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O que é a Engenharia Social? (Fraudes Eletrônicas)

Explica como a engenharia social manipula pessoas para obter dados e aplicar fraudes eletrônicas.

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Perguntas e respostas

O que é engenharia social?
Engenharia social é a prática de manipular pessoas para que revelem informações confidenciais ou adotem comportamentos que beneficiem o criminoso. Em vez de explorar falhas tecnológicas, ela explora características humanas, como confiança e medo.
Qual é o principal objetivo de um criminoso ao aplicar engenharia social?
O objetivo é obter dados sensíveis ou induzir a vítima a tomar atitudes que facilitem o golpe, resultando em prejuízos sociais, financeiros ou psicológicos para a vítima e benefícios para o fraudador.
Como a engenharia social difere de ataques puramente tecnológicos?
Enquanto ataques tecnológicos focam em vulnerabilidades de sistemas e softwares, a engenharia social se concentra em fragilidades comportamentais humanas, persuadindo a vítima a colaborar, muitas vezes sem perceber.
Pode dar um exemplo típico de golpe baseado em engenharia social?
Um exemplo comum é a ligação em que alguém se faz passar pelo banco da vítima, usando um número de telefone aparentemente legítimo. O golpista alega detectar uma movimentação suspeita e pede dados bancários para "confirmar" a identidade, levando a vítima a entregar informações sigilosas.
Quem é o chamado "engenheiro social" em um contexto criminoso?
É a pessoa que domina técnicas de manipulação psicológica e de confiança para obter acesso a informações privadas de terceiros, aplicando-as de forma planejada para enganar e explorar as vítimas.
Quais tipos de danos a vítima pode sofrer ao cair em um golpe de engenharia social?
Os prejuízos podem ser financeiros (perda de dinheiro ou dados bancários), sociais (exposição de informações pessoais) e psicológicos (estresse, vergonha ou sensação de vulnerabilidade).
Por que as vítimas relatam sentir-se como se estivessem "hipnotizadas"?
A sensação ocorre porque o golpista utiliza técnicas de encantamento e persuasão que reduzem o senso crítico momentâneo da vítima. Não há hipnose real, mas sim uma sequência de estratégias de ludíbrio cuidadosamente planejadas.
É necessário ter muitas informações sobre a vítima para aplicar engenharia social?
Não. Mesmo poucas informações podem ser suficientes para que o criminoso monte um plano convincente, pois ele explora essas poucas peças de dados para ganhar confiança e aprofundar o golpe.

Autor

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Karen Maeda

Head de Compliance - PLD/FT, Riscos, Auditoria Interna e Controles Internos, Professora, Especialista em Antifraude e Prevenção a Fraudes Eletrônicas, Mentora.