GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9,9 li DE À3 DE frGO$TO DE 2001 Altera o Anexo XVIII do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n° 17.037, de 26 de dezembro de 1997, e dá providências correlatas. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SERGIPE, no uso das atribuições que lhe são conferidas nos termos do Art. 84, incisos V, VII, e XXI, da Constituição Estadual, Considerando- o disposto na Lei n° 3.796, de 26 de dezembro de 1996, que dispõe quanto ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, especialmente o seu art. 82, DECRETA: Art. I o Fica alterado o Anexo XVIII do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto n° 17.037, de 26 de dezembro de 1997, que passa a vigorar com a seguinte redação: "ANEXO XVIII TABELA I C CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES - CFOP DAS ENTRADAS DE MERCADORIAS E BENS E/OU DAS AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS 1.00 - ENTRADAS DE MERCADORIAS E BENS E/OU DAS AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS NO ESTADO DE SERGIPE 1.10 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 1.11 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO A entrada, quando das compras, de mercadorias a serem utilizados no processo de industrialização, bem como a entrada em estabelecimento de cooperativa, quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. 1.12 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO A entrada, quando das compras, de mercadorias a serem comercializadas, bem como a entrada em estabelecimento de cooperativa, quando recebidas de Q cooperados seus ou de estabelecimento de outra cooperativa. 1.13 - INDUSTRIALIZAÇÃO EFETUADA POR OUTRAS EMPRESAS O valor cobrado por estabelecimento industrializador, compreendendo o dos serviços prestados e o das mercadorias empregadas no processo industrial, exceto quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado e/ou de consumo do estabelecimento encomendante. 1.14 - COMPRAS PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO A entrada de mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços. / ^ ••"í S ÍÍ- GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°^ 9.941 DEÍ 3 DE APOSTO DE 2001 1.20 - TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A entrada de mercadorias transferidas do estoque de outro estabelecimento da mesma empresa, considerando-se: 1.21 - TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO Referente às mercadorias a serem utilizadas no processo de industrialização. 1.22 - TRANSFERÊNCIAS PARA COMERCIALIZAÇÃO Referente às mercadorias a serem comercializadas. 1.23 - TRANSFERÊNCIAS PARA DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Referente às operações para distribuição. 1.24 - TRANSFERÊNCIAS PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Referente às mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços. 1.30 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DA PRODUÇÃO PRÓPRIA, DE TERCEIROS E/OU DE ANULAÇÕES DE VALORES A entrada de mercadorias que anular saída feita anteriormente pelo estabelecimento a titulo de venda, bem como anulação de valores: 1.31 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO Referente aos produtos industrializados no estabelecimento, cuja saída tenha sido classificada no código 5.11- VENDA DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO. 1.32 - DEVOLUÇÃO DE VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIRO Referente à venda de mercadorias, cuja saída tenha sido classificada no código 5 12 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDA E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS. 1.33 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Correspondente ao valor faturado indevidamente. 1.34 ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA Correspondente a valor faturado indevidamente. 1.40 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA. 1.41 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA DISTRIBUIÇÃO OU COMERCIALIZAÇÃO As compras de energia elétrica a ser utilizada em sistema de distribuição ou comercialização, bem como as compras por cooperativas, quando recebida pará distribuição a cooperados. 1.42 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA UTILIZAÇÃO EM PROCESSO INDUSTRIAL As compras de energia elétrica a ser utilizada em processo de industrialização, bem como as compras por estabelecimento de cooperativas, quando recebida pará utilização em processo de industrialização. GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9.9U DEÍ 3 DE /r6QS7í? DE 2001 1.43 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO NO COMÉRCIO As compras de energia elétrica consumida pelo estabelecimento comercial, bem como as compras para consumo por estabelecimento de cooperativa. 1.44 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As compras de energia elétrica a ser utilizada pelo prestador de serviços, inclusive cooperativa. 1.45 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA POR PRODUTOR RURAL As compras de energia elétrica a ser utilizada por estabelecimentos rurais 1.46 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO POR DEMANDA CONTRATADA As compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo. 1.50 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 1.51 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A aquisição de serviço de comunicação. 1.52 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO POR ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL A aquisição dc serviço dc comunicação para consumo na indústria, bem como a aquisição para consumo no estabelecimento industrial de cooperativa. 1.53 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO POR ESTABELECIMENTO COMERCIAL A aquisição de serviço de comunicação para consumo no comércio, bem como a aquisição para consumo no estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no código. 1.54 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO POR PRESTADOR DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A aquisição de serviço de comunicação para consumo em empresa de transporte. 1.55 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO POR ESTABELECIMENTO GERADOR OU DISTRIBUIDOR DE ENERGIA ELÉTRICA A aquisição de serviço de comunicação para consumo em empresa geradora ou distribuidora de energia elétrica. 1.60 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 1.61 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A aquisição de serviço de transporte pará emprego na execução de serviço da mesma natureza. 1.62 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE POR ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial, bem como a aquisição por estabelecimento industrial de cooperativa. ^ ^ -4- GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°ÁS^ll DE ^ 3 DE AGOSTV DE 2001 1.63 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE POR ESTABELECIMENTO COMERCIAL A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial, bem como a aquisição por estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no item antenor. 1.64 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE POR PRESTADOR DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento prestador de serviço de comunicação. 1.65 - A AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELO GERADOR OU DISTRIBUIDOR DE ENERGIA ELÉTRICA A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento gerador ou distribuidor de energia elétrica. 1.70 - ENTRADAS DE MERCADORIAS EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 1.71 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A entrada, por compra, de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária, bem como a entrada em estabelecimento de cooperativa, quando recebidas de seu cooperado ou de estabelecimento de outra cooperativa. 1.72 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A entrada, por compra, de mercadorias a serem comercializadas, decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária, bem como a entrada em estabelecimento de cooperativa, quando recebida de seu cooperado ou de estabelecimento de outra cooperativa. 1.73 - COMPRAS PARA ATIVO IMOBILIZADO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A entrada, por compra, de bem destinado ao ativo imobilizado, decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária. 1.74 - COMPRAS PARA USO OU CONSUMO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A entrada, por compra, de material destinado ao uso ou consumo, decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária. 1.75 - TRANSFERÊNCIA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A entrada, por transferência, de mercadoria a ser industrializada, decorrente de operação sujeita ao regime d e substituição tributária. 1.76 - TRANSFERÊNCIA PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A entrada, por transferência, de mercadoria a ser comercializada, decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária. 1.77 - DEVOLUÇÃO DE VENDA DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referente ao produto industrializado no estabelecimento, cuja saída tenha sido classificada no código 5.71 - VENDA DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO x/^ GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9-9AI DE Á3 DE A60STV DE 2001 EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADA A COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE ou 5.72 - VENDA DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADA A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL. 1.78 - DEVOLUÇÃO DE VENDA DE MERCADORIA ADQUIRIDA E/OU RECEBIDA DE TERCEIRO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referente a venda de mercadoria, cuja saída tenha sido classificada no código 5.73 - VENDA DE MERCADORIA ADQUIRIDA E/OU RECEBIDA DE TERCEIRO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADA A COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE ou 5.74 - VENDA DE MERCADORIA ADQUIRIDA E/OU RECEBIDA DE TERCEIRO EM OPERAÇÃO SUJEITA AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADA A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL 1.79 - RESSARCIMENTO DE ICMS RETIDO POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referente a ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, pelo sujeito passivo por substituição, na hipótese prevista na legislação. 1.80 - SISTEMA DE INTEGRAÇÃO 1.81 - RETORNO DE MERCADORIAS DO ESTABELECIMENTO PRODUTOR As entradas referentes a recebimentos de animais criados pelo produtor no sistema integrado. 1.82 - RETORNO DE INSUMOS NÃO UTILIZADOS NA PRODUÇÃO O recebimento, em devolução, de insumos não utilizados pelo produtor na criação de animais pelo sistema integrado. 1.85 - ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, considerando-se 1.86 - ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação 1.90 - OUTRAS ENTRADAS, AQUISIÇÕES E/OU TRANSFERÊNCIAS 1.91 - COMPRAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO As entradas, por compra, destinadas ao ativo imobilizado. 1.92 - TRANSFERÊNCIAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO As entradas de bens destinados ao ativo imobilizado, transferidos de outros estabelecimentos da mesma empresa 1.93 - ENTRADAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA As entradas destinadas a industrialização por encomenda de outro %r/ GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9.9 li DE Á3 DE A(SOS-rV DE 2001 estabelecimento. 1.94 - RETORNO SIMBÓLICO DE INSUMOS UTILIZADOS NA INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA O retomo simbólico de insumos remetidos para industrialização por encomenda em outro estabelecimento. 1.95 - RETORNOS DE REMESSAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO As entradas, em retomo, de mercadorias remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veiculo e não comercializadas. 1.96 - RETORNOS DE REMESSAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA As entradas, em retomo, de mercadorias remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo em operações sujeitas ao regime de substituição tributaria, e não comercializadas. 1.97 - COMPRAS DE MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO As entradas, por compras, de materiais destinados ao uso ou consumo. 1.98 - TRANSFERÊNCIAS DE MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO As entradas de materiais pará uso ou consumo, transferidos de outros estabelecimentos da mesma empresa 1.99 - OUTRAS ENTRADAS E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS As entradas de mercadorias, bens e serviços não compreendidos nos códigos anteriores, qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação ou prestação, taís como: " retornos de remessas pará depósitos fechados e/ou armazéns gerais; " retornos de mercadorias remetidas para industrialização e não aplicadas no referido processo: " entradas por doação, consignação e demonstração; $ entradas de amostra grátis e brindes. 2.00 - ENTRADAS E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS Compreenderá as operações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em outra unidade da Federação 2.10 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 2.11 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO As entradas, por compra, de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, bem como as entradas em estabelecimento de cooperativa, quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. 2.12 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO As entradas, por compra, de mercadorias a serem comercializadas, bem como as entradas em estabelecimentos de cooperativa, quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa 2.13 - INDUSTRIALIZAÇÃO EFETUADA POR OUTRAS EMPRESAS Os valores cobrados por estabelecimento industrializador, % ^ GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N° Í3.9AA DEÍ 3 DE AéOS-rO DE 2001 compreendendo os dos serviços prestados e os das mercadorias empregadas no processo industrial, exceto quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado e/ou de consumo do estabelecimento encomendante. 2.14 - COMPRAS PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As entradas de mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços. 2.20 - TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO As entradas de mercadorias transferidas do estoque de outro estabelecimento da mesma empresa, considerando-se: 2.21 - TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO Referente às mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. 2.22 - TRANSFERÊNCIAS PARA COMERCIALIZAÇÃO Referente às mercadorias a serem comercializadas. 2.23 - TRANSFERÊNCIAS DE ENERGIA ELÉTRICA Referente às operações para distribuição 2.24 - TRANSFERENCIAS PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO Referente a mercadorias para serem utilizadas na prestação de serviço. 2.30 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA, DE TERCEIROS E/OU ANULAÇÕES DE VALORES As entradas de mercadorias que anulem saídas feitas anteriormente pelo estabelecimento a titulo de venda, bem como anulações de valores. 2.31 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO Referente aos produtos industrializados no estabelecimento cujas saídas tenham sido classificadas no código 6.11 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO. 2.32 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS Referente a vendas de mercadorias cujas saídas tenham sido classificadas no código 6.12 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS. 2.33 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ELÉTRICA Correspondente ao valor faturado indevidamente. 2.34 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À VENDA DE ENERGIA Correspondente ao valor faturado indevidamente. 2.35 - DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS E/OU BENS REMETIDOS, INCLUSIVE POR TRANSFERÊNCIA As entradas interestaduais referentes a devolução de mercadorias ou bens remetidos, inclusive por transferência. 2.40 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA 2.41 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA DISTRIBUIÇÃO OU GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9.9Al DE Á3 DE AGOSTO DE 2001 COMERCIALIZAÇÃO As compras de energia elétrica a ser utilizada em sistema de distribuição ou comercialização, bem como as compras por cooperativa quando recebida para distribuição a cooperados 2.42 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA UTILIZAÇÃO NO PROCESSO INDUSTRIAL As compras de energia elétrica para ser utilizada em processos de industrialização, bem como as compras por estabelecimentos de cooperativas, quando recebida para utilização em processo de industrialização. 2.43 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO NO COMÉRCIO As compras de energia elétrica consumida pelo estabelecimento comercial, bem como as compras para consumo por estabelecimento de cooperativa. 2.44 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As compras de energia elétrica a ser utilizada pelo prestador de serviços, inclusive cooperativa. 2.45 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA POR PRODUTOR RURAL As compras de energia elétrica a ser utilizada por estabelecimentos rurais. 2.46 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO POR DEMANDA CONTRATADA As compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo. 2.50 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 2.51 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A aquisição de serviço de comunicação. 2.52 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PELA INDÚSTRIA A aquisição de serviço de comunicação para consumo na indústria, bem como a aquisição para consumo em estabelecimento industrial das cooperativas. 2.53 - AQUISIÇÃO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PELO COMÉRCIO A aquisição de serviço de comunicação para consumo no comércio, bem como a aquisição para consumo em estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no item anterior. 2.54 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PELO PRESTADOR DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A aquisição de serviço de comunicação para consumo em empresa de transporte. 2.55 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PELA GERADORA OU DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA A aquisição de serviço de comunicação para consumo em empresa geradora ou distribuidora de energia elétrica. 2.60 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 2.61 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA ^ GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N° Í9.91Í DE 4 3 DE APOSTO DE 2001 A aquisição de serviço de transporte para emprego na execução de serviço da mesma natureza. 2.62 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELA INDUSTRIA A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial, bem como a aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial de cooperativa. 2.63 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELO COMÉRCIO A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial, bem como a aquisição de serviço prestado a estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no item anterior. 2.64 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELO PRESTADOR DE SER VIÇO DE COMUNICAÇÃO A aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação. 2.65 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELA GERADORA OU DISTRIBUIDORA DE ENERGIA ELÉTRICA A aquisição de serviço de transporte pela geradora ou distribuidora de energia elétrica. 2.70 - ENTRADAS DE MERCADORIAS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 2.71 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As entradas, por compra, de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributaria, bem como as entradas em estabelecimento de cooperativa, quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. 2.72 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As entradas, por compra, de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributaria, bem como as entradas em estabelecimento de cooperativa, quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa 2.73 - COMPRAS PARA ATIVO IMOBILIZADO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As entradas, por compra, de bens destinados ao ativo imobilizado, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 2.74 - COMPRAS PARA USO OU CONSUMO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As entradas, por compra, de materiais destinados ao uso ou consumo, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária 2.75 - TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As entradas, por transferência, de mercadorias a serem industrializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 2.76 - TRANSFERÊNCIAS PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As entradas, por transferência, de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. / ^
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°iS,gSA DEÍ 3 DE AGOSTO DE 2001 2.77 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referentes a produtos industrializados no estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas no código 6.71 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA, QUANDO DESTINADAS A COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE ou 6.72 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA, QUANDO DESTINADAS A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL. 2.78 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referentes a vendas de mercadorias, cujas saídas tenham sido classificadas no código 6.73 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA, QUANDO DESTINADAS A COMERCIALIZAÇÃO Ou INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE ou 6.74 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADAS A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL. 2.79 - RESSARCIMENTOS DE ICMS RETIDO POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referentes a ressarcimentos de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, pelo sujeito passivo por substituição, nas hipóteses previstas na legislação aplicável 2.85 - ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As entradas de mercadorias em estabelecimento de trading cornpany, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, considerando-se: 2.86 - ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As entradas de mercadorias em estabelecimento de trading cornpany, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação. 2.90 - OUTRAS ENTRADAS, AQUISIÇÕES E/OU TRANSFERÊNCIAS 2.91 - COMPRAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO As entradas, por compra, destinadas ao ativo imobilizado. 2.92 - TRANSFERÊNCIAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO As entradas de bens destinados ao ativo imobilizado, transferidos de outros estabelecimentos da mesma empresa. 2.93 - ENTRADAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Entradas destinadas a industrialização por encomenda de outro estabelecimento 2.94 - RETORNO SIMBÓLICO DE INSUMOS UTILIZADOS NA / ^ n GOVERNO DE SERGIPE DECRETO P"TiS.eU DEÍ 3 DE fréOSTV DE 2001 INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Reromo simbólico de mercadorias remetidas para industrialização, por encomenda, em outro estabelecimento 2.95 - RETORNOS DE REMESSAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO As entradas, em retomo, de mercadorias remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, e não comercializadas 2.96 - RETORNOS DE REMESSAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As entradas, em retomo, de mercadorias remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veiculo, em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, e não comercializadas 2.97 . COMPRAS DE MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO As entradas, por compra, de materiais destinados ao uso ou consumo. 2.98 - TRANSFERÊNCIAS DE MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO As entradas de materiais para uso ou consumo, transferidos de outros estabelecimentos da mesma empresa. 2.99 - OUTRAS ENTRADAS E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADAS As entradas de mercadorias, bens e serviços não compreendidos nos códigos anteriores, qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação, tais como: $ retornos de depósitos fechados e/ou armazéns gerais; " retornos de mercadorias remetidas para industrialização e ulo aplicadas no referido processo: • entradas por doação, consignação e demonstração. • entradas de amostras grátis e brindes. 3.00 - ENTRADAS E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO EXTERIOR Compreenderá as entradas de mercadorias de origem estrangeira, importadas diretamente pelo estabelecimento, bem como as decorrentes de aquisição por arrematação, concorrência ou qualquer outra forma de alienação promovida pelo Poder Público, e/ou serviços iniciados no exterior. 3.10 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 3.11 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO As entradas, por compra, de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. 3.12 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO As entradas, por compra, de mercadorias a serem comercializadas 3.13 - COMPRAS PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO As entradas, por compra, de mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços. 3.20 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PROPRIÁ, DE TERCEIROS E/OU ANULAÇÕES DE VALORES GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9.9 JUL DEÍ3 DE /K?É?STT? DE 2001 As entradas de mercadorias que anulem saídas feitas anteriormente pelo estabelecimento a titulo de venda, considerando-se: 3.21 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO As devoluções referentes a produtos industrializados no estabelecimento cujas saídas tenham sido classificadas no código 7.11 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO. 3.22 - DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS As devoluções referentes às vendas de mercadorias cujas saídas tenham sido classificadas no código 7.12 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS. 3.23 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As anulações correspondente aos valores faturados indevidamente. 3.24 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA As anulações correspondente a valores faturados indevidamente. 3.30 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA 3.31 - COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA DISTRIBUIÇÃO OU COMERCIALIZAÇÃO As compras dc energia elétrica a ser utilizada em sistema de distribuição ou comercialização. 3.40 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 3.41 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A aquisição de serviço de comunicação. 3.50 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 3.51 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A aquisição de serviço de transporte pará emprego na execução de serviço da mesma natureza. 3.52 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELA INDÚSTRIA A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial, bem como a aquisição por estabelecimento industrial das cooperativas. 3.53 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELO COMÉRCIO A aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial, bem como a aquisição por estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no item antenor. 3.54 - AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PELO PRESTADOR DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO Pela aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação. 3.90 - OUTRAS ENTRADAS E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N° Á9.911 DEÁ3 DE A GOSTO DE 2001 3.91 - COMPRAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO As entradas, por compra, de mercadorias destinadas ao ativo imobilizado 3.94 - ENTRADAS SOB O REGIME DE DRA WBACK As entradas de mercadorias importadas para sofrer processo de industrialização e posterior exportação do produto resultante. 3.97 - COMPRAS DE MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO As entradas, por compra, de materiais destinados ao uso e consumo 3.99 - OUTRAS ENTRADAS E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADAS As entradas de mercadorias, qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação, e/ou aquisições de serviços iniciados no exterior, em ambos os casos não compreendidos nos códigos anteriores. DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS E BENS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 5.00 - SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O ESTADO Compreenderá as operações e/ou prestações em que os estabelecimentos envolvidos estejam localizados na mesma unidade da Federação. 5.10 - VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA E/OU DE TERCEIROS 5.11 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO As saídas, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento, bem como as saídas de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa. 5.12 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, bem como as saídas de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa. 5.13 - INDUSTRIALIZAÇÃO EFETUADA PARA OUTRAS EMPRESAS Os valores cobrados do estabelecimento encomendante, compreendendo o dos serviços prestados e o das mercadorias empregadas no processo industrial. 5.14 - VENDAS. DE PRODUÇÃO PROPRIÁ, EFETUADAS FORA DO ESTABELECIMENTO As saídas, por venda, efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de produtos industrializados no estabelecimento. 5.15 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, EFETUADAS FORA DO ESTABELECIMENTO As saídas, por venda, efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. 5.16 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, QUE NÃO DEVA TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE V ^ DE Á3 GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9 311 DE fróOsTU DE 2001 As saídas, por venda, de produtos industriabzados no estabelecimento, armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. 5.17 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, QUE NÃO DEVAM TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As saídas, por venda, de mercadorias entradas pará industrialização e/ou comercialização, armazenadas era depósito fechado, armazém geral ou outro sem que tenham sido objeto de qualquer processo industrial, que não devam transitar pelo estabelecimento depôs itau te, bem como as saídas importadas, do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária, onde se processou o desembaraço aduaneiro, por vendas, com destino ao estabelecimento do comprador, sem transitar pelo estabelecimento do importador. 5.20 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA E/OU DE TERCEIROS As saídas de mercadorias transferidas para o estoque de outro estabelecimento da mesma empresa, considerando-se• 5.21 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO As transferências referentes a produtos industrializados no estabelecimento. 5.22 - TRANSFERÊNCIAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS As transferências referentes a mercadorias entradas pará industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. 5.23 - TRANSFERÊNCIAS DE ENERGIA ELÉTRICA As transferências referentes às operações pará distribuição. 5.24 - TRANSFERÊNCIAS PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As transferências referentes às mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços. 5.25 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, QUE NÃO DEVA TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As transferências referentes a produtos industriali zados no estabelecimento, armazenados era depósito fechado, armazém geral ou outro, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. 5.26 - TRANSFERÊNCIAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, QUE NÃO DEVAM TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As transferências referentes a mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, armazenadas era depósito fechado, armazém geral ou outro sem que tenham sido objeto de qualquer processo industrial, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. 5.30 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU ANULAÇÕES DE VALORES As saídas de mercadorias que anulem entradas anteriores no estabelecimento a título de compra, bem como anulações de valores. .4/^
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N° i %311 DE Í3 DE A6PSTV DE 2001 5.31 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO As devoluções referentes a mercadorias compradas pará serem utilizadas em processo de industrialização, cujas entradas tenham sido classificadas no código 1.11- COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. 5.32 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO As devoluções referentes a mercadorias compradas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas no código 1.12 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO 5.33 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS A AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS As anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. 5.34 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS A COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA As anulações de valores faturados indevidamente. 5.40 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA 5.41 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA DISTRIBUIÇÃO OU COMERCIALIZAÇÃO As vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização. 5.42 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA INDÚSTRIA As vendas de energia elétrica para o consumo na indústria, bem como as vendas desse produto para consumo por estabelecimento industrial das cooperativas. 5.43 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA COMÉRCIO E/OU PRESTADOR DE SERVIÇOS As vendas de energia elétrica para consumo em estabelecimento comercial e/ou de prestação de serviço, bem como as vendas desse produto para o consumo por estabelecimento de cooperativas, exceto o industrial 5.44 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO RURAL Referente à venda desse produto a estabelecimentos rurais. 5.45 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA A NÃO CONTRIBUINTE As vendas desse produto a pessoas físicas e/ou não indicadas nos itens anteriores. 5.46 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO POR DEMANDA CONTRATADA As vendas de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo. 5.50 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 5.51 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A prestação de serviço de comunicação. 5.52 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PARA CONTRIBUINTES A prestação de serviço de comunicação destinada a estabelecimento industrial, comercial e/ou de prestação de serviço não compreendida no item antenor 5.53 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO A NÃO CONTRIBUINTES As prestações desse serviço destinadas a pessoas físicas e/ou não
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO ffdS.9lL DEÁ3 DE fhGOSTV DE 2001 enquadradas nos itens anteriores. 5.60 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 5.61 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A prestação de serviço de transporte para o emprego na execução de serviço da mesma natureza. 5.62 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PARA CONTRIBUINTE A prestação desse serviço destinado a estabelecimento industrial, comercial e/ou de prestação de serviço, exceto os da mesma natureza, bem como a prestação destinada a execução de serviço de transporte destinado a estabelecimento industrial de cooperativas. 5.63 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A NÃO CONTRIBUINTES A prestação desse serviço destinada a pessoas físicas e/ou não enquadradas nos itens anteriores 5.70 - SAÍDAS DE MERCADORIAS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 5.71 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADAS A COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE As saídas, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente, bem como as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. 5.72 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADAS A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL As sai das, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a consumidor ou usuário final, bem como as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa 5.73 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA, QUANDO DESTINADAS A COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente, bem como as saídas de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. 5.74 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADAS A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no V
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO ^J9.9it D E Á3 DE faBOSTV DE 2001 estabelecimento, em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a consumidor ou usuário final bem como as saídas de mercadorias de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa 5.75 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As saídas, por transferência, de produtos industrializados no estabelecimento, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 5.76 - TRANSFERÊNCIAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As saídas, por transferência, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 5.77 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referentes a mercadorias compradas para serem utilizadas em processo de industrialização, cujas entradas tenham sido classificadas no código 1.71- COMPRA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. 5.78 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referentes a mercadorias compradas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas no código 1.72 - COMPRA PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. 5.79 - RESSARCIMENTOS DE ICMS RETIDO POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Referentes a ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, pelo sujeito passivo por substituição, nas hipóteses previstas na legislação. S.80 - SISTEMA DE INTEGRAÇÃO 5.81 - REMESSA DE INSUMOS PARA ESTABELECIMENTO PRODUTOR As saídas referentes à remessa de insumos básicos para criação de animais no sistema integrado, taís como: pintos, leitões, rações e medicamentos. S.85 - REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES As remessas de mercadorias destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, bem como eventuais devoluções, considerando-se: 5.86 - REMESSA DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO. COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As saídas referentes à remessa de produção do estabelecimento, destinadas a trading company. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação. 5.87 - REMESSA DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO ^
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°iS9IL DE 43 DE fceO$rV DE 2001 As saídas referentes à remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação 5.88 - DEVOLUÇÃO DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, REMETIDA COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As devoluções referentes à remessa de produção do estabelecimento, destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação. 5.89 - DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As devoluções referentes à remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente com fim específico de exportação. 5.90 - OUTRAS SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 5.91 - VENDAS DE ATIVO IMOBILIZADO As saídas, por venda, de bens pertencentes ao ativo imobilizado 5.92 - TRANSFERÊNCIAS DE ATIVO IMOBILIZADO E/OU DE MATERIAL PARA USO OU CONSUMO As saídas, por transferência, de bens do ativo imobilizado e/ou material de uso ou consumo para estabelecimento da mesma empresa. 5.93 - SAÍDAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA As saídas referentes aos insumos destinados a industrialização em outro estabelecimento. 5.94 - REMESSA SIMBÓLICA DE INSUMOS UTILIZADOS NA INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA A saída referente à remessa simbólica de insumos recebidos e incorporados ao produto final, sob encomenda de outro estabelecimento. 5.95 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO E/OU DE MATERIAL PARA USO OU CONSUMO As saídas de bens que anulem entradas anteriores no estabelecimento, a título de compras classificadas no código 1.91 - COMPRAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO E/OU MATERIAL PARA USO OU CONSUMO 5.96 - REMESSAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO As saídas de mercadorias remetidas pará vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo. 5.97 - REMESSAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As saídas de mercadorias remetidas para vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 5.99 - OUTRAS SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS Devem ser classificadas neste código todas as demais saídas de mercadorias, bens e serviços, não compreendidas nos códigos anteriores, qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação e/ou prestação, taís como " remessa para depósitos fechados e/ou armazéns gerais; " retorno de mercadorias recebidas para industrialização e não
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°J3.9aí DE 4 3 DE ft(eOSTV DE 2001 aplicadas no referido processo; • saídas por doações, consignações e demonstrações; $ saídas de amostras grátis e brindes. 6.00 - SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OUTROS ESTADOS Compreende as operações e/ou prestações em que os estabelecimentos envolvidos estejam localizados em Unidades da Federação distintas. 6.10 - VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA E/OU DE TERCEIROS 6.11 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO As saídas, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento, bem como as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa. 6.12 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, bem como as saídas de estabelecimento de cooperativa quando destinadas a seus cooperados ou a outro estabelecimento de cooperativa. 6.13 - INDUSTRIALIZAÇÃO EFETUADA PARA OUTRAS EMPRESAS Os valores cobrados do estabelecimento encomendante compreendendo o dos serviços prestados c o das mercadorias empregadas no processo industrial. 6.14 - VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA EFETUADAS FORA DO ESTABELECIMENTO As saídas, por vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de produtos industrializados no estabelecimento. 6.15 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, EFETUADAS FORA DO ESTABELECIMENTO As saídas, por vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de mercadorias entradas pará industrialização e/ou comercialização e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. 6.16 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, QUE NÃO DEVA TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As saídas, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento, armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. 6.17 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, QUE NÃO DEVAM TRANSLTAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que tenham sido objeto de qualquer processo industrial, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante, bem como as saídas de mercadorias importadas, do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro, por vendas, com destino ao estabelecimento do comprador, sem transitar pelo estabelecimento do importador 6.18 - VENDAS DE MERCADORIAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, DESTINADAS A NÃO CONTRIBUINTES
DZÁ3 GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9 9 ü DE AéPSTV DE 2001 As saídas, por venda, de produtos industriabzados no estabelecimento, destinados a não contribuintes. 6.19 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, DESTINADAS A NÃO CONTRIBUINTES As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, destinadas a não contribuintes 6.20 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA E/OU DE TERCEIROS As saídas de mercadorias transferidas para o estoque de outro estabelecimento da mesma empresa, considerando-se. 6.21 - TRANSFERÊNCIA DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO As transferências referentes a produtos industrializados no estabelecimento. 6.22 - TRANSFERÊNCIAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS As transferências referentes a mercadorias entradas pará industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento 6.23 - TRANSFERÊNCIAS DE ENERGIA ELÉTRICA As transferências referentes a transferência desse produto pará distribuição. SERVIÇOS 6.24 - TRANSFERÊNCIAS PARA UTILIZAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE As transferências referentes a mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços. 6.25 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, QUE NÃO DEVA TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As referentes a produtos industrializados no estabelecimento, armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. 6.26 - TRANSFERÊNCIAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, QUE NÃO DEVAM TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As referentes a mercadorias entradas pará industrialização e/ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que tenham sido objeto de qualquer processo industrial, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. 6.30 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU ANULAÇÕES DE VALORES As saídas de mercadorias que anulem entradas anteriores no estabelecimento a título de compras, bem como anulações de valores. 6.31 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO A devoluções referentes a mercadorias compradas para serem utilizadas em processo de industrialização, no código 2.11- COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. 6.32 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO JÜt ^
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO ^À93H DEÍ 3 DE A60S7V DE 2001 As devoluções referentes a mercadorias compradas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas no código 2.12 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO. 6.33 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS A AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS As anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. 6.34 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA A anulações de valores faturados indevidamente 6.35 - DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS E/OU BENS RECEBIDOS, INCLUSIVE POR TRANSFERÊNCIA As saídas interestaduais referentes a devolução de mercadorias ou bens recebidos, inclusive por transferência. 6.40 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA 6.41 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA DISTRIBUIÇÃO OU COMERCIALIZAÇÃO As vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização. 6.42 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA INDÚSTRIA As vendas de energia elétrica para o consumo na indústria, bem como as vendas desse produto para consumo por estabelecimento industrial das cooperativas 6.43 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA O COMÉRCIO E/OU PRESTADOR DE SERVIÇO As vendas de energia elétrica para consumo em estabelecimento comercial e/ou de prestação de serviço, bem como as vendas para o consumo por estabelecimento de cooperativa, exceto o industrial. 6.44 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO RURAL As vendas desse produto a estabelecimentos rurais 6.45 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA A NÃO CONTRIBUINTE As vendas desse produto a pessoas físicas e/ou às não indicadas nos itens anteriores. 6.46 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA CONSUMO POR DEMANDA CONTRATADA As vendas de energia elétrica pará consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo. 6.50 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 6.51 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A prestação de serviço de comunicação 6.52 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO PARA CONTRIBUINTE A prestação de serviço de comunicação destinada a estabelecimento industrial, comercial e/ou de prestação de serviço não compreendida no item anterior 6.53 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO A NÃO CONTRIBUINTE As a prestações desse serviço a pessoas físicas e/ou as não enquadradas
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°J9.9AA DE Á3 DE AGOSTO DE 2001 nos itens anteriores. 6.60 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 6.61 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇO DA MESMA NATUREZA A prestação de serviço de transporte para o emprego na execução de serviço da mesma natureza. 6.62 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE PARA CONTRIBUINTE A prestação desse serviço destinado a estabelecimento industrial, comercial e/ou de prestação de serviço, exceto os da mesma natureza, bem como a execução de serviço de transporte destinado a estabelecimento industrial de cooperativa. 6.63 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A NÃO CONTRIBUINTE A prestação desse serviço a pessoas físicas e/ou às não enquadradas nos itens anteriores. 6.70 - SAÍDAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 6.71 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADAS A COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE As sai das, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente, bem como as saidas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. 6.72 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADAS A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL As saídas, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a consumidor ou usuário final, bem como as saidas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. 6.73 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA QUANDO DESTINADAS A COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSEQÜENTE As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente, bem como as saídas de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. 6.74 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, QUANDO DESTINADAS A CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL As saídas, por venda, de mercadorias entradas pará industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, em operações sujeitas ao regime de substituição tributária, quando destinadas a
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°iS.SU DE Á3 DE /4-6C57D DE 2001 consumidor ou usuário final, bem como as saídas de estabelecimento de cooperativa, quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa 6.75 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As saídas, por transferência, de produtos industrializados no estabelecimento, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 6.76 - TRANSFERÊNCIAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As saídas, por transferência, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributaria. 6.77 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A devoluções referentes as mercadorias compradas para serem utilizadas em processo de industrialização, cujas entradas tenham sido classificadas no código 2.71 - COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. 6.78 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As devoluções referentes as mercadorias compradas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas no código 2.72 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. 6.79 - RESSARCIMENTO DE ICMS RETIDO POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA O ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, pelo sujeito passivo por substituição, nas hipóteses previstas na legislação. 6.85 - REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES As remessas de mercadorias destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, bem como eventuais devoluções, considerando-se: 6.86 - REMESSA DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO Saídas referentes à remessa de produção do estabelecimento, destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente com fim específico de exportação. 6.87 - REMESSA DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO Saídas referentes à remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação. 6.88 - DEVOLUÇÃO DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, REMETIDA COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°i9.911, DEÁ3 DE ft GOSTO DE 2001 Devoluções referentes à remessa de produção do estabelecimento, destinadas a tradmg company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação 6.89 - DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO Devoluções referentes à remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, destinadas a trading company, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim especifico de exportação. 6.90 - OUTRAS SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 6.91 - VENDA DO ATIVO IMOBILIZADO As saídas, por venda, de bens pertencentes ao ativo imobilizado. 6.92 - TRANSFERÊNCIAS DE ATIVO IMOBILIZADO E/OU DE MATERIAL PARA USO OU CONSUMO As saídas, por transferência, de bens do ativo imobilizado e/ou de material de uso ou consumo para estabelecimento da mesma empresa 6.93 - SAÍDAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDAS As saídas referentes aos insumos destinados à industrialização em outro estabelecimento. 6.94 - REMESSA SIMBÓLICA DE INSUMOS UTILIZADOS NA INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDAS As remessas simbólicas dos insumos recebidos e incorporados ao produto final sob encomenda de outro estabelecimento. 6.95 - DEVOLUÇÃO DE COMPRAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO E/OU DE MATERIAL PARA USO OU CONSUMO As saídas de bens que anulem entradas anteriores no estabelecimento, a título de compras, classificadas no código 1.91 - COMPRAS PARA O ATIVO IMOBILIZADO E/OU MATERIAL PARA USO OU CONSUMO 6.96 - REMESSAS DE MERCADORIAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO, INCLUSIVE POR MEIO DE VEÍCULOS As saídas de mercadorias remetidas para vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo. 6.97 - REMESSAS PARA VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA As saídas de mercadorias remetidas para vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 6.99 - OUTRAS SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADAS Devem ser classificadas neste código todas as demais saídas de mercadorias, bens e serviços, não compreendidas nos códigos anteriores, qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação e/ou prestação, tais como: • remessa para vendas fora do estabelecimento; " remessa para depósitos fechados e/ou armazéns gerais; " retornos de mercadorias recebidas para industrialização e não aplicadas no referido processos; " saídas por doações, consignações e demonstrações, " saídas de amostras grátis e brindes. % ^
D E i3 GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°^9.9Ai DE âeosro DE 2001 7.00 - SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O EXTERIOR Compreende as operações e/ou prestações em que o destinatário esteja localizado em outro pais 7.10 - VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA E/OU DE TERCEIROS 7.11 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO As saídas, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento. 7.12 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS E/OU RECEBIDAS DE TERCEIROS As saídas, por venda, de mercadorias entradas pará industrialização e/ou comercialização que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. 7.16 - VENDAS DE PRODUÇÃO DO ESTABELECIMENTO, QUE NÃO DEVA TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As saídas, por venda, de produtos industrializados no estabelecimento, armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante 7.17 - VENDAS DE MERCADORIAS ADQUIRIDAS OU RECEBIDAS DE TERCEIROS, QUE NÃO DEVAM TRANSITAR PELO ESTABELECIMENTO DEPOSITANTE As saídas, por venda, de mercadorias entradas para industrialização e/ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que tenham sido objeto de qualquer processo industrial, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante, bem como as exportações de mercadorias armazenadas em recinto alfandegado pará onde tenham sido remetidas com o fim especifico de exportação. 7.30 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E/OU ANULAÇÕES DE VALORES As saídas de mercadorias que anulem entradas anteriores no estabelecimento a título de compra, bem como anulações de valores, considerando-se: 7.31 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO As devoluções referentes as mercadorias compradas para serem utilizadas no processo de industrialização cujas entradas tenham sido classificadas no código 3.11- COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÕES 7.32 - DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO As devoluções referentes as mercadorias compradas para serem comercializadas cujas entradas tenham sido classificadas no código 3.12 - COMPRAS PARA COMERCIALIZAÇÃO. 7.33 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS A AQUISIÇÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As anulações correspondentes a valores faturados indevidamente 7.34 - ANULAÇÕES DE VALORES RELATIVOS À COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA As anulações de valores faturados indevidamente. 7.40 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA 7.41 - VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA ^/ ^
GOVERNO DE SERGIPE DECRETO N°^9-9 ü DE 4 3 DE /r^^nr^ DE 2001 As vendas de energia elétrica para o exterior e destinada à distribuição. 7.50- PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 7.51 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO A prestação de serviço de comunicação, retransmissão ou para usuário final no exterior. 7.60 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 7.61 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A prestação de serviço de transporte destinado a estabelecimento no exterior 7.90 - OUTRAS SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇO 7.99 - OUTRAS SAÍDAS E/OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇO NÃO ESPECIFICADOS Devem ser classificadas neste código todas as demais saídas de mercadorias, bens e serviços não compreendidas nos códigos anteriores, qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação e/ou prestação NOTAS GERAIS: PRIMEIRA: O vocábulo "Mercadorias", constante da Codificação de Entradas e Saídas de Mercadorias, também compreende os produtos acabados ou semi-acabados, matérias-primas, produtos intermediários, material de embalagem e de uso e consumo, inclusive os bens a serem integrados no ativo fixo, salvo se expressamente excepcionados SEGUNDA: O vocábulo "Industrialização", constante da Codificação de Entradas e Saídas de Mercadorias, também compreende as operações de beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento, galvanoplastia, acondicionamento, confecção, pintura, lustração e similares, bem como as de conserto e restauração de máquinas e aparelhos e a de recondicionamento de motores, quando taís operações estejam, parcial ou totalmente, sujeitas ao ICMS, ainda que ao abngo de suspensão ou diferimento." "ANEXO XVIII TABELA II CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA - CST TABELA II - A ORIGEM DAS MERCADORIAS
I I Estrangeira - importação direta 4f^ GOVERNO OE SERGIPE DECRETO IW 9 921 DEí(3 DE ft GOSTO DE 2001
Estrangeira - adquirida no mercado interno TABELA II - B TRIBUTAÇÃO DO ICMS oo ?o
Tributada integral meme Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária Com redução de base de cálculo Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária Isenta Não tributada Suspensão Diferimento ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária Outros NOTA GERAL: O código de Situação Tributária é composto de três dígitos na forma ABB, onde o 1° dígito deve indicar a origem da mercadoria, com base na Tabela II - A da Tabela II deste Anexo, e os 2 o e 3 o dignos devem indicar a tributação pelo ICMS. com base na Tabela II - B da Tabela II, também deste Anexo v Art. 2 o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3 o Revogam-se as disposições em contrário. Aracaju, J 3 de ojc^íf e de 2001; 180° da Independência e II 3 o da República. %^%L/C— ALBANO FIUNCO GOVERNADOR ^ Secretário de Estado d^tazenha / ^/ gusto Pinheiro Machado iecretário-Che/e da Casa Civil r ALTERA382001
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