Uma coisa que percebo todos os dias nas empresas que tentam estruturar suas agendas de ESG ou sustentabilidade é a exaustão de tentar acompanhar tudo que muda nesse mundo. Diretiva na Europa que muda de data, IFRS que lança uma nova diretriz, a CVM que adota, frameworks que se atualizam o tempo todo, e, no meio disso, a sensação de nunca estar realmente em dia.
O que mais preocupa é que, com tantas mudanças, as estratégias ESG começam a perder foco. Elas passam a ser direcionadas para atender requisitos de reporte ou legais, deixando de lado a essência do seu objetivo: proteger os patrimônios do negócio e garantir que os temas de sustentabilidade não interfiram negativamente nos objetivos da empresa.
Eu tenho vivido e pensado sobre esse tipo de problema há bastante tempo e o suporte da tecnologia se tornou uma das principais soluções para conciliar tudo isso, sem abrir mão do foco nem do tempo humano. O que realmente importa é que as estratégias estejam alinhadas com os objetivos de médio e longo prazo do negócio e para mim, essa é a prioridade.
No ano passado, iniciamos um trabalho silencioso e intenso para resolver esse problema e montar esse quebra-cabeça estrutural. Queríamos entender como a tecnologia poderia ajudar as empresas a se manter alinhadas com as demandas do mercado, sem deixar que a essência humana fosse colocada de lado, mas garantindo o tempo necessário para direcionar a agenda.
Foi assim que nasceu a Lumina, a Inteligência regenerativa de suporte da ESG NOW. A ideia nunca foi substituir a parte humana da estratégia ESG (e nunca será), mas trazer todos os insumos necessários para que a inteligência humana possa fazer o que sabe de melhor: entender o sentido, conectar com os objetivos das empresas e colocar em prática o que realmente importa para a manutenção dos negócios.
O conceito ia muito além de ter só uma inteligência artificial, queríamos uma ferramenta regenerativa que, antes de tudo, não delire. Foram muitas horas de aprofundamento para garantir que os resultados viessem de dados reais, relevantes e sem alucinações.
Quando a ferramenta já estava pronta, ainda faltavam duas características que para mim são primordiais: personalização, porque benchmarkings ESG costumam estar cheios de excessos narrativos e democratização, até porque, quem vai realmente virar o jogo nesse tema é a grande cadeia empresarial, que inclui empresas médias e pequenas.
Por isso, estruturamos um modelo em que as estratégias são consolidadas por nível de ambição empresarial, tornando a jornada ainda mais personalizada e, principalmente, alinhada a quem não tem muitos recursos ou quer, de início, apenas proteger-se dos riscos mais críticos enquanto navega no oceano vermelho do mercado.
Hoje, a Lumina nasce oficialmente no South Summit, mas também está pronta para ser disponibilizada para profissionais, empresas e todos que tiverem interesse. Ela oferece suporte especializado, inteligência segura e reportes atualizados, permitindo que as pessoas usem seu tempo humano para pensar nos direcionamentos principais do negócio.
Essa ferramenta é uma contribuição nossa para trazer ao ESG a disseminação que ele precisa: de forma democrática, sem vieses, sem complexidade, e equilibrada. Nenhuma empresa é pressionada a elaborar planos fora de suas possibilidades ou interesses, mas ela terá suporte para construir uma agenda que se alinhe com seus objetivos principais.
Se na sua empresa ou com seus clientes esse tema também drena o tempo que deveria ser estratégico, deixa um comentário aqui que eu te mostro como a Lumina pode ajudar.
A nova era do ESG e da sustentabilidade não é digital nem analógica, é colaborativa.
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