INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB Nº 322, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2022
Documento normativo revogado pela Instrução
Normativa BCB nº 686, de 8/12/2025.
Divulga os modelos dos relatórios do Processo Interno de Avaliação da Adequação
de Capital (Icaap)
e do Processo Interno Simplificado de Avaliação da Adequação
de Capital (IcaapSimp), de que trata a Circular nº 3.846, de 13 de
setembro de 2017.
O Chefe do Departamento de
Gestão Estratégica e Supervisão Especializada (Degef) e o Chefe Substituto do Departamento
de Supervisão Bancária (Desup), no uso da atribuição que lhes confere o art. 23,
inciso I, alínea “a” do Regimento Interno do Banco Central do Brasil, anexo à Portaria
nº 84.287, de 27 de fevereiro de 2015,
R E S O L V E M :
Art. 1º As informações que devem constar nos relatórios
do Processo Interno de Avaliação da Adequação
de Capital (Icaap) e do Processo Interno Simplificado de Avaliação da Adequação
de Capital (IcaapSimp), de que
trata o art. 5º da Circular nº 3.846, de 13 de setembro de 2017, estão detalhadas no Anexo desta Instrução
Normativa.
Parágrafo único. Os referidos relatórios devem ser elaborados
e disponibilizados na data prevista no art. 5º, inciso III, da Circular
nº 3.846, de 2017.
Art. 2º A instituição sujeita ao Processo Interno Simplificado de Avaliação
da Adequação de Capital (IcaapSimp) fica dispensada
de apresentar no relatório do IcaapSimp as informações descritas nos seguintes itens do Anexo desta Instrução Normativa:
I - Capítulo
II – Governança do Icaap;
II - Capítulo
IV, Seção II – Governança
de Risco;
III - Capítulo
IV, Seção III – Riscos Relevantes, subitens
a), b), c) e d) relativos aos riscos do item 1;
IV - Capítulo IV, Seção IV – Agregação de Riscos; e
V - Capítulo IV, Seção VI
– Considerando a gestão de riscos como um todo.
Art. 3º Fica revogada a
Carta Circular nº 3.907, de 10 de setembro de 2018.
Art. 4º Esta Instrução Normativa
entra em vigor em 1º de dezembro de 2022.
Adalberto
Felinto da Cruz Junior Ricardo
Seviere Zeni
Chefe do Degef Chefe
Substituto do Desup
ANEXO
1.
O Icaap*
compreende a identificação, gestão e mensuração dos riscos, incluindo a mensuração da necessidade de capital para fazer face a
perdas em um cenário de crise severa. O plano de capital deve ser compatível com o planejamento estratégico da instituição.
*Neste texto,
o termo Icaap refere-se ao processo caso não esteja
explicitado que se trata do relatório.
2.
As informações
a serem apresentadas estão definidas no modelo de relatório que contém o resultado da autoavaliação. As tabelas previstas
nos capítulos III e IV do modelo de relatório
devem ser preenchidas no formato apresentado nesta Instrução Normativa e
também disponibilizadas ao Banco Central
do Brasil em arquivo eletrônico, na forma a ser por ele estabelecida. Para as demais informações, o formato
é livre, desde que toda a informação aqui requerida seja apresentada. É fundamental que sejam feitas as devidas
referências aos documentos internos da instituição que abordam cada tema.
MODELO DE RELATÓRIO DE ICAAP
CAPÍTULO I
SUMÁRIO
Seção
I
Dados gerais da instituição
1.
Nome da instituição (o termo instituição denomina ou a instituição
financeira isolada ou o conglomerado prudencial que esteja apresentando o relatório de Icaap).
2.
Nome do diretor responsável pela estrutura de gerenciamento de capital,
conforme art. 47 da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017.
3.
Nome do diretor
para gerenciamento de riscos (CRO), conforme
art. 44. da Resolução nº 4.557, 2017.
4.
Departamento (ou área) responsável pela elaboração do documento e dados de contato.
5.
Descrição da estrutura organizacional (organograma funcional) envolvida
no Icaap.
6.
Nível de abrangência
do Icaap: individual ou conglomerado prudencial, apresentando, se for o caso,
a relação de todas as entidades
(empresas e fundos de investimento) que integram o conglomerado abrangido
no Icaap.
Seção II
Estratégia
1. Breve descrição da estratégia corporativa.
Seção
III
Perfil de risco da instituição
1.
Breve descrição
do apetite a riscos da instituição e de suas métricas e limites, analisando a sua
relação com as estratégias estabelecidas pela alta administração.
Apetite a riscos: refere-se ao nível de
risco que a instituição se propõe a assumir, conforme descrito na RAS (art. 5º da Resolução nº 4.557, de 2017).
Anexar a Declaração de Apetite por Riscos (RAS) mais recente.
Seção IV
Riscos relevantes
1.
Devem ser considerados, no mínimo,
os riscos citados no art. 3º, incisos I e II da Circular nº 3.846,
de 13 de setembro de 2017. Para cada um deles:
1.1. Breve comentário sobre a exposição
a cada um dos riscos relevantes, quantificando-os, ou avaliando o seu nível quando não for possível quantificá-los.
Esclarecer se os níveis de risco são aceitáveis
ou não, considerando o apetite a risco da instituição. Se não forem, explicar as medidas
que estão sendo implementadas para reduzi-los; e
1.2. Breve comentário sobre a avaliação da adequação da governança interna
e do gerenciamento, controle e monitoramento de riscos, apontando eventuais
deficiências com as respectivas correções
e/ou planos propostos para resolvê-las.
Seção V
Capital
1.
Breve análise
sobre os resultados quantitativos da necessidade de capital mensurada pela instituição, discriminados por categorias de
risco e considerados os efeitos de diversificação (caso existam). Deve-se apresentar uma breve comparação dos resultados
atuais frente às necessidades de capital mensuradas no Relatório de Icaap anterior.
Caso
a instituição calcule
e incorpore algum efeito de diversificação, deve haver conservadorismo na mensuração.
2.
Breve análise
comparativa entre os resultados quantitativos da necessidade de capital com o capital
efetivamente mantido pela instituição, considerados o Capital Principal, Nível I (Principal + Complementar) e Patrimônio de Referência (Nível I + Nível II).
Seção VI
Planejamento de Capital
1.
Breve análise
sobre o plano de capital, considerando a política de distribuição de dividendos e de capitalização, para um horizonte de três
anos e alinhado aos objetivos estratégicos da
instituição.
2.
Breve comentário sobre o plano de contingências de capital.
Seção VII
Conclusões e planos de ação
1. Resumo das principais conclusões
obtidas sobre a autoavaliação da adequação do capital e sobre a adequação da governança interna
da instituição envolvida
no Icaap.
Caso
tenham sido identificadas deficiências
ou inadequações, realizar os apontamentos, indicando correções e/ou planos propostos
para saná-las.
Seção VIII
Considerações gerais
1.
Resumo das principais dificuldades enfrentadas no Icaap, desafios
e outras considerações relevantes.
2.
Descrição das principais alterações no processo de gestão de riscos e capital nos últimos 12 meses.
CAPÍTULO II
GOVERNANÇA DO ICAAP
Seção I
Disposições Gerais
1.
Descrição das atribuições e evidenciação de comprometimento do conselho de administração
(quando houver) e da alta administração (representada pelos principais dirigentes da instituição ou principais tomadores de decisão: presidente,
vice-presidentes e diretores) em relação
à avaliação da adequação de capital frente aos riscos aos quais a instituição está exposta.
2.
Identificação dos mecanismos gerais
utilizados pela instituição para assegurar a aderência
de seus processos aos princípios de governança interna
envolvidos na condução
do Icaap.
3.
Descrição do fluxo interno das informações relativas ao Icaap, incluindo
os tipos de relatórios gerenciais reportados à alta
administração e ao conselho de administração (quando
houver).
CAPÍTULO III
ESTRATÉGIA CORPORATIVA
Seção I
Disposições Gerais
1.
Descrição da
estratégia corporativa, demonstrando como a instituição será capaz de gerar resultados que garantam a sustentabilidade
do capital, sempre respeitando o apetite para
riscos declarado, e atentando para novos riscos
que possam surgir
a partir dela. Destaque-se que a demonstração deve ser compatível com o orçamento
da instituição. Devem ser destacadas metas de resultados
e de índices de capital.
2.
Apresentação dos seguintes elementos:
2.1. Apresentação dos seguintes elementos:
Análise Estratégica
2.1.1.
fatos relevantes (positivos/negativos); e
2.1.2.
ameaças e oportunidades
(cenário econômico, concorrencial e regulamentar).
2.2. Macrodirecionamento Estratégico
2.2.1.
descrição da
missão, visão, cultura e valores da instituição.
2.3. Descrição do Modelo de Negócios
2.3.1.
linhas de negócio
visadas pela instituição e produtos destinados a cada uma delas;
2.3.2.
metas de crescimento
e de participação no mercado;
2.3.3.
fatores críticos
de sucesso e vantagens competitivas nas principais linhas de negócio visadas pela
instituição;
2.3.4.
iniciativas
estratégicas mais relevantes adotadas para a manutenção ou obtenção de vantagens
competitivas nas principais linhas de negócio visadas pela instituição; e
2.3.5.
apresentação
das informações solicitadas sobre projeções de ativos/passivos/PL, receitas/despesas
e indicadores macroeconômicos, de acordo com as Tabelas 1a, 1b, 1c e 2:
Tabela 1a – Balanço – Cenário
de Normalidade – (Valores
em Reais)
|
BALANÇO
|
ANO
BASE
|
ANO
+1
|
ANO
+2
|
ANO
+3
|
|
ATIVO
(A)+(B)+(C)+(D)+(E)+(F)+(G)+(H)
|
|
|
|
|
|
(A)
Disponibilidades
|
|
|
|
|
|
(B)
Aplicações Interfinanceiras de Liquidez
|
|
|
|
|
|
(C)
Compulsório
|
|
|
|
|
|
(D)
Títulos e Valores Mobiliários (d1)+(d2)
|
|
|
|
|
|
(d1)
Total em Reais
|
|
|
|
|
|
(d2)
Sujeitos à Variação Cambial
|
|
|
|
|
|
(E)
Crédito (e1)+(e2)+(e3)
|
|
|
|
|
|
(e1)
Total em Reais (e10)+(e20)+(e30)
|
|
|
|
|
|
(e10)
Pessoa Física (e100)+(e200)+(e300)+(e400)+(e500)
|
|
|
|
|
|
(e100)
Consignado
|
|
|
|
|
|
(e200)
Veículos
|
|
|
|
|
|
(e300)
Habitacional
|
|
|
|
|
|
(e400)
Rural
|
|
|
|
|
|
(e500)
Outros PF
|
|
|
|
|
|
(e20)
Pessoa Jurídica (e600)+(e700)+(e800)+(e900)+(e1000)
|
|
|
|
|
|
(e600)
Empresas Micro e Pequenas
|
|
|
|
|
|
(e700)
Empresas Médias
|
|
|
|
|
|
(e800)
Empresas Grandes
|
|
|
|
|
|
(e900)
Imobiliário
|
|
|
|
|
|
(e1000)
Rural
|
|
|
|
|
|
(e30)
Governo
|
|
|
|
|
|
(e2)
Sujeitos à Variação Cambial
|
|
|
|
|
|
(e3)
Provisões (-)
|
|
|
|
|
|
(F)
Créditos Tributários (f1)+(f2)+(f3)+(f4)
|
|
|
|
|
|
(f1)
Diferença Temporária PCLD
|
|
|
|
|
|
(f2)
Diferença Temporária MtM
|
|
|
|
|
|
(f3)
Outros de Diferença Temporária
|
|
|
|
|
|
(f4)
Prejuízo Fiscal e Base Negativa
|
|
|
|
|
|
(G)
Permanente (g1)+(g2)+(g3)
|
|
|
|
|
|
(g1)
Investimentos
|
|
|
|
|
|
(g2)
Intangível
|
|
|
|
|
|
(g3)
Outros
|
|
|
|
|
|
(H)
Outros Ativos
|
|
|
|
|
|
PASSIVO
(I)+(J)+(K)+(L)
|
|
|
|
|
|
(I)
Depósitos (i1)+(i2)+(i3)+(i4)
|
|
|
|
|
|
(i1)
à Vista
|
|
|
|
|
|
(i2)
a Prazo
|
|
|
|
|
|
(i3)
Poupança
|
|
|
|
|
|
(i4)
Outros
|
|
|
|
|
|
(J)
Captações (j1)+(j2)+(j3)
|
|
|
|
|
|
(j1)
Operações Compromissadas
|
|
|
|
|
|
(j2)
Outras Captações em Reais (j10) + (j20)+(j30)+(j40)
|
|
|
|
|
|
(j10)
Letras, Aceites Cambiais e Similares
|
|
|
|
|
|
(j20)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível II
|
|
|
|
|
|
(j30)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível I
|
|
|
|
|
|
(j40)
Outras
|
|
|
|
|
|
(j3)
Outras Captações sujeitas à variação cambial (j50) + (j60)+(j70)
|
|
|
|
|
|
(j50)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível II
|
|
|
|
|
|
(j60)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível I
|
|
|
|
|
|
(j70)
Outras
|
|
|
|
|
|
(K)
Outros Passivos
|
|
|
|
|
|
(L)
PL (l1)+(l2)+(l3)+(l4)
|
|
|
|
|
|
(l1)
Capital Social
|
|
|
|
|
|
(l2)
Reserva de Lucros
|
|
|
|
|
|
(l3)
Ajustes dos Títulos Disponíveis para Venda
|
|
|
|
|
|
(l4)
Outros
|
|
|
|
|
Tabela 1b- DRE – Demonstrações de Resultados – Cenário de Normalidade –(Valores
em Reais)
|
DRE
– DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
|
ANO BASE
|
ANO
+ 1
|
ANO
+ 2
|
ANO
+ 3
|
|
(A)
Resultado da Intermediação Financeira (a1)+(a2)
|
|
|
|
|
|
(a1)
Resultado de Juros (a10)+(a20)
|
|
|
|
|
|
(a10)
Resultado Bruto de Juros
|
|
|
|
|
|
(a100)+(a200)+(a300)+(a400)+(a500)
|
|
(a100)
Receita de Juros de Crédito (exceto variação cambial)
|
|
|
|
|
|
(a200)
Receita de Juros de Títulos, Compulsório,
|
|
|
|
|
|
Disponibilidades
e Aplic. Interf. Liquidez (exceto variação cambial)
|
|
(a300)
Outras Receitas de Juros (exceto variação cambial)
|
|
|
|
|
|
(a400)
Despesas de Juros (exceto variação cambial)
|
|
|
|
|
|
(a500)
Resultado da Variação Cambial de Juros
|
|
|
|
|
|
(a20)
Resultado Líquido de Provisão para Créditos de Difícil
|
|
|
|
|
|
Liquidação
|
|
(a2)
Resultado de Não-Juros
|
|
|
|
|
|
(B)
Resultado de Participação Societária (b1)+(b2)
|
|
|
|
|
|
(b1)
Resultado de Participação Societária
|
|
|
|
|
|
(b2)
Resultado de Variação Cambial de Investimentos no Exterior
|
|
|
|
|
|
(C)
Receitas de Serviços
|
|
|
|
|
|
(D)
Despesas Administrativas
|
|
|
|
|
|
(E)
Despesas Tributárias
|
|
|
|
|
|
(F)
Outros Resultados Operacionais de Não Intermediação
|
|
|
|
|
|
(G)
Resultado Não Operacional
|
|
|
|
|
|
(H)
Imposto de Renda e Contribuição Social
|
|
|
|
|
|
Lucro
Líquido (A)+(B)+(C)+(D)+(E)+(F)+(G)+(H)
|
|
|
|
|
|
ROE
(%) a.a.
|
|
|
|
|
|
Custo
de Capital Próprio (%) a.a.
|
|
|
|
|
|
Dividendos
e Juros Sobre o Capital Próprio Distribuídos
|
|
|
|
|
Tabela 1c– DRE – Informações Complementares
– Cenário de Normalidade – (Valores em Reais)
|
DRE
– INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
|
ANO
BASE
|
ANO
+ 1
|
ANO
+ 2
|
ANO
+ 3
|
|
Receita
de Juros de Crédito (exceto variação cambial)
|
|
|
|
|
|
(A)+(B)+(C)
|
|
(A)
Pessoa Física (a1)+(a2)+(a3)+(a4)+(a5)
|
|
|
|
|
|
(a1)
Consignado
|
|
|
|
|
|
(a2)
Veículos
|
|
|
|
|
|
(a3)
Habitacional
|
|
|
|
|
|
(a4)
Rural
|
|
|
|
|
|
(a5)
Outros PF
|
|
|
|
|
|
(B)
Pessoa Jurídica (b1)+(b2)+(b3)+(b4)+(b5)
|
|
|
|
|
|
(b1)
Empresas Micro e Pequenas
|
|
|
|
|
|
(b2)
Empresas Médias
|
|
|
|
|
|
(b3)
Empresas Grandes
|
|
|
|
|
|
(b4)
Imobiliário
|
|
|
|
|
|
(b5)
Rural
|
|
|
|
|
|
(C)
Governo
|
|
|
|
|
|
Receita
de Juros de Títulos, Compulsório, Disponibilidades e
|
|
|
|
|
|
AIL
(exceto variação cambial) (D)+(E)+(F)+(G)
|
|
(D)
Compulsório
|
|
|
|
|
|
(E)
Títulos e Valores Mobiliários
|
|
|
|
|
|
(F)
Disponibilidades
|
|
|
|
|
|
(G)
Aplicações Interfinanceiras de Liquidez
|
|
|
|
|
|
Despesas
de Juros (exceto variação cambial)
|
|
|
|
|
|
(H)+(I)+(J)+(K)+(L)+(M)+(N)+(O)
|
|
(H)
Depósitos a Prazo
|
|
|
|
|
|
(I)
Depósitos Poupança
|
|
|
|
|
|
(J)
Outros Depósitos
|
|
|
|
|
|
(K)
Operações Compromissadas
|
|
|
|
|
|
(L)
Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito, Aceites
|
|
|
|
|
|
Cambiais
e Similares
|
|
(M)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível II
|
|
|
|
|
|
(N)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível I
|
|
|
|
|
|
(O)
Outras
|
|
|
|
|
|
Resultado
da Variação Cambial de Juros (P)+(Q)
|
|
|
|
|
|
(P)
Resultado de Juros de Ativos Sujeitos à Variação Cambial (p1)+(p2)+(p3)
|
|
|
|
|
|
(p1)
Ativos de Crédito sujeitos à variação cambial
|
|
|
|
|
|
(p2)
TVM sujeitos à variação cambial
|
|
|
|
|
|
(p3)
Outros Ativos sujeitos à variação cambial
|
|
|
|
|
|
(Q)
Resultado de Juros de Captações Sujeitas à Variação
|
|
|
|
|
|
Cambial
(q1)+(q2)+(q3)
|
|
|
|
|
|
(q1)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível II
|
|
|
|
|
|
(q2)
Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível I
|
|
|
|
|
|
(q3)
Outras Captações sujeitas à variação cambial
|
|
|
|
|
|
Resultado
de Participação Societária (S)+(T)
|
|
|
|
|
|
(R)
Resultados de Seguro, Previdência e Capitalização
|
|
|
|
|
|
(S)
Outros Resultados de Participação Societária
|
|
|
|
|
Tabela 2 – Indicadores Macroeconômicos em Cenário
de Normalidade
|
Variáveis
|
Dezembro do ano
base
|
Horizonte de
Projeção (anos)
|
|
Ano 1
|
Ano 2
|
Ano 3
|
|
Produto
Interno Bruto (% a.a.)
|
|
|
|
|
|
Taxa
Selic (% a.a.)
|
|
|
|
|
|
IPCA
livre (% acumulado no ano)
|
|
|
|
|
|
Taxa
de câmbio real/dólar
|
|
|
|
|
|
Ibovespa
|
|
|
|
|
|
Crédito
doméstico (R$ milhões)
|
|
|
|
|
|
Desemprego
(%)
|
|
|
|
|
|
EMBI+
(p.b.)
|
|
|
|
|
|
Índice
CRB (commodities)
|
|
|
|
|
|
PIB
dos Estados Unidos (% a.a.)
|
|
|
|
|
|
Taxa
de juros das Treasuries de 10 anos (%)
|
|
|
|
|
|
VIX
|
|
|
|
|
3.
Descrição do processo de elaboração do orçamento.
4.
Apresentação da lista dos documentos internos
que embasam os itens anteriores e respectivas datas
de atualização.
CAPÍTULO IV
GESTÃO E MENSURAÇÃO DE RISCOS
Seção I
Riscos x Capital
1.
Apresentação das informações solicitadas de acordo com a Tabela 3:
Tabela 3 – Riscos x Capital – (Valores em Reais)
|
|
|
|
Fonte:
|
Ano Base
|
|
Ano + 1
|
Ano + 2
|
Ano + 3
|
|
|
|
Cenário de Normalidade
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Patrimônio de Referência Estimado (a) + (b) + (c)
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Capital Principal antes dos Ajustes
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Ajustes Prudenciais
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Capital Principal após Ajustes Prudenciais (a)
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Capital Complementar (b)
|
|
DLO
|
|
|
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Nível I (a) + (b)
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DLO
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Nível II (c)
|
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DLO
|
|
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AVALIAÇÃO DA NECESSIDADE DE CAPITAL
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|
REGULATÓRIO
|
|
|
|
|
|
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|
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|
PR Mínimo para o RWA (RWA*F)
|
|
Calculado
|
|
|
|
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|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Crédito
(RWACPAD*F / RWACIRB*F)
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Mercado
(RWAMPAD*F / RWAMINT*F)
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
|
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|
RWAJUR1*F
|
|
DLO
|
|
|
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|
RWAJUR2*F
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
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|
|
RWAJUR3*F
|
|
DLO
|
|
|
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|
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|
|
|
RWAJUR4*F
|
|
DLO
|
|
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|
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|
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|
RWACAM*F
|
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DLO
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|
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|
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RWAACS*F
|
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DLO
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RWACOM*F
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DLO
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RWACVA*F[1]
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DLO
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|
RWADRC*F1
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DLO
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|
Operacional
(RWAOPAD*F / RWAOAMA*F)
|
|
DLO
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|
Índice de Capital Principal
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Calculado
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Índice de Capital Nível I
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Calculado
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Índice de Basileia
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Calculado
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|
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|
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|
|
Adicionais de Capital Principal (ACPs)
|
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DLO
|
|
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|
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|
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|
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|
|
|
|
|
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|
CALCULADO PELA INSTITUIÇÃO
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PR Mínimo Calculado pela IF
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IF
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Crédito
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IF
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- Risco
de Crédito de Contraparte
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IF
|
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- Risco
de Concentração de Crédito
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IF
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Mercado
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IF
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Fatores de Risco de Mercado
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Ex. Jur1
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Ex. Jur2
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Ex. Jur3
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Ex. Jur4
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Ex. ACS
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Ex. COM
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...
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Operacional
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IF
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|
RISCOS NÃO
MITIGADOS (PILAR 1):
|
|
IF
|
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- Riscos
residuais
|
|
IF
|
|
|
|
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|
- Riscos
de securitização
|
|
IF
|
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IRRBB (RBAN)
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DLO
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- Risco
de Estratégia
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IF
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- Risco
de Reputação
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IF
|
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|
|
- Risco
de Contágio
|
|
IF
|
|
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|
|
- Risco
de Fundos de Pensão
|
|
IF
|
|
|
|
|
|
|
|
|
- Risco
de Seguros, Previdência e Capitalização
|
|
IF
|
|
|
|
|
|
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|
|
- Risco
Social
|
|
IF
|
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- Risco
Ambiental
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IF
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- Risco
Climático físico
|
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IF
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- Risco
Climático de transição
|
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IF
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...
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IF
|
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Add-on determinado
pelo BCB
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DLO
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Fonte:
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Ano
Base
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Ano
+ 1
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Ano
+ 2
|
Ano
+ 3
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Cenário
de Estresse*
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PATRIMÔNIO
DE REFERÊNCIA
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Patrimônio
de Referência Estimado (a) + (b) + (c)
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DLO
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|
Capital
Principal antes dos Ajustes
|
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DLO
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|
Ajustes
Prudenciais
|
|
DLO
|
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|
Capital
Principal após Ajustes Prudenciais (a)
|
|
DLO
|
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|
Capital
Complementar (b)
|
|
DLO
|
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|
|
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|
Nível I
(a) + (b)
|
|
DLO
|
|
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|
Nível II
(c)
|
|
DLO
|
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|
AVALIAÇÃO
DA NECESSIDADE DE CAPITAL
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|
|
REGULATÓRIO
|
|
|
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|
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|
PR Mínimo
para o RWA (RWA*F)
|
|
Calculado
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|
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|
|
|
|
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|
|
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|
|
|
Crédito (RWACPAD*F / RWACIRB*F)
|
|
DLO
|
|
|
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|
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|
|
|
Mercado (RWAMPAD*F / RWAMINT*F)
|
|
DLO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Operacional
(RWAOPAD*F / RWAOAMA*F)
|
|
DLO
|
|
|
|
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|
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|
|
Índice de
Capital Principal
|
|
Calculado
|
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|
Índice de
Capital Nível I
|
|
Calculado
|
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|
Índice de
Basileia
|
|
Calculado
|
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|
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|
|
Adicionais
de Capital Principal (ACPs)
|
|
DLO
|
|
|
|
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|
|
|
|
|
|
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|
CALCULADO
PELA INSTITUIÇÃO
|
|
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|
PR Mínimo
Calculado pela IF
|
|
IF
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IRRBB
(RBAN)
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DLO
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|
* Preencher um quadro
para cada cenário de estresse
Seção II
Governança de Risco
1.
Descrição do
apetite a riscos da instituição, alinhado aos seus objetivos estratégicos. Apresentação
da sua relação com o plano de capital e com os exercícios de teste de estresse previstos
na Seção II do Capítulo III da Resolução nº 4.557, de 2017. Descrição das métricas
utilizadas para o monitoramento do apetite a riscos.
2.
Descrição do processo de definição da política de riscos na instituição.
3.
Descrição da estrutura corporativa de gestão de riscos e de suas principais atividades, funções e responsabilidades, com foco nos processos e sistemas utilizados na identificação e avaliação agregada
dos riscos incorridos pela instituição.
4.
Descrição da forma de disseminação das políticas de risco da instituição.
5.
Descrição sucinta
do processo de coleta e de consolidação das informações sobre riscos, inclusive sobre o processo de avaliação, validação
e aprovação dos relatórios antes de sua apresentação à alta administração.
6.
Descrição da
estrutura e dos procedimentos para identificação e monitoramento dos riscos idiossincráticos e os oriundos das empresas
participadas não integrantes do conglomerado
prudencial.
Seção III
Riscos relevantes
Como regra geral, todos os riscos identificados
no Icaap devem ser mensurados ou avaliados. Na
descrição e autoavaliação de cada categoria de risco descrita nos itens 1, 2 e 3
desta seção, considerar os seguintes
subitens:
a) adequação da estrutura de gestão de
riscos (estrutura hierárquica, funções e responsabilidades);
b) adequação das políticas de risco (limites, diversificação, mitigação, capital, etc.);
c) adequação do uso dos processos
e ferramentas de gestão de risco (sistemas e
metodologias de mensuração utilizadas, controle e monitoramento, recuperação, estrutura de reporte, etc.) na tomada
de decisões;
d) tabelas e gráficos apresentando a evolução da exposição ao risco em comparação ao ano anterior, com comentários relacionados às variações mais relevantes;
e) metodologias utilizadas para avaliação
e mensuração dos riscos e as hipóteses assumidas
na quantificação da necessidade de capital da instituição, considerando eventuais mitigações. Em caráter excepcional,
caso não seja factível a mensuração quantitativa
de algum risco (por exemplo, risco de estratégia e risco de reputação), mencionar
as metodologias qualitativas e os instrumentos de controle e de mitigação
utilizados. Ressaltar as principais mudanças
metodológicas ocorridas no último ano;
f) principais premissas e limitações
dos modelos e dos dados disponíveis para a mensuração do risco;
e
g) autoavaliação sobre a adequação
das metodologias utilizadas para quantificação
dos riscos, considerando o perfil da instituição e identificando eventuais
necessidades de melhorias.
1.
Descrição e autoavaliação dos Riscos de Pilar 1:
1.1. risco de crédito (art. 6º, inciso I da Resolução
nº 4.557, de 2017);
1.2. risco de
mercado (art. 6º, inciso II da Resolução nº 4.557, de 2017); e
1.3. risco operacional
(art. 6º, inciso IV da Resolução nº 4.557, de 2017).
Além dos itens a) a g) descritos na introdução desta seção, incluir
o seguinte item para este risco:
h)
apresentar
resumo do histórico de perdas operacionais, segregadas por tipos de eventos,
destacando as maiores
perdas.*
* A gestão de
risco operacional, o sistema de controles internos e os efeitos da função de conformidade poderão constar de anexos ao Icaap, constituídos
dos relatórios previstos respectivamente
nas Resoluções nº 4.557, de 2017, 4.968, de 25 de novembro de 2021, e 4.595, de 28 de agosto
de 2017.
2.
Descrição e autoavaliação dos Riscos de Pilar 1 que não
tenham sido completamente cobertos
na mensuração de capital do Pilar 1, tais como:
2.1. riscos residuais decorrentes de técnicas de mitigação de risco de crédito;
2.2. riscos residuais decorrentes de securitização de ativos ou de produtos complexos de derivativos;
2.3. riscos de fronteira entre operacional e crédito, tais como fraude em crédito; e
2.4. outros riscos residuais.
3.
Descrição e autoavaliação dos demais riscos, como:
3.1. risco de variação de taxa de juros
para os instrumentos classificados na carteira bancária - IRRBB (art. 6º, inciso
III da Resolução nº 4.557, de 2017).
Além dos itens a) a g) descritos na introdução desta seção, incluir
os seguintes itens
para este risco:
h) descrição dos principais determinantes
do IRRBB, incluindo o descasamento entre ativos e passivos, em relação a prazos, taxas,
indexadores e moedas.
i)
premissas utilizadas na modelagem de opcionalidades
embutidas, mudanças na estrutura
temporal dos fluxos de caixa de depósitos sem vencimento contratual definido
e agregação de moedas.
j)
o resultado
e a descrição da mensuração do IRRBB na abordagem de resultado de intermediação financeira (ΔNII e earnings
at risk, por exemplo) e na abordagem de valor econômico
(ΔEVE, por exemplo).
k) o resultado e a descrição da mensuração de perdas e ganhos embutidos
(embedded gains & losses)
dos instrumentos da carteira bancária sensíveis a variações das taxas de juros e que não são marcados
a mercado.
l)
apresentação das informações solicitadas de acordo com a tabela
4:
Tabela 4 – Informações sobre o IRRBB – (Valores em Reais)
|
Mensuração do IRRBB
|
Valor em
Reais na Data Base do Relatório
|
|
Mensuração do IRRBB na
abordagem de resultado de intermediação financeira
|
|
|
Mensuração do IRRBB na abordagem de valor econômico
|
|
|
Mensuração de perdas e ganhos embutidos
|
|
3.2. risco de crédito da contraparte (art. 21, § 3º, inciso I da Resolução
nº 4.557, de 2017).
3.3. risco de concentração de crédito (art. 21, § 3º, inciso VI da da Resolução nº 4.557, de 2017),
atentando para os seguintes pontos:
i.
devem ser consideradas,
no mínimo, a concentração por nome,
setor econômico e tipo de mitigador de risco;
ii.
o capital para risco de concentração deve ser
quantificado; a simples mitigação do risco por meio de estrutura de
limites ou monitoramento de indicadores, como o Índice Herfindahl- Hirschman (IHH) não
é suficiente;
iii.
caso o risco
de concentração seja totalmente capturado pelo modelo de capital econômico para risco de crédito, deve ser apresentada justificativa teórica
sobre o tratamento dado pelo modelo;
e
iv.
além disso,
na Tabela 3 devem ser informados o valor consolidado, as estimativas das contribuições do risco de crédito sem risco de concentração e do risco de concentração.
3.4. risco de liquidez (art. 6º, inciso
V da Resolução nº 4.557, de 2017).
Além dos itens a) a g) descritos na introdução
desta seção, incluir o seguinte item para este risco:
h) descrever sucintamente o processo
de gestão do descasamento estrutural liquidez da instituição.
3.5. risco social (art. 6º, inciso VI da Resolução nº 4.557, de 2017).
Além dos itens a) a g) descritos na introdução
desta seção, incluir o seguinte item para este risco:
h) descrever as atividades econômicas com
maior potencial de causar dano social.
3.6. risco ambiental (art. 6º, inciso
VII da Resolução nº 4.557, de 2017).
Além dos itens a) a g) descritos na introdução
desta seção, incluir o seguinte item para este risco:
h) descrever as atividades econômicas com
maior potencial de causar dano ambiental.
3.7. risco climático (art. 6º, inciso
VIII da Resolução nº 4.557, de 2017).
Além dos itens a) a g) descritos na introdução
desta seção, incluir o seguinte item para este risco:
h) descrever as atividades econômicas com
maior potencial de sofrer dano por evento climático físico e evento climático de
transição.
3.8. risco de estratégia.
3.9. risco de reputação.
3.10.
risco de contágio.
Observar que o gerenciamento de riscos do conglomerado prudencial deve considerar, no mínimo:
i.
os riscos associados
às demais entidades controladas por seus integrantes ou das quais estes participem (art. 53 da Resolução nº 4.557, de 2017); e
ii.
o risco de a instituição vir a prestar
suporte financeiro a entidade financeira ou não-financeira que não integre
seu conglomerado - step-in risk (art. 15, inciso V da Resolução nº
4.557, de 2017).
3.11.
risco de fundos de pensão.
Além dos i tens a) a g) descritos na introdução desta seção,
incluir os seguintes itens para este risco:
h) no mínimo relacionar os planos de benefícios definidos patrocinados pela
instituição, situação de déficit/superávit
por plano e premissas utilizadas na mensuração, características
gerais do plano, valor do passivo atuarial e características associadas (tábua
de mortalidade aplicada,
taxa de desconto), valor do ativo atuarial
e perfil dos investimentos
do plano, apuração do valor do capital (econômico) necessário para cobertura
dos riscos decorrentes dos eventuais descasamentos entre ativos e passivos atuariais;
3.12.
risco de seguros, previdência e capitalização.
Além dos i tens a) a g) descritos na introdução desta seção,
incluir o seguinte i tem para este risco:
h) no mínimo descrever
os riscos materiais associados, como esses riscos são tratados e considerar eventuais
impactos no capital
da instituição; reportar
o capital requerido
pela Susep.
3.13.
outros riscos
relevantes.
Seção IV
Agregação de riscos
1. Descrição das metodologias e das hipóteses
assumidas para a realização de ajustes relativos à agregação de riscos. Detalhar os efeitos de diversificação considerados
e outros ajustes (inclusive de ativos e/ou empresas não cobertos no Icaap), quando
existirem.
Seção V
Testes de estresse
1.
Descrição das metodologias dos testes de estresse, especificando as premissas consideradas. Os testes de estresse devem ser realizados para cenários adversos,
considerando os riscos específicos da
instituição, incluindo os riscos de crédito, de concentração de crédito, de mercado, IRRBB, operacional, liquidez,
e demais riscos relevantes.
2.
Apresentação
do arcabouço metodológico, a governança e a documentação (na forma de anexos
referenciados no relatório).
3.
Descrição do processo de elaboração dos cenários
de estresse, incluindo os cenários do teste de estresse integrado previsto no art. 14 da Resolução nº 4.557, de 2017. Apresentar a definição de cada cenário adverso e do cenário base,
em termos qualitativos e quantitativos. Não se
admite que os cenários de estresse propostos pela instituição se constituam
em replicações de cenários construídos
externamente à instituição, nem mesmo de cenários formulados pelo BCB. A reflexão e o debate inerentes ao
processo de construção dos cenários
de estresse e de identificação dos riscos que lhes são subjacentes são elementos fundamentais do exercício de teste de estresse integrado.
4.
Apresentação dos resultados dos exercícios, segundo
os cenários considerados pela instituição, bem como
o cenário fornecido pelo BCB conforme previsto no art. 19, inciso II da Resolução nº 4.557, de 2017.
5.
Apresentação
dos usos e aplicações da ferramenta de teste de estresse no arcabouço de gestão de risco da instituição.
6.
Apresentação das informações solicitadas de acordo com as tabelas
5a, 5b, 5c e 6 a seguir:
Tabela 5a – Balanço – Cenário de estresse (Valores
em Reais)
|
BALANÇO
|
ANO BASE
|
ANO + 1
|
ANO + 2
|
ANO + 3
|
|
ATIVO (A)+(B)+(C)+(D)+(E)+(F)+(G)+(H)
|
|
|
|
|
|
(A) Disponibilidades
|
|
|
|
|
|
(B) Aplicações Interfinanceiras
de Liquidez
|
|
|
|
|
|
(C) Compulsório
|
|
|
|
|
|
(D) Títulos e Valores Mobiliários
(d1)+(d2)
|
|
|
|
|
|
(d1) Total em Reais
|
|
|
|
|
|
(d2) Sujeitos à Variação
Cambial
|
|
|
|
|
|
(E) Crédito (e1)+(e2)+(e3)
|
|
|
|
|
|
(e1) Total em Reais (e10)+(e20)+(e30)
|
|
|
|
|
|
(e10) Pessoa Física (e100)+(e200)+(e300)+(e400)+(e500)
|
|
|
|
|
|
(e100) Consignado
|
|
|
|
|
|
(e200) Veículos
|
|
|
|
|
|
(e300) Habitacional
|
|
|
|
|
|
(e400) Rural
|
|
|
|
|
|
(e500) Outros PF
|
|
|
|
|
|
(e20) Pessoa Jurídica (e600)+(e700)+(e800)+(e900)+(e1000)
|
|
|
|
|
|
(e600) Empresas Micro e Pequenas
|
|
|
|
|
|
(e700) Empresas Médias
|
|
|
|
|
|
(e800) Empresas Grandes
|
|
|
|
|
|
(e900) Imobiliário
|
|
|
|
|
|
(e1000) Rural
|
|
|
|
|
|
(e30) Governo
|
|
|
|
|
|
(e2) Sujeitos à Variação
Cambial
|
|
|
|
|
|
(e3) Provisões (-)
|
|
|
|
|
|
(F) Créditos Tributários
(f1)+(f2)+(f3)+(f4)
|
|
|
|
|
|
(f1) Diferença Temporária
PCLD
|
|
|
|
|
|
(f2) Diferença Temporária
MtM
|
|
|
|
|
|
(f3) Outros de Diferença
Temporária
|
|
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(f4) Prejuízo Fiscal e Base
Negativa
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(G) Permanente (g1)+(g2)+(g3)
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(g1) Investimentos
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(g2) Intangível
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(g3) Outros
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(H) Outros Ativos
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PASSIVO (I)+(J)+(K)+(L)
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(I) Depósitos (i1)+(i2)+(i3)+(i4)
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(i1) à Vista
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(i2) a Prazo
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(i3) Poupança
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(i4) Outros
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(J) Captações (j1)+(j2)+(j3)
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(j1) Operações Compromissadas
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(j2) Outras Captações em Reais (j10)
+ (j20)+(j30)+(j40)
|
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(j10) Letras, Aceites Cambiais e
Similares
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(j20) Instrumentos de Dívida Elegíveis
a Capital Nível II
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(j30) Instrumentos de Dívida Elegíveis
a Capital Nível I
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(j40) Outras
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(j3) Outras Captações sujeitas à
variação cambial (j50) + (j60)+(j70)
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(j50) Instrumentos de Dívida Elegíveis
a Capital Nível II
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(j60) Instrumentos de Dívida Elegíveis
a Capital Nível I
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(j70) Outras
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(K) Outros Passivos
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(L) PL (l1)+(l2)+(l3)+(l4)
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(l1) Capital Social
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(l2) Reserva de Lucros
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(l3) Ajustes dos Títulos Disponíveis
para Venda
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(l4) Outros
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Tabela 5b
– DRE – Demonstração de Resultados em Cenário de Estresse*–
(Valores em Reais)
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DRE - DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
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ANO BASE
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ANO + 1
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ANO + 2
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ANO + 3
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(A) Resultado da Intermediação Financeira (a1)+(a2)
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|
(a1) Resultado de Juros (a10)+(a20)
|
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|
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|
(a10) Resultado Bruto de
Juros (a100)+(a200)+(a300)+(a400)+(a500)
|
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|
|
|
(a100) Receita de Juros de
Crédito (exceto variação cambial)
|
|
|
|
|
|
(a200) Receita de Juros de Títulos,
Compulsório, Disponibilidades e Aplic. Interf. Liquidez (exceto variação cambial)
|
|
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|
|
|
(a300) Outras Receitas de Juros
(exceto variação cambial)
|
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|
|
(a400) Despesas de Juros (exceto
variação cambial)
|
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(a500) Resultado da Variação Cambial
de Juros
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(a20) Resultado Líquido de Provisão
para Créditos de Difícil Liquidação
|
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(a2) Resultado de Não-Juros
|
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(B) Resultado de Participação Societária (b1)+(b2)
|
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(b1) Resultado de Participação Societária
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(b2) Resultado de Variação Cambial
de Investimentos no Exterior
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(C) Receitas de Serviços
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|
(D) Despesas Administrativas
|
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(E) Despesas Tributárias
|
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|
(F) Outros Resultados Operacionais de Não Intermediação
|
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|
(G) Resultado Não Operacional
|
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|
|
(H) Imposto de Renda e Contribuição Social
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|
Lucro Líquido (A)+(B)+(C)+(D)+(E)+(F)+(G)+(H)
|
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|
ROE (%) a.a.
|
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|
Custo de Capital Próprio (%) a.a.
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|
Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio Distribuídos
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|
* Preencher um quadro para cada cenário
de estresse
Tabela 5c– DRE – Informações Complementares em Cenário de Estresse*–
(Valores em Reais)
|
DRE - INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
|
ANO BASE
|
ANO + 1
|
ANO + 2
|
ANO + 3
|
|
Receita de Juros de Crédito (exceto variação cambial) (A)+(B)+(C)
|
|
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|
|
(A) Pessoa Física (a1)+(a2)+(a3)+(a4)+(a5)
|
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(a1) Consignado
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(a2) Veículos
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(a3) Habitacional
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(a4) Rural
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(a5) Outros PF
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(B) Pessoa Jurídica (b1)+(b2)+(b3)+(b4)+(b5)
|
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|
(b1) Empresas Micro e Pequenas
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|
(b2) Empresas Médias
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(b3) Empresas Grandes
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|
(b4) Imobiliário
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|
(b5) Rural
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|
(C) Governo
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|
Receita de Juros de Títulos, Compulsório, Disponibilidades e AIL
(exceto variação cambial) (D)+(E)+(F)+(G)
|
|
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|
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|
(D) Compulsório
|
|
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|
|
|
(E) Títulos e Valores Mobiliários
|
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|
(F) Disponibilidades
|
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|
(G) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez
|
|
|
|
|
|
Despesas de Juros (exceto variação cambial) (H)+(I)+(J)+(K)+(L)+(M)+(N)+(O)
|
|
|
|
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|
(H) Depósitos a Prazo
|
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|
(I) Depósitos Poupança
|
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|
(J) Outros Depósitos
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|
|
|
(K) Operações Compromissadas
|
|
|
|
|
|
(L) Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito, Aceites Cambiais
e Similares
|
|
|
|
|
|
(M) Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível II
|
|
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|
(N) Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital Nível I
|
|
|
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|
|
(O) Outras
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|
|
|
Resultado da Variação Cambial de Juros (P)+(Q)
|
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|
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|
|
(P) Resultado de Juros de Ativos Sujeitos à variação cambial (p1)+(p2)+(p3)
|
|
|
|
|
|
(p1) Ativos de Crédito sujeitos
à variação cambial
|
|
|
|
|
|
(p2) TVMs sujeitos à variação cambial
|
|
|
|
|
|
(p3) Outros Ativos sujeitos à variação
cambial
|
|
|
|
|
|
(Q) Resultado de Juros de Captações Sujeitas à Variação Cambial (q1)+(q2)+(q3)
|
|
|
|
|
|
(q1) Instrumentos de Dívida Elegíveis
a Capital Nível II
|
|
|
|
|
|
(q2) Instrumentos de Dívida Elegíveis
a Capital Nível I
|
|
|
|
|
|
(q3) Outras
|
|
|
|
|
|
Resultado de Participação Societária (R)+(S)
|
|
|
|
|
|
(R) Resultados de Seguro, Previdência e Capitalização
|
|
|
|
|
|
(S) Outros Resultados de Participação Societária
|
|
|
|
|
* Preencher um quadro
para cada cenário de estresse
Tabela 6 – Indicadores
Macroeconômicos em Cenário de Estresse*
|
Variáveis
|
Dezembro
do ano base
|
Horizonte
de Projeção (anos)
|
|
Ano 1
|
Ano 2
|
Ano 3
|
|
Produto Interno Bruto (% a.a.)
|
|
|
|
|
|
Taxa Selic (% a.a.)
|
|
|
|
|
|
IPCA livre (% acumulado no ano)
|
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|
|
|
Taxa de câmbio real/dólar
|
|
|
|
|
|
Ibovespa
|
|
|
|
|
|
Crédito doméstico (R$ milhões)
|
|
|
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|
|
Desemprego (%)
|
|
|
|
|
|
EMBI+ (p.b.)
|
|
|
|
|
|
Índice CRB (commodities)
|
|
|
|
|
|
PIB dos Estados Unidos (% a.a.)
|
|
|
|
|
|
Taxa de juros das Treasuries de 10 anos (%)
|
|
|
|
|
|
VIX
|
|
|
|
|
* Preencher um quadro para
cada cenário de estresse
Seção VI
Considerando a gestão de
riscos como um todo
1.
Apresentação
de forma sucinta sobre a avaliação da infraestrutura tecnológica que suporta os processos de gestão de risco e de capital.
Se houver, descrever os projetos relacionados
ao tema em andamento, mencionando os principais benefícios esperados.
2.
Descrição dos objetivos e das informações contidas nos principais
relatórios produzidos para a alta administração que auxiliem no processo da gestão corporativa de riscos.
3.
Descrição dos
processos estabelecidos pela diretoria de riscos e/ou pela unidade de gestão corporativa de riscos para monitorar a eficácia do gerenciamento corporativo de riscos.
4.
Apresentação da autoavaliação geral da adequação
do gerenciamento de riscos da instituição.
Caso tenham sido identificadas deficiências, realizar os apontamentos, indicando correções e/ou planos propostos
para saná-las.
Seção VII
Validação
1.
Apresentação
da documentação referente ao processo de validação e aprovação pela diretoria da
instituição e pelo conselho de administração, se houver. O processo de validação
deve ser independente do desenvolvimento do Icaap e deve avaliar os itens descritos
no art. 4º, incisos I a VI da Circular nº 3.846, de 2017.
CAPÍTULO V
PLANEJAMENTO DE CAPITAL
Seção I
Plano de Capital
1.
Descrição do plano de capital, alinhado
ao planejamento estratégico da instituição, considerando, entre outros, os seguintes aspectos:
1.1. política de distribuição futura
de dividendos e de pagamento de juros sobre o capital próprio;
1.2. principais fontes de capital
da instituição, esclarecendo, para cada uma delas, a participação proporcional e as possibilidades de expansão; e
1.3. avaliação prospectiva dos requerimentos de capital, discriminando cada tipo de risco, os diferentes
buffers regulatórios e eventuais aplicações de requerimentos adicionais de capital pelo Supervisor.
2.
Descrição do plano de contingência para
o caso em que as fontes de capital previstas no plano de capital se revelem inviáveis ou insuficientes,
ou para a ocorrência de fatos não previstos no plano de capital.
3.
Apresentação
das projeções de capital
requerido e disponível, nos cenários base e de estresse,
tal como estipulado na seção sobre teste de estresse.
4.
Descrição dos processos de acompanhamento e de revisão do plano de capital.
5.
Apresentação
da autoavaliação geral do gerenciamento de capital, do plano de capital e do plano de contingências, considerando, dentre outros
aspectos:
5.1. comparação, em relação ao exercício anterior,
entre o Patrimônio de Referência estimado e o Patrimônio de Referência efetivo,
comentando as principais razões para as diferenças detectadas.
5.2. comparação entre os indicadores
de capital projetados no relatório de Icaap anterior com o realizado e descrição das principais fontes de diferenças.
5.3. comparação entre o aumento de capital
planejado (de acordo com o relatório anterior,
se for o caso) e o efetivamente ocorrido, explicitando a justificativa da
não ocorrência, se for o caso.
6.
Apresentação
da lista dos documentos internos que embasam os itens anteriores e suas respectivas datas de atualização.
CAPÍTULO VI
AUDITORIA INTERNA
Seção I
Disposições gerais
1.
Descrição do escopo de atuação da auditoria interna,
em relação a:
1.1. avaliação dos riscos e de seus controles internos;
1.2.
verificação da utilização efetiva
e adequada das ferramentas de gestão de risco (teste de uso);
1.3. metodologias utilizadas para a gestão dos riscos;
1.4. cumprimento das normas internas e regulamentares;
1.5. adequação e avaliação dos sistemas e da integridade das bases de dados;
1.6. periodicidade dos trabalhos;
e
1.7. estrutura de reporte.
Caso algumas
das funções mencionadas anteriormente estejam designadas a outra área, indicar a área responsável.
2.
Apresentação
resumida das principais conclusões e apontamentos relativos à revisão da gestão dos riscos e à revisão do processo de
verificação da adequação de capital (Icaap),
assim como das medidas corretivas propostas (quando houver).
3.
Apresentação da autoavaliação geral sobre a adequação da função da auditoria interna
e/ou das demais áreas envolvidas. Caso tenham sido identificadas deficiências, realizar os apontamentos, indicando correções e/ou planos propostos
para saná-las.
CAPÍTULO VII
PLANOS DE AÇÃO
Seção I
Disposições gerais
Apresentação da autoavaliação
da adequação de capital da instituição em relação ao capital calculado como necessário frente aos seus riscos,
para a data base considerada e também para
os 3 (três) exercícios seguintes. Em caso de inadequações, apresentar medidas e
planos de ação necessários para resolvê-las.
NOTA
A regulamentação
desse tema trata dos modelos de relatórios a serem elaborados para o Processo Interno
de Avaliação da Adequação de Capital (Icaap) e para o Processo Interno Simplificado
de Avaliação da Adequação de Capital (IcaapSimp).
2. Na presente
Instrução Normativa BCB, são previstos espaços específicos para a descrição do gerenciamento
do risco social, do risco ambiental e do risco climático no relatório do Icaap e
do IcaapSimp,
em consonância com a previsão da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017,
a partir da redação trazida pela Resolução nº 4.943, de 15 de setembro de 2021.
Adicionalmente, a Resolução BCB nº 251, de 11 de outubro de 2022, reformou a Circular
nº 3.846, de 2017, no sentido de explicitar que ambos os relatórios deveriam considerar
aspectos relacionados aos mencionados riscos. Até então, os relatórios do Icaap
e do IcaapSimp,
preveem seção direcionada ao risco socioambiental, o qual não mais é definido na
regulação em vigência. Assim, a Instrução Normativa adapta o formato dos relatórios
às demandas regulatórias.
3. O Decreto nº
10.411, de 30 de junho de 2020, regulamenta a realização de análise de impacto regulatório
(AIR) como pré-requisito à edição de ato normativo. Entretanto, em seu art. 4º,
o referido decreto estabelece as hipóteses de dispensa de realização de AIR. A presente
Instrução Normativa BCB se enquadra na hipótese prevista no inciso II, ato normativo
destinado a disciplinar direitos ou obrigações definidos em norma hierarquicamente
superior que não permita, técnica ou juridicamente, diferentes alternativas regulatórias.
Assim, com base no art. 4º, inciso II do Decreto nº 10.411, de 2020, entendemos
que a edição da presente Instrução Normativa BCB está dispensada da realização de
AIR.
Adalberto Felinto da Cruz Junior Ricardo Seviere
Zeni
Chefe do Departamento de Chefe Substituto
do Departamento de
Gestão Estratégica e Supervisão
Bancária (Desup)
Supervisão Especializada (Degef)