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Capítulos do Cosif, elenco de contas e atributos

Transcrição

Como eu mencionei, o padrão cosif tem uma estrutura de de capítulos, né? Em que ele tá esquematizado? Essa estrutura tem a as normas básicas, que consolida alguns princípios e critérios e procedimentos contábeis. A gente tem o capítulo sobre elenco de contas, que menciona uma série de de de contas contábeis, de que eu chamei de grupos e subgrupos. E explica. Né? A função dessas contas contábeis? A gente tem um capítulo que fala sobre modelos. Bom. As instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil são instituições bastante delicadas, porque elas estão inseridas no sistema financeiro nacional. Ou são instituições financeiras, ou a gente tem instituições de pagamentos, são instituições que é têm um papel importante na sociedade. Então, o nível de reporte dessas instituições para o banco central costuma ser bem maior do que outras instituições não reguladas pelo banco central. Por isso a gente tem um capítulo do cosif com. Modelos modelos de relatórios que são enviados para o banco central periodicamente ou eventualmente, e a gente também tem o capítulo 4, que fala de documentos complementares em geral. Este capítulo que fala de documentos complementares, ele tem lá padrões, pronunciamentos, é contábeis, emitidos por outras entidades. Por exemplo, a gente tem os documentos emitidos pelo CPC. Então documento complementar pode ser 111 pronunciamento emitido pelo CPCE, autorizado pelo Banco Central do Brasil, tá, vamos dar um exemplo, aqui existe uma norma CPC 01. Que for, ou CPC 00, né? CPC 00 é fala da estrutura conceitual da dos relatórios financeiros da normatização contábil CPC 01 é o que fala de teste de recuperabilidade ou teste de imperment. Não vem ao caso aqui explicar o que seja isso, tá? A gente tem curso específico sobre isso também na nossa plataforma, mas esses 2 assuntos CPC 00, CPC 01. Eles podem ser autorizados pelo Banco Central do Brasil. Quando autorizados as instituições, é vou vou trocar a palavra em vez de autorizados. Quando recepcionados pelo Banco Central do Brasil, as instituições autorizadas pelo Bacen passam a ser obrigadas a cumprir essa norma. Então esses pronunciamentos, eles são dispostos a ir em documentos complementares, tá bom? Sobre elenco de contas, eu tinha mencionado aqui que um dos capítulos. Do cosif. É o elenco de contas, que nada mais é que uma série de contas contábeis. Tá dentro dessas contas contábeis? Obviamente, a gente tem as é é. É contas contábeis como. Qualquer um de você, de de vocês a. Na faculdade ou em algum curso de contabilidade básica, né? As contas patrimoniais, conta de ativo, contas de passivo, contas de patrimônio líquido. Então todo o banco tem contas de ativo, de passivo e de patrimônio líquido, líquido. Isso funciona como em qualquer outra instituição. Se alguém já falou, se você já ouviu falar que a contabilidade bancária é tudo ao contrário, o que é débito para uma empresa? Para um banco é crédito. O que é crédito para uma empresa? Para um banco é débito, não tem nada a ver, tá? Isso é é uma bobagem. O que acontece é o seguinte, imagina que a gente tem uma empresa de um lado e um banco negociando com uma empresa, então. Quando? Uma empresa toma um empréstimo, ela adquiriu uma obrigação de pagar esse empréstimo, um passivo, o banco que é contra a parte desta empresa que. Ele adquiriu um ativo. Como ele concedeu um empréstimo, ele espera receber de volta. Ele tem um direito de receber de volta, então ele tem um ativo. Então essa transação que eu tomei como exemplo gerou um passivo numa empresa que é cliente bancário e um ativo no banco, que concedeu o empréstimo para essa empresa. Mas cada uma dessas? Dessas partes está considerando o mesmo conceito de ativo, o mesmo conceito de passivo, o mesmo conceito de patrimônio líquido. Tá, não tem nada a ver esse papo de que inverte o conceito débito crédito, tá? Simplesmente cada parte está de um lado do balcão desta negociação e de outras negociações bancárias, tá bom? Sobre as contas de resultados, uma instituição autorizada pelo banco central também tem receita. Normalmente eles elas têm receitas de juros, né? As principais receitas de bancos ou de sociedades de crédito costumam ser as receitas de juros, que muitas vezes a gente também chama de receita de intermediação financeira ou de rendas de intermediação financeira, tá? Instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil também costuma ter bastante receita de serviços. Né? Cobrança de tarifas, por exemplo, por é é por transações de pagamentos, né? As instituições de pagamentos bancos cobram tarifas, é por serviços prestados. Então você tem receita de serviços, tá? Bancos de investimentos que estruturam operações complexas aí de captação de fusão. Aquisição esses bancos eles cobram fis. Por essas transações, por essas estruturações e esses fins são receitas de serviços. As operações de cartões também geram receitas de serviços. Tá? Então? AA as instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil têm receitas e despesas como quaisquer outras empresas. As principais receitas costumam ser essas aí que eu mencionei tá entre as principais despesas a gente tem. É principalmente as despesas de juros, né? Se um banco empresta dinheiro é porque do outro lado, do lado do passivo, ele captou recursos junto a clientes, junto a outras instituições financeiras, junto a investidores, investidores internacionais. Tá, e esses investidores, esses clientes, esperam receber juros. Esses juros geram despesa pra para as instituições, tá? Essas despesas são despesas de juros ou. A gente chama também de despesas de intermediação financeira, tá agora o que? OOO que as instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil tem diferente. De diferente, de bastante diferente de outros tipos de empresa. São as contas de compensação. As contas de compensação são contas que não são patrimoniais, ou seja, não são contas de Balanço, elas não são contas de resultado, ou seja, não são receita e despesa, tá? Então, pra que que serve essas contas de compensação? A gente fala que são contas de controle. Elas servem para registrar informações sobre eventos. Transações é que podem gerar uma modificação Futura no patrimônio da instituição. Tá ou simplesmente alguma informação para controle de elementos do Balanço ou de elementos do resultado, tá então a conta de compensação? Ela pode ter uma abertura diferente da abertura que a gente tem numa conta de Balanço, ela pode ter uma abertura diferente da abertura que a gente tem. Em uma conta de receita ou despesa, tá? Então é o mesmo número, mas ele tá lá com uma outra função, tá como 11, conta de controle e as rubricas contábeis desse elenco de conta. Rubrica contábil, é uma conta contábil, né? Então, essas rubricas contábeis elas costumam ter como elementos um código, então cada conta contábil tem o código da conta, né? Ou código cosif, ela tem uma nomenclatura, é o nome. Da conta, por exemplo, eu posso ter uma conta de títulos e valores mobiliários que se chama títulos e valores mobiliários, barra títulos livres. Quer dizer, é 11 conta contábil em que eu registro títulos que estão livres pra negociação. Eles não foram dados em garantia em uma operação compromissada ou em algum outro tipo de transação, são títulos livres. E aí a gente tem também a função da conta, né? Pra que que essa conta contábil vai ser utilizada, tá? Este elenco de contas a. Gente, tem 5 níveis, basicamente, tá? O grupo subgrupo desdobramento um título contábil e um subtítulo contábil. Isso é uma hierarquia de contas, a conta de grupo, por exemplo. A gente tem 9 contas de grupo do cosif, são os 9. Os 9? E números naturais, com exceção do do dígito zero, né? Então, por exemplo, o grupo um são contas de ativo, exceto aquilo que a gente chamava de ativo permanente no passado, né? Oo ativo imobilizado, o intangível, o investimento em participações societárias, né? Então. Todos os os ativos eles vão estar dentro do grupo, um seja ativo, de curto prazo ou de longo prazo. Tá desde o caixa, vai estar dentro do grupo um títulos, valores mobiliários, vão estar dentro do grupo um empréstimos concedidos, seja para receber no curto ou no longo prazo. Tá? E por aí vai tudo isso, grupo, um grupo 2 vai estar o ativo imobilizado, o ativo intangível, eles vão estar dentro desse grupo 2, vou pular o grupo 3 e vou falar do grupo 4. Grupo 4 são contas de passivo. Grupo 5 é é um grupo que ele tá praticamente em em desuso, né? Que falava de resultados de exercícios futuros, né? Algo que depois da normatização contábil, aí pro é do alinhamento das é normas contábeis brasileiras, com OIFRSA. Gente, em vez de usar o conceito antigo, chamava resultado de exercícios futuros, hoje a gente contabiliza. Receitas antecipadas, né? A gente tem o grupo 6, que são contas de patrimônio líquido, capital social, reservas de lucro, é reservas de capital e assim por diante, tá? Transações de de capital. Aí a gente tem grupo 7, que são receitas, grupo 8, que são despesas. E eu pulei grupo 3. Vou falar do grupo 3 e do grupo 9, que são as contas de compensação, tá? Já falei sobre elas. Bom, então. Então o que eu estou querendo falar aqui? Que esse esses códigos do cosif? Eles criam uma hierarquia, então primeiro nível da conta cosif é o grupo. A gente sabe se se uma conta contábil começa com um, a gente sabe que ela é do grupo. De ativo. Por exemplo, se eu tenho uma conta que começa com 1.2, eu sei que ela é do grupo de ativo e ela é do subgrupo de aplicações interfinanceiras de liquidez. Se ela é do grupo 1.3, eu sei que ela é ativo e ela é do subgrupo de títulos e valores mobiliários. Tá, e assim por diante. Aí a gente pode ter, é desdobramentos, é. Pro, terceiro, quarto e quinto nível. Internamente, uma instituição pode criar outros níveis abaixo desse quinto nível, desde que, toda vez que ela reportar para o banco central, ela vai reportar no nível que o banco central exige, né? Ela não, normalmente não reporta conta interna, desdobramento é interno. Para o banco central, ela reporta o que está dentro do padrão cosif, tá? São esses códigos? Bom. Os atributos de conta, teve 11 dessas novas resoluções que é revogou esse o uso desses atributos, né? Mas, ainda que isso permaneça revogado, eu acho importante a gente mostrar que esses esses atributos, porque muitos sistemas que foram desenvolvidos é pra rodar em instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil. Estão amarrados a essa chave de atributo? Que que é isso? Esses atributos são códigos, né? Mas letrinhas é que estão associados a um tipo de instituição financeira. Por exemplo, o banco OOO, banco multiplo, banco múltiplo. O código u, né atributo u? Que que eu faço com essa informação? Quando o banco central criava uma conta contábil, ele falava o seguinte, ó, essa conta contábil aqui, ela só pode ser usada por banco comercial, por exemplo, que tá lá no atributo BE por banco múltiplo, que é o atributo. U tá. Então ele criava a conta contábil por meio de um normativo novo, e falava essa norma, essa conta contábil, ela vale somente pra essas esses 2 tipos de instituição, e aí o sistema da instituição. Financeira. Ele associava, por exemplo, se eu baixar no meu sistema, sistema da minha instituição, eu baixo todas as contas do cosif. Tá, e dentro da minha, dentro da minha empresa, vamos supor que eu tenha uma instituição de pagamento e uma sociedade de crédito direto. Tá a sociedade de crédito direto, ela tem o atributo j, então o atributo j ele vai puxar somente as contas contábeis, de sociedade de crédito? Para, para, para, para essa, para essa minha sociedade de crédito está para essa minha, essa minha SCD, então, mesmo que eu tenha contas contáveis criadas para outra empresa para uma instituição de pagamentos, por exemplo. Quando eu abri o meu sistema para fazer contabilidade da SCD. Esse sistema só vai me mostrar as contas desse atributo que é das sociedades de crédito direto e outras sociedades de crédito. Tá? Se eu abrir? AO meu sistema para fazer contabilidade da instituição de pagamentos da IPO. Sistema vai entender que eu estou trabalhando na IPE. Vai me mostrar as contas, somente as contas autorizadas para instituições de pagamento. Tá, então é, é. É assim que era organizado o cosif e os sistemas que rodam instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil. Entende esses atributos também? Tá negócio bem, é bacana, é legal pra gente, é pra pra gente estruturar o nosso nosso sistemas, tá? Eu estava olhando pro teleprompter aqui, porque eu não, não estava lembrando o atributo das instituições de pagamento que eu estou usando como exemplo, a instituição de pagamento tem um atributo y. Bom, eu já mencionei aqui então que as contas de grupo, cada uma delas, né? São associadas aí a ativo, seja o ativo circulante ou realizável a longo prazo. AOO conta de grupo que começam com o dígito 2. São o ativo que a gente chamava no passado de permanente, né? Que é o imobilizado e intangível, e investimentos em participações societárias e assim por diante. Eu não vou repetir cada. Eles porque a gente já mencionou nesse vídeo cada um desses grupos de conta legal. Então eles estão nesse desenho aqui pra gente entender onde é que eles se posicionam, tá, mas como a figura do slide tá mostrando um Balanço. É importante a gente lembrar que contas de resultado elas não entram de forma analítica em um Balanço. Elas entram no balancete, né? No balancete que no banco central. Lá é Oo tal do 4010 mais. Mas elas não entram No No Balanço, tá? Elas, para entrar no Balanço, elas vão. Primeiro é ser consolidadas. As receitas e despesas vão gerar um único número, que é um lucro ou prejuízo do período. E esse lucro ou prejuízo vão é alimentar Oo patrimônio líquido, tá? Também já mencionei que as contas de compensação, embora elas é na normatização, elas sejam demonstradas como conta de ativo e passivo. Elas não são contas de Balanço, tá? Elas são contas de controle, são contas de anotações, tá bom? Por último, em termos de escrituração contábil, de acordo com a normatização do Banco Central do Brasil, a escrituração contábil tem que é é informar o local desta é é deste. Deste evento contábil. A data da transação, né, a data de de cada transação. A identificação das rubricas contábeis, né? O aquele código cosif o histórico ou um código de histórico da da operação tá aqui para a gente entender o que é que está acontecendo nessa transação. Obviamente o valor e informações complementares que sirvam para a gente identificar de forma unívoca. Palavra difícil, né? É, mas de forma única, todos os registros que integram o mesmo lançamento contábil.