Agora a gente vai entrar no detalhe de alguns pontos que a gente apresentou anteriormente, tá bom? Em relação a políticas contábeis que a gente viu nos módulos anteriores, eu quero trazer aqui um ponto que a norma traz, que é bem importante, que é em relação à alteração à entidade. Ela pode voluntariamente mudar a sua política contábil, por exemplo, quando a gente estava utilizando, por exemplo, de depreciação, uma hipótese dizendo que a Petrobras segue o método de depreciação linear, vamos supor que até o momento, esse foi a metodologia para.
A depreciação do seu artigo imobilizado, mas por uma determinada análise 111 melhor estudo. Uma outra definição da entidade, vamos supor que ela definiu.
Modificar, alterar a sua política contábil de depreciação do método linear para o método de unidades produzidas, por exemplo. Isso é possível, ela pode fazer isso, pode fazer isso a norma. Ela permite que A Entidade ela faça essa modificação, né? Ela voluntariamente, faça aí essa modificação. Só que se ela fizer isso, ela vai precisar aplicar essa essa nova metodologia, essa nova prática aqui no nosso exemplo, ela vai precisar aplicar de forma retrospectiva o que é que é.
Que é dizer, de forma retrospectiva, verniz. Ela vai precisar voltar no passado, então, por exemplo.
Vamos supor que A Entidade aqui ela, nós estamos em X5.
Um período, tá, 2025, 2000.
EX 5 este é o período aqui atual.
Tá certo? Isso quer dizer que antes de 2005, nós tivemos 2000 EX 4 2000 EX, 3000?
2000 X2 2000X um por exemplo, tá? Poderia ter 2000 EX 15 x 14, enfim, tá, então este aqui é o período atual. E aí vamos?
Será que em todos esses exercícios aqui a empresa ela adotava?
Para depreciação do seu ativo imobilizado, o método linear.
Então ela sempre sempre utilizou essa premissa, só que quando chegou aqui, em 2000, EX 5, ela falou assim, olha, é, vamos supor aqui no departamento lá de de de, de premissas, que cuida dos seus ativos fixos. Chegou pra entidade, trouxe um estudo e aí falou assim, olha a partir de agora a gente vai é modificar o nosso método de depreciação ao invés de ser linear. Agora a gente vai passar a utilizar o método.
De unidades produzidas ou um outro exemplo de base de mensuração, por exemplo, a unidade utilizava o valor justo até esses períodos. Foi chamado bicho 2005. Ela fala assim, olha, agora eu quero, quero utilizar é para fins de mensuração dos meus ativos, eu quero utilizar o custo histórico, tudo bem, não tem problema nenhum, só que a nova vai falar o seguinte, você vai fazer essa aplicação dessa mudança, já que ela é voluntária, você vai fazer isso retrospectivo. Então você está aqui em 2000, EX 5, você vai precisar voltar.
Vai precisar voltar.
Vai aplicar essa mudança?
Retrospectivamente, eu vou voltar, eu vou voltar quanto tempo e ver isso, né? Você pode estar pensando assim, vou voltar quanto tempo, né? Te dar? Em 2025, 2024 X3X 2. Eu vou voltar. Quanto tempo? Lembra que no início do nosso curso eu falei para você baixar? OCTC 26, que é OCPC que apresenta AA que vai falar sobre a apresentação das demonstrações contábeis. Então, nesta norma.
Ela vai apresentar exatamente essa questão de você, de quantas e quantos períodos você vai retroagir para apresentar a as suas demonstrações com as aplicações retrospectivas e aí a norma, ela vai dizer o seguinte, e você vai considerar? Para fins de reapresentação.
Para fins de aplicação retrospectiva, né? Você vai considerar o período atual?
Atual, só que você vai considerar o fim do período atual o final, né? Que é o final de 2025, que mais você vai considerar?
O início do.
Período anterior.
Fim do período.
Anterior, então.
A Entidade, ela decidiu fazer essas mudanças que a gente trouxe aqui no exemplo de depreciação, a metodologia de depreciação e 2. 25. Então ela vai apresentar essas novas? É abordagens essas novas aplicações no final de 2005 e aí ela vai nesse conjunto de demonstração contábil, não é? Nesse caderno, ela vai apresentar o início de 2000 EX 4.
E ela vai apresentar o fim de 2000 EX 4, então ela vai fazer essas Apresentações do período anterior, do período atual, 2000 EX 5 e vai voltar 2 períodos Oo início do período anterior e o final do período anterior, de modo que o usuário da informação contábil ele consiga visualizar o efeito da aplicação retrospectiva.
E ele levou, ela vai dizer pra gente o seguinte, acompanha comigo no nosso material.
O que que é aplicação retrospectiva é a aplicação de nova política contábil a transações a outros eventos e condições, como se essa política contábil né? Como se essa política tivesse sido sempre aplicada?
Quando a mudança na política contável é aplicada de forma voluntária, é necessária a aplicação retrospectiva. Então, A Entidade, ela deve ajustar o saldo de abertura de cada componente do património líquido afetado ao período anterior.
Mais antigo apresentado.
E aí, como OCPC 23? Ele não diz qual que é o período anterior é mais antigo, a gente recorre ao CPC 26 e aplica dessa forma que a gente comentou aqui volta 3 períodos, tá certo? Repare que a norma, ela vai falar dessa questão da entidade. Aplicar é é essas alterações, essas mudanças, como a.
Se aquela nova política, né? Aquela nova determinação, ela sempre estivesse acontecido. Então a ideia aqui é, olha, eu vim até aqui.
Aplicando é linear, no caso da nossa, do nosso exemplo linear.
Linear?
Linear?
Foi quando chegou aqui x 5. Eu falei assim, OPA, não quero mais ninguém a quero. De acordo com a produção.
Então, a nova fala o seguinte, como foi A Entidade? Quem decidiu por conta própria, ou seja, voluntariamente, tudo bem? Você vai ter que vim aqui e fazer essa mudança como se essa nova premissa que você estabeleceu se não tivesse sido aplicada e por conta disso, você faz aí a publicação, tá, então isso que a gente chama de aplicação retrospectiva.
E uma outra coisa importante que eu quero mencionar, a gente como eu falei, vai, vai fazer exercícios disso.
Né? Agora está falando o seguinte, olha, você vai fazer? O ajuste é dos saldos de abertura. Em contrapartida a ao patrimônio líquido. Então, por exemplo, a gente está fazendo aqui, no nosso nossa discussão, trazendo aqui depreciação.
Depreciação de que?
De um equipamento, vamos supor que seja um equipamento, mas poderia ser é de máquinas, equipamentos, poderia ser.
De imóveis, enfim, tá de tudo que faz parte aí do contexto de depreciação, então você vai identificar qual que é o elemento? No nosso caso, o equipamento e vai fazer o ajuste.
Uma conta do patrimônio líquido, tá certo? Então, por exemplo, eu tenho aqui é, vamos colocar 2000 e Chico 4.
Com k 2000 x 4, isso e 2000 EX 5 vamos.
Aí vamos, vamos considerar apenas aqui para exemplificar o finalzinho de 2000 é EX 4, né? Do período aqui em 2000. EX 5, você fala assim, olha a minha depreciação, ela é vai ser de 10000 BRL.
Só que em 2000, EX 4 que você vinha registrando, considerando o método linear era de 8000 BRL. Tá certo? Como você mudou no nosso exemplo? Como você teve aqui? Uma mudança de critério? E agora você está dizendo que o valor de 10000 BRL tem uma diferença aqui, tá certo? De 10000 para 8000, porque o que que a norma disse, né? Como você tem que fazer essa aplicação, considerando que é aquela política sempre existisse, então o valor que deveria ser aqui em 2 existe 4, deveria ser quanto?
10000. Exatamente. Então eu tenho que acrescentar 2000 aqui.
2000 aqui, que no caso a gente é depreciação, então seria um valor negativo, né? Mas não vamos preocupar aqui com essa questão de sinal, não, eu tenho que acrescentar 2000 para que o total seja de 10 para ficar condizente com a minha mudança e a contrapartida desses 2000 aqui? A contrapartida vai sendo o patrimônio líquido está certo, então essa é a forma que a gente faz o registo relativo.
Aos ajustes, né? A correção, vamos dizer assim, quando a gente tem uma mudança, né? E a gente vai fazer a aplicação.
Da nossa política contap.