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Grounding: aterrissando o modelo

Transcrição

Grounding é o processo. De contextualizar o máximo possível, de fornecer uma base firme para o modelo de linguagem quando a gente precisa desempenhar alguma tarefa nele. Os modelos de linguagem eles são especialmente poderosos e precisos quando eles estão trabalhando com sumarização de informações. Isso quer dizer que se eu já tenho ali um corpo de texto validado, curado, que eu sei que é extraído de um lugar confiável, é e eu quero fazer uma pergunta para o modelo de linguagem. Que vai considerar aquele corpo de texto como base, eu vou ter uma acuidade muito maior do que se eu tivesse contando meramente com as habilidades nativas do modelo. Não é? O round é realmente essencial. Eu gosto muito de bater nessa tecla para o melhor uso possível de um modelo de linguagem. Na minha empresa, tudo o que eu puder passar para o modelo de linguagem e ter essa base pronta de conteúdo que eu forneço Pra Ele, é aí que a gente vai destravar os cenários mais interessantes. Alcançar maior produtividade utilizando essas ferramentas e o maior nível de confiabilidade. O grounding tem tudo a ver com aquela coisa de tratar o modelo de linguagem como um outro colaborador da empresa, só que um colaborador. Veio sem memória. Ali ele não vai ter todas as informações da empresa com o tempo que ele passou ali, conversando com os colegas, participando de reuniões. Vendo coisas acontecerem. Então, com o grau de o que a gente vai fazer é tentar simular essa experiência. É ter um texto ali pronto, falando tudo o que interessa sobre a empresa, por tipo de atividade que a gente precisa da participação do modelo. É ter ali exemplos de atividades executadas antes para que ele possa se basear quando for executar uma atividade nova. Então é criar esse hábito de documentar coisas, de extrair até na própria utilização do modelo. Conforme a gente vai obtendo respostas ali que são boas e registrando adequadamente guardando esses textos, guardando essas respostas e também pensando de forma criativa, de onde é que a gente pode tirar essas informações das primeiras vezes. Posso tirar do site da empresa de alguma documentação interna, tudo que eu explicaria para alguém que eu pediria essa atividade que eu estou pedindo para o para o modelo de linguagem e que não conhecesse ainda a empresa, o produto, a concorrência, os desafios. A forma de fazer negócios, a forma de se comunicar com o cliente, a forma de se comunicar internamente. Todas as informações que eu precisar, o máximo que eu tiver delas, eu posso sempre começar o meu prompt com isso e depois? Pedir para o modelo executar a atividade que eu quero. E aí quando a gente faz isso, a gente está é passando ali para o modelo de linguagem, exatamente o tipo de resultado que a gente espera ou quando a gente está fazendo uma pergunta. Exatamente o contexto ao qual conteúdo ao qual ele tem que se limitar. E isso faz um modelo ser muito assertivo. Os modelos de linguagem são bem melhores em extrair informações de um conteúdo com o qual ele está trabalhando ali. Ou de resumir, ou de transformar esse conteúdo do que outros usos. Como fazer uma pergunta, né? De qualquer tipo. Ali, sem contexto, dá esse contexto. Montar esse conteúdo todo é a melhor forma de extrair o valor real. Que essas ferramentas têm para oferecer?