Entre os temas que a Supervisão de Mercados se aprofundará no segundo semestre está o tratamento das instituições com relação à cyber security, isto é, como defendem suas informações de ataques cibernéticos. O objetivo é fazer um mapeamento do mercado e, se necessário, publicar orientações sobre o assunto.
A análise de marcação a mercado também será um dos focos da área, especialmente em ativos de crédito privado. Essa verificação já faz parte da rotina, mas será intensificada por conta do cenário econômico atual.
Outros assuntos que também serão trabalhados são as análises dos manuais de gerenciamento de liquidez enviados pelas instituições que seguem o Código de Fundos, a verificação das políticas de exercício de voto dos gestores de fundos imobiliários e a supervisão de 120 agências bancárias para checagem dos materiais publicitários dos produtos comercializados.
Essas e outras informações estão no Informativo Especial de Autorregulação, divulgado nessa semana. A publicação traz as principais atividades de autorregulação e supervisão de mercados no primeiro semestre de 2015.
