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Deepfake de vídeo e áudio (Cibersegurança)

Explora riscos de golpes com deepfake de voz e rosto por IA generativa.

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Perguntas e respostas

O que é um deepfake de vídeo e áudio?
Um deepfake de vídeo e áudio é uma manipulação de conteúdo audiovisual criada com o uso de inteligência artificial (IA) generativa.Essa tecnologia permite clonar o rosto, a voz e os gestos de uma pessoa para criar uma representação falsa, mas muito realista. Um exemplo prático de seu uso malicioso é a simulação de uma chamada de vídeo de uma pessoa conhecida, como o diretor de uma empresa, para solicitar ações fraudulentas, como a aprovação de uma transferência financeira.
Como a inteligência artificial generativa pode ser usada para aplicar golpes?
A inteligência artificial (IA) generativa pode ser utilizada por criminosos para criar vídeos e áudios falsos e convincentes, conhecidos como deepfakes.Nesse tipo de fraude, a IA é treinada para imitar a aparência, a voz e os gestos de uma pessoa. Com isso, um golpista pode se passar por alguém de confiança, como um executivo de uma empresa, para enganar um colaborador e convencê-lo a realizar uma transferência de dinheiro, resultando em grandes perdas financeiras para a organização.
Qual a relação entre os dados disponíveis em redes sociais e a criação de deepfakes?
A grande quantidade de dados públicos que as pessoas compartilham em redes sociais, como fotos e vídeos, facilita a criação de deepfakes por criminosos.Esse material serve como base para treinar uma inteligência artificial (IA), permitindo que ela aprenda a clonar com alta fidelidade a voz, o rosto e os gestos de um indivíduo. Quanto mais conteúdo disponível, mais fácil se torna para um fraudador gerar um deepfake realista e utilizá-lo em golpes.
Quais são os principais riscos dos deepfakes para as empresas?
No ambiente corporativo, os deepfakes representam um grave risco de fraude financeira e manipulação.Criminosos podem usar inteligência artificial para criar uma chamada de áudio ou vídeo falsa de um executivo sênior, como um diretor, instruindo um funcionário a aprovar uma transferência de valores. Existem casos registrados de empresas que perderam milhões de dólares porque um colaborador atendeu a uma ligação manipulada por essa tecnologia, acreditando estar falando com seu superior.

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Karen Maeda

Head de Compliance - PLD/FT, Riscos, Auditoria Interna e Controles Internos, Professora, Especialista em Antifraude e Prevenção a Fraudes Eletrônicas, Mentora.