Oportunidades em fintechs e Finted Index com Flávio Málaga - Fintechs e Inovação
A trajetória profissional no mercado financeiro está cada vez mais dinâmica, com ciclos mais curtos e uma crescente interdisciplinaridade, especialmente em áreas como finanças, tecnologia e direito.
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Transcrição
Professor Flávio Málaga está entre os mais respeitados professores de finanças do Brasil. Ele é.
Graduado em engenharia.
Espero que eu não esteja errando. Acho que a engenharia mecânica, se não me engano, é mestre e doutor em finanças pela FEA USP e também é professor do Insper, né?
Pesquisei ali No No LinkedIn, então tinha pouca informação ali. Flávio, você vai ter que complementar pra gente falar, você tem feito aí nesses, nesses poucos anos de vida e de carreira. Obrigado.
Eric, pelo convite. Um prazer aí bater esse papo com você. Bom, só complementando, eu sou eu. Trabalho então com num escritório de assessoria financeira.
Com a parte de parte corporate finance, né, principalmente, fusões, aquisições, avaliação de empresas, análises de investimento corporativos.
E sou professor do Insper, né? Como você estou aí já há mais de 10 anos no MB finanças conduzindo a disciplina de finanças corporativas, né?
Maravilha.
Flávio, vou começar te fazendo 11. Pergunta sobre mercado de trabalho, sobre evolução do mercado de trabalho. Porque uma?
Uma boa parte do do tema aqui da nossa conversa é sobre oportunidades de trabalho, né? Vamos falar de outros assuntos também, mas começar falando de oportunidades de trabalho.
Nos bancões tradicionais, eu já conheci.
Muita gente você certamente conheceu também alguns profissionais que eram muito especialistas, né? Caras que trabalharam 30 anos em grandes bancos, fazendo exatamente a mesma atividade. Por exemplo, um cara.
Um cara na área de câmbio que só trabalhava com um processo de backoffice de câmbio, compra e mesmo dentro de câmbio compra. Ele fazia um pedacinho do processo e o ele fez a carreira dele ali, trabalhou.
30 anos, praticamente na mesma atividade, né? É, obviamente tem pessoas, ainda que que executam pedacinhos de processo, né? Mas me parece que é de forma geral, o mercado tá um pouco diferente. Eu queria que você falasse um pouquinho dessa interdisciplinaridade.
Principalmente, principalmente envolvendo finanças, tecnologia, direito. Também, né? São áreas aí que a gente tem conversado bastante.
Primeiro eu a trajetória, né? OA dinâmica de de de trabalho, ela mudou.
Eu não sou especialista em RH, né? Mas como você a gente vive?
Conversando com as empresas, com os profissionais, com os alunos dos cursos, estão de graduação quanto pós-graduação e a gente vê o quanto os processos têm sido acelerados, né?
E isso aconteceu na vida tá acontecendo na vida profissional. Então o que era esse profissional focado, especialista e ficava um bom tempo executando essas funções. Ele, esses prazos estão bem menores, né?
Então, hoje esses ciclos são melhores, até porque as funções estão mudando muito rápido, né? As atividades com uso de tecnologia, as funções a serem elas estão mudando muito, então, naturalmente, os profissionais também estão mudando na sua trajetória. Então, quando a gente fala de.
Um, eu continuo, né? Com uma visão de que você se tem, que, se você tem que ser bom em alguma coisa, você tem que começar sendo bom em alguma coisa e depois você vai acelerando e vai rapidamente adquirindo outras habilidades e evoluindo como executivo, mas.
A porta de entrada eu vejo sempre como 11 porta de um especialista, né? Você é bom em alguma coisa que você faz e por isso vão te contratar a partir dali. É com você.
Né? Então eu acho que é isso. Você ainda precisa se mostrar bom em alguma coisa, não ser generalista acaba ocupando qualquer espaço e não é isso. Mas AA partir dali você essa, essa mudança é muito grande e quando a gente fala de fino, você perguntou na finança de tecnologia, empreendedorismo e o que a gente vê é.
Os profissionais de hoje é principalmente a pessoa que está entrando no mercado de trabalho.
Já o eu não digo que não tem paciência, é que as tem muita oportunidade, né? Aparecendo. O mercado está muito dinâmico, essa você tem o mercado de capitais ativo, gera.
O que a gente está vendo aqui, né? Num país que é carente, né? De de que era carente, continua sendo carente, mas vem melhorando, né? Nesse aspecto, você vai injetando, trazendo novos investidores, muito capital em busca de novos projetos vai abrindo portas todos os dias.
E os profissionais capacitados, eles vão tendo essas oportunidades e vão acelerando as suas trajetórias também, né? Então, é, é se fosse 11 estático, né? Uma dinâmica macroeconômica microestática.
Você não tem para onde correr, né? Você entra numa empresa e a empresa não cresce. Você não tem novos investimentos no país, então você vai segurar o seu ali, né?
Que é muita característica. Vou estressar Venezuela, né? Você pega, é Argentina, com seus EE outros países que, né? A América Latina tem muito, né? Essas características países que não crescem, tem problemas sociais, políticos não é atraente para o capital e você fica num país que anda de lado e os profissionais, portanto, andam de lado. Quando você injeta essa dinâmica, né? De mercado de capitais, se você viu como pode mudar, né?
Como pode mudar a carreira das pessoas? A trajetória delas, né?
Legal. Quer dizer, ainda é AAAA. Porta de entrada. Ela ainda enxerga bons especialistas, né? Ainda busca bons especialistas, embora essa interdisciplinariedade aí a gente conhecer de outras áreas adjacentes, seja seja importante também, né?
É Flávio.
Mercado financeiro ele sempre criou boas oportunidades, né? Mas é depois daquele ciclo positivo que a gente teve das commodities, das commodities, aí há uns 1012 anos atrás. É esses bancos maiores, bancos tradicionais. Eles foram.
Aparentemente, né, ficando menos.
Menos interessantes diminuindo, é, é, eles foram diminuindo a as vagas, né?
É bom. Naquela época a gente lembra que é, é, é. Acho que saía em capa de revista até os bônus, né? Do pessoal que trabalhava Na Na faria Lima é tinha, tinha bastante, é bastante matéria falando sobre isso, né?
Bom, no lugar desses desses bancos que eu estou usando aqui. O termo perderam o espaço, mas eu, eu, eu vou me corrigir. Eu não acho que eles estão perdendo espaço, né? Eles podem até.
E perdendo um pouquinho de market share, mas eu eu tenho, é, é, é mais a impressão de que o mercado está crescendo, né? O mercado como um todo está crescendo, tá tá? A gente está tendo mais é inclusão não só no sentido de inclusão bancária, né? Aquele cara que estava fora do mercado bancário tradicional, mas inclusão no sentido de de de investimento.
Também, né? A gente? Há muita gente que só fazia aplicaçãozinha financeira ali em poupança.
Ou arriscava às vezes algum produto que que já existia dentro daquele banco tradicional? É, mas sempre lá ali no, no beabá e aí essas pessoas, hoje têm 11 gama maior aí de de de investimentos para fazer, né? Então eu tenho essa percepção de que o mercado ele está ele.
Está um pouco maior também, né? Não é só os bancos grandes perderem, perdendo espaço.
Então, AA. Minha questão aqui é.
Em relação a empreendedores, como que você tem visto esse mercado de fintechs e?
Como você tem visto oportunidades de empreender nesse, nesse novo mercado? Você acha que tem alguma área dentro do mundo fintech que já está?
Com a palavra aqui, que que já que já tem muito muita fintech que ela já está ocupada, você vê alguma área fintech?
Que tem muitas oportunidades, né? Alguma área que você fala, pô, eu? Se eu fosse um investidor, eu nem sei se você é ou não investidor de fintech, tá? Eu sei que você acompanha muito esse mercado. É até pelas informações que eu já encontrei No No teu site, a gente vai falar um pouquinho sobre elas depois, mas a minha questão é, se você fosse investidores, se fosse botar o seu dinheiro, onde você colocaria onde você não colocaria o seu dinheiro aí No No?
Dentro dos segmentos fintech eu vou começar pelas primeiras questões que você colocou, né? Sobre a questão do empreendedorismo e é que a gente primeiro, essa dinâmica é por né, do do, do, do, da, da trajetória profissional. Ela aumentou em função do mercado de capitais, né, que se tornou mais?
Atraente para o capital?
E aí quando a gente fala em nesse ecossistema de venture capital, private equity.
Metade do venture capital que vem pro Brasil, metade é alocado em fintech, então é uma monstruosidade. Uhum. Então toda essa revolução que a gente vem, o que a gente ouve, veja o que tem no Brasil de venture capital, ainda é uma fração do que tem nos Estados Unidos.
Mas para quem não tinha muita coisa e você injeta todo esse capital, ele causa uma ruptura. Ele causa, né? 111 movimento grande no mercado, né? E metade desse capital vai pra vai pra fintexch por quê? Porque era um mercado.
Com o pessoal jogando de lado, né? Concentrado em em em 45 instituições que tinham lá 11 grande carteira de crédito. Sobre né, na mão deles e com Barreiras de entradas enormes, né? Regulatórias tecnológicas EEE que impedia, né? Banco tanto que teve uma consolidação, né? De bancos pequenos e médios nos últimos 20 anos, que foram sendo comprados pelas grandes instituições.
Agora, quando você, quando entrou a tecnologia.
E o mercado de capitais brasileiro e a e o ambiente macroeconômico se estabilizou. Oo capital começou a vir e veio para onde? Tem chance de disrupção, que é esse quando o mercado está muito consolidado, é onde você tem a chance de você capturar uma fração disso, não é? E então esse esse é EEE. Isso que você falou as instituições grandes, elas estão menos atraente? Eu não sei se elas estão menos atraente ou elas estão perdendo frações dos seus mercados, provavelmente, mas Oo principal é.
É 11, expressão que se usa em fintechs, né? O dinheiro vem para que para o underbanked ou unbancket, né? Ou seja, aquele público que não há não tem acesso.
Aos serviços bancários ou não tem no nível suficiente.
Então eles estão comendo pelas beiradas. Os bancos grandes ainda não, né? Estão tentando reagir, mas eles não percebem porque não atacou ainda frontalmente e.
Aí é. É, é tão grande, né? Tem. Tem uma população tão grande desassistida com o nível de serviços baixo que ainda tem um campo para percorrer até começar realmente, de facto, incomodar. Mas veja, é só a gente ver o valuation dos grandes bancos e o valuation do Nubank da link é crédito a XP.
Você não tem aqui, vamos falar que é como você, não cria, você transfere Riqueza, né? Que a gente fala em filho, você está transferindo Riqueza. Da onde vem a Riqueza dessas instituições, né? Como é que o Nubank vai ser precificado? Estava, né? Agora não, não sei quanto vai ser OIPO vai cair, com certeza está na expectativa de 40 bilhões de dólares, né? Estava entre 50 e 70 da onde vem esse valuation é uma transferência, alguém está alguém não capturou, né? Eles estão capturando AXP com o seu valuation também de 30 b da onde vem está capturando de alguém, alguém poderia estar com esse com esse, com essa.
Massa de valor, né? Então, enquanto os grandes bancos estão de lado, você tem alguns umas instituições que estão capturando o valor, não é?
E aí é onde está a oportunidade e aí os fire, alarmes que você falou, o pessoal que tinha grandes bonificações e continua tendo. Mas essas instituições rápidas, ágeis, que não tem os Legacy systems, que não tem amarras, elas são, elas dão. Elas têm uma trajetória explosiva, exponencial, de crescimento e vão abrindo postos de trabalho, posições todos os dias, né? E aí a trajetória do profissional fica muito mais rápida e aí a gente conectar tudo, né? Do que a gente está falando?
E aí, voltando à última sua, a sua questão sobre onde investi, essa é a varia, mágica, né?
Pô, aonde você investe em fintech, né? A paleta mexicana são os bancos digitais, certo? Ou seja, o que ter, mas essa é a visão de topo. Eu estou vendo lá banco digital, tem um Monte, mas aí você começa a descer e você começa a ver que eles se posicionam.
Se posicionando em se eles segmentaram?
Esse.
AA população consumidor e eles estão atuando em muitos deles, em pedaços em feirão.
Mentes tentando capturar ele EEA partir dali, então começar literalmente o que eles estão comendo pelas bordas, né? Então, você ainda assim nos nos digital. Banks ainda tem espaço. Eu tenho uma colega que Ela Foi uma das fundadoras da linker, que foi vendida agora saiu, saiu, ave primeiro, sofreu uma captação em janeiro de 12000000 e depois agora foi vendido, não é? Foi coadquirida por 120, foi público, por isso que eu estou falando, né? As pessoas 120000000 é recentemente.
Então você viu a potencial o quanto tem de Riqueza sendo de aposta sendo feita, né? De Riqueza sendo gerada e nesse caso é um digital Bank, é uma mãe, é um banco digital focado em PJ, em pessoas jurídicas de pequeno porte. Eles acharam o segmento mal mal atendido pelos grandes bancos. Eles.
Onde eles tiram toda a burocracia? Você quer abrir a conta? Se demora 5 minutos a por aplicativo, não tem agência, não tem para não tem tarifa se posicionar.
PJE conseguiram capturar e converter cada vez mais clientes, né? Estou dando um exemplo, né? É claro que eu tenho uma tendência pro eu gosto, né? De criptoativos eu gosto de blockchain, eu vejo a parte de crowdfunding, plataformas, né, de de funding para para esse ecossistema. Eu que está em formação, né? Tem um.
Está tem um, tem várias, todas pequenas estão tentando viabilizar a própria dinâmica de criptoativos. Ela está instável, né? A gente vê pela própria cotação do bitcoin.
Do hétero, do ripple e outras moedas, quer dizer, está. Está tudo muito informação, então tem muito espaço para se para, né? Então é, é eu acho que ainda todos esses segmentos ainda são tem espaço para quem?
Tá vivendo, tá acompanhando as tendências, né? Tem criatividade, tem empreendedorismo? EE outro ponto é não querer ser perfeito, né? O ótimo inimigo do bom, né? No empreendedorismo você tem que fazer, cara.
Põe pra fazer.
E o que mais tem, né? Você fala com o investidor? Ele tem a varia mágica. Você fala que que você quer falar, cara, eu quero bons projetos, dinheiro eu tenho a rodovia, dinheiro tô estocado, eu preciso escoar o dinheiro. Então o grande desafio dos fundos é alocar capital, não é captar, é alocação, né? Então, para quem tem boas ideias, é capacitado, você vai achar como da como, da seguimento nos seus projetos.
Isso. Isso que você colocou aí da da segmentação, isso é, é, é muito interessante, né? É OOO exemplo que você trouxe. É, é ótimo, porque.
Você tem uma segmentação olhando para pequenas e médias empresas e a gente que atua nesse mercado a gente sabe que é um segmento mal assistido, mesmo historicamente aí pelas instituições tradicionais. Então, poxa, a gente tem no Brasil mais de 19000000 de empresas abertas, dessas 19000000 de empresas. Ou quantas são grandes? É.
A é o é o pequenininho, né? É? Então você tem uma. É. É um nicho.
Mas é um nicho bem bem grande, né? Um nicho bem legal é, tem algumas fintechs que assim eu, eu, eu.
É, eu não aposto, mas eu estou muito curioso para saber o caminho da de dessas fintechs em termos de segmentação, porque algumas é, é, estão, estão atuando assim, na é o segmento do segmento do segmento, que é assim, olha, a gente está aqui para fazer, é para resolver o problema de pagamentos de um determinado segmento dentro do setor farmacêutico.
Dentro ali do setor farmacêutico, eu vou atender aqui esse pedacinho, fico pensando, ficar caramba, se ele conseguir convencer esse segmento dentro de um segmento, né? Veja dentro dos do do das pessoas jurídicas, você tem o farmacêutico dentro do farmacêutico você tem um outro, um outro nicho ali. Se ele conseguir sucesso ali, será que esse sucesso ele é suficiente para pagar as contas e para fazer esse negócio alavancar ainda, então eu.
Eu. Essa é uma curiosidade até.
É científica, né?
É isso que você falou, tem uma estatística de se deve, tá? Se deve conhecer a estatística de por que que as startups param, né?
E o número 1?
É, não tem demanda suficiente. O número 2 é funding, mas a primeira razão que elas param é porque você, tudo bem, você achou 11 segmento, você capturou, tem gente interessada, mas não tem volume suficiente, não tem público suficiente, né? Aí o segundo é funding, né? E aí, depois tem outras razões, mas essa é a primeira.
É, quer dizer, você tem o risco da microssegmentação.
Em algum momento isso começa a consolidar, começa a comprar carne, né? Por isso que que a gente fala que no segmento de fintechs startups em geral, né? É uma corrida de velocidade. Uhum.
É que a é corrida é sprint, não é enduras, né? É um sprint, quem consegue? Por isso que essa essa, esse, esse foco em conversão de clientes e a gente pega o Nubank com os seus 50000000 quase de usuários, né? Num tempo tão pequeno.
Ele dá prejuízo ainda, mas ele conseguiu capturar, largou na frente, os clientes já experimentam a plataforma, já experimenta os serviços.
Qual é o próximo passo, não é? É ele conseguir extrair, monetizar, mas ele já deu a experiência para eles, né? Então, a corrida já é uma corrida de velocidade.
EE não dá para você ter todos os bancos digitais atraindo 10000000 de usuários, né? Isso? Essa conta não fecha, pô, né?
Você. Você mencionou aqui que.
Boa parte da da grana que está vindo aí, né? De venture capitals, que 50% ou mais de 50% têm sido investido em.
Em em fintechs isso, isso é algo que você tem conseguido observar mais na é é na tua, nas suas pesquisas, ou é algo que você tem captado também No No? No teu trabalho, né? Você, você trabalha com com fusões aqui.
Avaliação de empresas, isso é algo que você tem sentido no nesse trabalho também ou mais em pesquisa?
Então, e se nos 2, né? Ele são pesquisas de fundos do distrito e outros players que acompanham e tentam capturar, né? Os investimentos feitos pelos fundos e para onde eles vão e no meu trabalho, que é uma consequência, né? Quando eu estou do lado de um fundo que está buscando onde a local capital, nas verticais que eles atuam, né? Então ele fala, eu estou buscando fintechs com essas características.
Então a gente vê isso.
E parte está atrás, né? De desse modelo, dessa vertical, é, então, a gente vê tanto isso é empírico, né, empírico dos 2 lados, de pesquisas empíricas e do meu trabalho.
Legal, e lá No No, no site da finted eu encontrei 11 informação fala que boa parte do do investimento recebido por fintechs.
Ocorre na fase de tração, né? Pra uma fintech, o que seria mais ou menos essa essa fase de tração?
Atração é quando você tem.
É a fase, né? Você tem você fez o seu MVP.
A sua tecnologia, ela está, enfim, está está colocada. Óbvio que vai, vai se desenvolver, mas é o seu MVP está pronto, mas você agora precisa capturar.
Você precisa escalar para demonstrar que aquilo tem demanda, então é.
Então é ali que eles gostam de irjetar capital, né? Você já já consegue explicar o que que é o produto ou serviço? Você já fez, capturou, fez teste, já tem, já consegue visualizar quem é um público alvo inicial e você precisa de combustível para converter agora, não é?
Você entra numa etapa antes, que é desenvolver a tecnologia.
É uma etapa de maior risco porque além de você não ter o cliente, você também não tem o produto ou serviço ainda, né? Então você tem o cada panela tem sua tampa, né? Então, boa parte dos dos ventos de cada vez gostam de entrar nessa fase onde já se visualiza o que que é, mas agora precisa acelerar, não é? E aí então eles vão fazer a aposta?
Legal, vou só colocar 111* aí Na Na tua fala, como você citou MVP para os não iniciados, né? O produto mínimo viável é a proposta. É isso aí.
Termozinho aqui, que se usa bastante no nesse mundo de startups, vou te fazer a minha última pergunta. Na verdade, é o último tema, né? Não é bem 11 pergunta.
Eu nessas pesquisas sobre fintechs, eu encontrei o fintechs.
Index, e.
Pelo que eu entendi, ele é um índice composto por uma cesta de fintechs, né? Que são é, essas fintechs são small caps, então depois você me corrija se eu tiver errado, amor, não tá indo bem? Small caps, então essas fintechs são fintechs com valor de mercado A baixo de um bilhão. Elas não são de um bilhão de dólares, né? Elas não são unicórnios, agora vai lá me fala um pouquinho, então vamos lá, Fed inbex, vamos lá, corrige esse finalzinho aí também.
Então OOA questão do unicórnio não é tão real, eu tenho, tem algum? Tem algumas lá dentro.
Mas o índice, ele tem 30 empresas, né? 30 fintechs de diferentes verticais, né? Então eu tenho plataformas de investimento, plataformas de empréstimos, meios de pagamento, eu tenho criptoativos, tem bancos digitais.
Plataforma de crowdfunding então, dentro do do, desse ecossistema fintech, a gente tem dentro dessas 30 tem de várias verticais.
Desse segmento agora.
Qual é, o qual, qual foi o objetivo? A gente acompanha o índice da b 3. A gente acompanha o índice da.
Da SP 500 da Nasdaq. Então a gente tem algumas referências. A gente queria acompanhar, como é que está evoluindo a dinâmica?
Desse ecossistema porque, afinal, a gente ouve falar dos unicórnios, todo mundo está indo bem, mas eu quero ver se de facto eles estão. A trajetória continua.
Então a ideia foi, eu vou. Eu vou identificar as fintechs que já estão num passo, né? Porque aqui no Brasil.
Você praticamente não tem fintechs na bolsa, né? Uhum. E quando se tiver, por exemplo, banco Inter é já, enfim, não é uma startup, né? Já está lá na frente, né? Uhum. Então você tem é é no Brasil. Se não há ainda nossa bolsa, ainda não, não está nesse estágio como está o Nasdaq, onde você tem diariamente, você tem aí 5 a 10 em startups de diferentes também indo ao mercado e fazendo a sua captação, a nossa trajetória. Então ela está um pouco atrás, então a gente não consegue criar a carteira.
Mas a gente queria uma o conseguir capturar e acompanhar o valor. A evolução de dessa de uma carteira de fintech. Então nós fomos na Nasdaq e em outras bolsas. Identificamos por alguns critérios, né? De tamanho, como você falou de ida ao mercado?
Tem alguns fatores que nos davam a entender que eram, que eram empresas que, que e recentes e que estavam num processo, né, de desenvolvimento.
E a gente criou esse índice partindo é de uma base 100 e acompanhando a valorização dele. O objetivo é acompanhar justamente essas fintechs.
Continuam capturando o valor de quem dos mais dos modelos tradicionais, né? Se a gente for pensar fazendo uma analogia, né? A gente olha para o para a gente olhar para a Amazon. Vamos supor que ela fosse uma carteira de empresas, não é? A gente olha para a Amazon e ela vale.
Mais de um trilhão de de dólares, né?
E você pensa na.
O que que aconteceu se ela gerou Riqueza? Não, aí você vai pro outro extremo, se vai pra lojas de varejo.
Como Toy s, Barras e mobile sears bad, Beth of beyond? Ou seja, ela transferiu Riqueza valor.
Do segmento de um modelo de negócios físico para o modelo digital. Então ela, ela simplesmente capturou o valor que os outros não foram capazes de se mover. Então nossa ideia com o índice é fazer é é olhar também para essa dinâmica de valor. Elas, elas continuam na sua trajetória, né? De capturar clientes, capturar valor.
E poder comparar com modelos tradicionais. Esse foi o objetivo, né? Não é para recomendar investimento, não é para falar o objetivo realmente de acompanhar a evolução do modelo de negócios. Se ele realmente, ele está se provando, ele está.
Evoluindo, né? E está tirando de alguém, né? No final é isso, né? Então, todas as empresas ali são empresas, é cotadas em bolsa, e aí o valor que vocês estão estão acompanhando é a cotação das empresas, é a cotação. O market cap delas.
É em períodos, né? Não é todo dia, não precisa, a gente está fazendo cortes, né? Recortes, aham. No tempo, quando que o índice começou? Flávio foi.
Primeiro foi 30 de junho, agora 2020 2021. A gente pegou primeiro. Quer dizer, ele foi lançado agora, mas ele retroagiu a 2018. Ah, tá beleza. Ele, ele retroagiu a 2000 EE 28 retroagiu a database 2018.
E aí tem para? Para entrar no índice, tem alguns filtros, né? Que a gente criou EE. Então elas teriam que estar em 2018 e teriam que estar também em 2021 e essa sexta. Evolução delas, né? E aí tem alguns critérios para entrar dentro, para ser qualificado para o índice, né? Legal, eu IA te perguntar se, como eu tinha visto 2018 ali, eu IA te perguntar se de 2018 para cá, alguma já tinha virado pó?
Né? O se se tinha desaparecido, se se se tinha dado muito, a pergunta é boa para alguma, não virou pó, mas você tem perda de valor, tem?
Eu tenho dentro da carteira algumas que perderam valor e eu tenho a outras que exponenciaram, né?
É EEE pelo que eu vi ali. Do a comparação, é bom comparar com OB 3. É covardia, né? Comparar com b 3 até a poupança tá tá ganhando, né? Então não é comparação injusta, mas comparando com sei se compararam com OSEP 500. É isso.
Dow Jones um Dow Jones isso industrial Average é é comparando ali com com o Dow Jones, ela dá uma curva bem mais inclinada. Aí nos últimos 3 anos, né? É.
Bem legal, bem legal. É, é eu. Eu vou começar a acompanhar, eu eu já eu. Desde que eu descobri o índice que não faz muito tempo, vocês lançaram agora também, né? Em junho, eu eu descobri ele, acho que faz 1 mês e meio, 2 meses. Talvez tem.
O acompanhado aí vou continuar acompanhando e eu.
Tendo dúvida, vou fazer contacto com vocês aí pra tá bom, tá bom, tá bom entender esse, esse negócio.
Legal, muito bom, Flávio, te agradeço bastante pela conversa, foi. Foi bem bacana. Obrigado, Eric. Valeu.
Perguntas e respostas
Quem é o Professor Flávio Málaga?
O Professor Flávio Málaga é um dos mais respeitados professores de finanças do Brasil. Ele é graduado em engenharia, mestre e doutor em finanças pela FEA USP e professor do Insper, onde leciona há mais de 10 anos no MBA de finanças, conduzindo a disciplina de finanças corporativas.
Qual é a área de atuação profissional de Flávio Málaga?
Flávio Málaga trabalha em um escritório de assessoria financeira, focando principalmente em corporate finance, fusões, aquisições, avaliação de empresas e análises de investimento corporativo.
Como o mercado de trabalho em finanças tem mudado nos últimos anos?
O mercado de trabalho em finanças tem se tornado mais dinâmico, com ciclos de funções mais curtos devido ao uso crescente de tecnologia. Profissionais precisam ser bons em uma área específica inicialmente, mas rapidamente adquirir outras habilidades para evoluir como executivos.
O que é corporate finance?
Corporate finance refere-se à área das finanças que lida com as fontes de financiamento, a estrutura de capital das empresas, as ações que os gestores tomam para aumentar o valor da empresa para os acionistas e as ferramentas e análises usadas para alocar recursos financeiros.
O que são fintechs?
Fintechs são empresas que utilizam a tecnologia para oferecer serviços financeiros de maneira mais eficiente e inovadora. Elas podem atuar em diversas áreas, como pagamentos, empréstimos, investimentos, entre outras.
Qual é a importância do venture capital para as fintechs no Brasil?
O venture capital é crucial para as fintechs no Brasil, pois metade do capital de venture capital que vem para o país é alocado em fintechs. Esse investimento é essencial para o desenvolvimento e crescimento dessas empresas, permitindo que elas inovem e capturem mercado.
O que é um MVP (Minimum Viable Product)?
MVP, ou Minimum Viable Product, é a versão mais simples de um produto que pode ser lançada no mercado. Ele contém apenas as funcionalidades essenciais para que os primeiros usuários possam testá-lo e fornecer feedback, permitindo que a empresa faça melhorias contínuas.
O que é o Fintech Index?
O Fintech Index é um índice composto por uma cesta de 30 fintechs de diferentes verticais, como plataformas de investimento, empréstimos, meios de pagamento, criptoativos, bancos digitais e crowdfunding. O objetivo do índice é acompanhar a evolução e valorização dessas fintechs ao longo do tempo.
Qual é o objetivo do Fintech Index?
O objetivo do Fintech Index é acompanhar a evolução e valorização de uma carteira de fintechs, permitindo observar se essas empresas continuam capturando valor e clientes em comparação com modelos de negócios tradicionais.
Como o Fintech Index foi criado?
O Fintech Index foi criado identificando fintechs cotadas em bolsas como a Nasdaq, com base em critérios de tamanho e estágio de desenvolvimento. O índice retroage a 2018 e acompanha a valorização dessas empresas ao longo do tempo.
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