Rodrigo Ayub, presidente do nosso Comitê de Certificação, abriu o evento detalhando as ações realizadas pela Associação para elevação do padrão de qualificação dos profissionais certificados, um dos objetivos do nosso planejamento estratégico. “O mercado de investimentos é muito dinâmico e a gente entendeu que era hora de olhar para uma revisão da arquitetura das certificações”, disse.
Os resultados – que foram apresentados pela nossa superintendente de Educação, Ana Leoni – mostraram que o investidor prioriza a confiança na instituição e o relacionamento com os profissionais na hora de concentrar seus investimentos. “O retorno financeiro dos produtos é importante, mas não é a questão prioritária para o investidor. A confiança e o relacionamento pesam muito mais na hora de concentrar seus investimentos em uma instituição. Sofisticar os produtos não pode ser a única preocupação”, explica Ana.
Durante o evento também foram apresentados dados coletados da base de dados do Programa de Certificação Continuada sobre as taxas de aprovação em nossos exames de certificação. A análise mostrou que 74% dos aprovados nos exames de certificação passaram na primeira tentativa e que apenas 17% dos que prestaram as provas nunca foram aprovados. As informações estão detalhadas no relatório Certificações ANBIMA, divulgado hoje.
Martin Iglesias, vice-presidente do Comitê de Educação de Investidores, encerrou o workshop com considerações sobre o material apresentado. Para ele, o acesso à informação é universal e isso permite que os clientes estejam muito informados e preparados, gerando a necessidade de um preparo muito maior do profissional. “O processo de revisão das certificações busca criar condições de manter esses profissionais sempre atualizados”, explica Iglesias. Para ele, neste cenário de informações em abundância, as certificações tendem a trazer confiabilidade muito grande, desde que sejam divulgadas, conhecidas e reconhecidas.