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A Comissão de Valores Mobiliárias (CVM) lançou sua Política de Educação Financeira . O documento é inédito e estabelece princípios e diretrizes para a atuação educacional da Autarquia , com o objetivo de formar um público investidor capaz de tomar decisões financeiras conscientes e bem informadas.
"A política educacional é fruto de uma longa trajetória de projetos e atividades da Autarquia, incorporando aprendizados institucionais e técnicos de duas décadas de promoção da educação financeira e de investidores. Antes de ser um ponto de chegada, é também de partida, sinalizando uma nova trajetória de avanços, novos temas (letramento digital, criptoativos etc.) e tecnologias, como o metaverso."
José Alexandre Vasco, Superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores (SOI/CVM).
1. Interesse público
2. Gratuidade
3. Imparcialidade
4. Sustentabilidade
5. Eficiência
6. Inovação
7. Universalidade
8. Efetividade
1. Letramernto e bem-estar financeiro
2. Proteção do investidor
3. Desenvolvimento sustentável
4. Resiliência, inclusão e inovação financeira
O uso das mídias sociais como canal para educar os investidores e o cidadão em geral, além de oferecer informações de educação financeira, também consta no documento. A Autarquia precisa estar onde o investidor está, buscando alcançar os públicos conforme o canal mais apropriado. O perfil @CVMEducacional, lançado em 2009, inicialmente no Twitter, vem aumentando sua presença nas redes sociais, em diferentes plataformas: Instagram, LinkedIn, TikTok, Facebook, YouTube, Telegram, dentre outras.
Desde 1998, a CVM aplica recursos na implementação de projetos, publicações e atividades de educação financeira e de investidores de forma estruturada. O Programa de Orientação ao Investidor (Prodin) foi pioneiro, nascido com a instituição de uma superintendência dedicada à proteção e educação dos investidores, com objetivo de estimular a formação de poupança e sua aplicação consciente e bem informada no mercado de valores mobiliários, além da unificação dos canais de atendimento ao cidadão-investidor.
Desde então, as ações da Autarquia, progressivamente incorporando novos parceiros, exerceram função educativa no mercado de valores mobiliários para fomentar a mudança de cultura, com aumento do planejamento financeiro e do grau de conhecimento dos investidores sobre produtos, serviços e estratégias.
Destaques
Semana ENEF, Global Money Week (GMW), World Investor Week (WIW) e a Conferência de Ciências Comportamentais e Educação do Investidor são alguns dos eventos de grande repercussão nacional e internacional para a promoção da educação financeira que contam com a participação da CVM.
Acesse o documento .
A educação financeira tem se tornado importante complemento à regulamentação do mercado de capitais, sendo que muitos países têm priorizado, como política de longo prazo, a melhoria do comportamento financeiro dos indivíduos. Isso inclui ações de educação financeira e desenvolvimento de outras capacidades, como resolução de problemas, pensamento crítico, comunicação, colaboração e autogestão (apontados, pela OCDE, como habilidades e competências para o século 21).
A CVM, como reguladora do mercado de capitais brasileiro, tem como finalidades o estímulo à formação de poupança e sua aplicação em valores mobiliários, assim como a proteção dos titulares de valores mobiliários e investidores. Por isso, tem como: