Revogada Norma
13/04/1990

Instrução Normativa DPRF nº 61, de 12 de abril de 1990

Dispõe sobre o pagamento, em cruzados novos, de tributos e contribuições federais.

Ilustração de análises Okai
🚀 Okai Pro

Desbloqueie análises Okai

As análises Okai fazem parte do Okai Pro. Faça upgrade ou entre com uma conta que já tenha acesso.

Perguntas e respostas

O que é a Circular SUSEP nº 246, de 19 de janeiro de 2004?
A Circular SUSEP nº 246, de 19 de janeiro de 2004, aprova a tabela básica de temporalidade e destinação de documentos de arquivo relativos às atividades-meio e atividades-fim da SUSEP.
O que é determinado no campo 'destinação final' da tabela de temporalidade da SUSEP?
No campo 'destinação final' é determinada a eliminação do documento, quando ele não apresenta valor secundário (probatório ou informativo), ou a guarda permanente, quando as informações contidas no documento são consideradas importantes para fins de prova, informação e pesquisa.
O que é a 'fase intermediária' na tabela de temporalidade da SUSEP?
A 'fase intermediária' corresponde ao período em que o documento ainda é necessário à administração, mas com menor frequência de uso, podendo ser transferido para o arquivo geral pelo prazo determinado na tabela.
Qual é a função do campo 'observação' na tabela de temporalidade da SUSEP?
No campo 'observação' são registradas informações complementares e justificativas necessárias à correta aplicação da tabela, incluindo orientações e aspectos elucidativos quanto à destinação dos documentos, segundo a particularidade dos conjuntos documentais.
Quando a Circular SUSEP nº 246 entrou em vigor?
A Circular SUSEP nº 246 entrou em vigor na data de sua publicação.
O que é o 'prazo de guarda' na tabela de temporalidade da SUSEP?
O 'prazo de guarda' refere-se ao tempo necessário para arquivamento dos documentos nas fases corrente e intermediária.
Quais são as classes de assuntos definidas na tabela de temporalidade da SUSEP?
As classes de assuntos definidas na tabela de temporalidade da SUSEP são:
  • Classes 000 a 099: Administração Geral
  • Classes 100 a 199: Procuradoria Geral Federal
  • Classes 200 a 299: Departamento de Fiscalização
  • Classes 300 a 399: Departamento Técnico-Atuarial
  • Classes 400 a 499: Departamento de Controle Econômico
  • Classes 500 a 799: Outras Atividades-fim
  • Classes 800 a 999: Assuntos Diversos
Qual é o objetivo da tabela básica de temporalidade e destinação de documentos aprovada pela Circular SUSEP nº 246?
A tabela básica de temporalidade e destinação de documentos tem por objetivo definir prazos de guarda e destinação de documentos produzidos e recebidos pelas unidades organizacionais da SUSEP, no desempenho de suas funções administrativas.
Qual circular foi revogada pela Circular SUSEP nº 246?
A Circular SUSEP nº 246 revogou a Circular SUSEP nº 99, de 16 de julho de 1999.
O que é a 'fase corrente' na tabela de temporalidade da SUSEP?
A 'fase corrente' corresponde ao período em que o documento é frequentemente consultado, exigindo sua permanência junto às unidades organizacionais.
Como devem ser efetuados os pagamentos do imposto sobre produtos industrializados referentes aos períodos de apuração iniciados após 15 de março de 1990?
Os pagamentos devem ser obrigatoriamente efetuados em cruzeiros.
Qual é o prazo final para pagamento de impostos, taxas e contribuições federais em cruzados novos?
O prazo final para pagamento em cruzados novos é até 18 de maio de 1990.
Quais tipos de multas podem ser pagas em cruzados novos?
Multas isoladas relativas a infrações à legislação tributária podem ser pagas em cruzados novos.
Quais receitas patrimoniais podem ser pagas em cruzados novos?
Receitas patrimoniais decorrentes de taxa de ocupação de imóveis, foros e laudêmios podem ser pagas em cruzados novos.
Como deve ser feito o pagamento de impostos e contribuições em cruzados novos e cruzeiros?
O pagamento deve ser feito de uma única vez, nas datas indicadas, e o contribuinte deve preencher um DARF para cada tipo de moeda utilizada no pagamento.
Quais tributos e contribuições não podem ser pagos em cruzados novos?
O selo pedágio, taxas, impostos e contribuições retidos ou recolhidos de terceiros em cruzeiros não podem ser pagos em cruzados novos.
Como devem ser efetuados os pagamentos das contribuições para o FINSOCIAL e PIS/PASEP devidas por substituição tributária com período de apuração iniciado a partir de 1º de abril de 1990?
Os pagamentos devem ser obrigatoriamente efetuados em cruzeiros.
Em que situações os pagamentos podem ser efetuados em cruzados novos?
Os pagamentos podem ser efetuados em cruzados novos no vencimento da obrigação ou quando se tratar de débitos já vencidos.
Quando o pagamento em cruzados novos pode ser efetuado a partir da data de conversão do débito em BTN Fiscal (BTNF)?
O pagamento em cruzados novos pode ser efetuado a partir da data de conversão do débito em BTNF, observado o disposto no item 4 da Instrução Normativa.
Quem é o autor da resolução mencionada?
O autor da resolução é o Diretor do Departamento da Receita Federal.
Quais débitos podem ser pagos em cruzados novos até 18 de maio de 1990?
Podem ser pagos em cruzados novos: saldo remanescente de débitos em regime de parcelamento, imposto de renda - pessoa jurídica, contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas, imposto sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas, imposto de renda - pessoa física, imposto de renda sobre rendimentos percebidos, imposto de importação, imposto sobre produtos industrializados vinculado à importação, imposto sobre operações financeiras (IOF) e contribuições para o FINSOCIAL e o PIS/PASEP.

Temas

Este artefato ainda não tem temas.

Itens vinculados

Nenhum item vinculado a este artefato.

Recomendações