líquido ajustado (PLA) para fazer face à necessidade de capital mínimo requerido
Criação
7.3. Dívida subordinada na composição de capital
7.3. Dívida subordinada na composição de capital
Superintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Forma de estruturação de capital das companhias supervisionadas pela Susep por meio de utilização de dívida subordinada como instrumento híbrido de capital.e Regulação da possibilidade de emissão de dívidas e acréscimo de seu valor ao patrimônio líquido ajustado (PLA) para fazer face à necessidade de capital mínimo requerido
Forma de estruturação de capital das companhias supervisionadas pela Susep por meio de utilização de dívida subordinada como instrumento híbrido de capital.e Regulação da possibilidade de emissão de dívidas e acréscimo de seu valor ao patrimônio líquido ajustado (PLA) para fazer face à necessidade de capital mínimo requerido
Criação
Criação
7.4. Emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
Superintendência de Seguros Privados
Proposta de regulamentação de alternativa para transferência de riscos, por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
Criação
7.4. Emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
7.4. Emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
Superintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Proposta de regulamentação de alternativa para transferência de riscos, por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
Proposta de regulamentação de alternativa para transferência de riscos, por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS - Insurance Linked Securities)
Criação
Criação
8. Fundos de Investimento
8.1. Constituição e funcionamento de fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC, incluindo os comandos da Lei de Liberdade Econômica
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 356
Revisão
8. Fundos de Investimento
8. Fundos de Investimento
8.1. Constituição e funcionamento de fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC, incluindo os comandos da Lei de Liberdade Econômica
8.1. Constituição e funcionamento de fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC, incluindo os comandos da Lei de Liberdade Econômica
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 356
Instrução CVM nº 356
Revisão
Revisão
8.2. Fundo de investimento imobiliário em relação a acrescentar regras de prevenção da negociação com informação privilegiada -Insider Trading |
Comissão de Valores Mobiliários |
Instrução CVM nº 472 |
Revisão |
|
9. Agente de Investimentos e Auditoria |
9.1. Atividade de Agente Autônomo de investimento em relação a: forma de constituição dados agentes pessoa jurídica, exclusividade de contratação com corretoras e transparência da remuneração |
Comissão de Valores Mobiliários |
Instrução CVM nº 497 |
Revisão |
9.2. Procedimentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros |
Banco Nacional de Desenvolvimento |
Orientação Normativa (ON) com lista de documentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros |
Criação |
|
9.3. Autorização de pessoas, em especial estrangeiros, para a ocupação de cargos na administração de entidades supervisionadas |
Superintendência de Seguros Privados |
Circulares Susep 526 e 529 |
Revisão |
|
10. Financiamento do Turismo |
10.1. Linhas de crédito de financiamento do setor de turismo |
Ministério do Turismo |
Portaria nº 75, de 20 de maio de 2015 |
Revisão |
11. Registro e Risco de Operações |
11.1. Garantias e mitigadores de risco |
Banco Nacional de Desenvolvimento |
Simplificar dispositivos e permitir maior customização e mais possibilidades de mitigação de riscos, bem como maior aderência às práticas de mercado, a partir das dificuldades apontadas pelas áreas comerciais do Banco, no âmbito de seu relacionamento com os clientes do BNDES |
Revisão |
11.2. Sistema de Registro de Operações |
Superintendência de Seguros Privados |
Resolução CNSP nº 383/20 |
Criação |
|
11.3. Seguros de danos massificados e grandes riscos |
Superintendência de Seguros Privados |
Processo de desregulamentação dos produtos relacionados aos seguros de danos massificados e, em especial, grandes riscos, com o objetivo de estimular o desenvolvimento do mercado. Esse processo envolve uma ampla revisão de normas sobre os temas |
Revogação, simplificação e compilação |
|
11.4. Seguro paramétrico e uso para mitigação de risco base |
Superintendência de Seguros Privados |
Regulamentação do uso para mitigação de risco base |
Criação |
|
11.5. Segmentação e Proporcionalidade: Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações |
Superintendência de Seguros Privados |
Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações |
Criação |
|
11.6. Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio |
Banco Nacional de Desenvolvimento |
Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio |
Criação |
8.2. Fundo de investimento imobiliário em relação a acrescentar regras de prevenção da negociação com informação privilegiada -Insider Trading
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 472
Revisão
9. Agente de Investimentos e Auditoria
9.1. Atividade de Agente Autônomo de investimento em relação a: forma de constituição dados agentes pessoa jurídica, exclusividade de contratação com corretoras e transparência da remuneração
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 497
Revisão
9.2. Procedimentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
Banco Nacional de Desenvolvimento
Orientação Normativa (ON) com lista de documentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
Criação
9.3. Autorização de pessoas, em especial estrangeiros, para a ocupação de cargos na administração de entidades supervisionadas
Superintendência de Seguros Privados
Circulares Susep 526 e 529
Revisão
10. Financiamento do Turismo
10.1. Linhas de crédito de financiamento do setor de turismo
Ministério do Turismo
Portaria nº 75, de 20 de maio de 2015
Revisão
11. Registro e Risco de Operações
11.1. Garantias e mitigadores de risco
Banco Nacional de Desenvolvimento
Simplificar dispositivos e permitir maior customização e mais possibilidades de mitigação de riscos, bem como maior aderência às práticas de mercado, a partir das dificuldades apontadas pelas áreas comerciais do Banco, no âmbito de seu relacionamento com os clientes do BNDES
Revisão
11.2. Sistema de Registro de Operações
Superintendência de Seguros Privados
Resolução CNSP nº 383/20
Criação
11.3. Seguros de danos massificados e grandes riscos
Superintendência de Seguros Privados
Processo de desregulamentação dos produtos relacionados aos seguros de danos massificados e, em especial, grandes riscos, com o objetivo de estimular o desenvolvimento do mercado. Esse processo envolve uma ampla revisão de normas sobre os temas
Revogação, simplificação e compilação
11.4. Seguro paramétrico e uso para mitigação de risco base
Superintendência de Seguros Privados
Regulamentação do uso para mitigação de risco base
Criação
11.5. Segmentação e Proporcionalidade: Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
Superintendência de Seguros Privados
Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
Criação
11.6. Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
Banco Nacional de Desenvolvimento
Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
Criação
8.2. Fundo de investimento imobiliário em relação a acrescentar regras de prevenção da negociação com informação privilegiada -Insider Trading
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 472
Revisão
8.2. Fundo de investimento imobiliário em relação a acrescentar regras de prevenção da negociação com informação privilegiada -Insider Trading
8.2. Fundo de investimento imobiliário em relação a acrescentar regras de prevenção da negociação com informação privilegiada -Insider Trading
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 472
Instrução CVM nº 472
Revisão
Revisão
9. Agente de Investimentos e Auditoria
9.1. Atividade de Agente Autônomo de investimento em relação a: forma de constituição dados agentes pessoa jurídica, exclusividade de contratação com corretoras e transparência da remuneração
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 497
Revisão
9. Agente de Investimentos e Auditoria
9. Agente de Investimentos e Auditoria
9.1. Atividade de Agente Autônomo de investimento em relação a: forma de constituição dados agentes pessoa jurídica, exclusividade de contratação com corretoras e transparência da remuneração
9.1. Atividade de Agente Autônomo de investimento em relação a: forma de constituição dados agentes pessoa jurídica, exclusividade de contratação com corretoras e transparência da remuneração
Comissão de Valores Mobiliários
Comissão de Valores Mobiliários
Instrução CVM nº 497
Instrução CVM nº 497
Revisão
Revisão
9.2. Procedimentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
Banco Nacional de Desenvolvimento
Orientação Normativa (ON) com lista de documentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
Criação
9.2. Procedimentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
9.2. Procedimentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
Banco Nacional de Desenvolvimento
Banco Nacional de Desenvolvimento
Orientação Normativa (ON) com lista de documentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
Orientação Normativa (ON) com lista de documentos e condições para credenciamento e contratação de agentes financeiros
Criação
Criação
9.3. Autorização de pessoas, em especial estrangeiros, para a ocupação de cargos na administração de entidades supervisionadas
Superintendência de Seguros Privados
Circulares Susep 526 e 529
Revisão
9.3. Autorização de pessoas, em especial estrangeiros, para a ocupação de cargos na administração de entidades supervisionadas
9.3. Autorização de pessoas, em especial estrangeiros, para a ocupação de cargos na administração de entidades supervisionadas
Superintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Circulares Susep 526 e 529
Circulares Susep 526 e 529
Revisão
Revisão
10. Financiamento do Turismo
10.1. Linhas de crédito de financiamento do setor de turismo
Ministério do Turismo
Portaria nº 75, de 20 de maio de 2015
Revisão
10. Financiamento do Turismo
10. Financiamento do Turismo
10.1. Linhas de crédito de financiamento do setor de turismo
10.1. Linhas de crédito de financiamento do setor de turismo
Ministério do Turismo
Ministério do Turismo
Portaria nº 75, de 20 de maio de 2015
Portaria nº 75, de 20 de maio de 2015
Revisão
Revisão
11. Registro e Risco de Operações
11.1. Garantias e mitigadores de risco
Banco Nacional de Desenvolvimento
Simplificar dispositivos e permitir maior customização e mais possibilidades de mitigação de riscos, bem como maior aderência às práticas de mercado, a partir das dificuldades apontadas pelas áreas comerciais do Banco, no âmbito de seu relacionamento com os clientes do BNDES
Revisão
11. Registro e Risco de Operações
11. Registro e Risco de Operações
11.1. Garantias e mitigadores de risco
11.1. Garantias e mitigadores de risco
Banco Nacional de Desenvolvimento
Banco Nacional de Desenvolvimento
Simplificar dispositivos e permitir maior customização e mais possibilidades de mitigação de riscos, bem como maior aderência às práticas de mercado, a partir das dificuldades apontadas pelas áreas comerciais do Banco, no âmbito de seu relacionamento com os clientes do BNDES
Simplificar dispositivos e permitir maior customização e mais possibilidades de mitigação de riscos, bem como maior aderência às práticas de mercado, a partir das dificuldades apontadas pelas áreas comerciais do Banco, no âmbito de seu relacionamento com os clientes do BNDES
Revisão
Revisão
11.2. Sistema de Registro de Operações
Superintendência de Seguros Privados
Resolução CNSP nº 383/20
Criação
11.2. Sistema de Registro de Operações
11.2. Sistema de Registro de Operações
Superintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Resolução CNSP nº 383/20
Resolução CNSP nº 383/20
Criação
Criação
11.3. Seguros de danos massificados e grandes riscos
Superintendência de Seguros Privados
Processo de desregulamentação dos produtos relacionados aos seguros de danos massificados e, em especial, grandes riscos, com o objetivo de estimular o desenvolvimento do mercado. Esse processo envolve uma ampla revisão de normas sobre os temas
Revogação, simplificação e compilação
11.3. Seguros de danos massificados e grandes riscos
11.3. Seguros de danos massificados e grandes riscos
Superintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Processo de desregulamentação dos produtos relacionados aos seguros de danos massificados e, em especial, grandes riscos, com o objetivo de estimular o desenvolvimento do mercado. Esse processo envolve uma ampla revisão de normas sobre os temas
Processo de desregulamentação dos produtos relacionados aos seguros de danos massificados e, em especial, grandes riscos, com o objetivo de estimular o desenvolvimento do mercado. Esse processo envolve uma ampla revisão de normas sobre os temas
Revogação, simplificação e compilação
Revogação, simplificação e compilação
11.4. Seguro paramétrico e uso para mitigação de risco base
Superintendência de Seguros Privados
Regulamentação do uso para mitigação de risco base
Criação
11.4. Seguro paramétrico e uso para mitigação de risco base
11.4. Seguro paramétrico e uso para mitigação de risco base
Superintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Regulamentação do uso para mitigação de risco base
Regulamentação do uso para mitigação de risco base
Criação
Criação
11.5. Segmentação e Proporcionalidade: Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
Superintendência de Seguros Privados
Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
Criação
11.5. Segmentação e Proporcionalidade: Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
11.5. Segmentação e Proporcionalidade: Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
Superintendência de Seguros Privados
Superintendência de Seguros Privados
Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
Medidas proporcionais à natureza, complexidade e risco de operações
Criação
Criação
11.6. Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
Banco Nacional de Desenvolvimento
Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
Criação
11.6. Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
11.6. Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
Banco Nacional de Desenvolvimento
Banco Nacional de Desenvolvimento
Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
Comitê de Risco Reputacional no âmbito das operações não reembolsáveis e de patrocínio
Criação
Criação
TEMA 7 - MINERAÇÃO |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Disponibilidade de Área |
1.1. Procedimento de oferta pública de áreas para dinamizar o setor mineral |
Ministério de Minas e Energia |
Portaria MME nº 12/1997 |
Revisão |
TEMA 7 - MINERAÇÃO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Disponibilidade de Área
1.1. Procedimento de oferta pública de áreas para dinamizar o setor mineral
Ministério de Minas e Energia
Portaria MME nº 12/1997
Revisão
TEMA 7 - MINERAÇÃO
TEMA 7 - MINERAÇÃO
TEMA 7 - MINERAÇÃO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Disponibilidade de Área
1.1. Procedimento de oferta pública de áreas para dinamizar o setor mineral
Ministério de Minas e Energia
Portaria MME nº 12/1997
Revisão
1. Disponibilidade de Área
1. Disponibilidade de Área
1.1. Procedimento de oferta pública de áreas para dinamizar o setor mineral
1.1. Procedimento de oferta pública de áreas para dinamizar o setor mineral
Ministério de Minas e Energia
Ministério de Minas e Energia
Portaria MME nº 12/1997
Portaria MME nº 12/1997
Revisão
Revisão
TEMA 8 - PETRÓLEO E GÁS |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Petróleo e gás |
1.1. Regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped) |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 1781 de 29/12/2017. Produtividade. Dispõe sobre o regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped) e altera as Instruções Normativas RFB nºs 1.415, de 4 de dezembro de 2013, e 1.600, de 14 de dezembro de 2015 |
Revisão |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 1415 de 04/12/2013. Comércio Exterior. Dispõe sobre a habilitação e a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro) |
Revisão |
||
1.2. Padrão Técnico ANP9, instituído pela Resolução ANP nº 37/2012 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 37/2012 sobre o Padrão Técnico ANP9, que trata da entrega de PAG (Perfil de Acompanhamento Geológico) |
Revisão |
|
1.3. Condições para apresentação à ANP das garantias financeiras de desativação e abandono |
Agência Nacional do Petróleo |
Ato normativo regulamentando as modalidades de garantias financeiras relativas às atividades de desativação e abandono |
Criação |
|
1.4. Critérios objetivos a fim de se definir campos passíveis de receber incentivos à produção de petróleo e gás natural a partir de acumulações de hidrocarbonetos com economicidade margina |
Agência Nacional do Petróleo |
Ato normativo estabelecendo a definição e enquadramento de campo marginal. |
Criação |
|
1.5. Resolução nº 17/2015 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução nº 17/2015 que regulamenta o conteúdo e os procedimentos de apresentação dos Planos de Desenvolvimento |
Revisão |
|
1.6. Resoluções ANP nº 43/2007, nº 41/2015, nº 46/2016, 2/2010, nº 6/2011 e nº 21/2014 |
Agência Nacional do Petróleo |
Estrutura regulatória referente a segurança operacional e meio ambiente na exploração e produção de petróleo e gás natural |
Revisão e Consolidação |
|
1.7. Resolução ANP nº 52/2015 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 52/2015, que estabelece a regulamentação para a construção, a ampliação e a operação de instalações de movimentação de petróleo, seus derivados, gás natural, inclusive liquefeito (GNL), biocombustíveis e demais produtos regulados pela ANP |
Revisão |
|
1.8. Critérios de autonomia e de independência para o exercício da atividade de transporte de gás natural em relação às demais atividades não incluídas no § 3º do art. 3º da Lei nº 11.909, de 2009, para transportadores novos e existentes, com vistas à promoção da livre concorrência, da transparência das informações, do acesso não discriminatório aos gasodutos e do uso eficiente das infraestruturas |
Agência Nacional do Petróleo |
Ato normativo que regulamenta os critérios de autonomia e de independência dos transportadores no mercado de gás natural |
Criação |
|
1.9. Resolução ANP nº 15/2014 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 15/2014, que estabelece os critérios para cálculo das tarifas de transporte referentes aos serviços de transporte firme, interruptível e extraordinário de gás natural; e o procedimento para a aprovação das propostas de tarifa de transporte de gás natural encaminhadas pelos transportadores para os gasodutos de transporte objeto de autorização |
Revisão |
|
1.10. Atendimento ao Art. 62-A do Decreto nº 7.382/2010 que dispõe que a ANP, por meio de ato normativo, estabelecerá as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso, amparados nas boas práticas internacionais, pelos agentes detentores ou operadores de instalações de escoamento, de processamento e de terminais de GNL, com vistas à eficiência global das infraestruturas e a minimização de impactos ambientais |
Agência Nacional do Petróleo |
Ato normativo que estabelece as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso ao sistema de transporte de gás natural pelos diferentes agentes econômicos envolvidos |
Criação |
|
1.11. Resolução ANP nº 51/2013 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 51/2013, que regulamenta a autorização para a prática de atividade de carregamento de gás natural |
Revisão |
|
1.12. Art. 13 e no § 2º do Art. 52-A do Decreto nº 7.382/2010 |
Agência Nacional do Petróleo |
Ato normativo regulamentando os mecanismos de repasse de receita entre os transportadores de gás natural interconectados |
Criação |
|
1.13. Resolução ANP nº 11/2016 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 11/2016 que regulamenta a oferta de serviços de transporte pelos transportadores; a cessão de capacidade contratada sob a modalidade firme; a troca operacional de gás natural; a aprovação e o registro dos contratos de serviço de transporte de gás natural; e a promoção dos processos de chamada pública para contratação de capacidade de transporte de gás natural |
Revisão |
|
1.14. Resolução ANP nº 41/2013 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 41/2013, que regulamenta a atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos |
Revisão |
|
1.15. Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016, que regulamentam as atividades de distribuição e revenda de gás liquefeito de petróleo - GLP |
Revisão e Consolidação |
|
1.16. Resolução ANP nº 58/2014 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 58/2014, que regulamenta a atividade de distribuição de combustíveis líquidos |
Revisão |
|
1.17. Resolução ANP nº 33/2007 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 33/2007, que regulamenta a aquisição de biodiesel para atendimento ao percentual mínimo obrigatório por meio de leilões promovidos pela ANP |
Revisão |
|
1.18. Resolução ANP nº 43/2009 |
Agência Nacional do Petróleo |
Resolução ANP nº 43/2009, estabelecendo novas regras para a comercialização de etanol combustível pelas usinas diretamente aos postos revendedores varejistas |
Revisão |
|
1.19. Diversidade de produtos na matriz energética brasileira |
Agência Nacional do Petróleo |
Ato normativo estabelecendo a especificação do HVO, conhecido como diesel verde |
Criação |
|
TEMA 8 - PETRÓLEO E GÁS
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Petróleo e gás
1.1. Regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1781 de 29/12/2017. Produtividade. Dispõe sobre o regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped) e altera as Instruções Normativas RFB nºs 1.415, de 4 de dezembro de 2013, e 1.600, de 14 de dezembro de 2015
Revisão
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1415 de 04/12/2013. Comércio Exterior. Dispõe sobre a habilitação e a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro)
Revisão
1.2. Padrão Técnico ANP9, instituído pela Resolução ANP nº 37/2012
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 37/2012 sobre o Padrão Técnico ANP9, que trata da entrega de PAG (Perfil de Acompanhamento Geológico)
Revisão
1.3. Condições para apresentação à ANP das garantias financeiras de desativação e abandono
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo regulamentando as modalidades de garantias financeiras relativas às atividades de desativação e abandono
Criação
1.4. Critérios objetivos a fim de se definir campos passíveis de receber incentivos à produção de petróleo e gás natural a partir de acumulações de hidrocarbonetos com economicidade margina
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo estabelecendo a definição e enquadramento de campo marginal.
Criação
1.5. Resolução nº 17/2015
Agência Nacional do Petróleo
Resolução nº 17/2015 que regulamenta o conteúdo e os procedimentos de apresentação dos Planos de Desenvolvimento
Revisão
1.6. Resoluções ANP nº 43/2007, nº 41/2015, nº 46/2016, 2/2010, nº 6/2011 e nº 21/2014
Agência Nacional do Petróleo
Estrutura regulatória referente a segurança operacional e meio ambiente na exploração e produção de petróleo e gás natural
Revisão e Consolidação
1.7. Resolução ANP nº 52/2015
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 52/2015, que estabelece a regulamentação para a construção, a ampliação e a operação de instalações de movimentação de petróleo, seus derivados, gás natural, inclusive liquefeito (GNL), biocombustíveis e demais produtos regulados pela ANP
Revisão
1.8. Critérios de autonomia e de independência para o exercício da atividade de transporte de gás natural em relação às demais atividades não incluídas no § 3º do art. 3º da Lei nº 11.909, de 2009, para transportadores novos e existentes, com vistas à promoção da livre concorrência, da transparência das informações, do acesso não discriminatório aos gasodutos e do uso eficiente das infraestruturas
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo que regulamenta os critérios de autonomia e de independência dos transportadores no mercado de gás natural
Criação
1.9. Resolução ANP nº 15/2014
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 15/2014, que estabelece os critérios para cálculo das tarifas de transporte referentes aos serviços de transporte firme, interruptível e extraordinário de gás natural; e o procedimento para a aprovação das propostas de tarifa de transporte de gás natural encaminhadas pelos transportadores para os gasodutos de transporte objeto de autorização
Revisão
1.10. Atendimento ao Art. 62-A do Decreto nº 7.382/2010 que dispõe que a ANP, por meio de ato normativo, estabelecerá as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso, amparados nas boas práticas internacionais, pelos agentes detentores ou operadores de instalações de escoamento, de processamento e de terminais de GNL, com vistas à eficiência global das infraestruturas e a minimização de impactos ambientais
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo que estabelece as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso ao sistema de transporte de gás natural pelos diferentes agentes econômicos envolvidos
Criação
1.11. Resolução ANP nº 51/2013
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 51/2013, que regulamenta a autorização para a prática de atividade de carregamento de gás natural
Revisão
1.12. Art. 13 e no § 2º do Art. 52-A do Decreto nº 7.382/2010
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo regulamentando os mecanismos de repasse de receita entre os transportadores de gás natural interconectados
Criação
1.13. Resolução ANP nº 11/2016
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 11/2016 que regulamenta a oferta de serviços de transporte pelos transportadores; a cessão de capacidade contratada sob a modalidade firme; a troca operacional de gás natural; a aprovação e o registro dos contratos de serviço de transporte de gás natural; e a promoção dos processos de chamada pública para contratação de capacidade de transporte de gás natural
Revisão
1.14. Resolução ANP nº 41/2013
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 41/2013, que regulamenta a atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos
Revisão
1.15. Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016
Agência Nacional do Petróleo
Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016, que regulamentam as atividades de distribuição e revenda de gás liquefeito de petróleo - GLP
Revisão e Consolidação
1.16. Resolução ANP nº 58/2014
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 58/2014, que regulamenta a atividade de distribuição de combustíveis líquidos
Revisão
1.17. Resolução ANP nº 33/2007
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 33/2007, que regulamenta a aquisição de biodiesel para atendimento ao percentual mínimo obrigatório por meio de leilões promovidos pela ANP
Revisão
1.18. Resolução ANP nº 43/2009
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 43/2009, estabelecendo novas regras para a comercialização de etanol combustível pelas usinas diretamente aos postos revendedores varejistas
Revisão
1.19. Diversidade de produtos na matriz energética brasileira
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo estabelecendo a especificação do HVO, conhecido como diesel verde
Criação
TEMA 8 - PETRÓLEO E GÁS
TEMA 8 - PETRÓLEO E GÁS
TEMA 8 - PETRÓLEO E GÁS
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Petróleo e gás
1.1. Regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1781 de 29/12/2017. Produtividade. Dispõe sobre o regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped) e altera as Instruções Normativas RFB nºs 1.415, de 4 de dezembro de 2013, e 1.600, de 14 de dezembro de 2015
Revisão
1. Petróleo e gás
1. Petróleo e gás
1.1. Regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped)
1.1. Regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1781 de 29/12/2017. Produtividade. Dispõe sobre o regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped) e altera as Instruções Normativas RFB nºs 1.415, de 4 de dezembro de 2013, e 1.600, de 14 de dezembro de 2015
Instrução Normativa RFB 1781 de 29/12/2017. Produtividade. Dispõe sobre o regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped) e altera as Instruções Normativas RFB nºs 1.415, de 4 de dezembro de 2013, e 1.600, de 14 de dezembro de 2015
Revisão
Revisão
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1415 de 04/12/2013. Comércio Exterior. Dispõe sobre a habilitação e a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro)
Revisão
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1415 de 04/12/2013. Comércio Exterior. Dispõe sobre a habilitação e a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro)
Instrução Normativa RFB 1415 de 04/12/2013. Comércio Exterior. Dispõe sobre a habilitação e a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação e importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural (Repetro)
Revisão
Revisão
1.2. Padrão Técnico ANP9, instituído pela Resolução ANP nº 37/2012
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 37/2012 sobre o Padrão Técnico ANP9, que trata da entrega de PAG (Perfil de Acompanhamento Geológico)
Revisão
1.2. Padrão Técnico ANP9, instituído pela Resolução ANP nº 37/2012
1.2. Padrão Técnico ANP9, instituído pela Resolução ANP nº 37/2012
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 37/2012 sobre o Padrão Técnico ANP9, que trata da entrega de PAG (Perfil de Acompanhamento Geológico)
Resolução ANP nº 37/2012 sobre o Padrão Técnico ANP9, que trata da entrega de PAG (Perfil de Acompanhamento Geológico)
Revisão
Revisão
1.3. Condições para apresentação à ANP das garantias financeiras de desativação e abandono
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo regulamentando as modalidades de garantias financeiras relativas às atividades de desativação e abandono
Criação
1.3. Condições para apresentação à ANP das garantias financeiras de desativação e abandono
1.3. Condições para apresentação à ANP das garantias financeiras de desativação e abandono
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo regulamentando as modalidades de garantias financeiras relativas às atividades de desativação e abandono
Ato normativo regulamentando as modalidades de garantias financeiras relativas às atividades de desativação e abandono
Criação
Criação
1.4. Critérios objetivos a fim de se definir campos passíveis de receber incentivos à produção de petróleo e gás natural a partir de acumulações de hidrocarbonetos com economicidade margina
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo estabelecendo a definição e enquadramento de campo marginal.
Criação
1.4. Critérios objetivos a fim de se definir campos passíveis de receber incentivos à produção de petróleo e gás natural a partir de acumulações de hidrocarbonetos com economicidade margina
1.4. Critérios objetivos a fim de se definir campos passíveis de receber incentivos à produção de petróleo e gás natural a partir de acumulações de hidrocarbonetos com economicidade margina
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo estabelecendo a definição e enquadramento de campo marginal.
Ato normativo estabelecendo a definição e enquadramento de campo marginal.
Criação
Criação
1.5. Resolução nº 17/2015
Agência Nacional do Petróleo
Resolução nº 17/2015 que regulamenta o conteúdo e os procedimentos de apresentação dos Planos de Desenvolvimento
Revisão
1.5. Resolução nº 17/2015
1.5. Resolução nº 17/2015
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução nº 17/2015 que regulamenta o conteúdo e os procedimentos de apresentação dos Planos de Desenvolvimento
Resolução nº 17/2015 que regulamenta o conteúdo e os procedimentos de apresentação dos Planos de Desenvolvimento
Revisão
Revisão
1.6. Resoluções ANP nº 43/2007, nº 41/2015, nº 46/2016, 2/2010, nº 6/2011 e nº 21/2014
Agência Nacional do Petróleo
Estrutura regulatória referente a segurança operacional e meio ambiente na exploração e produção de petróleo e gás natural
Revisão e Consolidação
1.6. Resoluções ANP nº 43/2007, nº 41/2015, nº 46/2016, 2/2010, nº 6/2011 e nº 21/2014
1.6. Resoluções ANP nº 43/2007, nº 41/2015, nº 46/2016, 2/2010, nº 6/2011 e nº 21/2014
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Estrutura regulatória referente a segurança operacional e meio ambiente na exploração e produção de petróleo e gás natural
Estrutura regulatória referente a segurança operacional e meio ambiente na exploração e produção de petróleo e gás natural
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
1.7. Resolução ANP nº 52/2015
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 52/2015, que estabelece a regulamentação para a construção, a ampliação e a operação de instalações de movimentação de petróleo, seus derivados, gás natural, inclusive liquefeito (GNL), biocombustíveis e demais produtos regulados pela ANP
Revisão
1.7. Resolução ANP nº 52/2015
1.7. Resolução ANP nº 52/2015
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 52/2015, que estabelece a regulamentação para a construção, a ampliação e a operação de instalações de movimentação de petróleo, seus derivados, gás natural, inclusive liquefeito (GNL), biocombustíveis e demais produtos regulados pela ANP
Resolução ANP nº 52/2015, que estabelece a regulamentação para a construção, a ampliação e a operação de instalações de movimentação de petróleo, seus derivados, gás natural, inclusive liquefeito (GNL), biocombustíveis e demais produtos regulados pela ANP
Revisão
Revisão
1.8. Critérios de autonomia e de independência para o exercício da atividade de transporte de gás natural em relação às demais atividades não incluídas no § 3º do art. 3º da Lei nº 11.909, de 2009, para transportadores novos e existentes, com vistas à promoção da livre concorrência, da transparência das informações, do acesso não discriminatório aos gasodutos e do uso eficiente das infraestruturas
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo que regulamenta os critérios de autonomia e de independência dos transportadores no mercado de gás natural
Criação
1.8. Critérios de autonomia e de independência para o exercício da atividade de transporte de gás natural em relação às demais atividades não incluídas no § 3º do art. 3º da Lei nº 11.909, de 2009, para transportadores novos e existentes, com vistas à promoção da livre concorrência, da transparência das informações, do acesso não discriminatório aos gasodutos e do uso eficiente das infraestruturas
1.8. Critérios de autonomia e de independência para o exercício da atividade de transporte de gás natural em relação às demais atividades não incluídas no § 3º do art. 3º da Lei nº 11.909, de 2009, para transportadores novos e existentes, com vistas à promoção da livre concorrência, da transparência das informações, do acesso não discriminatório aos gasodutos e do uso eficiente das infraestruturas
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo que regulamenta os critérios de autonomia e de independência dos transportadores no mercado de gás natural
Ato normativo que regulamenta os critérios de autonomia e de independência dos transportadores no mercado de gás natural
Criação
Criação
1.9. Resolução ANP nº 15/2014
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 15/2014, que estabelece os critérios para cálculo das tarifas de transporte referentes aos serviços de transporte firme, interruptível e extraordinário de gás natural; e o procedimento para a aprovação das propostas de tarifa de transporte de gás natural encaminhadas pelos transportadores para os gasodutos de transporte objeto de autorização
Revisão
1.9. Resolução ANP nº 15/2014
1.9. Resolução ANP nº 15/2014
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 15/2014, que estabelece os critérios para cálculo das tarifas de transporte referentes aos serviços de transporte firme, interruptível e extraordinário de gás natural; e o procedimento para a aprovação das propostas de tarifa de transporte de gás natural encaminhadas pelos transportadores para os gasodutos de transporte objeto de autorização
Resolução ANP nº 15/2014, que estabelece os critérios para cálculo das tarifas de transporte referentes aos serviços de transporte firme, interruptível e extraordinário de gás natural; e o procedimento para a aprovação das propostas de tarifa de transporte de gás natural encaminhadas pelos transportadores para os gasodutos de transporte objeto de autorização
Revisão
Revisão
1.10. Atendimento ao Art. 62-A do Decreto nº 7.382/2010 que dispõe que a ANP, por meio de ato normativo, estabelecerá as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso, amparados nas boas práticas internacionais, pelos agentes detentores ou operadores de instalações de escoamento, de processamento e de terminais de GNL, com vistas à eficiência global das infraestruturas e a minimização de impactos ambientais
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo que estabelece as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso ao sistema de transporte de gás natural pelos diferentes agentes econômicos envolvidos
Criação
1.10. Atendimento ao Art. 62-A do Decreto nº 7.382/2010 que dispõe que a ANP, por meio de ato normativo, estabelecerá as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso, amparados nas boas práticas internacionais, pelos agentes detentores ou operadores de instalações de escoamento, de processamento e de terminais de GNL, com vistas à eficiência global das infraestruturas e a minimização de impactos ambientais
1.10. Atendimento ao Art. 62-A do Decreto nº 7.382/2010 que dispõe que a ANP, por meio de ato normativo, estabelecerá as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso, amparados nas boas práticas internacionais, pelos agentes detentores ou operadores de instalações de escoamento, de processamento e de terminais de GNL, com vistas à eficiência global das infraestruturas e a minimização de impactos ambientais
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo que estabelece as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso ao sistema de transporte de gás natural pelos diferentes agentes econômicos envolvidos
Ato normativo que estabelece as diretrizes para a elaboração conjunta de códigos comuns de acesso ao sistema de transporte de gás natural pelos diferentes agentes econômicos envolvidos
Criação
Criação
1.11. Resolução ANP nº 51/2013
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 51/2013, que regulamenta a autorização para a prática de atividade de carregamento de gás natural
Revisão
1.11. Resolução ANP nº 51/2013
1.11. Resolução ANP nº 51/2013
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 51/2013, que regulamenta a autorização para a prática de atividade de carregamento de gás natural
Resolução ANP nº 51/2013, que regulamenta a autorização para a prática de atividade de carregamento de gás natural
Revisão
Revisão
1.12. Art. 13 e no § 2º do Art. 52-A do Decreto nº 7.382/2010
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo regulamentando os mecanismos de repasse de receita entre os transportadores de gás natural interconectados
Criação
1.12. Art. 13 e no § 2º do Art. 52-A do Decreto nº 7.382/2010
1.12. Art. 13 e no § 2º do Art. 52-A do Decreto nº 7.382/2010
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo regulamentando os mecanismos de repasse de receita entre os transportadores de gás natural interconectados
Ato normativo regulamentando os mecanismos de repasse de receita entre os transportadores de gás natural interconectados
Criação
Criação
1.13. Resolução ANP nº 11/2016
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 11/2016 que regulamenta a oferta de serviços de transporte pelos transportadores; a cessão de capacidade contratada sob a modalidade firme; a troca operacional de gás natural; a aprovação e o registro dos contratos de serviço de transporte de gás natural; e a promoção dos processos de chamada pública para contratação de capacidade de transporte de gás natural
Revisão
1.13. Resolução ANP nº 11/2016
1.13. Resolução ANP nº 11/2016
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 11/2016 que regulamenta a oferta de serviços de transporte pelos transportadores; a cessão de capacidade contratada sob a modalidade firme; a troca operacional de gás natural; a aprovação e o registro dos contratos de serviço de transporte de gás natural; e a promoção dos processos de chamada pública para contratação de capacidade de transporte de gás natural
Resolução ANP nº 11/2016 que regulamenta a oferta de serviços de transporte pelos transportadores; a cessão de capacidade contratada sob a modalidade firme; a troca operacional de gás natural; a aprovação e o registro dos contratos de serviço de transporte de gás natural; e a promoção dos processos de chamada pública para contratação de capacidade de transporte de gás natural
Revisão
Revisão
1.14. Resolução ANP nº 41/2013
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 41/2013, que regulamenta a atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos
Revisão
1.14. Resolução ANP nº 41/2013
1.14. Resolução ANP nº 41/2013
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 41/2013, que regulamenta a atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos
Resolução ANP nº 41/2013, que regulamenta a atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos
Revisão
Revisão
1.15. Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016
Agência Nacional do Petróleo
Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016, que regulamentam as atividades de distribuição e revenda de gás liquefeito de petróleo - GLP
Revisão e Consolidação
1.15. Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016
1.15. Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016, que regulamentam as atividades de distribuição e revenda de gás liquefeito de petróleo - GLP
Resoluções ANP nº 49/2016 e nº 51/2016, que regulamentam as atividades de distribuição e revenda de gás liquefeito de petróleo - GLP
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
1.16. Resolução ANP nº 58/2014
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 58/2014, que regulamenta a atividade de distribuição de combustíveis líquidos
Revisão
1.16. Resolução ANP nº 58/2014
1.16. Resolução ANP nº 58/2014
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 58/2014, que regulamenta a atividade de distribuição de combustíveis líquidos
Resolução ANP nº 58/2014, que regulamenta a atividade de distribuição de combustíveis líquidos
Revisão
Revisão
1.17. Resolução ANP nº 33/2007
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 33/2007, que regulamenta a aquisição de biodiesel para atendimento ao percentual mínimo obrigatório por meio de leilões promovidos pela ANP
Revisão
1.17. Resolução ANP nº 33/2007
1.17. Resolução ANP nº 33/2007
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 33/2007, que regulamenta a aquisição de biodiesel para atendimento ao percentual mínimo obrigatório por meio de leilões promovidos pela ANP
Resolução ANP nº 33/2007, que regulamenta a aquisição de biodiesel para atendimento ao percentual mínimo obrigatório por meio de leilões promovidos pela ANP
Revisão
Revisão
1.18. Resolução ANP nº 43/2009
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 43/2009, estabelecendo novas regras para a comercialização de etanol combustível pelas usinas diretamente aos postos revendedores varejistas
Revisão
1.18. Resolução ANP nº 43/2009
1.18. Resolução ANP nº 43/2009
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Resolução ANP nº 43/2009, estabelecendo novas regras para a comercialização de etanol combustível pelas usinas diretamente aos postos revendedores varejistas
Resolução ANP nº 43/2009, estabelecendo novas regras para a comercialização de etanol combustível pelas usinas diretamente aos postos revendedores varejistas
Revisão
Revisão
1.19. Diversidade de produtos na matriz energética brasileira
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo estabelecendo a especificação do HVO, conhecido como diesel verde
Criação
1.19. Diversidade de produtos na matriz energética brasileira
1.19. Diversidade de produtos na matriz energética brasileira
Agência Nacional do Petróleo
Agência Nacional do Petróleo
Ato normativo estabelecendo a especificação do HVO, conhecido como diesel verde
Ato normativo estabelecendo a especificação do HVO, conhecido como diesel verde
Criação
Criação
TEMA 9 - PREVIDENCIÁRIO |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. CSLL, COFINS e PIS/PASEP |
1.1. Procedimento de administração, o lançamento e as consultas para a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014 |
Revisão |
2. Tributação e arrecadação |
2.1. Tributação previdenciária e arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 971 de 13/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) |
Revisão |
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014 |
Revisão |
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Instrução Normativa RFB 972 de 14/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) |
Revisão |
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2.2. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 1436 de 30/12/2013. Seguridade Social. Dispõe sobre a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas |
Revisão |
|
TEMA 9 - PREVIDENCIÁRIO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. CSLL, COFINS e PIS/PASEP
1.1. Procedimento de administração, o lançamento e as consultas para a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Revisão
2. Tributação e arrecadação
2.1. Tributação previdenciária e arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 971 de 13/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Revisão
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Revisão
Instrução Normativa RFB 972 de 14/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Revisão
2.2. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1436 de 30/12/2013. Seguridade Social. Dispõe sobre a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas
Revisão
TEMA 9 - PREVIDENCIÁRIO
TEMA 9 - PREVIDENCIÁRIO
TEMA 9 - PREVIDENCIÁRIO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. CSLL, COFINS e PIS/PASEP
1.1. Procedimento de administração, o lançamento e as consultas para a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Revisão
1. CSLL, COFINS e PIS/PASEP
1. CSLL, COFINS e PIS/PASEP
1.1. Procedimento de administração, o lançamento e as consultas para a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins
1.1. Procedimento de administração, o lançamento e as consultas para a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Revisão
Revisão
2. Tributação e arrecadação
2.1. Tributação previdenciária e arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 971 de 13/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Revisão
2. Tributação e arrecadação
2. Tributação e arrecadação
2.1. Tributação previdenciária e arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos
2.1. Tributação previdenciária e arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 971 de 13/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Instrução Normativa RFB 971 de 13/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Revisão
Revisão
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Revisão
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Instrução Normativa RFB 1700 de 14/03/2017. Seguridade Social. Dispõe sobre a determinação e o pagamento do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas e disciplina o tratamento tributário da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no que se refere às alterações introduzidas pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014
Revisão
Revisão
Instrução Normativa RFB 972 de 14/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Revisão
Instrução Normativa RFB 972 de 14/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Instrução Normativa RFB 972 de 14/11/2009. Seguridade Social. Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Revisão
Revisão
2.2. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1436 de 30/12/2013. Seguridade Social. Dispõe sobre a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas
Revisão
2.2. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
2.2. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1436 de 30/12/2013. Seguridade Social. Dispõe sobre a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas
Instrução Normativa RFB 1436 de 30/12/2013. Seguridade Social. Dispõe sobre a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas
Revisão
Revisão
TEMA 10 - SAÚDE E VIGILANCIA SANITÁRIA |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Medicamentos |
1.1. Critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares |
Agência Nacional de Vigilância Sanitária |
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 200/2017, a qual dispõe sobre os critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares e dá outras providências |
Revisão |
2. Alimentos |
2.1. Requisitos para avaliação de novos alimentos e novos ingredientes e melhoria do procedimento com vistas à maior efetividade, proporcionalidade e celeridade das avaliações do órgão regulador |
Agência Nacional de Vigilância Sanitária |
Revisão da legislação de novos alimentos e novos ingredientes (Resolução n.º 16/1999) |
Revisão |
3. Portos, aeroportos e fronteiras |
3.1. Concessão de autorizações sanitárias para o funcionamento de empresas, estabelecimento e certificação de boas práticas de armazenamento em portos, aeroportos e fronteiras |
Agência Nacional de Vigilância Sanitária |
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 246/2002 |
Revisão |
3.2. Internacionalização de aeroportos brasileiros |
Agência Nacional de Vigilância Sanitária |
Internacionalização de aeroportos brasileiros |
Criação |
|
TEMA 10 - SAÚDE E VIGILANCIA SANITÁRIA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Medicamentos
1.1. Critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 200/2017, a qual dispõe sobre os critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares e dá outras providências
Revisão
2. Alimentos
2.1. Requisitos para avaliação de novos alimentos e novos ingredientes e melhoria do procedimento com vistas à maior efetividade, proporcionalidade e celeridade das avaliações do órgão regulador
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Revisão da legislação de novos alimentos e novos ingredientes (Resolução n.º 16/1999)
Revisão
3. Portos, aeroportos e fronteiras
3.1. Concessão de autorizações sanitárias para o funcionamento de empresas, estabelecimento e certificação de boas práticas de armazenamento em portos, aeroportos e fronteiras
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 246/2002
Revisão
3.2. Internacionalização de aeroportos brasileiros
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Internacionalização de aeroportos brasileiros
Criação
TEMA 10 - SAÚDE E VIGILANCIA SANITÁRIA
TEMA 10 - SAÚDE E VIGILANCIA SANITÁRIA
TEMA 10 - SAÚDE E VIGILANCIA SANITÁRIA
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Medicamentos
1.1. Critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 200/2017, a qual dispõe sobre os critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares e dá outras providências
Revisão
1. Medicamentos
1. Medicamentos
1.1. Critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares
1.1. Critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 200/2017, a qual dispõe sobre os critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares e dá outras providências
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 200/2017, a qual dispõe sobre os critérios para a concessão e renovação do registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares e dá outras providências
Revisão
Revisão
2. Alimentos
2.1. Requisitos para avaliação de novos alimentos e novos ingredientes e melhoria do procedimento com vistas à maior efetividade, proporcionalidade e celeridade das avaliações do órgão regulador
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Revisão da legislação de novos alimentos e novos ingredientes (Resolução n.º 16/1999)
Revisão
2. Alimentos
2. Alimentos
2.1. Requisitos para avaliação de novos alimentos e novos ingredientes e melhoria do procedimento com vistas à maior efetividade, proporcionalidade e celeridade das avaliações do órgão regulador
2.1. Requisitos para avaliação de novos alimentos e novos ingredientes e melhoria do procedimento com vistas à maior efetividade, proporcionalidade e celeridade das avaliações do órgão regulador
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Revisão da legislação de novos alimentos e novos ingredientes (Resolução n.º 16/1999)
Revisão da legislação de novos alimentos e novos ingredientes (Resolução n.º 16/1999)
Revisão
Revisão
3. Portos, aeroportos e fronteiras
3.1. Concessão de autorizações sanitárias para o funcionamento de empresas, estabelecimento e certificação de boas práticas de armazenamento em portos, aeroportos e fronteiras
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 246/2002
Revisão
3. Portos, aeroportos e fronteiras
3. Portos, aeroportos e fronteiras
3.1. Concessão de autorizações sanitárias para o funcionamento de empresas, estabelecimento e certificação de boas práticas de armazenamento em portos, aeroportos e fronteiras
3.1. Concessão de autorizações sanitárias para o funcionamento de empresas, estabelecimento e certificação de boas práticas de armazenamento em portos, aeroportos e fronteiras
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 246/2002
Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 246/2002
Revisão
Revisão
3.2. Internacionalização de aeroportos brasileiros
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Internacionalização de aeroportos brasileiros
Criação
3.2. Internacionalização de aeroportos brasileiros
3.2. Internacionalização de aeroportos brasileiros
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Internacionalização de aeroportos brasileiros
Internacionalização de aeroportos brasileiros
Criação
Criação
TEMA 11 - TECNOLOGIA E COMUNICAÇÕES |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Desenvolvimento Espacial |
1.1. Licenciamento para Atividades Espaciais |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Regulamento de Licenciamento para Atividades Espaciais |
Criação |
1.2. Procedimentos e requisitos para licença de operador para execução de atividades espaciais de lançamento no território brasileiro |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Portaria nº 182, de 28/05/2020 |
Revogação e Criação |
|
1.3. Procedimentos e atribuições aplicáveis ao Operador da Segurança do Centro e ao Organismo de Certificação Espacial |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Portaria nº 160, de 16/09/2009 |
Revogação e Criação |
|
1.4. Desenvolvimento de ciências espaciais básicas e aplicadas pelo Programa UNIESPAÇO |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Portaria Programa UNIESPAÇO |
Criação |
|
1.5. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Portaria Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial |
Criação |
|
1.6. Regulamento de Registro de Objetos Espaciais lançados no espaço exterior |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Regulamento para registro de objetos espaciais |
Criação |
|
2. Transformação digital |
2.1. Programa Cidades Digitais |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Portaria 376 - Cidades Digitais |
Revisão |
2.2. Procedimentos para avaliação e certificação de produtos de nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia |
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações |
Regulamentação da nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia |
Criação |
|
TEMA 11 - TECNOLOGIA E COMUNICAÇÕES
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Desenvolvimento Espacial
1.1. Licenciamento para Atividades Espaciais
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamento de Licenciamento para Atividades Espaciais
Criação
1.2. Procedimentos e requisitos para licença de operador para execução de atividades espaciais de lançamento no território brasileiro
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria nº 182, de 28/05/2020
Revogação e Criação
1.3. Procedimentos e atribuições aplicáveis ao Operador da Segurança do Centro e ao Organismo de Certificação Espacial
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria nº 160, de 16/09/2009
Revogação e Criação
1.4. Desenvolvimento de ciências espaciais básicas e aplicadas pelo Programa UNIESPAÇO
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria Programa UNIESPAÇO
Criação
1.5. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
Criação
1.6. Regulamento de Registro de Objetos Espaciais lançados no espaço exterior
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamento para registro de objetos espaciais
Criação
2. Transformação digital
2.1. Programa Cidades Digitais
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria 376 - Cidades Digitais
Revisão
2.2. Procedimentos para avaliação e certificação de produtos de nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamentação da nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
Criação
TEMA 11 - TECNOLOGIA E COMUNICAÇÕES
TEMA 11 - TECNOLOGIA E COMUNICAÇÕES
TEMA 11 - TECNOLOGIA E COMUNICAÇÕES
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Desenvolvimento Espacial
1.1. Licenciamento para Atividades Espaciais
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamento de Licenciamento para Atividades Espaciais
Criação
1. Desenvolvimento Espacial
1. Desenvolvimento Espacial
1.1. Licenciamento para Atividades Espaciais
1.1. Licenciamento para Atividades Espaciais
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamento de Licenciamento para Atividades Espaciais
Regulamento de Licenciamento para Atividades Espaciais
Criação
Criação
1.2. Procedimentos e requisitos para licença de operador para execução de atividades espaciais de lançamento no território brasileiro
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria nº 182, de 28/05/2020
Revogação e Criação
1.2. Procedimentos e requisitos para licença de operador para execução de atividades espaciais de lançamento no território brasileiro
1.2. Procedimentos e requisitos para licença de operador para execução de atividades espaciais de lançamento no território brasileiro
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria nº 182, de 28/05/2020
Portaria nº 182, de 28/05/2020
Revogação e Criação
Revogação e Criação
1.3. Procedimentos e atribuições aplicáveis ao Operador da Segurança do Centro e ao Organismo de Certificação Espacial
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria nº 160, de 16/09/2009
Revogação e Criação
1.3. Procedimentos e atribuições aplicáveis ao Operador da Segurança do Centro e ao Organismo de Certificação Espacial
1.3. Procedimentos e atribuições aplicáveis ao Operador da Segurança do Centro e ao Organismo de Certificação Espacial
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria nº 160, de 16/09/2009
Portaria nº 160, de 16/09/2009
Revogação e Criação
Revogação e Criação
1.4. Desenvolvimento de ciências espaciais básicas e aplicadas pelo Programa UNIESPAÇO
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria Programa UNIESPAÇO
Criação
1.4. Desenvolvimento de ciências espaciais básicas e aplicadas pelo Programa UNIESPAÇO
1.4. Desenvolvimento de ciências espaciais básicas e aplicadas pelo Programa UNIESPAÇO
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria Programa UNIESPAÇO
Portaria Programa UNIESPAÇO
Criação
Criação
1.5. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
Criação
1.5. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
1.5. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
Portaria Programa de Desenvolvimento Tecnológico Espacial
Criação
Criação
1.6. Regulamento de Registro de Objetos Espaciais lançados no espaço exterior
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamento para registro de objetos espaciais
Criação
1.6. Regulamento de Registro de Objetos Espaciais lançados no espaço exterior
1.6. Regulamento de Registro de Objetos Espaciais lançados no espaço exterior
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamento para registro de objetos espaciais
Regulamento para registro de objetos espaciais
Criação
Criação
2. Transformação digital
2.1. Programa Cidades Digitais
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria 376 - Cidades Digitais
Revisão
2. Transformação digital
2. Transformação digital
2.1. Programa Cidades Digitais
2.1. Programa Cidades Digitais
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Portaria 376 - Cidades Digitais
Portaria 376 - Cidades Digitais
Revisão
Revisão
2.2. Procedimentos para avaliação e certificação de produtos de nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamentação da nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
Criação
2.2. Procedimentos para avaliação e certificação de produtos de nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
2.2. Procedimentos para avaliação e certificação de produtos de nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Regulamentação da nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
Regulamentação da nanotecnologia e de produtos advindos da nanotecnologia
Criação
Criação
TEMA 12 - TRANSPORTES |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Extinção do Contrato por caducidade |
1.1. Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT (Lei nº 8.987/95, art. 35, inciso III) |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT |
Criação |
Aperfeiçoamento da aplicação e dosimetria de penalidades |
Criação |
|||
Resolução ANTT 233/2003 e Resolução ANTT 3.075/2009 |
Revisão |
|||
Resolução ANTT n. 5.083/2016 |
Revisão |
|||
2. Execução de Obras e Serviços |
2.1. Adequação dos procedimentos de execução de obras e serviços realizados pelas concessionárias nas rodovias federais reguladas pela ANTT, bem como aos contratos de concessão firmados a partir de 2007 |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Resolução ANTT nº 1.187/ 2005 |
Revisão |
3. Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros |
3.1. Revisão para que o mercado de transporte rodoviário regular interestadual de passageiros atue em ambiente de livre e aberta competição com liberdade tarifária |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros |
Revisão |
4. Serviços públicos associados ao transporte ferroviário de cargas |
4.1. Disciplinar o serviço adequado de transporte ferroviário de cargas, de tráfego ferroviário e de operações acessórias (conceituações sobre o serviço, criação de indicadores e estabelecimento de padrões mínimos de referência) |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Regulamento dos serviços públicos associados ao transporte ferroviário de carga |
Criação |
5. Acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF |
5.1. Regulamentos relativos ao acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF, por meio do compartilhamento de infraestrutura ferroviária e de recursos operacionais, na modalidade de Direito de Passagem ou Tráfego Mútuo |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Resoluções ANTT nº 3.695/2011 (Regulamento das Operações de Direito de Passagem e Tráfego Mútuo) e nº 4.348/2014 (Regulamento do Operador Ferroviário Independente) |
Revisão |
6. Contratação e manutenção de seguros pelas concessionárias ferroviárias |
6.1. Simplificação dos requisitos previstos e adequação das obrigações às práticas de mercado |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Resolução ANTT nº 4.624/2015 |
Revisão |
7. Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas - RNTRC |
7.1. Procedimentos para inscrição e manutenção no RNTRC, instituição de infrações e penalidades relacionadas |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Resolução ANTT nº 4.799/2016 |
Revisão |
8. Vale-pedágio |
8.1. Modernizar os conceitos estabelecidos na Resolução ANTT nº 2.885/2008 e aprimorar o processo de habilitação de Fornecedoras de Vale-Pedágio obrigatório |
Agência Nacional de Transportes Terrestres |
Resolução ANTT nº 2.885/2009 |
Revisão |
9. Navegação Interior |
9.1. Agenda ANTAQ 2020-2021 de s Simplificação do Estoque Regulatório da Navegação Interior |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 260, de 27 de julho de 2004 |
Revisão e Consolidação |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 912, de 23 de novembro de 2007 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 1.274, de 03 de fevereiro de 2009 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 1.558, de 11 de dezembro de 2009 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 1.864, de 04 de novembro de 2010 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 3.285, de 13 de fevereiro de 2014 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 3.631, de 15 de setembro de 2014 |
Revisão e Consolidação |
||
TEMA 12 - TRANSPORTES
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Extinção do Contrato por caducidade
1.1. Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT (Lei nº 8.987/95, art. 35, inciso III)
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT
Criação
Aperfeiçoamento da aplicação e dosimetria de penalidades
Criação
Resolução ANTT 233/2003 e Resolução ANTT 3.075/2009
Revisão
Resolução ANTT n. 5.083/2016
Revisão
2. Execução de Obras e Serviços
2.1. Adequação dos procedimentos de execução de obras e serviços realizados pelas concessionárias nas rodovias federais reguladas pela ANTT, bem como aos contratos de concessão firmados a partir de 2007
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 1.187/ 2005
Revisão
3. Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
3.1. Revisão para que o mercado de transporte rodoviário regular interestadual de passageiros atue em ambiente de livre e aberta competição com liberdade tarifária
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
Revisão
4. Serviços públicos associados ao transporte ferroviário de cargas
4.1. Disciplinar o serviço adequado de transporte ferroviário de cargas, de tráfego ferroviário e de operações acessórias (conceituações sobre o serviço, criação de indicadores e estabelecimento de padrões mínimos de referência)
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Regulamento dos serviços públicos associados ao transporte ferroviário de carga
Criação
5. Acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF
5.1. Regulamentos relativos ao acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF, por meio do compartilhamento de infraestrutura ferroviária e de recursos operacionais, na modalidade de Direito de Passagem ou Tráfego Mútuo
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resoluções ANTT nº 3.695/2011 (Regulamento das Operações de Direito de Passagem e Tráfego Mútuo) e nº 4.348/2014 (Regulamento do Operador Ferroviário Independente)
Revisão
6. Contratação e manutenção de seguros pelas concessionárias ferroviárias
6.1. Simplificação dos requisitos previstos e adequação das obrigações às práticas de mercado
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 4.624/2015
Revisão
7. Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas - RNTRC
7.1. Procedimentos para inscrição e manutenção no RNTRC, instituição de infrações e penalidades relacionadas
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 4.799/2016
Revisão
8. Vale-pedágio
8.1. Modernizar os conceitos estabelecidos na Resolução ANTT nº 2.885/2008 e aprimorar o processo de habilitação de Fornecedoras de Vale-Pedágio obrigatório
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 2.885/2009
Revisão
9. Navegação Interior
9.1. Agenda ANTAQ 2020-2021 de s Simplificação do Estoque Regulatório da Navegação Interior
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 260, de 27 de julho de 2004
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 912, de 23 de novembro de 2007
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.274, de 03 de fevereiro de 2009
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.558, de 11 de dezembro de 2009
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.864, de 04 de novembro de 2010
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.285, de 13 de fevereiro de 2014
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.631, de 15 de setembro de 2014
Revisão e Consolidação
TEMA 12 - TRANSPORTES
TEMA 12 - TRANSPORTES
TEMA 12 - TRANSPORTES
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Extinção do Contrato por caducidade
1.1. Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT (Lei nº 8.987/95, art. 35, inciso III)
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT
Criação
1. Extinção do Contrato por caducidade
1. Extinção do Contrato por caducidade
1.1. Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT (Lei nº 8.987/95, art. 35, inciso III)
1.1. Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT (Lei nº 8.987/95, art. 35, inciso III)
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT
Regulamentação do processo de aplicação da penalidade de caducidade no âmbito da ANTT
Criação
Criação
Aperfeiçoamento da aplicação e dosimetria de penalidades
Criação
Aperfeiçoamento da aplicação e dosimetria de penalidades
Aperfeiçoamento da aplicação e dosimetria de penalidades
Criação
Criação
Resolução ANTT 233/2003 e Resolução ANTT 3.075/2009
Revisão
Resolução ANTT 233/2003 e Resolução ANTT 3.075/2009
Resolução ANTT 233/2003 e Resolução ANTT 3.075/2009
Revisão
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Resolução ANTT n. 5.083/2016
Revisão
Resolução ANTT n. 5.083/2016
Resolução ANTT n. 5.083/2016
Revisão
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2. Execução de Obras e Serviços
2.1. Adequação dos procedimentos de execução de obras e serviços realizados pelas concessionárias nas rodovias federais reguladas pela ANTT, bem como aos contratos de concessão firmados a partir de 2007
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 1.187/ 2005
Revisão
2. Execução de Obras e Serviços
2. Execução de Obras e Serviços
2.1. Adequação dos procedimentos de execução de obras e serviços realizados pelas concessionárias nas rodovias federais reguladas pela ANTT, bem como aos contratos de concessão firmados a partir de 2007
2.1. Adequação dos procedimentos de execução de obras e serviços realizados pelas concessionárias nas rodovias federais reguladas pela ANTT, bem como aos contratos de concessão firmados a partir de 2007
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 1.187/ 2005
Resolução ANTT nº 1.187/ 2005
Revisão
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3. Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
3.1. Revisão para que o mercado de transporte rodoviário regular interestadual de passageiros atue em ambiente de livre e aberta competição com liberdade tarifária
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
Revisão
3. Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
3. Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
3.1. Revisão para que o mercado de transporte rodoviário regular interestadual de passageiros atue em ambiente de livre e aberta competição com liberdade tarifária
3.1. Revisão para que o mercado de transporte rodoviário regular interestadual de passageiros atue em ambiente de livre e aberta competição com liberdade tarifária
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
Marco Regulatório do Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros
Revisão
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4. Serviços públicos associados ao transporte ferroviário de cargas
4.1. Disciplinar o serviço adequado de transporte ferroviário de cargas, de tráfego ferroviário e de operações acessórias (conceituações sobre o serviço, criação de indicadores e estabelecimento de padrões mínimos de referência)
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Regulamento dos serviços públicos associados ao transporte ferroviário de carga
Criação
4. Serviços públicos associados ao transporte ferroviário de cargas
4. Serviços públicos associados ao transporte ferroviário de cargas
4.1. Disciplinar o serviço adequado de transporte ferroviário de cargas, de tráfego ferroviário e de operações acessórias (conceituações sobre o serviço, criação de indicadores e estabelecimento de padrões mínimos de referência)
4.1. Disciplinar o serviço adequado de transporte ferroviário de cargas, de tráfego ferroviário e de operações acessórias (conceituações sobre o serviço, criação de indicadores e estabelecimento de padrões mínimos de referência)
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Regulamento dos serviços públicos associados ao transporte ferroviário de carga
Regulamento dos serviços públicos associados ao transporte ferroviário de carga
Criação
Criação
5. Acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF
5.1. Regulamentos relativos ao acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF, por meio do compartilhamento de infraestrutura ferroviária e de recursos operacionais, na modalidade de Direito de Passagem ou Tráfego Mútuo
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resoluções ANTT nº 3.695/2011 (Regulamento das Operações de Direito de Passagem e Tráfego Mútuo) e nº 4.348/2014 (Regulamento do Operador Ferroviário Independente)
Revisão
5. Acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF
5. Acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF
5.1. Regulamentos relativos ao acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF, por meio do compartilhamento de infraestrutura ferroviária e de recursos operacionais, na modalidade de Direito de Passagem ou Tráfego Mútuo
5.1. Regulamentos relativos ao acesso dos Operadores Ferroviários Independentes ao Subsistema Ferroviário Federal - SFF, por meio do compartilhamento de infraestrutura ferroviária e de recursos operacionais, na modalidade de Direito de Passagem ou Tráfego Mútuo
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resoluções ANTT nº 3.695/2011 (Regulamento das Operações de Direito de Passagem e Tráfego Mútuo) e nº 4.348/2014 (Regulamento do Operador Ferroviário Independente)
Resoluções ANTT nº 3.695/2011 (Regulamento das Operações de Direito de Passagem e Tráfego Mútuo) e nº 4.348/2014 (Regulamento do Operador Ferroviário Independente)
Revisão
Revisão
6. Contratação e manutenção de seguros pelas concessionárias ferroviárias
6.1. Simplificação dos requisitos previstos e adequação das obrigações às práticas de mercado
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 4.624/2015
Revisão
6. Contratação e manutenção de seguros pelas concessionárias ferroviárias
6. Contratação e manutenção de seguros pelas concessionárias ferroviárias
6.1. Simplificação dos requisitos previstos e adequação das obrigações às práticas de mercado
6.1. Simplificação dos requisitos previstos e adequação das obrigações às práticas de mercado
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 4.624/2015
Resolução ANTT nº 4.624/2015
Revisão
Revisão
7. Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas - RNTRC
7.1. Procedimentos para inscrição e manutenção no RNTRC, instituição de infrações e penalidades relacionadas
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 4.799/2016
Revisão
7. Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas - RNTRC
7. Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas - RNTRC
7.1. Procedimentos para inscrição e manutenção no RNTRC, instituição de infrações e penalidades relacionadas
7.1. Procedimentos para inscrição e manutenção no RNTRC, instituição de infrações e penalidades relacionadas
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 4.799/2016
Resolução ANTT nº 4.799/2016
Revisão
Revisão
8. Vale-pedágio
8.1. Modernizar os conceitos estabelecidos na Resolução ANTT nº 2.885/2008 e aprimorar o processo de habilitação de Fornecedoras de Vale-Pedágio obrigatório
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 2.885/2009
Revisão
8. Vale-pedágio
8. Vale-pedágio
8.1. Modernizar os conceitos estabelecidos na Resolução ANTT nº 2.885/2008 e aprimorar o processo de habilitação de Fornecedoras de Vale-Pedágio obrigatório
8.1. Modernizar os conceitos estabelecidos na Resolução ANTT nº 2.885/2008 e aprimorar o processo de habilitação de Fornecedoras de Vale-Pedágio obrigatório
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Agência Nacional de Transportes Terrestres
Resolução ANTT nº 2.885/2009
Resolução ANTT nº 2.885/2009
Revisão
Revisão
9. Navegação Interior
9.1. Agenda ANTAQ 2020-2021 de s Simplificação do Estoque Regulatório da Navegação Interior
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 260, de 27 de julho de 2004
Revisão e Consolidação
9. Navegação Interior
9. Navegação Interior
9.1. Agenda ANTAQ 2020-2021 de s Simplificação do Estoque Regulatório da Navegação Interior
9.1. Agenda ANTAQ 2020-2021 de s Simplificação do Estoque Regulatório da Navegação Interior
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Resolução ANTAQ nº 260, de 27 de julho de 2004
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Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 912, de 23 de novembro de 2007
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 912, de 23 de novembro de 2007
Resolução ANTAQ nº 912, de 23 de novembro de 2007
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.274, de 03 de fevereiro de 2009
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.274, de 03 de fevereiro de 2009
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Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.558, de 11 de dezembro de 2009
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.558, de 11 de dezembro de 2009
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Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.864, de 04 de novembro de 2010
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 1.864, de 04 de novembro de 2010
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Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.285, de 13 de fevereiro de 2014
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.285, de 13 de fevereiro de 2014
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Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.631, de 15 de setembro de 2014
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.631, de 15 de setembro de 2014
Resolução ANTAQ nº 3.631, de 15 de setembro de 2014
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 16, de 06 de fevereiro de 2017 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 24, de 05 de julho de 2018 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 6.853, de 13 de abril de 2019 |
Revisão e Consolidação |
||
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 7.753, de 11 de maio de 2020 |
Revisão e Consolidação |
||
9.2. Gestão da Administração dos portos |
Áreas e instalações portuárias sob gestão da Administração do Porto, no âmbito dos Portos Organizados |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 07, de 31 de maio de 2016 |
Revisão e Consolidação |
10. Apoio ao transporte aquaviário |
10. Registro de instalações de apoio ao transporte aquaviário |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 13, de 10 de outubro de 2016 |
Revisão e Consolidação |
11. Construção e exploração de terminal de uso privado |
11.1. Autorização para a construção e exploração de terminal de uso privado, de estação de transbordo de carga, de instalação portuária pública de pequeno porte e de instalação portuária de turismo |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 20, de 15 de maio de 2018 |
Revisão e Consolidação |
12. Equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de arrendamento de áreas e instalações portuárias nos portos organizados |
12.1. Projetos de arrendamentos e recomposição do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de arrendamento de áreas e instalações portuárias nos portos organizados |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 3.220, de 14 de março de 2014 |
Revisão e Consolidação |
13. Modelo simplificado de EVTEA |
13.1. Procedimento para modelo simplificado de EVTEA |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 7.821, de 19 de junho de 2020 |
Consolidação |
14. Prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias |
14.1. Parâmetros regulatórios a serem observados na prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 34, de 19 de agosto de 2019 |
Revisão e Consolidação |
15. Estrutura tarifária |
15.1. Estrutura tarifária padronizada das administrações portuárias e os procedimentos para reajuste e revisão de tarifas |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 32, de 05 de maio de 2019 |
Revisão e Consolidação |
16. Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp) |
16.1. Manual de Contas das Autoridades Portuárias, como parte do Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp) |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 15, de 23 de dezembro de 2016 |
Revisão e Consolidação |
17. Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias |
17.1. Padronização das Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias no âmbito dos portos organizados |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 28, de 11 de fevereiro de 2019 |
Revisão e Consolidação |
18. Controle patrimonial dos portos organizados |
18.1. Controle patrimonial dos portos organizados, estabelecendo procedimentos a serem adotados quando da incorporação e da desincorporação de bens da união sob a guarda e responsabilidade das administrações portuárias e dos arrendatários de áreas e instalações portuárias |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 29, de 20 de maio de 2019 |
Revisão e Consolidação |
19. Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP) |
19.1. Obrigatoriedade de prestação de informações para a alimentação do Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP) |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 31, de 15 de abril de 2019 |
Revisão e Consolidação |
20. Uso de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas |
20.1. Diretrizes para a utilização de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas, na área do porto organizado |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa ANTAQ nº 03, de 18 de maio de 2015 |
Revisão e Consolidação |
21. Fiscalização da prestação dos serviços portuários |
21.1. Fiscalização da prestação dos serviços portuários e estabelecimento de infrações administrativas |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução ANTAQ nº 3.274, de 06 de fevereiro de 2014 |
Revisão e Consolidação |
22. Apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso |
22.1. Procedimentos e critérios para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação nas navegações de apoio portuário, apoio marítimo, cabotagem e longo curso |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa nº 01, de 13 de fevereiro de 2015 |
Revisão |
Outorga de autorização à pessoa jurídica, constituída nos termos da legislação brasileira e com sede e administração no país, que tenha por objeto operar nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem ou longo curso |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa nº 05, de 23 de fevereiro de 2016 |
Revisão |
|
22.2. Direitos e deveres dos usuários, dos agentes intermediários e das empresas que operam nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso, e estabelece infrações administrativas |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa nº 18, de 21 de dezembro de 2017 |
Revisão |
|
23. Operação Ship to Ship |
23.1. Operação Ship to Ship |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução Normativa sobre operação Ship to Ship |
Criação |
24. Análise de Impacto Regulatório |
24.1. Análise de Impacto Regulatório - AIR e de Avaliação de Resultado Regulatório - ARR, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários |
Resolução nº 7.573-ANTAQ, SEI 0969406 |
Criação |
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 16, de 06 de fevereiro de 2017
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 24, de 05 de julho de 2018
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 6.853, de 13 de abril de 2019
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 7.753, de 11 de maio de 2020
Revisão e Consolidação
9.2. Gestão da Administração dos portos
Áreas e instalações portuárias sob gestão da Administração do Porto, no âmbito dos Portos Organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 07, de 31 de maio de 2016
Revisão e Consolidação
10. Apoio ao transporte aquaviário
10. Registro de instalações de apoio ao transporte aquaviário
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 13, de 10 de outubro de 2016
Revisão e Consolidação
11. Construção e exploração de terminal de uso privado
11.1. Autorização para a construção e exploração de terminal de uso privado, de estação de transbordo de carga, de instalação portuária pública de pequeno porte e de instalação portuária de turismo
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 20, de 15 de maio de 2018
Revisão e Consolidação
12. Equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
12.1. Projetos de
arrendamentos e recomposição
do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.220, de 14 de março de 2014
Revisão e Consolidação
13. Modelo simplificado de EVTEA
13.1. Procedimento para modelo simplificado de EVTEA
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 7.821, de 19 de junho de 2020
Consolidação
14. Prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
14.1. Parâmetros regulatórios a serem observados na prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 34, de 19 de agosto de 2019
Revisão e Consolidação
15. Estrutura tarifária
15.1. Estrutura tarifária padronizada das administrações portuárias e os procedimentos para reajuste e revisão de tarifas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 32, de 05 de maio de 2019
Revisão e Consolidação
16. Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
16.1. Manual de Contas das Autoridades Portuárias, como parte do Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 15, de 23 de dezembro de 2016
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17. Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias
17.1. Padronização das Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias no âmbito dos portos organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 28, de 11 de fevereiro de 2019
Revisão e Consolidação
18. Controle patrimonial dos portos organizados
18.1. Controle patrimonial dos portos organizados, estabelecendo procedimentos a serem adotados quando da incorporação e da desincorporação de bens da união sob a guarda e responsabilidade das administrações portuárias e dos arrendatários de áreas e instalações portuárias
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 29, de 20 de maio de 2019
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19. Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
19.1. Obrigatoriedade de prestação de informações para a alimentação do Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 31, de 15 de abril de 2019
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20. Uso de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas
20.1. Diretrizes para a utilização de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas, na área do porto organizado
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 03, de 18 de maio de 2015
Revisão e Consolidação
21. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários
21.1. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários e estabelecimento de infrações administrativas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.274, de 06 de fevereiro de 2014
Revisão e Consolidação
22. Apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso
22.1. Procedimentos e critérios para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação nas navegações de apoio portuário, apoio marítimo, cabotagem e longo curso
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 01, de 13 de fevereiro de 2015
Revisão
Outorga de autorização à pessoa jurídica, constituída nos termos da legislação brasileira e com sede e administração no país, que tenha por objeto operar nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem ou longo curso
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 05, de 23 de fevereiro de 2016
Revisão
22.2. Direitos e deveres dos usuários, dos agentes intermediários e das empresas que operam nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso, e estabelece infrações administrativas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 18, de 21 de dezembro de 2017
Revisão
23. Operação Ship to Ship
23.1. Operação Ship to Ship
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa sobre operação Ship to Ship
Criação
24. Análise de Impacto Regulatório
24.1. Análise de Impacto Regulatório - AIR e de Avaliação de Resultado Regulatório - ARR, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução nº 7.573-ANTAQ, SEI 0969406
Criação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 16, de 06 de fevereiro de 2017
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Resolução Normativa ANTAQ nº 16, de 06 de fevereiro de 2017
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Revisão e Consolidação
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Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 24, de 05 de julho de 2018
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Resolução Normativa ANTAQ nº 24, de 05 de julho de 2018
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Revisão e Consolidação
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Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 6.853, de 13 de abril de 2019
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Resolução ANTAQ nº 6.853, de 13 de abril de 2019
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Revisão e Consolidação
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Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 7.753, de 11 de maio de 2020
Revisão e Consolidação
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
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Resolução ANTAQ nº 7.753, de 11 de maio de 2020
Resolução ANTAQ nº 7.753, de 11 de maio de 2020
Revisão e Consolidação
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9.2. Gestão da Administração dos portos
Áreas e instalações portuárias sob gestão da Administração do Porto, no âmbito dos Portos Organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 07, de 31 de maio de 2016
Revisão e Consolidação
9.2. Gestão da Administração dos portos
9.2. Gestão da Administração dos portos
Áreas e instalações portuárias sob gestão da Administração do Porto, no âmbito dos Portos Organizados
Áreas e instalações portuárias sob gestão da Administração do Porto, no âmbito dos Portos Organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 07, de 31 de maio de 2016
Resolução Normativa ANTAQ nº 07, de 31 de maio de 2016
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
10. Apoio ao transporte aquaviário
10. Registro de instalações de apoio ao transporte aquaviário
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 13, de 10 de outubro de 2016
Revisão e Consolidação
10. Apoio ao transporte aquaviário
10. Apoio ao transporte aquaviário
10. Registro de instalações de apoio ao transporte aquaviário
10. Registro de instalações de apoio ao transporte aquaviário
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 13, de 10 de outubro de 2016
Resolução Normativa ANTAQ nº 13, de 10 de outubro de 2016
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
11. Construção e exploração de terminal de uso privado
11.1. Autorização para a construção e exploração de terminal de uso privado, de estação de transbordo de carga, de instalação portuária pública de pequeno porte e de instalação portuária de turismo
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 20, de 15 de maio de 2018
Revisão e Consolidação
11. Construção e exploração de terminal de uso privado
11. Construção e exploração de terminal de uso privado
11.1. Autorização para a construção e exploração de terminal de uso privado, de estação de transbordo de carga, de instalação portuária pública de pequeno porte e de instalação portuária de turismo
11.1. Autorização para a construção e exploração de terminal de uso privado, de estação de transbordo de carga, de instalação portuária pública de pequeno porte e de instalação portuária de turismo
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 20, de 15 de maio de 2018
Resolução Normativa ANTAQ nº 20, de 15 de maio de 2018
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
12. Equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
12.1. Projetos de
arrendamentos e recomposição
do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.220, de 14 de março de 2014
Revisão e Consolidação
12. Equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
12. Equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
12.1. Projetos de
arrendamentos e recomposição
do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
12.1. Projetos de
arrendamentos e recomposição
do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de
arrendamento de áreas e instalações portuárias nos
portos organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.220, de 14 de março de 2014
Resolução ANTAQ nº 3.220, de 14 de março de 2014
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
13. Modelo simplificado de EVTEA
13.1. Procedimento para modelo simplificado de EVTEA
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 7.821, de 19 de junho de 2020
Consolidação
13. Modelo simplificado de EVTEA
13. Modelo simplificado de EVTEA
13.1. Procedimento para modelo simplificado de EVTEA
13.1. Procedimento para modelo simplificado de EVTEA
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 7.821, de 19 de junho de 2020
Resolução ANTAQ nº 7.821, de 19 de junho de 2020
Consolidação
Consolidação
14. Prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
14.1. Parâmetros regulatórios a serem observados na prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 34, de 19 de agosto de 2019
Revisão e Consolidação
14. Prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
14. Prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
14.1. Parâmetros regulatórios a serem observados na prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
14.1. Parâmetros regulatórios a serem observados na prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nas instalações portuárias
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 34, de 19 de agosto de 2019
Resolução Normativa ANTAQ nº 34, de 19 de agosto de 2019
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
15. Estrutura tarifária
15.1. Estrutura tarifária padronizada das administrações portuárias e os procedimentos para reajuste e revisão de tarifas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 32, de 05 de maio de 2019
Revisão e Consolidação
15. Estrutura tarifária
15. Estrutura tarifária
15.1. Estrutura tarifária padronizada das administrações portuárias e os procedimentos para reajuste e revisão de tarifas
15.1. Estrutura tarifária padronizada das administrações portuárias e os procedimentos para reajuste e revisão de tarifas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 32, de 05 de maio de 2019
Resolução Normativa ANTAQ nº 32, de 05 de maio de 2019
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
16. Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
16.1. Manual de Contas das Autoridades Portuárias, como parte do Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 15, de 23 de dezembro de 2016
Revisão e Consolidação
16. Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
16. Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
16.1. Manual de Contas das Autoridades Portuárias, como parte do Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
16.1. Manual de Contas das Autoridades Portuárias, como parte do Sistema de Contabilidade Regulatória Aplicável ao Setor Portuário (Sicrasp)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 15, de 23 de dezembro de 2016
Resolução Normativa ANTAQ nº 15, de 23 de dezembro de 2016
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
17. Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias
17.1. Padronização das Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias no âmbito dos portos organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 28, de 11 de fevereiro de 2019
Revisão e Consolidação
17. Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias
17. Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias
17.1. Padronização das Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias no âmbito dos portos organizados
17.1. Padronização das Demonstrações Contábeis dos Arrendatários de áreas e instalações portuárias no âmbito dos portos organizados
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 28, de 11 de fevereiro de 2019
Resolução Normativa ANTAQ nº 28, de 11 de fevereiro de 2019
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
18. Controle patrimonial dos portos organizados
18.1. Controle patrimonial dos portos organizados, estabelecendo procedimentos a serem adotados quando da incorporação e da desincorporação de bens da união sob a guarda e responsabilidade das administrações portuárias e dos arrendatários de áreas e instalações portuárias
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 29, de 20 de maio de 2019
Revisão e Consolidação
18. Controle patrimonial dos portos organizados
18. Controle patrimonial dos portos organizados
18.1. Controle patrimonial dos portos organizados, estabelecendo procedimentos a serem adotados quando da incorporação e da desincorporação de bens da união sob a guarda e responsabilidade das administrações portuárias e dos arrendatários de áreas e instalações portuárias
18.1. Controle patrimonial dos portos organizados, estabelecendo procedimentos a serem adotados quando da incorporação e da desincorporação de bens da união sob a guarda e responsabilidade das administrações portuárias e dos arrendatários de áreas e instalações portuárias
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 29, de 20 de maio de 2019
Resolução Normativa ANTAQ nº 29, de 20 de maio de 2019
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
19. Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
19.1. Obrigatoriedade de prestação de informações para a alimentação do Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 31, de 15 de abril de 2019
Revisão e Consolidação
19. Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
19. Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
19.1. Obrigatoriedade de prestação de informações para a alimentação do Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
19.1. Obrigatoriedade de prestação de informações para a alimentação do Sistema de Acompanhamento de Preços (Módulo APP)
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 31, de 15 de abril de 2019
Resolução Normativa ANTAQ nº 31, de 15 de abril de 2019
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
20. Uso de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas
20.1. Diretrizes para a utilização de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas, na área do porto organizado
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 03, de 18 de maio de 2015
Revisão e Consolidação
20. Uso de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas
20. Uso de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas
20.1. Diretrizes para a utilização de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas, na área do porto organizado
20.1. Diretrizes para a utilização de equipamentos de propriedade de operador portuário por outros operadores portuários, em instalações de uso público não arrendadas, na área do porto organizado
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa ANTAQ nº 03, de 18 de maio de 2015
Resolução Normativa ANTAQ nº 03, de 18 de maio de 2015
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
21. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários
21.1. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários e estabelecimento de infrações administrativas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.274, de 06 de fevereiro de 2014
Revisão e Consolidação
21. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários
21. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários
21.1. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários e estabelecimento de infrações administrativas
21.1. Fiscalização da
prestação dos serviços
portuários e estabelecimento de infrações administrativas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução ANTAQ nº 3.274, de 06 de fevereiro de 2014
Resolução ANTAQ nº 3.274, de 06 de fevereiro de 2014
Revisão e Consolidação
Revisão e Consolidação
22. Apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso
22.1. Procedimentos e critérios para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação nas navegações de apoio portuário, apoio marítimo, cabotagem e longo curso
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 01, de 13 de fevereiro de 2015
Revisão
22. Apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso
22. Apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso
22.1. Procedimentos e critérios para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação nas navegações de apoio portuário, apoio marítimo, cabotagem e longo curso
22.1. Procedimentos e critérios para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação nas navegações de apoio portuário, apoio marítimo, cabotagem e longo curso
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 01, de 13 de fevereiro de 2015
Resolução Normativa nº 01, de 13 de fevereiro de 2015
Revisão
Revisão
Outorga de autorização à pessoa jurídica, constituída nos termos da legislação brasileira e com sede e administração no país, que tenha por objeto operar nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem ou longo curso
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 05, de 23 de fevereiro de 2016
Revisão
Outorga de autorização à pessoa jurídica, constituída nos termos da legislação brasileira e com sede e administração no país, que tenha por objeto operar nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem ou longo curso
Outorga de autorização à pessoa jurídica, constituída nos termos da legislação brasileira e com sede e administração no país, que tenha por objeto operar nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem ou longo curso
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 05, de 23 de fevereiro de 2016
Resolução Normativa nº 05, de 23 de fevereiro de 2016
Revisão
Revisão
22.2. Direitos e deveres dos usuários, dos agentes intermediários e das empresas que operam nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso, e estabelece infrações administrativas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 18, de 21 de dezembro de 2017
Revisão
22.2. Direitos e deveres dos usuários, dos agentes intermediários e das empresas que operam nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso, e estabelece infrações administrativas
22.2. Direitos e deveres dos usuários, dos agentes intermediários e das empresas que operam nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso, e estabelece infrações administrativas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa nº 18, de 21 de dezembro de 2017
Resolução Normativa nº 18, de 21 de dezembro de 2017
Revisão
Revisão
23. Operação Ship to Ship
23.1. Operação Ship to Ship
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa sobre operação Ship to Ship
Criação
23. Operação Ship to Ship
23. Operação Ship to Ship
23.1. Operação Ship to Ship
23.1. Operação Ship to Ship
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução Normativa sobre operação Ship to Ship
Resolução Normativa sobre operação Ship to Ship
Criação
Criação
24. Análise de Impacto Regulatório
24.1. Análise de Impacto Regulatório - AIR e de Avaliação de Resultado Regulatório - ARR, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução nº 7.573-ANTAQ, SEI 0969406
Criação
24. Análise de Impacto Regulatório
24. Análise de Impacto Regulatório
24.1. Análise de Impacto Regulatório - AIR e de Avaliação de Resultado Regulatório - ARR, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ
24.1. Análise de Impacto Regulatório - AIR e de Avaliação de Resultado Regulatório - ARR, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Resolução nº 7.573-ANTAQ, SEI 0969406
Resolução nº 7.573-ANTAQ, SEI 0969406
Criação
Criação
TEMA 13 - TRIBUTAÇÃO |
||||
Área |
Subtema |
Órgão |
Norma |
Ação |
1. Criptoativos |
1.1. Obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB) |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 1888 de 03/05/2019. Societário e Mercado de Capitais. Institui e disciplina a obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Revisão |
2. Isonomia tributária em bens e serviços de defesa |
2.1. Promoção de isonomia tributária em relação aos bens e serviços de defesa importados, quando estes forem menos onerados que os nacionais, conforme previsto na nova Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID |
Estado-Maior da Aeronáutica - Ministério da Defesa |
Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID |
Revisão |
3. Repetição de indébito |
3.1. Restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) |
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil |
Instrução Normativa RFB 1717 de 17/07/2017. Geral. Estabelece normas sobre restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil |
Revisão |
TEMA 13 - TRIBUTAÇÃO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
1. Criptoativos
1.1. Obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1888 de 03/05/2019. Societário e Mercado de Capitais. Institui e disciplina a obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Revisão
2. Isonomia tributária em bens e serviços de defesa
2.1. Promoção de isonomia tributária em relação aos bens e serviços de defesa importados, quando estes forem menos onerados que os nacionais, conforme previsto na nova Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
Estado-Maior da Aeronáutica - Ministério da Defesa
Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
Revisão
3. Repetição de indébito
3.1. Restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1717 de 17/07/2017. Geral. Estabelece normas sobre restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil
Revisão
TEMA 13 - TRIBUTAÇÃO
TEMA 13 - TRIBUTAÇÃO
TEMA 13 - TRIBUTAÇÃO
Área
Subtema
Órgão
Norma
Ação
Área
Área
Subtema
Subtema
Órgão
Órgão
Norma
Norma
Ação
Ação
1. Criptoativos
1.1. Obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1888 de 03/05/2019. Societário e Mercado de Capitais. Institui e disciplina a obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Revisão
1. Criptoativos
1. Criptoativos
1.1. Obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB)
1.1. Obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1888 de 03/05/2019. Societário e Mercado de Capitais. Institui e disciplina a obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1888 de 03/05/2019. Societário e Mercado de Capitais. Institui e disciplina a obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Revisão
Revisão
2. Isonomia tributária em bens e serviços de defesa
2.1. Promoção de isonomia tributária em relação aos bens e serviços de defesa importados, quando estes forem menos onerados que os nacionais, conforme previsto na nova Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
Estado-Maior da Aeronáutica - Ministério da Defesa
Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
Revisão
2. Isonomia tributária em bens e serviços de defesa
2. Isonomia tributária em bens e serviços de defesa
2.1. Promoção de isonomia tributária em relação aos bens e serviços de defesa importados, quando estes forem menos onerados que os nacionais, conforme previsto na nova Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
2.1. Promoção de isonomia tributária em relação aos bens e serviços de defesa importados, quando estes forem menos onerados que os nacionais, conforme previsto na nova Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
Estado-Maior da Aeronáutica - Ministério da Defesa
Estado-Maior da Aeronáutica - Ministério da Defesa
Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
Política Nacional da Base Industrial de Defesa - PNBID
Revisão
Revisão
3. Repetição de indébito
3.1. Restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1717 de 17/07/2017. Geral. Estabelece normas sobre restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil
Revisão
3. Repetição de indébito
3. Repetição de indébito
3.1. Restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
3.1. Restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1717 de 17/07/2017. Geral. Estabelece normas sobre restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil
Instrução Normativa RFB 1717 de 17/07/2017. Geral. Estabelece normas sobre restituição, compensação, ressarcimento e reembolso, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil
Revisão
Revisão
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