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EFD contribuições e legislação do PIS e da COFINS sua importância, obrigações e procedimentos essenciais

Aborda a importância da EFD Contribuições e a legislação do PIS e Cofins para obrigações fiscais e procedimentos essenciais.

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Perguntas e respostas

O que é a EFD Contribuições?
A EFD Contribuições é uma obrigação acessória que faz parte do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Trata-se de um arquivo magnético entregue mensalmente pelos contribuintes ao fisco federal, contendo informações sobre os procedimentos realizados nos recolhimentos mensais das contribuições ao PIS e à Cofins.
Qual a importância da EFD Contribuições?
A EFD Contribuições é crucial para que o fisco federal possa fiscalizar e verificar se os procedimentos adotados pelos contribuintes nos recolhimentos das contribuições ao PIS e à Cofins estão corretos e coerentes com as informações declaradas. A não entrega ou a entrega de informações inconsistentes pode resultar em multas e fiscalizações.
O que deve ser informado na EFD Contribuições?
Na EFD Contribuições, devem ser informados dados como base de cálculo, notas fiscais emitidas, créditos no regime não cumulativo, situações de isenção e toda a base que deu respaldo aos recolhimentos mensais do PIS e da Cofins.
O que acontece se a EFD Contribuições não for entregue?
Se a EFD Contribuições não for entregue, o contribuinte estará em débito com o fisco e sujeito ao pagamento de multas.
Qual a consequência de informar valores inconsistentes na EFD Contribuições?
Informar valores inconsistentes na EFD Contribuições pode levar à fiscalização pelo fisco, onde o contribuinte terá que explicar os procedimentos adotados nos recolhimentos que não conferem com as informações declaradas.
Por que é importante conhecer a legislação aplicável ao PIS e à Cofins?
Conhecer a legislação aplicável ao PIS e à Cofins é essencial para definir corretamente as obrigações tributárias da empresa e garantir a conformidade com as regras estabelecidas. Isso é fundamental para evitar erros, multas e problemas com o fisco.
Quais são as principais legislações aplicáveis ao PIS e à Cofins?
As principais legislações aplicáveis ao PIS e à Cofins incluem a Constituição Federal de 1988, o Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172/1966), as Leis Complementares nº 7/1970 e nº 70/1991, as Leis nº 10.833/2003 e nº 10.637/2002, o Decreto nº 8.426/2015 e a Instrução Normativa RFB nº 1.911/2019.
O que estabelece o Decreto nº 8.426/2015?
O Decreto nº 8.426/2015 estabelece a exigência do recolhimento do PIS e da Cofins sobre as receitas financeiras para contribuintes do regime não cumulativo, com alíquotas de 0,65% para o PIS e 4% para a Cofins. Contribuintes do regime cumulativo não estão sujeitos a essa cobrança.
O que é a Instrução Normativa RFB nº 1.911/2019?
A Instrução Normativa RFB nº 1.911/2019 detalha os procedimentos operacionais para a apuração e recolhimento do PIS e da Cofins, abrangendo os regimes cumulativo e não cumulativo, retenção na fonte, exportação, importação, créditos e alíquotas, entre outros aspectos.
Como as instituições financeiras apuram o PIS e a Cofins?
As instituições financeiras apuram o PIS e a Cofins pelo regime cumulativo, com alíquotas de 0,65% para o PIS e 4% para a Cofins, apesar de serem tributadas pelo lucro real para fins de IRPJ e CSLL.

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Aloir Costa

Expert em Tributos