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01/01/2017

IFRS 9 / CPC 48 - Perdas de crédito - Impairment - Abordagens

Explica as abordagens do IFRS 9 para reconhecimento de perdas de crédito em ativos financeiros, incluindo aplicação individual, coletiva e métodos simplificados.

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Atualizado Verificado em 21/07/2026

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Perguntas e respostas

O que é o IFRS 9?
O IFRS 9 é uma norma contábil que trata do reconhecimento e mensuração de ativos e passivos financeiros, incluindo a provisão para perdas de crédito.
Como o IFRS 9 aborda a aplicação de perdas de crédito?
O IFRS 9 prevê a aplicação de perdas de crédito de forma individual ou coletiva. A aplicação individual é usada para ativos individualmente representativos, enquanto a aplicação coletiva é usada para operações de varejo, agrupando ativos com características de riscos similares em pools.
O que são perdas incorridas e perdas esperadas?
Perdas incorridas referem-se a eventos de perda que já ocorreram, enquanto perdas esperadas são baseadas em cenários prospectivos, antecipando possíveis perdas futuras.
Como a provisão para perdas de crédito afeta o patrimônio líquido de uma empresa?
A provisão para perdas de crédito reduz o ativo financeiro e o lucro, o que, por sua vez, diminui o patrimônio líquido. Se a perda esperada se concretizar, não haverá impacto adicional no patrimônio líquido, pois a perda já foi contabilizada.
O que são perdas inesperadas e catastróficas?
Perdas inesperadas são aquelas que não foram provisionadas e podem ocorrer em situações de crise ou estresse. Perdas catastróficas são perdas muito grandes que excedem tanto as perdas esperadas quanto as inesperadas.
O que é a abordagem simplificada do IFRS 9?
A abordagem simplificada separa os ativos por faixa de vencimento (aging list) e atribui percentuais de perdas baseados em perdas históricas. É recomendada para recebíveis comerciais e outros ativos contratuais no escopo do IFRS 15.
O que é a abordagem de três estágios do IFRS 9?
A abordagem de três estágios envolve três níveis de tratamento contábil baseados no risco de crédito: estágio 1 para risco de crédito igual ou menor ao inicial, estágio 2 para risco de crédito maior que o inicial, e estágio 3 para eventos de default.
Como é feita a provisão para perdas de crédito no reconhecimento inicial de um ativo financeiro?
No reconhecimento inicial, a provisão é feita com base na perda estimada para os próximos 12 meses, aplicando a probabilidade de default sobre todo o saldo do ativo financeiro.
O que acontece quando o risco de crédito de um ativo financeiro aumenta?
Quando o risco de crédito aumenta, o ativo financeiro passa para o estágio 2, e a provisão é feita para toda a vida do instrumento financeiro, considerando a probabilidade de default durante todo o período.
O que caracteriza o estágio 3 na abordagem de três estágios do IFRS 9?
O estágio 3 é caracterizado por um evento de default. Nesse estágio, a provisão é feita para toda a vida do instrumento financeiro, mas não se baseia mais na probabilidade de default, pois o default já ocorreu.
Como a abordagem de três estágios do IFRS 9 lida com a probabilidade de default?
No estágio 1, a provisão é baseada na probabilidade de default nos próximos 12 meses. No estágio 2, a provisão considera a probabilidade de default durante toda a vida do instrumento financeiro. No estágio 3, a provisão é feita para créditos já em default.
Qual é a prática comum para definir um evento de default em instituições financeiras?
Em instituições financeiras, um evento de default é comumente definido como um atraso maior que 90 dias, conforme práticas difundidas nos tratamentos de Basileia.

Conteúdo gerado com apoio de IA. Não substitui análise profissional.

Autor

EB

Eric Barreto

Professor do Insper e sócio da M2M SABER, especialista em instrumentos financeiros, hedge accounting e IFRS.