A Iosco (Organização Internacional das Comissões de Valores Mobiliários, na sigla em inglês) e a FSB (Conselho de Estabilidade Financeira, na sigla em inglês) abriram uma nova consulta pública sobre a metodologia para classificação dos fundos e gestores de ativos capazes de afetar negativamente a economia global em caso de quebra. Essa é a segunda consulta da dupla Iosco e FSB sobre o tema, já que a primeira recebeu inúmeras críticas, especialmente pelo seu enfoque no tamanho dos fundos, em detrimento de outros indicadores, como alavancagem.
O 13º Radar ANBIMA aborda as principais novidades da consulta mais recente, com destaque para o desenvolvimento de uma abordagem distinta para fundos e gestores. Assim, há possibilidade de um gestor ser considerado sistemicamente relevante, porém seus fundos não.
A publicação, que analisa a regulação internacional e detalha os impactos no mercado doméstico, também traz um reporte sobre a implementação do acordo Basileia III e aborda, entre outros temas, a regulação de benchmarks na Europa e os novos padrões para mitigação de risco no mercado de derivativos de balcão.